| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DUAS VERSÕES DA MESMA HISTÓRIA | 4 ![]() |
Orgias | eric | 1351 | 5 | |
| Um Casal a Três Outra vez (2) | Orgias | eric | 1708 | 8 | ||
| Um Casal a Três Outra vez (1) | 2 ![]() |
Orgias | eric | 1596 | 10 | |
| Um casal a três | 4 ![]() |
Orgias | eric | 2346 | 10 | |
| Meu primeiro strip pra ela | 2 ![]() |
Hetero | eric | 1025 | 10 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (5) | 4 ![]() |
Orgias | eric | 3326 | 17 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (4) | 1 ![]() |
Orgias | eric | 2157 | 19 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (3) | 1 ![]() |
Hetero | eric | 1244 | 15 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (2) | 2 ![]() |
Hetero | eric | 874 | 16 | |
| PRAZERES DE UM CASAL (1) | Hetero | eric | 990 | 18 | ||
| 5 Mulheres, muito prazer e uma árvore | 4 ![]() |
Orgias | eric | 2094 | 18 | |
Eu nem me lembrava mais dessa história (atenção não é estória, é história mesmo), um lance muito curioso que aconteceu muitos anos atrás, mas falando com minha esposa sobre pessoas dissimuladas, tudo voltou como tivesse acontecido ontem. Perdoem se ficou longo, mas resolvi não dividir pra vocês aproveitarem melhor.
Eu estava em um bar com alguns amigos e havíamos bebido todas. Éramos seis. Quatro homens e duas mulheres. Nós quatro as provocávamos, porque já era fim de noite e estávamos todos sozinhos. Qualquer coisa seria lucro. Eu estava muito torto pra tentar alguma coisa e a Maria também tava muito doida. Tanto, que não se fez de rogada quando a Júlia falou que “Nunca, jamais, em tempo algum eu vou transar com outra mulher!” Claro que estávamos provocando elas com assuntos picantes, mas depois que ela falou isso, Maria meio que tomou a palavra e “Você não sabe o que está perdendo, mulher é melhor do que homem!” Foi uma afirmação bombástica pra uma mesa com ampla maioria masculina, mas ela tratou de explicar tudo. Com a palavra a Maria:
- - -
A mulher sabe a importância do carinho, sabe que o prazer não é só meter uma pica na buceta, remexer e gozar. Não que eu não goste de uma pica, mas adoro os carinhos e quando eles acontecem direito, podem muito bem substituir uma pica. Um tempinho atrás, eu fui na casa de uma amiga pra conversar. Ela tinha me chamado porque sabia que eu não estava muito legal depois que eu terminei com o Caio. Nós ficamos conversando sobre os homens e tomando cerveja. Tava mesmo um calor danado e ela falou pra irmos pro quarto porque era mais fresco. Nossa, se era. A varanda não tinha vizinhos em frente e uma brisa legal entrava por ali refrescando. Eu estava ali na varanda vendo a vista, quando ela chegou por trás de mim e me abraçou, apoiando sua cabeça na minha “Não se preocupe amiga, tudo vai dar certo!” Eu gostei de senti-la ali me apoiando. “Nossa, como você está suada!” e me ajudou a tirar a blusa. “Você não quer tomar um banho?” Eu falei que não precisava, e ela falou que “Tá, mas então vamos tirar essa roupinha, porque tá muito quente.” Ela ficou de cócoras na minha frente e desabotoou minha calça. Estava mesmo muito quente e eu tava de calça só porque era o uniforme lá da empresa. Com muito carinho ela tirou meus sapatos e minha calça e começou a passar a mão no meu corpo tão logo colocou ela de lado. Não vou dizer que foi só a cerveja, mas foi a cerveja também. Ela passava a mão nas minhas pernas, nas minhas coxas e aquilo foi me amolecendo. Quando ela sugeriu que eu deitasse, eu estava quase grogue. Eu deitei de bruços e depois que ela tirou a roupa, começou a alisar minhas costas, passando a mão na minha nuca, mexendo nos meus cabelos e indo até os pés, sem esquecer dos tornozelos. Não era uma massagem. Era só um carinho, mas estava uma delícia. Ela soltou o fecho do meu sutiã pra poder passar a mão nas minhas costas e foi bom me livrar daquilo. Quando ela tirou minha calcinha, não senti vergonha. Éramos mulheres e já tínhamos ficado nuas na frente uma da outra. Achei gostoso ficar nua sobre aquele lençol que parecia ter sido colocado ali só pra mm. Ela passava suas mãos e estava ótimo, mas quando senti seus lábios nas minhas costas, confesso que ficou muito melhor.
Um arrepio percorreu minha espinha enquanto ela passava a língua subindo do meu reguinho ao meu pescoço. Eu estava relaxada, mas tensa. Agora eu sei como é isso, mas na hora tava bom e tenso. Eu comecei a sentir que estava ficando molhadinha e quando ela passou a mão na minha buceta e sentiu que eu tava daquele jeito, me sacaneou dizendo que “Tá gostando é?” Claro que eu estava gostando, senão não estaria ali. Ela fez com que me virasse e começou a brincar com meu sexo. Primeiro foram os dedinhos. Passava os dedos e trouxe seus lábios aos meus. Nos beijamos com ela enfiando um dedinho na minha buceta e ao mesmo tempo alisando meu cuzinho com outro. Uma delícia de beijo, mas ela perguntou se “Posso beijar você aqui?” e tremou dedinho que tava enfiado ali pra frisar aonde seria o beijo. Eu não pensei duas vezes e empurrei a cabeça dela pra lá. Ela desceu me provocando com sua lingua em meus seios. Levou uma eternidade me chupando, até chegar lá.
Sua língua era uma delícia. Seus dedos eram uma delícia. Ela fazia exatamente do jeito que eu mais gostava. Nenhum de vocês (isso era uma provocação aos machos da mesa) jamais fariam daquele jeito. Eu dobrei minhas pernas e ela enfiou-se entre elas. Ela era cruel. Não me deixava gozar. Parando pouco antes, só pra começar mais uma vez de maneira mais arrepiante ainda. Eu estava louca e implorei pra retribuir. Gosto de ser usada, mas não gosto de ficar parada. Ela então ficou em cima de mim de quatro, a cabeça ainda enfiada entre as minhas pernas, mas com sua buceta bem na minha cara. Eu comecei a chupa-la retribuindo e que ela fazia em mim. Brincamos de imitar. Eu repetia tudo o que ela fazia em mim e não foi difícil enfiar o dedinho no seu cuzinho quando ela enfiou o dela no meu. Eu estava pronta pra gozar quando senti alguma coisa diferente. Na hora eu não entendi, só saquei depois, quando vi um belo pau junto do meu rosto. O marido dela tinha chegado de mansinho e tinha ficado ali, por não sei quanto tempo nos vendo, até resolver participar. Ele esfregou seu pau no meu rosto, disputando a buceta da mulher comigo. Eu punhetei aquele pau gostoso, mas ele não queria competir com minha lingüinha. Tinha outras intenções. Com uma perícia que vocês ficariam invejados (como se já não estivéssemos excitados e com inveja), ele começou a meter no cuzinho da minha amiga. Foi entrando devagar, enquanto ela gemia dizendo o quanto aquilo estava bom. Pedia pra ele “Me rasga seu puto” e “Chupa gostosa” pra mim, sem se descuidar de minha buceta.
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Vendo aquele pau ali entrando nela, eu comecei a sentir aquelas ondas de orgasmo a me percorrer. Eu queria ele dentro de mim, mas ele estava enterrado nela. Entrava e saía sem a menor cerimônia “Fode teu cuzinho meu puto!” pedia ela. Eu comecei a sentir umas contrações loucas na vagina e ela metia os dedos aos pares enquanto chupava meu clitóris. Mal podia me mexer e isso aumentava meu tesão. Eu gozava pela segunda vez quando ela começou a gozar. Sentou com força no meu rosto e não pude ver, mas senti que ele enterrara todo o pau na bunda dela. Fui nas nuvens e voltei. Quase desmaiei, mas ela se mexia gozando na minha cara e de repente, de um salto, saiu de cima de mim e com voz firme, autoritária, deitou-se do meu lado, com ele ainda ajoelhado na cama e mandou “Goza na cara da gente!” Eu fiquei ali deitada, acariciando minha buceta enquanto ela lambia o saco dele e o ajudava a se punhetar, até que ele avisou “Vou gozar!” e começou a jorrar esperma em cima de mim, em cima dela. Fechei os olhos e senti aquele pau imenso bater no meu rosto duas ou três vezes, até ouvir o gemido final dele e ela se movendo do meu lado. Abri os olhos e ela estava com aquele cacete lindo na boca, sugando as últimas gotas.
Eles se abraçaram em um 69, com o rosto dele entre as pernas dela, mas ele foi educado o bastante pra também beijar meu sexo. E depois? Bem, nós deitamos abraçados, com ela no meio. Dormi e só acordei de noite. Ela estava acordada, mas ele não. Ela me deu um beijo e ainda insistiu pra que eu esperasse pra ele acordar, mas eu estava sem graça. Não por ela, claro, mas por ele. Me vesti e fui embora.
- - -
A Maria tomou um gole do chopp dando por encerrado seu relato. Estava com uma cara de safada e nós meio que petrificados. Todos gostaríamos de ter estado lá, mas estávamos bêbados demais pra sermos sensatos e só sacaneamos ela dizendo que podíamos aproveitar e irmos todos pra um motel pra conferir se ela agüentava nós quatro, mas foi em vão. Ela deixou 50 reais na mesa e saiu cambalenado dizendo que estava tarde e tinha que ir embora. Ela ainda carregou a Julia e deixou quatro caras bêbados e com tesão pra mais uma rodada, já que era só isso o que nos restava.
Mas, outro dia, em outro bar, com outra galera, igualmente bêbados, contávamos experiências sexuais que tínhamos vivido, quando o Cláudio contou:
Outro dia cheguei em casa e encontrei minha mulher na cama com uma amiguinha. Levei um susto e praticamente fiquei sóbrio na hora. Passei a pica nas duas e depois dormi pra caralho.
Olá amigos
Obrigado pelos comentários, mas Caju... festa entre 4 marmajos? Vc não me conhece :-) To fora! Nem bêbado!! :-)))
Rsrssrrs... que delicia heim? Adorei parabens! Beijinhos , Pennyyyyyyyyy que saudadessssssssssssss beijos pra vc e para o maridão tb.
Olá Eric,faz um tempo que não entro no site,hoje tive a sorte de entrar e ler este conto que é muito gostoso,parabéns e um abraço
UMA DELICIA, ESSE CONTO CARA , VC CONSEGUI PASSAR O TESÃO TODINHO PRA GALERA AQUI , MAIS JÁ QUE FICARAM OS QUATRO CHEIO DE CACHAÇA EM UM BAR ATÉ ´TARDE DA NOITE , FAZIA UMA FESTINHA ENTRE VCS, É COMO DIGO SEMPRE AQUI , COLOCA A CULPA NA MARDITA , É POR ISSO QUE NÃO BEBO ,KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK .