| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Meu Momento Predileto | 1 ![]() |
Hetero | violador | 671 | 1 | |
| Minha pequena Pastor Alemão!!! A primeira experiência. | 4 ![]() |
Zoofilia | violador | 5773 | 8 | |
Meu Momento Predileto
Eram 23h como de costume, momento em que eu saía do boteco distante cinco quadras de meu apartamento. Toda quinta feira esta rotina, era meu happy hour com colegas de trabalho e alguns amigos objetivando desestressar nossas mentes atoladas de preocupações burocráticas.
Dessas idas e vindas rotineiras de minha agenda eu muito presenciei, testemunhei e vivenciei, experiências tais que em minha mente de tão vivas como estão, me parecem ocorrer no momento em que as lembro.
Luciana tinha o corpo de uma mulher normal, nada a mais e também nada a menos, não a chamaria de sonho de consumo, mas também não a desprezaria, creio que ninguém a desprezaria.
Vinha perambulando pela rua em minha direção.
- Bebadas tolas...(pensei)
Quando passando por mim teve um desequilíbrio e eu prontamente a atendi. Usava um vestido preto acima do joelho, sexy, colado ao corpo, sapato de salto alto que valorizava mais ainda seu corpo de mulher alta e atrativa, um cabelo penteado num estilo gótico um tanto retrô e uma face com maquiagem borrada, dando o parecer que estava sem rumo, triste, angustiada.
- Me desculpe, como sou tola...
- Não foi nada senhorita, isso acontece.
- ...
- O que houve? Parece não estar bem?
- E é para estar? Respondeu ela em tom de reprovação ao possivel pensamento de positivismo que tivesse.
Estava ela relutante em dar um sorriso, vinha de uma reunião festiva do trabalho, onde amargamente recebeu a notícia de uma sumária demissão sem a mínima causa.
- Como este mundo é cruel. Afirmava ela.
Sua voz trêmula de choro fazia meu coração ficar pequeno diante de tão inusitada situação.
Como que desesperada ela me abraçou e sempre perguntando porque o mundo era tão cruel, me senti inutil, pois não tinha respostas nem palavras de conforto para acalmar aquela mulher que neste momento estava me abraçando, uma total estranha que aparecerá do nada. Confesso que em momentos eu estava desconfortável com a situação e um pouco amedrontado também, pois poderia estar sendo vítima de um golpe.
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Apenas consegui pedir para ela que se acalmasse. A convidei para um café em uma padaria próxima, ela limpando as lágrimas aceitou e assim fomos pela rua a tomar o café na padaria, ela me contava exatamente como tudo ocorreu e então comecei a entender mais profundamente sua angústia, sempre comentando que estes fatos sempre existiram e sempre existirão, de tal consenso surgiu a calmaria quando começamos a falar de coisas boas, da família, amigos, o que fazer para se divertir.
Durante o café na padaria, nossa conversa foi suave, sobre a faculdade, sonhos profissionais, lutas, tudo isso aromatizado pelo leve vapor de cafeína que exalava de nossas xícaras.
Terminada esta fase deste incomum encontro, me dispus a acompanha-la até sua residência e assim fomos pela rua, como dois jovens perdidos sem nenhum compromisso, simplesmente rindo de algumas coisas que hora ela falava, hora eu...
Chegando ao seu prédio, 12 quadras do meu, me despedi, quando repentinamente ouvi o convite mais tentador de minha vida para adentrar a um lugar desconhecido para tomar uma taça de vinho para encerrar a noite.
Olhei para o relógio e eram 0:10h, aceitei fazendo ressalva que logo iria embora, pois ainda teria que trabalhar na sexta e assim subimos ao apartamento 16 do 4° andar, apartamento decorado em estilo barroco, pude apreciar muito bem o bom gosto daquela mulher...
Vindo da cozinha ela trazia uma garrafa de vinho tinto e duas taças que servira na sala mesmo e assim começamos a tomar alguns goles entre conversas de assuntos variados, mas, coo sempre há um mas, ela me perguntou se eu tinha alguma parceira, confesso que me senti um pouco constrangido, mas me recompus rapidamente e lhe respondi que era solteiro e não tinha muito tempo para relacionamentos devido ao trabalho, isso no auge de meus 34 anos.
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- Não posso acreditar. Disse ela em tom de reprovação diante de minha situação. Você é tão elegante, carinhoso, tem boas palavras, como pode isso ocorrer? E quando foi a última vez que beijou?
- "...."
- Ah, não se faça de ingênuo, não tenha medo, não vou contar pra ninguém. E assim ela sorriu.
Confessei a ela que há algum tempo não ficava com uma garota e que poderia até estar enferrujado.
- E você beija bem? Perguntou ela.
- Até hoje ninguém reclamou.
- Uhmmm, será que eu poderia experimentar para poder comprovar esta afirmação?
Neste momento me senti entre a cruz e a espada, meu coração passou de fusca a ferrari, meu corpo tremia de sensações que aquelas palavras me causaram. Um pouco ainda pasmo e ela foi se aproximando de mim e perguntando se podia, eu estava abismado e não conseguia proferir uma palavra sequer diante da situação que se apresentava e assim ela foi se aproximando e levemente tocou meus lábios com sua boca. Boca de mel, aqueles lábios vermelhos, lubrificados pelo vinho, a bebida da tentação, que estava fazendo meu corpo ferver diante daquela mulher que neste momento se tornava uma deusa diante de meus olhos tão pouco acostumados a situações tão inusitadas.
Levemente ela levou sua mão ao meu rosto eme acariciava quando que por impulso minhas mão a pegaram pela cintura, foi quando nos envolvemos em um abraço apertado, louco, quente, cheio de gemidos ardentes e vontades loucas que começavam a aparecer e eu respeitosamente não ultrapassava os limites que desejosa anciava que eu fizesse.
- Como você beija bem.
- Isso é devido a companhia... respondi eu.
Ao ouvir estas palavras ela me abraçou fortemente e novamente nos beijamos, porém com mais intensidade e desejo, não me contive e de sentados que estavamos em seu sofá a joguei para o lado caindo por cima de seu corpo e ficando os dois completamente deitados naquele sofá.
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Ela rapidamente me abraçou cintura com as pernas e começou a me beijar as orelhas fazendo minha cabeça baixar e ir em direção a seu seios que estavam lindos com a meia luz que estava na sala do apartamento 16.
Ela apertava minha cabeça contra seus seios as vezes me fazendo ficar sem ar e me deixando cada vez mais louco. O tezão que tomava conta de mim era gigantesco, totalmente alucinante e era também visível em Luciana o que ela desejava. Não pude me conter e comecei a despir aquela mulher que desejosa também arrancava tudo de si, em segundos estavamos os dois nus e envolvidos em carícias e abraços incandescentes.
Foi quando olhei para baixo e o desespero tomou conta de mim, não conseguia encarar direito aquela situação, o desejo me sufocava e eu estava ponto de explodir, olhar então para baixo e ver seus pés foi um start-up geral de uma bomba atômica, confesso, sou podólotra, seus pés eram lindos e não consegui me conter, fui beijando todo seu corpo, passando pela cintura e descendo por suas pernas, ela se arrepiava, de olhos fechados mordia os lábios e dava leves gemidos como se estivesse afirmando que eu estava fazendo a coisa certa, descendo cada vez mais cheguei ao meu objeto de desejo.
Seus pés eram como duas obras de arte, as quais eu me pus a beijar intensamente fazendo-a urrar de prazer e delírios, seus pés eram deliciosos, perfeitos, perfumados, lindos, deliciei-me muito tempo com eles antes de cair com minha boca em linda e maravilhosa BUCETA, realmente não posso usar outra palavra que não seja esta, BUCETA, linda, suculenta, maravilhosa, ela não se conteve em ter me com a cabeça entre suas pernas e rapidamente me puxou para ficar cara a cara e com as mão guiou meu membro, a esta altura rigido como aço, diretamente para o seu lugar de direito fazendo - o penetrar com uma intensidade violentíssima em uma única estocada que nos fez ficar parados por instantes, vivendo o momento talvez mais alucinante de nossas vidas.
Tomado por uma volúpia alucinante, comecei a movimentar-me e ela começava a gemer alto, muito alto, fazendo com que eu cada vez mais excitado ficasse, chegando ao ponto de enlouquecer e esquecer que ela era uma mulher quase a tratando como um saco de pancadas.... muitos minutos assim até explodirmos em gozo, não nos preocupamos em proteção alguma ou muito menos evitar qualquer coisa, gozamos juntos, tudo que eu tinha eu coloquei dentro dela e nossa noite acabara alí, um orgamo sem precedentes, sem igual, ficamos alí mesmo quase desmaiados de tanta atividade pela qual passamos.
Eram 4h e eu novamente segui minha rotina, na mesma rua do boteco, somente com os ponteiros apontando para um número diferente em meu relógio....
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.....nunca mais nos vimos....