| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| FUI CORTAR MEU CABELO E GANHEI UMA CHUPADA DE CORTESIA | 1 ![]() |
Gays | nem | 2323 | 2 | |
| PRIMEIRA TRANSA COM A MÃE DO MEU AMIGO DE ESCOLA. | Hetero | nem | 1567 | 1 | ||
| TRANSEI SENDO FILMADO | Hetero | nem | 553 | 1 | ||
| GOZANDO NA BOCA | 2 ![]() |
Gays | nem | 1995 | 3 | |
| TRACEI O FILHO DE MEU PATRÃO | 1 ![]() |
Gays | nem | 4401 | 4 | |
| SEGUNDA TRANSADA COM MINHA MADRASTA | 1 ![]() |
Hetero | nem | 1840 | 2 | |
| PERDI MINHA VIRGINDADE COM MINHA MADRASTA | 1 ![]() |
Hetero | nem | 2063 | 4 | |
Bom gente, esse fato que aconteceu comigo foi em meados de 2008, como disse em outro conto, eu era motorista de uma tradicional família aqui de Belém, era um sábado, levei a filhinha de meu patrão pra aula de natação, era umas 14h, resolvi procurar um salão pra dá um grau no meu cabelo, pois estava parece uma juba, tenho hábito de sempre cortar no mesmo salão que fica no bairro onde moro, só que eu estava longe e resolvi procurar um por perto mesmo, comecei a rodar com o carro a procura, resolvi entrar numa rua que nunca tinha andado, era uma rua estreita com pouco movimento, uma ladeira, quando estou numa esquina observo uma placa de salão num bequinho mas estreito ainda, mal cabia um carro, resolvo dobrar e paro o carro bem em frente ao salão, observo que o cabeleireiro era um gay que estava sentado, não tinha cliente e ele estava sozinho, ele devia ter minha altura, + ou – 1,65m, bem branco, cabelo grande e liso pintado de vermelho-claro, devia ter uns 25 anos, corpo bem afeminado, estaciono o carro na calçada do outro lado da rua pra dar espaço e resolvo entrar no salão, pois era o tempo em que a filhinha de meu patrão iria terminar sua aula, entro, pergunto o preço acertamos o corte, manda eu sentar numa cadeira de lavar cabelo, começamos a conversar coisas corriqueiras enquanto ele lavava meu cabelo, e a conversa rolando, ele enxuga meu cabelo e manda eu sentar na cadeira já pra cortar, o tempo estava fechado, ameaçando uma chuva que já tava pra cair, durante nossa conversa o toró arreia, começa a ventar forte e começou a respingar dentro do salão, os cartazes que ele pendurava nas paredes começam a cair e ele diz que tem que arriar a porta, pois o vento já tava bagunçando todo o salão e era cabelo que tava no chão começando a voar com o vento forte, já trancados me preocupo com o carro que tava na chuva, pergunto se é perigoso aquela região, ele me tranqüiliza e continua a cortar, durante o corte percebo que ele começa a ficar saidinho, dizendo suas aventuras, que tinha um cliente que sempre transava com ele no salão, e eu atendo as suas conversas e também ficando excitado com suas aventuras, num momento em que ele fica bem do meu lado, ele resolve por a tesoura em cima do meu pau, pensei que seria um momento de distração, pois antes ele colocava a tesoura sempre em cima da banca, quando ele pega a tesoura de cima da minha rola, sua mão não apenas pegou a tesoura e sim sentiu levemente meu pau que já tava pra lá de duro, ele pergunta se eu tava de pau duro, eu desfaço e digo que é a capa que ele colocou em mim que deu essa impressão, ele dá risada e instantes depois põe novamente a tesoura em cima da minha bengala, na segunda vez que ele pega a tesoura ele já vem com bem saliência, enche a mão por cima da capa bem na direção da rola e dá aquela apertadinha pra sentir o volume, aquilo me deixou maluco de tesão, insiste em dizer que sentiu meu pau duro, dou risada e digo que suas conversas me deixaram excitado, ele dá risada e continua cortando.
Quando ele acabou de cortar ainda tava caindo uma chuvada, me levanto puxo o dinheiro do bolso pra pagar o corte, pois ele tinha cobrado R$ 10, quando estou catando os poucos trocados que tinha no bolso ele diz que se eu quisesse ele poderia me dar um desconto, respondo que sim, que queria o desconto, aí ele dá suas cartas, disse que daria esse desconto se eu deixasse ele fazer um boquete em mim, ele manda eu sentar no sofá, se ajoelha no chão entre minhas pernas e começa a morder meu pau por cima de minha calça, já como sempre uso calça social e sabemos que elas são finas, sinto seus dentes procurando o melhor local pra sentir minha tora, aqueles movimentos me deixavam doido de tesão, eu tava desejando que ele abocanhasse logo meu pau, eu já tava gemendo e ele na calma, sem afobação, parecia que ele sabia que meu tesão cada vez aumentava com seus movimentos, ele abre meu zíper e morde por cima de minha cueca, sua boca procurava a ponta do meu mastro, nesse momento começo a tirar meu sinto e desabotôo minha calça facilitando suas mordidas, ele pede pra mim levantar um pouco pra ele puxar minha calça e minha cueca, quando levanto um pouco ele puxa e minha rola dá um salto, tava dura parece uma rocha, fico quase deitado na cadeira e ele resolve bater uma pra mim, suas mãos percorria todo minha rola, eu já estava soltando aquele líquido que antecede a gala, ele com seu dedo mela no líquido e passa em sua língua, aquilo me deixou pirado, aí sim ele se atira na minha rola, começa uma sessão de chupada maravilhosa, tira e põe meu pau de sua boca com muita experiência, sem pressa, começa movimentos rápidos, alternando entre chupadas e punhetadas, anuncio que vou gozar, ele para e diz pra mim segurar pois não fazia nem 5 minutos que ele estava ajoelhado e que queria brincar mais, aceito o que ele pede, respiro fundo, pois a vontade de gozar já tava na “ponta” ele pergunta se poderia sentar pelado em cima de mim, digo que não, pois não tinha preservativo, ele explica que não iria meter, só queria sentir meu pau esfregar em sua bundinha, eu digo que sim, ele se levanta, tira a roupa, fica de costas pra mim e começa a sentar, ponho minha mão no meu pau pra desviar de seu cuzinho, ele põe meu pau na direção de seu saco e começa a se esfregar, estava gostoso embora não tivesse dentro, pergunto se ele tem camisinha no salão ele diz que não, nessas alturas eu tava doido pra fuder aquele cuzinho que tava esfregando no meu pau, mas fiquei receoso, ele sai de cima do meu colo, se ajoelha novamente e começa a me chupar de novo, acelera suas punhetadas e diz que quer que eu goze em sua boca, resolvo ficar de pé e ponho minha rola eu sua boca, peço pra ele não segurar queria sentir apenas sua boca me chupando, ele me atende e começa a me chupar mais gostoso ainda, pedi pra ele chupar me olhando, ele me olhava de forma excitante, safada e sensual, seguro sua cabeça e começo a bombar com bem força fudendo aquela boca carnuda, peço pra ele me punhetar pois já ia gozar, ele me punheta e abre sua boca esperando meu líquido branco que demorava em sair me deixando arrepiado de tesão, começo a gemer bem alto, meu coração já tava acelerado, minha adrenalina já tava a mil e sinto minha gala sair diretinho em sua boca, ele abocanha meu pau exatamente no momento da gozada, nossa que maravilhoso, que sensação gostosa, me sentia nos céus, ele continuava a me chupar, lambia o restinho que ainda tava saindo, não agüentei mais ficar em pé e me sento novamente no sofá, ele ainda de joelhos fica espremendo meu pau a procura de mais gala, foi tudo de bom, ele se levanta e pega uma toalhinha que tinha em sua bolsa, passa uma água e vem me limpar, disse que minha pica é maravilhosa, é do jeito que ele gosta, nem muito grande nem muito pequena, que cabia certo em sua boca, aquela conversa me deixou sem graça mais tudo bem, nos vestimos ele se limpou e sentou do meu lado, perguntou se eu tinha gostado, revelei a ele que ninguém tinha feito um boquete tão gostoso em mim, após alguns minutos a chuva da uma trégua e digo que tenho que ir pois iria buscar a filha do meu patrão que já tava pra terminar sua aula, ele não aceita eu pagar a conta, disse que era cortesia da casa e que poderia aparecer mais vezes, fornecemos os números dos nosso celulares e saímos outras vezes que vou contar aqui novamente, vou contar também quando saímos eu, ele e primo dele que além de ser viadinho ainda tinha 15 anos e agüentava minha tora com facilidade, mas fica prá próxima, por enquanto é só. Fui!!!.