| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| A viagem da minha lingua pela tua vagina | Hetero | meldamelga | 899 | 3 | ||
| Tanto orgasmo..tanto esperma...no Motel | Hetero | meldamelga | 860 | 5 | ||
| Gabinete de provas | Hetero | meldamelga | 609 | 3 | ||
| Quilometros de sexo e litros de esperma | Hetero | meldamelga | 924 | 2 | ||
| Semana intensa na cama | Hetero | meldamelga | 503 | 3 | ||
| Viagem de caracol no meio das tuas nàdegas | Hetero | meldamelga | 419 | 3 | ||
| Terapeuta do meu pénis | Hetero | meldamelga | 474 | 1 | ||
| Tromba de esperma | Hetero | meldamelga | 401 | 1 | ||
| Tromba de esperma | Hetero | meldamelga | 297 | 0 | ||
| O primo do meu pénis resolveu aparecer | Hetero | meldamelga | 477 | 3 | ||
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Morri de prazer. Viajar com a minha lingua foi como descobrir o caminho maritimo para a India.
Ontem senti-me como Vasco da Gama quando descobriu o caminho marítimo para a India. Assim pude apreciar bem de perto as dificuldades que tiveram ao longo de 10 meses de mar.
Não imaginas o que é deitar-me na cama, ficares bem sentadinha em cima da minha boca, olhar para cima e iniciar uma viagem por esse mundo que é a tua vagina.
A minha língua parecia a nau do Vasco da Gama quando partiu de Lisboa rumo à Índia. De inicio tudo parecia calmo, o mar não estava difícil, por isso chupava tão facilmente os teus lábios menores, mas essa acalmia ia terminar logo de seguida, precisando de recorrer ao meu astrolábio para conseguir levar a nau em frente.
A tua vagina dava sinais de ondas altas, os ventos que sopravam na minha língua faziam levantar a vela da minha embarcação bem alto, levando a língua às profundezas do teu mar. Aproximava-se a parte pior da viagem: O cabo das Tormentas.
Por esta altura, o teu mar era muito perigoso, toda a minha armada estava inundada, rodopiavas bem em cima da minha boca, descias e subias pela minha língua, mantinhas o corpo bem encostado a estibordo, junto à cabeceira da cama, e eu cá em baixo, apreciava toda a rebeldia do teu corpo, que dançava na minha boca, tal como a nau de S. Gabriel dançava na travessia do cabo das tormentas. A Índia aproximava-se.
Sentia já no ar o cheiro às especiarias, a tua vagina irradiava um cheiro a canela, a gengibre com um salpico de pimenta, todas diluídas no teu suco vaginal.
Estava quase. Olhava para cima, e via Calecute à distância. Rodopiavas, tremias por todo o lado, já não era preciso nenhuma carta de marear, tal era o domínio das tuas profundezas e tal era a forma como roçavas os lábios na minha língua, tal era a forma como te chupava o clítoris.
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Tal como em 1498 se chegava à Índia, tu chegavas finalmente ao orgasmo, tremias por todo o lado, gemias, murmuravas sons, a tua vagina era o Porto de Calecute, cheio de água e mal tocaste terra, e já sem forças para te mexeres devido à intensidade do orgasmo, ainda te sentaste em cima do meu astrolábio e continuaste a marear até atingires de imediato outro orgasmo, este vaginal.
Depois, só me restava manter a vela içada bem dentro de ti, enquanto tu já nem os olhos podias abrir, com uma vontade louca de limpar toda a tua cavidade intra-vaginal, até bem perto das tuas trompas, onde me sentias a bater a bombordo.
Saíste de cima de mim e deitaste-te. Voltei a comandar a Nau, entrando e saindo de ti tão rápido como a água entrava e saia do convés do barco do Gama.
Com o binóculo na mão, avistei Calecute e era de tempo de pensar em colocar em acção a pólvora que havia dentro de mim. E num ápice, tirei-a para fora, e deslizando a minha mão pelo meu pénis, num movimento violento ascendente e descendente, comecei a ejacular em cima de ti, e ao mesmo tempo me dizias que nunca tinhas visto um fogo de artificio tão grande, feito de esperma, em que este saltava para ti em várias direcções, embelezando-te a pele, tornando-a macia e sedosa, tal como a seda que mais tarde viria para Portugal, oriunda da Índia.
Cheguei à Índia.
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