| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
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| Um mês que não soltava porra | 2 ![]() |
Exibicionismo | gala_grossa | 2830 | 1 | |
| coisa de macho | Exibicionismo | gala_grossa | 2062 | 1 | ||
Opa, tudo bem? Lembrei de outra paradinha que me aconteceu (agora que me cadastrei aki, tou lembrando várias paradas q curti e vou botar tudo aki, hehe). Bom, desde novo sempre fui punhetero, adolescente batia quatro por dia ou até mais, mas agora é só de 15 em 15 dias pra não perder a graça.
Quanto a isso tinha um curiosidade: qual seria se eu ficasse um mês sem gozar, sem comer ninguém ou sem bater uma? Resolvi me testar e decretado, fiquei um mês sem nem tocar no pau nem pra urinar. Paralela a essa curiosidade eu tinha outra, que todo cara tbm tem mas como sempre, não admite: eu tinha curiosidade sobre que sensação eu teria ao deslizar minha glande (cabeça do pau) na glande de outro cara. Curiosidade, curiosidade, característica do ser humano, né? kk. Bom, à medida em que os dias passavam, a tara foi aumentando e a porra acumulando dentro de mim. Pra instigar a coisa, eu comia bastante rapadura, mel de cana, amendoim, farinha de pipoca, ovo de codorna, ostra, engolia ovo cru e malhava bastante, tudo isso para contribuir para aumentar a tara e a disposição sexual ainda mais, lokura!
Com quatro dias meu pau ficava duro a qualquer momento, sem nem precisar eu encostar em alguma coisa ou vice-versa. Com 15 dias o negócio tava sério, eu não parava de pensar em sexo, a vontade de gozar era grande; pela manhã acordava com o pau feito ferro e já soltando a aguazinha transparente, que é o lúpulo. Nos momentos em que o bicho ficava duro o tezão era tanto que ele chegava a doer levemente, mas eu não tocava nele, decidido que estava a ficar exatos 30 dias sem tocar nele, sem masturbar mesmo que ligeiramente, sem masturbar mesmo que não descarregasse a porra.
Já passava dos vinte dias e então eu consegui me acalmar um pouco, mas o tezão continuava, sentia que o menor pensamento em sexo fazia com que o pau soltasse lúpulo, mesmo que não estivesse duro, bastava ficar meia-bomba ou "inchadão" e "bêbado", como se fala aki no nordeste, para o liquido sair um pouco, e até akilo me excitava. A essa altura o nível de sensibilidade da cabeça do meu pau e dele todo já era alto, meu pau tava muito sensível mesmo, se eu pegasse nele e desse um pequeno aperto seria suficiente pra ficar duro feito pedra em um segundo; se eu punhetasse cinco vezes já esporraria, mas eu só queria fazer isso passados os 30 dias determinados.
À medida em que o trigésimo dia se aproximava, começou a passar pela minha cabeça que, da maneira que a cabeça do bicho tava sensível, se deslizasse em outra cabeça poderia provocar uma sensação muito doida, então, a velha curiosidade se uniu à outra e ao tezão, e eu resolvi que procuraria um mano pra realizar a dupla experiência: com 30 dias sem gozar nem tocar no pau, deslizar a cabeça do meu pau na cabeça do pau doutro cara.
O problema era: o "mano". Mas tinha um, o Nilton, um cara safado pra caramba, que já comeu viado e com certeza comia ainda só de zueira, que batia punheta e admitia pra todo mundo, e batia punheta até na frente da galera mesmo, enfim, "um dos meus", mas de cabeça mais aberta ainda, acima da média. Este perfil dele, somado ao fato de estar com tanto tezão acumulado, e às curiosidades espicaçadas, me fizeram procura-lo e fazer a proposta. Falei pra ele de alma aberta, que se tratava de uma curiosidade, uma experiência. Ele compreendeu, afinal, muitos anos de amizade e convivência, ele me conhece muito bem, sabe das loucuras q passam pela minha cabeça, somos caras iguais em muitos sentidos, mesma idade, muitas afinidades, coisas em comum, entre estas, as curiosidades e experiências sexuais. Ele concordou, afinal de contas, ninguém ia comer o cu de ninguém, kk.
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Chegou o trigésimo dia. Eu já tava com o saco dolorido, desde a manhã o pau tava inchadão, bêbado dentro das calças, latejando, soltando lúpulo; eu tava feito um zumbi. Só pensava em gozar, soltar toda a porra, toda a gala que tava presa dentro de mim, só pensava em esguichar bastante gala, bastante porra, só pensava em ficar pelado, abrir as pernas e gozar, esguichar a porra, apertar os músculos que ficam entre as pernas da gente e esguichar, botar pra fora o leite quente que já tava me queimando todo por dentro.
O Niltom foi pra minha casa à tarde, pq pela manhã não teve tempo. Sempre conversando, fomos pro quintal, onde tem um tanque e um chuveiro. Ficamos pelados, e o pau dele começou a inchar, quanto ao meu, tava que nem ferro a bastante tempo. Ele falou que tbm fazia bastante tempo que não gozava, desde antes de eu ter feito a proposta pra ele, e que depois disso deixou de pegar no pau tbm. Ao compreender que se tratava de duas cabeças meladas e sensíveis que iriam se tocar e deslizar uma na outra, o meu tezao foi pelas alturas, o bicho começou a latejar, e o lúpulo aumentou de quantidade, nem precisou botar cuspe. O pau do Niltom tbm tava cheio de lupulo, então as duas cabeças se tocaram, na altura dos cabrestos.
Naquele momento, as duas gotas grandes de lupulo tbm se tocaram, e houve um deslizar leve, mas de efeito muito forte: em um segundo minhas pernas amoleceram, foi uma sensação muito muito deliciosa, como se fosse uma boca chupando a cabeça, mas diferente, porém muito deliciosa, pelo jeito o Niltom tbm tava gostando pq o pau dele não amoleceu, pelo contrário, deu uma contraída, endurecendo mais ainda, e o meu involuntariamente tbm deu aquela contraída que sabemos tratar-se do pau sentindo prazer.
O lupulo aumentava, o que fazia as cabeças de pica ficarem mais lisas e quanto mais lisas, mais deslizavamos as glandes uma na outra. Deslizávamos cabresto contra cabreto, boca (do pau) contra boca; sempre que os cabrestos passavam um pelo outro dava uma cócega, uma vontade de gozar, uma vontade de ficar fazendo akilo por longas horas, até não aguentar mais e esporrar. Mas queríamos aproveitar a experiência ao máximo.
Exploramos todas as possibilidades, juntamos saliva ao lupulo para ficar bem melado mesmo, eu deslizava a cabeça do meu pau por todo o corpo do pau dele, e vice-versa, pelo menos pra mim, havia sensação de prazer em tudo, afinal, foram 30 dias sem tocar no pau, mas o prazer aumentava mesmo quando os dois cabrestos deslizavam um no outro; quando as duas bocas se tocavam e levemente se enganchavam uma na outra tbm havia uma cócega. Colcamos mais cuspe, mais lubrificação, e o cuspe caia bem quente, o que nos excitava ainda mais. Deslizavamos as cabeças da pica nos ovos um do outro e isso tbm era bom. Então foi se aproximando o momento da descarga de porra.
Ficamos deslizando somente as glandes uma na outra, cada um com sua mão direita fechada todo o corpo do seu pênis e apertando; deslizávamos as glandes bem devagar, para provocar ainda mais o prazer, deslizávamos e cuspíamos a saliva quente que espicaçava ainda mais o tezão, até que deixamos só os dois cabrestos de deslizando, se melando, se provocando. Já não era mais preciso curpir, o lupulo era muito, e a cócega nos cabrestos aumentava cada vez mais, loucamente; nossa respiração tava pesada, os músculos contraídos, de repente percebi que a gente fazia movimentos pra frente e pra trás como se estivesse fodendo, e continuamos com akilo, era gostoso, era excitante, era bom demais...
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Os movimentos pra frente e trás aumentaram, a cócega nas glandes aumentou, o tezão aumentou e chegou ao seu ponto máximo, então fiquei todo duro como se fosse soltar uma grande mijada... e realmente soltei, uma mijada de porra.
No mesmo momento o Nilton descarregou a jatada dele, que tbm foi grande, mas continuamos a deslizar as glandes enquanto mais jatos continuavam a esguichar dos dois cacetes duros, a sensação foi indescritível, não dá pra descrever em palavras a sensação que eu estava sentindo, você sentir a cabeça do seu pau, ultrasensível deslizando em uma pele fininha, lisa e quente, você sentir a pelinha fina do seu cabresto deslizando numa pele fina e lisa, depois e ainda por cima, você GOZAR ENQUANTO CONTINUA A DESLIZAR A CABEÇA DO PAU NAQUELA PELE FINA...
Quanto mais eu gozava mais jatos de porra esguichava, e quanto mais porra soltava mais deslizava a cabeça do pau na outra cabeça, e o Niltom quanto mais gozava mais gala soltava, e mais deslizava a cabeça do pau dele na cabeça do meu, e a gente gemia e curtia aquele gozo prolongado...
Abri os olhos uma vez e olhei a cara do Nilton, ele tava de olhos bem fechados, apertados, mordendo os lábios, as sobrancelhas contraídas, enfim, cara de quem tá dando aqueeeeela gozada... hehe.
Só sei que aquela gozada durou mais tempo do que o normal, cheguei a ficar tonto, enquanto gozava, como se estivesse embriagado, e sei que o Nilton tbm sentiu muito gozo e muito prazer.
No fim, os dois paus estavam todos cobertos de esperma, tinha porra minha no pau dele e gala dele no meu pau, rsrsrs. No chão debaixo da gente parecia que alguém tinha derramado mingau de maizena, kk, era uma poça impressionante de porra, galera...
Depois que relaxamos, fomos nos lavar e ainda batemos outra punheta, só que sem ser de frente um pro outro.
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Em resumo, foi demais, demais, demais, como falei, a sensação de prazer e gozo é indescritível: 30 dias sem gozar, 30 dias sem nem tocar no pau, e nessas condições, deslizar a glande melada em outra glande melada até gozar.
Eu recomendo.
Abraços!
Poxa! Que conto massa! Deve ser irado fazer isso ae!
Cara, tú é loco mesmo!!!