Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por meldamelga

A viagem da minha lingua pela tua vagina

Compare Preços de: Frigobar | Microondas | Geladeira | Forno | Fogão

Escrito dia 18 de agosto de 2008 na categoria Hetero por meldamelga

Morri de prazer. Viajar com a minha lingua foi como descobrir o caminho maritimo para a India.

Ontem senti-me como Vasco da Gama quando descobriu o caminho marítimo para a India. Assim pude apreciar bem de perto as dificuldades que tiveram ao longo de 10 meses de mar.

Não imaginas o que é deitar-me na cama, ficares bem sentadinha em cima da minha boca, olhar para cima e iniciar uma viagem por esse mundo que é a tua vagina.

A minha língua parecia a nau do Vasco da Gama quando partiu de Lisboa rumo à Índia. De inicio tudo parecia calmo, o mar não estava difícil, por isso chupava tão facilmente os teus lábios menores, mas essa acalmia ia terminar logo de seguida, precisando de recorrer ao meu astrolábio para conseguir levar a nau em frente.

A tua vagina dava sinais de ondas altas, os ventos que sopravam na minha língua faziam levantar a vela da minha embarcação bem alto, levando a língua às profundezas do teu mar. Aproximava-se a parte pior da viagem: O cabo das Tormentas.

Por esta altura, o teu mar era muito perigoso, toda a minha armada estava inundada, rodopiavas bem em cima da minha boca, descias e subias pela minha língua, mantinhas o corpo bem encostado a estibordo, junto à cabeceira da cama, e eu cá em baixo, apreciava toda a rebeldia do teu corpo, que dançava na minha boca, tal como a nau de S. Gabriel dançava na travessia do cabo das tormentas. A Índia aproximava-se.

Sentia já no ar o cheiro às especiarias, a tua vagina irradiava um cheiro a canela, a gengibre com um salpico de pimenta, todas diluídas no teu suco vaginal.

Estava quase. Olhava para cima, e via Calecute à distância. Rodopiavas, tremias por todo o lado, já não era preciso nenhuma carta de marear, tal era o domínio das tuas profundezas e tal era a forma como roçavas os lábios na minha língua, tal era a forma como te chupava o clítoris.

Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!

Tal como em 1498 se chegava à Índia, tu chegavas finalmente ao orgasmo, tremias por todo o lado, gemias, murmuravas sons, a tua vagina era o Porto de Calecute, cheio de água e mal tocaste terra, e já sem forças para te mexeres devido à intensidade do orgasmo, ainda te sentaste em cima do meu astrolábio e continuaste a marear até atingires de imediato outro orgasmo, este vaginal.

Depois, só me restava manter a vela içada bem dentro de ti, enquanto tu já nem os olhos podias abrir, com uma vontade louca de limpar toda a tua cavidade intra-vaginal, até bem perto das tuas trompas, onde me sentias a bater a bombordo.

Saíste de cima de mim e deitaste-te. Voltei a comandar a Nau, entrando e saindo de ti tão rápido como a água entrava e saia do convés do barco do Gama.

Com o binóculo na mão, avistei Calecute e era de tempo de pensar em colocar em acção a pólvora que havia dentro de mim. E num ápice, tirei-a para fora, e deslizando a minha mão pelo meu pénis, num movimento violento ascendente e descendente, comecei a ejacular em cima de ti, e ao mesmo tempo me dizias que nunca tinhas visto um fogo de artificio tão grande, feito de esperma, em que este saltava para ti em várias direcções, embelezando-te a pele, tornando-a macia e sedosa, tal como a seda que mais tarde viria para Portugal, oriunda da Índia.

Cheguei à Índia.

http://www.adoroatuageleia.blogspot.com

Comentários 0 Comentários

Faça seu comentário

Download Legal