Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por jappy

ENCONTRO PERIGOSO

Escrito dia 22 de junho de 2009 na categoria Gays por jappy

Passo a narrar um dos casos mais perigosos que me deixaram de pernas bambas por dias.

Bambas de medo e de dor.

Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos , uns 10 anos atras. Eu tinha acabado de tirar a carteira de habilitacao e ganhado

um carro ford fiesta zerinho uns 3 meses antes, como premio por ter passado no vestibular.

Ao recordar, sinto todo meu corpo ser invadido por fortes calafrios.

Conheci um homem no bate papo da net que passou a ser tudo que eu sempre sonhei.

Teclava sempre usando o computador que tinha no local de seu trabalho.

Dizia ter 32 anos, 1.70m de altura , mulato e 80kg de peso bem distribuido num corpo musculoso com a barriga

do tipo capelinha daqueles bem atleticos.

O nosso relacionamento pela net durou uns 3 meses. Ele estava louco para me conhecer e transar comigo.

Nao aguentei a insistencia dele em marcar um encontro intimo .

Sabia muito bem por experiencia, que tudo na net poderia ser apenas uma ilusao e que esse encontro pessoal

poderia desabar como se fosse apenas um sonho.

Como gosto de fortes emocoes fui seduzido pela curiosidade e suas palavras doces , e acabei cedendo ao convite.

Sou um descedente de japoneses e na epoca com 18 anos , 1.68m de altura 54 kg. Embora fosse branquelo,

estava com ligeiro bronzeado pelas idas aa praias e piscinas de sitios.

Mesmo sendo pertecente ao sexo masculino , fazia muito tempo que havia desistido de ser homem.

Para mim a vida era muito mais facil assumindo a condicao feminina . Decidi isso aos 13 anos conforme relato

"AOS 13 ANOS ME TORNEI MULHER".

Sempre fui magro com aparencia franzina. Mas quando ficava apenas de sunga, ninguem dizia que me faltava carne.

Meu corpo tinha e tem ainda (atualmente com 28 anos) aparencia bem feminina e adorava a minha bundinha arrebitadinha

que fazia questao de exibir . Mas haviam dois detalhes que fazia questao de esconder dos meus conhecidos do cotidiano.

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Um deles era o meu penis de 2cm e o outro era o pequeno par de seios naturais tipicos de meninas adolescentes

que comecaram a surgir quando eu tinha em torno de 12 anos.

Conforme relatos anteriores, sofri os efeitos hormonais de uma anomalia de nascenca.

Ainda jovem, jah tinha muita experiencia sexual, sempre e somente com homens HETEROS.

Nesses relacionamentos, sempre fui o PASSIVO, ou seja, aquele que assume o papel da mulher.

Jah sabia muito bem que cada homem tinha o seu sabor, as suas preferencias.

Dependendendo das preferencias deles, o relacionamento durava pouco o bastante tempo.

Relato apenas os que me agradaram de uma forma ou outra, mesmo que tenham sido muito traumatizantes.

O encontro tao anciado foi marcado num lugar repleto de depositos , garagens para caminhoes .

De noite e aos finais de semana, o local era praticamente deserto.

O ponto marcado era exatamente a saida do seu trabalho e estava marcado para 19:00hs.

Fiquei naquele lugar escuro e deserto esperando por ele mais de quarenta minutos.

Estava morrendo de medo de todas as sombras e eventuais transeuntes que poderiam muito bem ser

assaltantes.

Eu estava usando um shortinho meio curtinho que despertaria fortes suspeitas sobre a minha natureza sexual.

Comecei a me irritar com o atrazo dele.

Por duas vezes fui abordado por homens. Um deles era um mendigo e o outro era um homem baixinho de aparencia

descente de roupas sociais.

Esse de roupas sociais, apareceu depois que eu sai do carro uma vez para pegar uma coberta no porta malas que eu

usava para ocasioes especiais com a finalidade de proteger o tecido dos bancos contra certos fluidos...

Depois que eu entrei no carro, esse homem apareceu me dando um susto tao grande que perdi o folego.

-"Calma...Calma....Eu soh quero saber as horas" disse ele se acotovelando na janela do meu carro bem do meu lado.

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Olhou rapidamente para minhas pernas e comecou pedindo desculpas pelo susto.

Respondi a sua pergunta educadamente para dispensa-lo logo.

Quando meus pensamentos estavam amaldicoando o meu amigo da net. Ele disse que poderia fazer companhia

para mim e pediu para entrar no carro jah quase abrindo a porta .

Imediatamente travei e fechei tudo, dando um claro sinal de que ele nao era bem vindo.

O homem fitou-me por alguns segundos , virou-se e foi embora.

Alguns minutos depois, quando eu jah pensava em ir embora. Um homem idoso, moreno e maguerrimo de aparencia pobre saiu da porta

do predio velho e veio em minha direcao. Olhou para o meu carro , aproximou-se da minha janela fitando-me por algum tempo

como se estivesse sondando.

-"Oi. Sou eu." Disse ele. Mas nao o reconheci.

Ele nao era quase nada daquilo que havia me descrito. Nao gostei do seu tipo magro e fino.

Percebi que ele havia mentido e omitido muitas coisas.

Pelo seu jeito de escrever na net, sabia que nao era uma pessoa bem instruida. Mas a sua aparencia fisica nao tinha

nada de forte. Ele era muito magro e bem mais velho do que havia dito. Provavelmente, uns 55 kg e mais de 50 anos.

Jah dentro do meu carro. Ele me convidou para ir na sua casa.

Diante da minha negativa, convidou para ir num bar para tomar cerveja sem levar em conta minha aparencia impropria.

Eu estava usando um shortinho jeans apertadinho com uma camiseta branca comum.

Assim, comecei a duvidar ateh mesmo da sua inteligencia...".Que cara burro". Pensei comigo mesma. Como eu poderia

entrar num bar vagabundo de esquina vestida assim?

Nem ao menos pediu desculpas pelo atraso.

Percebi que nao ia dar certo, mas decidi que nao devia julgar pelas aparencias e acalmei meus nervos para tentar

fazer com que essa noite terminasse pelo menos com uma boa conversa e dispensa-lo o quanto antes.

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Jah dentro do carro, ele disse que estava com um tesao enorme e me convidou para ir na sua casa.

Ao descrever sua moradia, entendi que ele morava num quarto que dividia com um outro homem numa especie

de republica onde haviam muitos quartos , cada qual com 2 ou 3 moradores. E que teriamos privacidade total,

pois pediria ao seu colega de quarto que fosse ficar em outro.

Expliquei-lhe que eu nao estava travestida de mulher, e que os seus colegas iriam perceber que

sou homem. Assim, morreria de vergonha num lugar assim. Ao mesmo tempo em que tive a cofirmacao de sua burrice.

Pensei num motel, mas nao tinha a menor vontade de arcar com as despesas de uma noite com alguem que

eu nao tinha a menor vontade de transar. E pela sua aparencia , percebi que ele nao teria a menor condicao

financeira para arcar com nenhum hotel ou motel.

Para nao ser mau educada, comecei a dirigir por aquela rua mau iluminada de paralelepipedos repleto de

construcoes velhas e praticamente deserta, mas que ao notar bem, havia sempre alguem em algum canto ou atras

de um poste.

Enquanto dirigia, as maos dele acariciavam minhas pernas. Como a sensacao nao era ruim, deixei que fizesse.

-"Tu eh linda! Mais novinha do que pensei. Parece uma menininha ". Disse ele.

-"Menininha nao...Tenho 18 anos". Respondi um pouco envaidecida.

Ele tapou seu proprio rosto com as duas maos esfregando sua pele e barba mau feita causando um som de

"lixar" e disse quase gemendo. -" Nao dah pra acreditar que vou comer essa japinha linda...".

Comecei a ficar excitada com aquelas caricias e palavras doces .

Estava numa rua escura que marginava com uma grande avenida com os carros em alta velocidade.

A avenida estava localizada num nivel bem abaixo , uns 10 metros . E o que nos separava , era uma rampa

de gramado repleta de arvores.

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Percebi que apesar do desconforto da inclinacao dessa rampa, seria um local seguro para um namorico

gostoso.

Decidi que ficariamos ali por algum tempo para conversar e fazer no maximo uma rapida chupetinha ateh

que ele gozasse para terminar logo com essa noitada um tanto frustrante para mim.

Perto das arvores, forrei o gramado com a capa de protecao do banco e lah sentamos.

Embora a inclinacao fosse desconfortavel para andar, era perfeita para ficarmos sentadinhos.

Bastaram apenas alguns minutos de amassos para que ele ficasse com tesao quase incontrolavel.

Sem a minima cerimonia, ele pos seu pau para fora e solicitou que eu o massageasse.

Era um penis bem menor e anemico se comparasse com o que ele havia dito. Mesmo duro, era ridiculo. Pensei por momentos

que nao havia razao para mentir tanto sobre as dimensoes no bate papo, uma vez que nunca disse para

ele que gostava de picas enormes. Embora, pessoalmente, a minha preferencia eram os castigos de um pau grosso e comprido.

Mas por experiencia, sabia tambem que as dimensoes nao eram garantia de uma boa transa.

Mesmo assim, tao desiludida, levei em consideracao a nossa amizade virtual e resolvi punheta-lo enquanto

era acariciada.

Sua boca buscava o encontro com meus labios, mas o rejeitei fingindo querer beijar seu torax magro.

Meu shortinho foi habilmente retirado e jogado de lado por ele. Estava praticamente nua, vestida apenas

com a camiseta.

Senti a brisa fresca da noite ventilando toda a minha parte inferior . Percebi um pouquinho da graminha aspera

nas minhas nadegas.

De seus bracos finos, eu fui abraca tao forte que nao entendia de onde vinha tanta forca muscular.

Fiquei totalmente estabanada quando ele parou tudo e me perguntou sobre a calcinha .

-"E a calcinha?"Perguntou num tom de voz baixo e cavernoso.

-"Eu nao uso e nem tenho calcinhas..."Respondi um pouco assustada com seu jeito.

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-"Pensei que voce estava usando aquela calcinha de rendinha!" Disse num tom aspero e irritado.

Lembrei de sua fixacao numa calcinha velha de minha tia que eu usei algumas vezes no passado.

Fazia anos que essa calcinha nao existia mais, mas na cabeca dele eu deveria estar usando.

E assim, comecou uma discussao quando ele insinou que eu era mentirosa.

Nunca prometi que apareceria no encontro de calcinha, mas ele estava certo que eu havia prometido.

Irritada, o ofendi dizendo que ele parecia um macaco velho magro e feio , fazendo referencia tambem ao seu

pau ridiculamente fino e sem nenhum atributo de" mandioca" como ele havia descrevido.

(Descobri aos poucos o quanto esses itens femininos como calcinhas de renda , ligas, sapatos de salto alto eram

importantes para alguns homens).

Isso pelo jeito o ofendeu tanto que ele agarrou meus cabelos e tentou bater em mim. Consegui me esquivar

aterrorizada com sua reacao.

Para o meu desespero ele se levantou e tentou me agredir com socos e eu o consegui empurra-lo rampa abaixo.

Desesperada, corri em direcao do meu carro esquecendo minhas roupas ali mesmo.

Estava usando apenas a camiseta.

Com o coracao aos pulos, acho que dirigi sem condicoes emocionais e acabei derrapando numa curva proxima aa marginal

e acabei batendo no guia.

O carro travou e nao saia mais do lugar.

Sai do carro naquele lugar deserto semi nua, apenas com a camiseta cobrindo. Por sorte, cobria toda a minha bundinha.

Analisei a situacao e verifiquei que a roda da frente estava preso no buraco da boca de lobo alem de estar encostado e travado

na guia.

Tentei empurrar, usei o macaco para levantar o carro, mas tudo foi em vao.

Durante todo esse tempo, me refugiava dentro do carro todas as vezes que percebia a aproximacao de alguem para

me esconder de minha situacao tao embaracosa.

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A ma iluminacao e o local deserto me causavam muito medo, mas por outro lado amenizava o risco de passar a maior vergonha

do mundo, imaginava. O medo se tornava incontrolavel quando pensava na possibilidade de assalto ou o reencontro com aquele

homem louco que caiu na rampa. Se ele aparecesse, com certeza , no minimo eu iria apanhar muito.

Estava ajustando o macaco quando dei conta de um homem que se aproximava e jah estava perto demais para mim correr para dentro do

carro.

Ele estava puxando um desses carretos de mao cheios de bagulhos e sucatas . Resolveu parar justamente ali pertinho de mim na mesma calcada

um pouquinho adiante do meu carro para fumar.

Fiquei congelada de vergonha e medo. Ele me fitava de uns 3 metros de distancia em silencio. Contra a luz da marginal que estava proxima

nao conseguia ver o seu rosto . Soh sabia que seu rosto estava virado na minha direcao pelas brasas do seu cigarro que se tornavam

intensos nas tragadas,.

Para desespero maior, apareceu um casal mal vestido como mendigos cuja mulher estava com um bebe. Eles era brancos e seus rostos

indicavam que tinham menos de 30 anos. Eles eram ateh bonitos. Imaginei que era um casal normal, cujo o marido perdeu o emprego.

Eles sentaram na beira da entrada de uma porta desses do tipo de garagem bem proximo de mim na mesca calcada atras do meu carro.

Tive a certeza de que eu era o foco de atencao deles. Eles estavam curiosos e pararam justamente ali para ver o que um cara do tipo

japinha que nao conseguiam identificar se era um homem ou uma mulher estava fazendo ali aas 22:00 horas .

Cheguei a rezar para que fossem embora logo. Nao conseguia me levantar daquela posicao de agachado segurando o macaco.

A situacao era desesperadora.

Se levantasse, me mostraria naquela ridicula situacao semi nua.

Minhas pernas jah estavam doendo de tanto ficar na mesma posicao.

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Porem, notei que esses curiosos poderiam me proteger contra eventuais assaltantes, e que essa situacao embaracosa era

de certa forma, inexplicavel e masoquisticamente excitante para mim.

Resolvi me levantar e ficar mais aa vontade. Ora, a camiseta protegia as minhas partes intimas, e ninguem saberia que

eu estava nua por baixo.

Estava quase curtindo aquela situacao desesperadora, quando ouvi vozes altas e risadas se aproximando.

Entrei para dentro do carro aguardando que passasse. Mas estava vindo em minha direcao.

Estranhamente, as vozes desapareceram. Alguns minutos de tensao pre-panico. Achei seguro sair do carro para continuar

a minha exibicao safada para o meu publico fiel.

Estava ficando excitada ali naquele local, encostada no carro. Criei coragem e liguei para o celular de um amigo pessoal bem conhecido

da familia por falta de opcao e me excitava pensar que tinha de explicar toda aquela situacao vergonhosa.

Ligar para o ex namorado era impensavel por motivos pessoais que nao vou expor aqui.

Me deliciei com os rapidos e disfarcados olhares que aquele homem que estava sentado lancava sobre mim

tentando nao ser percebido por sua companheira.

Ateh que ele era bonito , alto e atletico. Bem melhor do que o homem da NET.

Propositadamente comecei a desfilar e andar em sua proximidade. Percebi seu olhar acompanhar as minhas passadas.

Talvez eles todos estejam pensando que sou uma mocinha, e comecei a me sentir como tal.

Numa dessas voltinhas, proxima aa esquina, dois homens aparentando uns 20 anos apareceram e imediatamente cruzamos

os olhares. Tao surpreendidos como eu, eles abriram alas para minha passagem. Aos cruzarem, ficaram olhando para mim

dos pes aa cabeca.

Aterrorizada, nao sabia se continuava andando normalmente ou se corria.

Olhei para tras em direcao ao meu carro e os dois jah pertos do meu carro olhavam para mim como da mesma forma que um

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homem normal olha para uma mulher atraente.

Fiquei estatica com os pensamentos em panico. Quando eles pararam e comecaram a caminhar em minha direcao, tudo

ficou em branco.

Eles tinham jeito de assaltantes para mim.

Ao ficarem de frente para mim ,ficaram parados com um leve sorriso estampado nos seus rostos.

-"Tu eh homem ou mulher?" Perguntaram.

-"A....Ho...homem". Gaguejei. Lembrei das agressoes que os gays, maricas e travestis sofrem, e tambem dos casos de crueldade

e assassinatos contra homossesuais e transsexuais(meu caso).

Mesmo morta de medo, percebendo que se nao me controlar iria me dar mau, comecei a tentar ser natural e explicar a situacao.

-"O que voce eh afinal?" Perguntou um deles. Respeitosamente, tentei explicar o que era um transexual.

Tive a certeza de que eles nao entenderam nada e tentei manter a todo custo um ambiente cordial.

Usei psicologia para nao fazer com que eles se sentissem inferiorizados intelectualmente.

-"Entao tu eh mulher ne?" Perguntou um deles . REspondi que ele era muito inteligente e que poucas pessoas conseguiam entender

os casos de transsexualidade .

Expliquei que bati o carro e um deles comentou : "-Toda mulher dirige mau".

Fiquei feliz com a resposta corriqueira . Estava comecando a surgir certo ar de amizade.

Estava conseguindo o que queria. Nenhum assaltante rouba amigos e pessoas que quer bem.

Quando estava comecando a me sentir mais segura. Um deles levantou a minha camiseta .

-"OOOOOOOOOOOOOPAAAAAAAAAAAA!!!!! Tu eh safadinha HEINMMMMMMM!?!?!?!? " . Gritou .

-"PUTA QUE PARIU!! EH SAFADEZA MESMO!!!" Confirmou o outro.

Com a camiseta levantada, estava totalmente a merce deles. Meu corpo estava tremendo.

Estava sendo toda sondada e explorada por esses curiosos tarados.

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-"uhuu..olha soh! Ela tem ateh um pipizinho que parece um grelo!"

Depois de ser interrogada a respeito da minha situacao embaracosa. -"Entao tu deixou o cara com o pau na mao?!" Disse ele rindo em voz alta.

-"Eu tenho dinheiro no carro, pode levar tudo" . Respondi quase chorando.

-"Ei...essa porra tem voz de mulher". Disse ele olhando para o companheiro.

-"Vamos pro carro. Tu vai molhar a minha magueira".

Obedeci e entrei no carro com um deles. Peguei a minha carteira e dei todo o dinheiro que tinha e tambem o relogio.

-"presente eh?"

-"S..Sim." Respondi.

Ele comecou dizendo que queria transar comigo.

Com medo de apanhar, fui obediente e tomei a iniciativa de acariciar a regiao de seu penis por cima da calca jeans.

Percebi que ele estava excitado e abri o ziper . A seu pau estava duro e enorme querendo saltar da cueca.

Enfiei a mao para libertar o seu pau que saltou como se fosse uma mola .

Era enorme . Comecei a chupa-lo. Inacreditavelmente, comecei a ficar excitada com tudo isso.

Caprixei no boquete da memlhor forma que jamais fiz na minha vida inteira. Engoli tanto que a glande penetrou

a minha garganta, arrancando tosses e sonoros engasgos com vontade de vomitar.

Seu pau estava melado com aquele sabor tipico de pre-esperma.

Suas maos acariciavam minha bunda e seus dedos comecaram a penetrar meu cuzinho.

Meus cabelos compridos foram unidos em um maco e agarrados pelas suas maos.

Fui arrancada daquela posicao puxada pelos cabelos. Fui obrigada a encara-lo com os nossos rostos quase colando.

-"Agora senta no meu colo e atola meu pau no teu rabinho!" Disse ele.

O carro era pequeno e dificultava nossos movimentos. Mas sentei em seu colo de frente.

Ele levantou minha camiseta ateh meus pequenos seios ficarem aa mostra.

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-"Putz...Voce tem tetas!". Gritou surpreendido.

Ele comecou a chupar e mordiscar meus peitos . -"Nossa que gostosa!".

Nao conseguia fazer aquele pau entrar em mim e comecei a encaixar por entre minhas nadegas para nao decepciona-lo.

Percebendo isso. Ele comecou a untar o buraquinho do meu cuzinho com a meleca que saia do seu pau.

Mas ao forcar, o seu pau apenas escorregava para fora do do meu cuzinho.

Pedi autorizacao para pegar um lubrificante no porta luvas do carro.

Era o meu lubrificante predileto que ele logo passou no seu pau e no meu cuzinho.

Assim, jah sabendo que se nao cooperasse, aquele pau iria me rasgar, tomei a iniciativa e o controle da situacao para

que tudo fosse gradual.

Nao era o maior pau da minha vida, mas se nao houvesse preparacao, sabia que seria gravemente machucada.

Ajudei a entradinha guiando a cabeca do pau com os meus dedinhos.

Forcei a entradinha aos poucos , beijando sua boca ao mesmo tempo para que ele nao perdesse a paciencia.

Comecei a gemer como se estivesse sentindo um prazer intenso...e estava mesmo!...

Apos uns minutos, resolvi arriscar uma sentadinha mais profunda para abrigar toda a cabecinha daquele pau grosso.

Doia muito, e ele percebia isso. Mas notei um certo ar de carinho em seu olhar.

Aproveitei para dar uma paradinha porque nao estava aguentando a dor. Mas comecei a rebolar soh com a cabecinha

acariciando sua nuca e seu pescoco. Sob as minhas coxas lisas, pude sentir os seus pelos asperos e encaracolados.

Sua barriga era peluda. Seus bracos fortes me seguravam com delicadeza como alguem segura algo fragil.

Percebi que ele nao queria me machucar.

Comecei a ficar confiante com aquilo e resolvi curtir a situacao.

A partir daquela posicao mesmo, cerrei os dentes como alguem que esta prestes a suportar uma dor enorme

e comecei a sentar lentamente engolindo aquela tora cheia de irregularidades provocadas pelas arterias que percorrem

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o tronco do penis.

Por dentro, senti o volume de sua glande abrir caminho impiedozamente.

Senti os seus pelos pubianos encostarem nas minhas nadegas e percebi que havia engolido tudo e soh faltavam as suas bolas.

Fiquei parada com tudo aquilo enterrado no meu cuzinho e senti a minha barriguinha ser invadida por um objeto.

-"Ai..." Gemi acariciando a minha propria barriguinha. ...

-"Tah na barriguinha?" Perguntou ele num tom de voz de extremo carinho.

-"Ta bem dentro da minha barriguinha". Respondi com um sorriso. E ele comecou a mamar nos meus peitinhos.

Gemi com os movimentos rapidos de sua lingua aspera nos peitos. A sensacao de ser sugada era demais.

O seu pau parecia pulsar e latejar nas paredes do meu reto anal.

Tentei contrair meu cuzinho para "morder" o corpo de seu pau.

Sabia que quando conseguisse contrair os musculos do meu esfincter anal, estava na hora de cavalgar.

Ao chegar a hora certa, comecei a cavalgar lentamente no principio, e mais rapido posteriormente.

Mais rapido do que isso era impossivel devido a dor das "pancadas " no fundo da minha barriguinha que provocava uma dor alucinamente dolorida

tal qual socos no estomago.

Ele tinha um pau suficientemente comprido para me nocautear com essas pancadas. Por isso, tomei o cuidado de nao dar-lhe a

iniciativa.

Temerosa de que ele comecasse a pular por baixo de mim, fiz de tudo para que ele nao fizesse isso. Rebolei, contrai, apertei o seu

pau fazendo uma verdadeira massagem anal na sua pica enorme.

Estava uma delicia quase gozando com meu cuzinho jah em brasa naquele pau quentissimo, estava exausta e tentei segurar as

contracoes do meu orgasmo que estava por vir . Mas acabei gozando no seu pau. Meu cuzinho e meu corpo comecaram a tremer descontroladamente

em convulsoes e contracoes impossiveis de esconder.

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-"PO..Tu ta gozando. .." " GOZAAAAAAAAAA PUTINHA!" Gritou ele .

Enquanto eu gozava descontrolada, gemendo de prazer. Ele disse que seria a sua vez e comecou a pular por baixo de mim.

Seu pau comecou a bater meus "fundos" e comecei a ser literalmente espancada por dentro.

Doia tanto que comecei a chorar de dor e ele pensando que era de prazer.

Desabei no banco ao lado com as pernas para o ar e senti o pau sair do meu cuzinho causando uma sensacao de vazio.

Estava doendo por dentro e segurei a minha barriguinha.

-"Pow! E eu? Nao gozei ainda." Disse ele. Mas nao tive forcas para responder.

Ele abriu a porta do carro me fazendo pensar que havia terminado. Mas fez isso para conseguir

espaco para se deitar sobre mim.

Suas maos ajeitaram meu corpo segurando a minha cintura.

Senti o ranger e os movimento dele por tras de mim.

Fui novamente penetrada.

Acomodou-se sobre mim e o seu pau entrou ateh onde podia.

Quando comecou a socar profundamente o seu pau. As dores do espancamento retornaram. Soltava gritos de dor

e chorava. Nao conseguia escapar daquela situacao e segurei o choro com os dentes cerrados e urros misturados

com gemidos confundidos por ele como uma reacao desenfreada de alguem que estava tendo um prazer enorme.

Para o meu alivio, senti os jorros de sua ejaculacao bem no fundo.

Ele tinha gozado mas estava demorando para tirar aquela coisa de dentro de mim. Seu peso continuava a me sufocar.

Passado o momento do espancamento, surgiu uma pontinha de prazer ao pensar que uma de minhas fantasias sexuais

havia se concretizado naquele momento.

Essa fantasia que sempre me rodeou era o de ser estuprada por alguem.

Quando ele saiu de cima de mim, vi que o seu colega estava lah esperando sua vez,

Mas para minha sorte, ele era menor fisicamente , e tinha um pau bem menor.

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Ele parecia ser mais novo e menos experiente do que o seu companheiro.

Nao tive a coragem de fazer-lhe um boquete.

Como jah estava lubrificada no meu cuzinho. Virei a minha bundinha para fora do carro.

Como um animal , ele meteu o pau no meu cuzinho jah alargado sem nenhuma dificuldade.

Ele empurrava e gemia como se fosse um louco empurrando meu corpo para frente. Mas nao alcancava meus "fundos" e nem

causou dor alguma. Aguardei que gozasse logo e nao precisou esperar mais do que 1 minuto!.

De presente, dei-lhe o cd player do carro.

Eles pareciam satisfeitos e felizes. Entraram no carro e comecaram a conversar comigo.

Percebi que durante todo esse tempo, ninguem fez nada para me socorrer. Era impossivel nao terem ouvido os meus gritos

e choros.

E haviam desaparecido.

O que me fez sofrer, perguntou se eu gostei. Respondi que sim e nao podia esconder que tive ateh um orgasmo bem intenso.

-"Bom...Tu foi a mulher mais gostosa que comi na minha vida". Disse ele.

O menorzinho de pau pequeno disse que na sua vez, eu jah estava cansada. -"Mas que tu eh gostosa eh..." disse .

Agradeceram pelos" presentes" .

-"Se tu quizer, vem aqui mais vezes que agente mete todo dia". Disse todo orgulhoso o mais velho.

Pensei no lado positivo. Usei a psicologia, agradei, dei presentes, elogiei e ateh fiz sexo com eles para poder SOBREVIVER.

Eles foram embora.

Eram 3 horas da manha quando meu amigo veio me buscar.

Apesar de ter informado a respeito de tudo, surpreendeu-se com o meu estado.

O esperma estava literalmente vazando do meu reguinho percorrendo as minhas coxas internas ateh os pes.

Ele entendeu imediatamente e perguntou se eu queria ir para a policia.

-"De jeito nenhum." Respondi.

Com a maior vergonha do mundo, expliquei toda a situacao. E mais tarde, cofirmei -lhe a minha opcao sexual e tudo o que

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havia ocorrido .

A nossa amizade continua , mas nao eh mais como antes.

Aconchegada em seu carro, vestida com uma calca jah previamente encomendada e emprestada, sentia dores fortes

no meu cuzinho e na minha barriguinha.

Para acabar com o vazamento, o que eu mais queria no momento era um tapao. Mas envergonhada de fazer um pedido desses

para ele, resolvi tentar segurar toda aquela porra dentro de mim.

Meu corpo continuava a tremer. Tentei imaginar o que estaria pensando o meu amigo ao saber de tudo sobre mim.

Tenho a impressao que se eu quizer, ele vem para a minha cama. Na verdade, sei que ele sempre me desejou.

Esse serah o nosso segredinho, e soh nao fazemos nada por respeito aas nossas familias.

japcyss@yahoo.com.br

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