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MINHA SOGRA RICA. Cara! To casado há menos de três anos e minha sogra é um verdadeiro tesão, melhor até que minha mulher. O nome dela é NORA. Ela tem quase 1.70 de altura, pele queimada de sol, os peitos são pequenos e durinhos, um par de coxas que até Deus duvida e uma bunda maravilhosa, Quando ela coloca o biquíni e vai pra piscina eu fico malucão apreciando o monumento. Moro com meus sogros, ainda não consegui terminar a obra da nossa casa, me casei com filha de ricos, meu sogro quis me dar dinheiro para terminar, mas sou orgulhoso e como a casa aqui é grande, eu e minha mulher resolvemos morar aqui. Me dou bem com sogrão, mas minha sogra é a pessoa mais pedante que já conheci. Já tentei todo o tipo de aproximação, mas ela é rica e me põe no meu lugar de pobretão, não me trata mal, é extremamente educada, mas só se dirige a mim quando estritamente necessário. Nesses três anos acabei até diminuindo o tesão por ela, uma por causa do jeito que ela me trata, sempre dando muita distância e outra porque já vi que ali não consigo nada mesmo. Então resolvi ser fiel a minha esposa e esquecer da sogra. A avó da minha mulher ficou doente e meu sogro e ela foram visitá-la em Porto Alegre e eu fiquei na Mansão por causa do trabalho. Ficamos eu, minha distante sogra e a legião de empregados. Na segunda noite em que minha mulher e o pai dela estavam fora, eles retornariam no dia seguinte, minha sogra mandou me chamar após o jantar e pediu que eu me sentasse que ela gostaria de conversar comigo. Sentei-me, ela me ofereceu uma taça de vinho e nós passamos a conversar amenidades e lá pelas tantas, depois que entramos na segunda garrafa de vinho, para minha inteira surpresa, ela começou a falar sobre o casamento dela, o meu, sobre felicidade, amor e outras coisas e acabamos falando sobre sexo. Ela me contou, já no final da garrafa, que não tinha muito prazer com o marido e que sempre pensava em mim. Não deu outra. Aproximei-me dela e dei-lhe um beijo naquela boca carnuda, que foi correspondido de imediato, aproveitei e passei minha mão por suas pernas, subi pelas coxas apertando-as e toquei na sua calcinha que já se encontrava toda úmida. Ela segurou minha mão e pediu que subíssemos para o quarto, achando que algum dos empregados poderia entrar na sala de estar. Subimos as escadarias nos roçando, agarrando, apertando e beijando. Chegamos ao quarto e trancamos a porta, eu fiquei de joelhos, levantei-lhe o longo vestido, tirei sua calcinha e cai de boca naquela xoxota cheirosa e saborosa. Ela começou a gemer e alisava meus cabelos, até que segurou minha cabeça com força e enfiou minha cara naquela coninha, soltando um longo gemido gozou na minha boca. Puxou-me pelos cabelos até que eu ficasse de pé e me disse: Agora é minha vez, ajoelhou-se, desabotoou minha calça, tirou meu pau pra fora e ficou alisando e olhando para ele dizendo: Belo espécime, minha filha tem razão quando diz que você é bem dotado, Vamos ver se isso funciona mesmo. Primeiramente senti seus lábios beijando meu pau, depois senti seu hálito quente e logo depois sua língua bailando na cabeça da minha pica, não demorou muito e ela engoliu-o até a metade enquanto chupava, sugava e fazia malabarismos com a lingua, tocava uma punheta dentro da sua boca e repetia: Que caralho gostoso! Eu disse que iria gozar, que era para ela tirar da boca, aí que a sogrinha chupou mesmo e quando sentiu meu pau inchar, meteu-o até meus cabelos tocarem na sua boca e eu inundei sua garganta com meu leite. Ela engoliu tudo e continuou com meu pau amolecido dentro da boca enquanto íamos para a cama, Ali prosseguiu com a mamada e quando sentiu a pica endurecendo rapidamente me pediu: Fode minha boca como você fode a buceta da minha filha, seu filho da puta. Nem esperei mais, a mulher tava louquinha de tesão, mandei ela deitar de barriga para cima com a cabeça caída pra fora da cama, fiquei de pé, segurei-a com as duas mãos no rosto e meti a piroca até o talo naquela boquinha infernal e soquei, soquei, soquei até cansar e cai sobre a cama ao lado dela. Minha sogra subiu sobre meu corpo e com a buceta encontrou minha pica e foi introduzindo até entrar tudo, depois levantou o corpo ficando sentada com o meu pau enfiado nela e iniciou a cavalgada cada vez mais rápido e me pedindo que não gozasse só quando ela pedisse. Eu não iria gozar de jeito nenhum, pois o meu intento era comer aquela bunda que deveria ser deliciosa, deixei-a se acabar sobre meu pau e enquanto ela gozava alucinadamente eu lhe apertava os biquinhos do peito e dizia: Fode madame, fode mesmo, divirta-se, que aqui tem pica pra todas as horas. Isso, cavalga no meu pau. Ela tanto gozou que caiu quase que desfalecida sobre o meu corpo. Aguardei por alguns minutos , virei-a de bruços e fiquei roçando a pica no seu reguinho, ela apertava a bunda sem parar e eu disse Eu queria comer o seu cuzinho só um pouquinho. Ela empinou a bunda e me falou: Põe devagar e não mete tudo, o teu pau é muito grande e grosso, só dei minha bunda quando ainda era noiva, meu marido não é muito chegado. Falei pra ela: Não se preocupe, você não acha que seu genrinho vai fazer alguma maldade com você. Pedi que ela se levantasse e fosse até a poltrona, se ajoelhasse e abrisse com as duas mãos a sua bundinha, ela fez o que pedi. Não encontrando nenhum lubrificante, ajoelhei e lambi o cuzinho dela deixando bastante saliva, enquanto ela se contorcia toda, fiquei de pé e cuspi na cabeça da pica, encostei no anelzinho dela e forcei a entrada segurando-a firmemente pela cintura, a cabeça entrou e eu fui empurrando sem dó nem piedade. Ela começou a gemer, os gemidos aumentaram, ela começou a se contorcer e com isso balançava a bunda facilitando meu trabalho. Segurei-a pelos cabelos e disse: Fica quieta sua putinha, você sempre me sacaneou agora vai agüentar meu caralho todo enfiado nesse cuzinho quente. E dizendo isso enfiei até meu saco tocar na xoxota dela, passei a bombar com o máximo de força que tinha e gozei, gozei muito e bem lá no fundo. Nos deitamos para descansar um pouco e depois fudemos mais umas duas vezes naquela noite e todas as vezes, mesmo ela sentindo dor eu comi o cu daquela ricaça metida a besta. Minha mulher e meu sogro retornaram no dia seguinte, mas toda vez que temos oportunidade, meto-lhe a pica no cu.