| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
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| UMA VIAGEM TOTALMENTE INESQUECÍVEL | Gays | malta | 1650 | 6 | ||
| MEU AMIGO, MEU AMANTE | 1 ![]() |
Gays | malta | 2449 | 2 | |
No ano de 1991 depois de um tempo juntando uma grana resolvi conhecer o Rio de Janeiro. Liguei para um amigo de lá, o qual se prontificou muito em me receber. Fiquei meio preocupado em hospedar em sua casa, pois não conhecia seus pais, mas como ele morava praticamente só com seu pai, pois sua mãe e sua irmã sempre estavam em viagem a negócios resolvi ir com mais entusiasmo. Quando cheguei à rodoviária Paulo Fernando já estava me esperando. Desci do ônibus e, quando reparei melhor ele estava perto de um senhor barbudo muito simpático. Nisso fomos apresentados, era seu pai, o Seu Roberto, que se mostrou muito educado comigo. Pegou minha bolsa e colocou em seu táxi. Durante o trajeto até sua casa conversamos sobre muitas coisas, e eu observava cada detalhe que via do Rio de Janeiro. Falei que estava com muita vontade de conhecer as praias da zona norte, ou seja, as mais famosas. Ao chegar sua mãe, dona Esther e sua filha Alice estavam de viagem marcada para fazer compras de material para confecção de lingerie, o ramo que elas trabalhavam. Receberam-me muito bem, conversamos bastante e à noite pegaram o ônibus e partiram. Quando Seu Roberto retornou da rodoviária, me perguntou se eu gostava de tomar cervejas, disse que sim e começamos a beber. Jogamos conversa fora, ele me fez várias perguntas sobre minha cidade, Belo Horizonte, disse que tinha vontade de conhecê-la, e sempre me tratando muito bem. Paulo Fernando, já cansado devido aos estudos foi dormir mais cedo e nós ficamos até mais tarde conversando e bebendo. Era um sábado. Falei com Seu Roberto que ia tomar banho, pois estava fazendo muito calor. Ele fez questão de me acompanhar até ao banheiro e, não se fez de rogado, mijou na minha presença e, pude notar o cacete descomunal daquele homem. Tomei meu banho com aquela cena na cabeça, cheguei a bater uma punheta meio rápida pensando em seu pau e, após o banho voltei a conversar com ele. Seu Roberto já estava meio tonto e, durante nossa conversa me perguntou o que eu achava de travesti, pois na Lapa tinha muito. Disse que em BH têm muitos, mas que nunca tinha parado para conversar com eles. Ele me confidenciou que, quando passa pela Lapa dá um jeito de parar e conversar com eles, mas que era muito perigoso. Achei meio estranho ele me falar isso e nosso papo foi fluindo. Ele entrou em seu quarto e voltou sem sua blusa, ficando só de bermuda. Nossa! Naquele momento pude ver o quanto aquele homem de 48 anos tinha um corpão e tanto e, pude reparar melhor o quanto ele era charmoso e gostosão, mas fiquei na minha. Nosso papo voltou novamente ao assunto "travesti" e Seu Roberto começou a ficar meio excitado com o assunto. O volume da sua bermuda já estava bem nítido e, muitas vezes eu olhava bem rápido. Já eram mais ou menos umas 2 horas da madrugada quando ele me perguntou se eu já tinha comido algum travesti, respondi que não, mas que também não tinha vontade. Achei um pouco estranho ele ficar só falando em travesti, mas não liguei. Mais tarde resolvi dormir; ele queria que ficássemos conversando mais, mas o sono bateu e não teve como. Mesmo assim ele me acompanhou até o quarto onde iria dormir, disse para eu ficar à vontade. Nisso, comecei a tirar minha roupa, ficando somente de cueca. Ele não parava de conversar, mas sempre olhava rápido para meu volume. Em determinado momento ele nem fazia questão de despistar, olhava fixamente. Fez-me alguns elogios, e saiu do quarto dizendo que ia tomar um banho. Quando comecei a pegar no sono, Seu Roberto entrou no meu quarto, me perguntando se ele tinha deixado lá sua blusa. Disse que não e, notei que ele estava só de cueca. E que volume! Fiquei meio assustado, mas novamente estendi o assunto com ele, e deixei rolar o papo para ver até onde ia dar. Como ele não fazia questão de despistar em olhar para mim, principalmente para meu cacete, fazia o mesmo com ele. Em determinado momento disse a ele que, tinha ficado encabulando com o tamanho do seu pau quando ele foi ao banheiro. Ele riu, fez uma cara de safado e disse que muita gente fica assim quando olha para o pau dele. Falei que, o meu perto do dele ficava minúsculo, foi quando ele me perguntou quanto media, disse que tinha 18 cm. Ele me falou que o dele tinha 22 cm e muito grosso. Perguntou se eu queria ver, não respondi, meu olhar falou por mim. Ele tirou o pau para fora, já estava duro feito pedra. Fiquei boquiaberto com o tamanho e grossura daquele pau. Ele pediu para ver o meu, que também é grosso e fez um elogio que me deixou muito excitado. Não pensei duas vezes, abocanhei aquele pau, sem mesmo imaginar se Paulo Roberto poderia acordar e nos pegar naquela situação. Mamei aquele pau e, ao mesmo tempo passava minhas mãos em sua bunda. Ele levantou minha cabeça e me deu um beijo de tirar o fôlego. Ao mesmo tempo em que me beijava, seus dedos começaram a mexer no meu cuzinho, que até aquele dia ainda era virgem. Cada movimento que ele fazia comigo eu correspondia do mesmo jeito, então comecei a tocar em seu cu também. Com os toques ele passou a gemer baixinho, passava a barba no meu pescoço, lambia minhas orelhas, chupava meus peitos, lambia minha barriga me deixando louco de tesão. Disse-me que tinha sentido uma grande atração por mim desde a hora que me viu. Eu, como não tinha experiência no assunto ficava meio bobo com aquelas palavras. Seu Roberto não se agüentando passou a chupar meu pau, lambia a cabeça e o saco. Com sua experiência me levava à loucura. Jogou-me na cama e começou a lamber meu cuzinho virgem. Rebolei na boca daquele homem, que ora me lambia o cu, ora chupava meu cacete. Ele foi enfiando o dedo no meu anelzinho, depois enfiou outro. Não senti dor pela tamanha excitação que estava. Nisso, ele foi à cozinha e voltou com uma lata de leite condensado, pingou algumas gotas na minha bunda e lambeu feito um cachorrinho. Depois pingou também na cabeça do meu pau e engoliu tudo como se fosse um pirulito. Nunca tinha sentido algo tão prazeroso na minha vida. Depois ele quis me comer, mas fiquei com muito medo pelo tamanho e grossura do seu pau. Disse a ele que não ia agüentar, mas ele falou que tinha experiência e que, não me deixaria sofrer. Lambuzou a cabeça do pau com creme, lambuzou também meu cu e foi enfiando um dedo, dois, três. Quando ele viu que eu já estava relaxado, começou a enfiar a cabeça do seu pau no meu cu, que àquela hora já estava implorando por uma rola. No início doeu um pouco, mas ele fez com tanta delicadeza que, quando notei já tinha enfiado tudo. Seu Roberto começou a bombar devagarzinho, aumentando as estocadas aos poucos. Tirou o pau para fora, mamou mais um pouco no meu e, novamente me penetrou. O prazer foi tanto que comecei a ficar tonto. Ele metia, beijava minha boca, metia novamente e me lambia o corpo quase todo. Nem acreditava que aquele cacetão estava todo dentro de mim. Esqueci-me de tudo, que Paulo Fernando estava dormindo e que Seu Roberto era casado, enfim, meu mundo era somente aquele. Depois de uns 30 minutos metendo em mim ele gozou inundando meu rabinho de uma porra muito grossa. Senti aquele líquido encher meu cu, e o gozo que eu tive foi fantástico. Minha porra caiu em sua barriga. Disse-me que nunca tinha comido um cara tão gostoso quanto eu. Abraçou-me e começou a falar algumas palavras no meu ouvido. Antes de ele ir para seu quarto dormir me disse que, no outro dia daríamos um jeito de irmos para um motel para ficarmos mais à vontade, e lá, era eu que ia meter em seu cuzinho que também, segundo ele, era virgem. Amanheci com uma vergonha danada de Paulo Fernando. Ele me perguntou se eu tinha dormido bem. Adivinha o que respondi? Seu Roberto juntou-se a nós à mesa do café da manhã, agiu com muita naturalidade. Eu estava ali, sentado, com o rabo dolorido, mas muito, muito feliz. Não parava de pensar no momento em que iríamos ao motel e repetir a dose. Fui ao banheiro tomar banho, bati uma punheta. Fiquei o dia inteiro pensando como faria para sair sozinho com Seu Roberto e experimentar o cu daquele homem macho, peludo, cacetudo e gostoso. Nossa!!! Nunca imaginei que essa viagem fosse uma viagem totalmente inesquecível.