| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| eu de novo | Sado | marcelouro | 1163 | 2 | ||
| Muitas em uma........ | Hetero | marcelouro | 1673 | 5 | ||
| Pura poesia | Fetiche | marcelouro | 3903 | 73 | ||
| Casual | Orgias | marcelouro | 2576 | 59 | ||
| Noite iluminada | Hetero | marcelouro | 1490 | 52 | ||
| Magia do sexo | Orgias | marcelouro | 5543 | 54 | ||
| Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra | Orgias | marcelouro | 8086 | 52 | ||
| Do limão se faz limonada | Exibicionismo | marcelouro | 2164 | 63 | ||
| Encontro distante | Exibicionismo | marcelouro | 1679 | 71 | ||
| depois da chuva | Orgias | marcelouro | 5928 | 104 | ||
| A cortina | Travestis | marcelouro | 7578 | 60 | ||
| sonho realizado | 1 ![]() |
Orgias | marcelouro | 5114 | 59 | |
| surpresas | Exibicionismo | marcelouro | 7661 | 88 | ||
Compare Preços de: Fogão | Forno | Frigobar | Microondas | Geladeira
O retorno
Não fazia uma semana que haviamos vivenciado aquela maratona vertiginosa de sexo pleno, a cadelinha retornara à minha casa, chegou um pouco tímida e sem graça, queria conversar, falar um pouco da sua solidão. Deixei-a bem a vontade no sofazão, ela vestia uma saia transparente, eu via nos seus movimentos que ela estava sem nada por baixo, ela timidamente pediu uma bebida, arranjei um drinque e ela perguntou se eu já havia percebido que ela estava sem calcinha.
Disse que sim, ela confessou que a tirou no elevador, que mesmo de porre ela percebeu o que acontecera naquele final de semana, queria mais, agora de vontade própria. Confesso que esta confissão me tirou um pouco do tesão, mas o abre e fecha das pernas nervosas me excitavam um pouco. Começei a passar a mão no meu pau enquanto olhava fixo em seus olhos, ela fixou os seus então na minha vara em ereção, fazia cara de envergonhada, fingia estar encabulada.
Eu deixei o ambiente a meia luz, não fiz nenhum movimento, queria vê-la tomando a inciativa, drinque após drinque ela foi se soltando, tirou a blusa e mostrou os seios empinados de tesão, depois tirou a saia, ficou à minha frente nua, passando as mãos na xaninha, se contorcendo tentando me seduzir. Fiquei quieto sentado na poltrona, ela veio então de cachorrinha em minha direção, segurou nas minhas pernas, lambia minha coxas e puxava a calça do meu pijama, deixei-a conduzir o ato.
Então ela apropriou-se de minha vara, chupava a cabeçinha, engolia minha cobra cada vez com ousadia, isto foi me excitando cada vez mais, por fim cedi, agarrei-a pela cabeça e ao sentir aproximar-se o gozo segurei-a com força e enfiei minha vara até sua garganta, senti-a engasgar com a minha porra mas não a larguei. Senti seus olhos marejarem mas não tive dó, nem ela reclamour, sorriu e sentou-se no meu colo, rebolava sobre minha vara dura e jogava seus seios em meu rosto.
Ah, é isto que você quer? Virei-a, sentei-a em meu colo e direcionei mina vara para seu rabinho, nem saliva passei, apenas bezuntei minha vara em seu suco vaginal e enfiei minha vara em seu cúzinho, um urro primata, e um que gostoso a seguir. A vadia estava ficando atrevida e ousada, atolei até onde cabia, a fiz rebolar, rebolar, minhas coxas se molhavam de seu gozo, eu ficava sério e fingia não estar gostando, queria que ela desse mais do que já estava dando, gozei novamente e a porra se misturou ao seu suco.
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Ela não tibuteou, ajoelhou-se novamente e chupou até o talo a minha vara com seu suco anal, lambeu o saco até se cansar.Eu não estava cansado, botei-a de quatro e lembrei-me do eletricista, joguei suas pernas sobre meu ombro, e ela ,plantando bananeira, sentiu minha vara entrar mais fundo ainda em seu rabinho arrombado.
Fomos descansar um pouco, ouvi-a falar de sua vida solitária, quase lamuriante, estava ficando enfadonha aquela transa, o cúzinho já nem precisava lubrificar, a xaninha piscava e eu fingia não quere-la, queria criar um clima insuportável de tesão, vou deixando-a louca para mais uma, quero a cadela latindo e pedindo para comer-lhe o rabo.
Pois bem, ela até que tinha um corpo bem flexível, eu empurrei suas pernas até os seus ombros, dava para ela mesmo chupar a própria xana, assim eu a mandei fazer, enquanto ela lambia seus lábios eu catucava o seu rabinho, a posição não era muito confortável mas eu me deliciava enfiando o pau em seu cú e na sua boquinha a todo momento.Roçava meu pau em sua xana, enfiava em três buracos naquela posição, estava divertido, eu esporrei na sua cara, tinha porra para todo lado, e eu piçelava seu rosto com minha pica.
Mas continuava monótono, ela havia deitado na minha cama e descansava, resolvi chamar um outro amigo, este tinha uma pica volumosa, bem grossa, achei que seria divertido vê-lo arrombar aquele cúzinho que já havia sido alargado por mim e pelo Sérgio. Chamei e êle topou na hora, falei para êle que ela gostava de uma pica e saco depilado, que já viesse pronto.
Não deu quinze minutos e êle chegou, já veio sem cueca, o cara era um sacana por isso o chamei, foi logo perguntando pela cadela, indiquei o quarto, apaguei a luz, ela dormia e o Mário foi logo chupando a sua xana, ela acordou assustada mas eu falei que estav tudo bem, que a festa ia melhorar agora.. Fiquei apenas olhando, por detrás eu via aquela pica grossa balançando, fiquei excitado, mas fiquei quieto, o Mário ainda não sabia das minhas últimas aventuras.
Deixei que êle comesse a xaninha da Regina, ela urrava com o grossão em sua xana, e antes que êle gozasse sugeri que êle comesse o cúzinho dela, êle a pos de quatro e enfiou a pica lubrificada pelo suco da xana, vi uma gota de lágrima escorrendo de seus olhos, mordeu o travesseiro e eu delirei, cheguei mais perto, me enfiei por debaixo deles e passei a lamber a xaninha, boa desculpa para passar a língua naquela vara. A príncipio êle não falou nada mas depois desconfiou das minhas intenções, e acabou por enfiar a vara em minha boca, chupei-a e cadela chupou minha vara, êle gozou muita porra na minha boca e eu ainda nem tinha gozado ainda. Hoje a idéia era diferente, queria enfiar as duas varas em sua xana, posicionei deitado e mandei-a sentar-se sobre minha vara.
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A xana, disse à viciada em dar o rabo, assim que enterrei a vara falei para o Mário entrar quente na sua xana, ela berrou e eu a segurei pelos ombros enterrando mais ainda a minha vara, o Mário sentou-se sobre suas pernas e mandou bala, digo vara, ela urrou, esperneou, era assim que eu queria, rebelde e doido. Ela espraguejou como nunca e nós bombavamos a sua xana, abrimos aquela xana mexendo sem parar, sentia suas pregas rasgando, ela reclamava que a xana estava ardendo como brasa...queriamos coisa melhor?
Amanheci assim
Hoje eu acordei com o buraquinho coçando, eu andava pela rua e parecia que todos olhavam a minha bunda, aí que cúzinho coçava, eu tentava segurar, anda firme para ficar bandeiroso, mas ao mesmo tempo me excitava pensar em alguém vigiando meus passos.
Foi o dia inteiro assim, fui ficando mais atrevido no decorrer do dia, resolvi andar de lotação, escolhi o mais cheio, ficava em pé, quando passava algum macho eu arrebitava a bunda e roçava no pau de alguém, passava alguma mocinha eu colava em seu traseiro e também roçava.
Nem sei para onde estava indo, só sei que já era noite e fui cair em um bairro desconhecido, desci no ponto final e alguém me indagou se eu estava perdido, falei que sim, o cara que me abordou parecia ter percebido o meu comportamento dentro do ônibus, me chamou para ir até um determinado local onde êle me mostraria como retornar sem precisar esperar o retorno daquele ônibus.
Fui, ofegante, não sabia exatamente o que estava acontecendo, e surpresa foi grande, em um beco escuro o cara me encostou na parede e falou que havia me olhado o tempo todo dentro do ônibus, se eu queria rola ia ter, que não adiantava espernear, que êle ficara excitado e que iria comer meu rabo.
Gaguejei, não era isso que eu andara fantasiando, mas não havia muito o que fazer, êle me pegou pelo braço e me levou para uma casa onde haviam mais dois sujeitos. Êle logo anunciou que havia conseguido comida para a noite, os dois riram e logo me chamaram de boneca, eu falei que não era o que eles estavam pensando, que eu estava apenas fantasiando uma situação, que não era aquilo que eles imaginavam.
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Azar seu, foi o que disseram e tiraram as varas para fora, senti uma chave de braço me imobilizando, ajoelhei pela força do outro, senti os dois se aproximando, batiam com os membros em meus rosto e mandaram que eu chupasse logo, eu resisti um pouco mas a força do outro não me deu alternativas, começei a chupar as varas meio sem jeito por estar preso, então pedi para que êle me soltasse, não ia fugir, nem tinha para onde ir.
Eu segurava as duas varas enquanto o outro ia tirando minhas roupas, deixei sem relutar, eu estava começando a entrar na festa, eram duas varas grandes e cabeçudas, aí senti os dedos percorrendo meu rego, me arrepei de verdade, então ouvi o cara dizer que eu estava muito peludo, que ia me depilar, queria meu rabinho liso e desimpedido.Êle abriu minhas pernas e eu senti o barbeador passar a seco na minha bunda que arrepiou todinha, êle raspou tudo até o meu saco.
Depois ficou mais gostoso sentir aquela mão me alisando, alisando e de repente um dedo enfiado no cú molhado apenas de saliva, abri as pernas e deixei o marujo tomar conta, não pus resistencia, não era louco e estava louco de tesão. Aí então o cara me levantou, foi me puxando para trás, senti apenas quando êle sentou-se, segurava minhas nádegas com as mãos e foi me puxando contra seu corpo, senti a cabeça roçando meu rabo, rebolei um pouco provocando, êles riram e eu sorri.
O marujo me puxou com força e enfiou pouco mais da metade da vara em meu rabo, eu mesmo segurei minhas nádegas e forcei um pouco para baixo, a vara enterrou todinha e então os outros dois chegaram mais perto, engoli uma vara e masturbava a outra, ia revezando enquanto cavalgava o marujo. O cara gozou logo, devia estar a seco, aí os outros dois falaram que também queriam, me fizeram ficar de pé, mandaram-me por as mãos no chão, fiquei com o rabo arrebitado para cima e só senti a vara do negão me invadindo, gostei da posição pois entrou tudo de uma só vez, senti o esguilho da porra como se tivesse descendo pela garganta.
O terceiro deitou-se no chão, falou para que eu sentasse de frente para êle, eu o fiz, o rabo já ardia um pouco, mas fazer o quê.....Eu estava sentado sobre êle, sentindo uma vara fina mas enorme dentro de mim quando êle me puxou contra si, êle apertava meus mamilos e eu fiquei mais excitado ainda, e então eu senti um bafo no pescoço, o marujo estav com a vara dura de novo e havia se colocado atrás de mim, senti suas maõs sobre meu ombros e sua vara pincelando meu rabo já ocupado.
Quando eu senti a vara forçando a entrada eu quase chorei, não acreditava que ia ser invadido por dois, a sorte é que êle havia passado alguma coisa no pau, a cabeça entrou rasgando o meu rabo, chorei de verdade, mas era uma sensação estranha, doida e prazerosa. O terceiro me deu a vara para chupar e falou que aí de mim se eu a mordesse, ia levar porrada.
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Senti o sangue quente escorrer junto com aquela quantidade enorme de porra que estav dentro de mim, pensei que nunca mais faria uma loucura destas dentro de um ônibus, mas agora era tarde, estava todo rasgado e sujo de porra e sangue. Levantei e quase não fico de pé, tudo doía muito, lavei-me como pude e pedi para ir embora, que chamassem um táxi, eu estava arrebentado de todos os jeitos