| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Um Casal a Três Outra vez (2) | Orgias | eric | 1442 | 5 | ||
| Um Casal a Três Outra vez (1) | 2 ![]() |
Orgias | eric | 1316 | 6 | |
| Um casal a três | 4 ![]() |
Orgias | eric | 2013 | 8 | |
| Meu primeiro strip pra ela | 2 ![]() |
Hetero | eric | 918 | 7 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (5) | 4 ![]() |
Orgias | eric | 3120 | 14 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (4) | 1 ![]() |
Orgias | eric | 1961 | 16 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (3) | 1 ![]() |
Hetero | eric | 1118 | 12 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (2) | 2 ![]() |
Hetero | eric | 724 | 13 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (1) | Hetero | eric | 797 | 15 | ||
| 5 Mulheres, muito prazer e uma árvore | 4 ![]() |
Orgias | eric | 1958 | 15 | |
Num daqueles sábados modorrentos, precedidos por uma noite de sexta-feira chuvosa e sem graça, eu resolvi ficar mais tempo na cama. Vi quando Layla levantou, mas enfiei a cara no travesseiro e voltei a dormir aproveitando o barulho da chuva.
Não sei a que horas senti que ela esfregava minhas costas bem de leve. Acordei mas fiquei ali aproveitando. Ela cochichou no meu ouvido pra “Não abre os olhos, tá?” o que, claro, me fez mais vontade de abri-los, mas fiquei como estava e ela colocou uma máscara de dormir, daquelas de avião, em mim e avisou pra “Não tira!” parecendo ter adivinhado que eu não ia obedecê-la. Ela massageou minhas costas com o que devia ser um óleo, desceu para uma perna, depois a outra e me disse pra “Vira e deita de costas!” o que fiz procurando seu corpo com uma das mãos. Ela colou óleo no meu peito e massageou meu peito e meus pés!
Meus pés? Fiz menção de levantar mas ela apoiou seu corpo no meu e me mandou “Relaxa!” Havia outro par de mãos em mim. Como relaxar? Mas as intenções pareciam ótimas. Aquelas mãos massageavam meus pés de uma forma que não tinha como não relaxar. As mãos de Layla cuidavam dos meus braços, da minha barriga e as mãos misteriosas subiam dos pés para as pernas.
Eu estava relaxando, mas uma parte do meu corpo estava ficando tensa. Layla falou que “Parece que ele está gostando!” e as quatro mãos se encontraram no meio do meu corpo. Tiraram minha cueca e iniciaram uma massagem muito especial que eu nunca tinha experimentado antes.
Eu tocava o corpo de Layla com uma das mãos, mas a outra “pessoa” estava fora do meu alcance. Eu queria ver, queria olhar, queria saber quem era, como era, mas ela não deixava. E eu me entregava. Layla sentou sobre meu corpo, o que bloqueou minha visão, mas me presenteou com a visão de suas nádegas e de sua buceta bem na direção da minha boca. Não era um 69. Era alguma coisa parecida, porque havia duas bocas e quatro mãos no meu pau. A sensação era deliciosa.
Layla falou que “Eu não disse que era uma delícia?” mas quando apurei o ouvido pra tentar reconhecer a voz, senti meu pau ser engolido por aquela boca que pronunciou um afirmativo porém irreconhecível “Hum, hum!”. Apesar de irreconhecível, com certeza era uma mulher, mas quem? Sentia seus cabelos roçarem em meu corpo e seu corpo, seus seios no meu corpo.
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Layla certificou-se da posição da máscara e as duas deitaram sobre meus braços, o que impossibilitou de tirar a venda, mas não de bulina-las, por que precisamente colocaram seus sexos em cada uma das minhas mãos e aqueles rostos, agora lambiam e beijavam o meu, enquanto à quatro mãos brincavam com meu pau. Brincaram até me levar à loucura.
Layla perguntou pra ela se “Quer experimentar?” e outro “Hum, hum!” igualmente afirmativo e tão irreconhecível quanto o outro foi tudo o que ouvi antes dela subir em cima de mim na mesma posição que Layla assumira antes. Mão apoiadas em meus joelhos e a bunda na direção do meu rosto, mas não pude chupá-la. Layla, provavelmente apoiando-se na cabeceira da cama, desceu oferecidamente seu sexo até minha boca.
Eu chupava uma, fodia a outra e nem o “Delícia!” que ela soltou, foi suficiente pra identificá-la, mas nessa altura, eu não estava mais preocupado com isso. Sorvia a buceta encharcada de Layla, passando a língua e meus dedos por ela. Penetrava-a ora com um, ora com dois, até três dedos e ouvia sem ver nada, seus gemidos. Sentia seu corpo subindo e descendo de cócoras sobre minha boca. Ouvia os gemidos da outra, que enfiava meu pau bem no fundo da sua buceta igualmente encharcada e escutei seu gozo junto com seus inidentificáveis gritinhos. “Goza gostosa!” dizia Layla, provavelmente também gozando na minha boca.
As duas, coordenadamente, mas com certeza nada combinado por estarem de costas, saíram de cima de mim e Layla novamente deitou-se sobre meu corpo, rosto voltado e colado no meu pau, bunda à disposição da minha boca e ambas se alternavam me chupando. Não entendi a conversa das duas, mas quando percebi, elas inverteram suas posições e Layla sentou no meu pau e a buceta da nossa amiga (como vou chamá-la?) no meu rosto. Chupei muito e fui igualmente cavalgado, até Layla gozar de novo e a outra seguir o mesmo caminho.
A sensação de fazer duas mulheres gozarem, ou a de ter duas mulheres gozando em cima de mim era indescritível, por isso não vou perder tempo. Mesmo praticamente imobilizado eu tinha um plano. Layla pareceu até saber dele quando saiu de cima de mim e chamou a outra para “Vamos chupar até ele gozar!”. E assim fizeram.
Eram quatro mãos, duas bocas, dois corpos roçando no meu e não tinha como. Gozei muito. Gozei sentindo aquele arrepio que começa nos pés como uma onda interminável que se prolonga da ponta dos dedos até o meio do meu corpo e, como um vulcão, entrei em erupção. Arranquei a máscara que cobria meus olhos e...
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Não vi nada. Layla cobriu meu corpo com o seu e me beijou. Esfregou os seios no meu rosto e foi o suficiente para a outra escapar do quarto. Layla saiu atrás dela rindo e fechou a porta assim que passou por ela. Eu fiquei ali estirado, macho exausto após o gozo, não sei por quanto tempo. Ouvi a porta se abrir e me virei na direção dela. Layla entrou no quarto sorrindo seu sorriso de moleca safada e deitou-se ao meu lado “Gostou?” “Quem era ela?” Não tive resposta. Por mais que eu perguntasse, Layla esquivou-se de responder de todas as maneiras possíveis. Deitou-se, me abraçou e ficamos assim até termos coragem de levantar.
Fiquei sem saber quem era a outra, mas ela voltou. Outro dia. Outra história.