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Papai ia viajar a negócios num vôo no final da tarde da sexta-feira e quando estávamos eu e mamãe no saguão do aeroporto esperando juntos o avião, papai ainda dizia para cuidar da mamãe. Disse pra não se preocupar sobre isso... Depois de assistirmos a decolagem do avião, já no carro, prontos para voltar pra casa, avisava mamãe que naquele fim de semana em que papai não estaria em casa, queria mamãe circulando pela casa de calcinha, e foi assim durante toda a vinda quando dizia das formas que eu queria pegá-la e a primeira seria logo que chegássemos em casa. Ela fingia que não ouvia nada do que dizia, mas vez por outra via um risinho que ela deixava escapar. Assim que entramos na casa e a porta foi fechada, sem a menor cerimônia, posicionado atrás, levantei a sua saia até que a calcinha ficasse visível, ouvindo dela em tom surpreso: Hugo! Mal tinha acabado de pronunciar meu nome e eu já a botara contra a parede e depois de dar uma bela alisada na calcinha, baixei, deixando mamãe de bunda de fora. Então aproveitando que eu abria o zíper pra puxar o pau pra fora, mamãe se virava e então se posicionou como eu queria, por isso logo que puxei o pau, já metia na buceta, com a cabeça entrando direto! Bombei mamãe naquela posição, mas logo pedi que mamãe ficasse de frente para a parede com os braços esticados e mãos espalmadas na parede e pernas abertas (brinquei dizendo que era uma batida policial e ia revistá-la). Como sou mais alto, mamãe teve que ficar na ponta dos pés para se equilibrar o que a fez reclamar da posição, mas isso apenas me deixou com mais tesão! Quando o pau entrou rasgando na xana, mamãe soltou um gemidinho baixo, enquanto olhava pro chão. Eu tinha passado o braço em volta do corpo dela e apertava um dos seios enquanto arremetia para a frente e para trás freneticamente! Durante alguns minutos só se ouvia o som abafado do choque de nossos corpos, mas logo depois, ouviria mamãe soltar um segundo gemido que coincidiu com a esporrada que eu dava. Meu pau ainda estava meio duro e melado quando saiu da xota e assim mesmo dei umas duas pinceladas numa de suas nádegas o que fez mamãe reclamar, enquanto levantava a calcinha e baixava a saia. Então se dirigia ao quarto dizendo que iria trocar de roupa e depois iria preparar a janta. Olhando mamãe caminhar, pensei ainda consigo dar mais uma, agora vai ser no quarto, então!, por isso fui atrás e parando junto ao marco da porta, vi mamãe se preparar para tirar a blusa, mas logo parou ao me ver ali encostado junto a porta e com o pau ainda em posição. Não está satisfeito ainda?, me perguntou. A senhora está vendo que não, respondi enquanto me encaminhava junto da cama com o pau apontando para a frente, saindo da abertura feito pelo zíper aberto. Mais uma, desta vez com a senhora de bruços na cama, falei, já me posicionando, indicando que a esperava se deitar para que pudesse vir por cima. Calmamente, tirou a saia, a calcinha e a blusa e subiu na cama, colocando um joelho e depois o outro e então, esticando as pernas e então, deitar-se como eu havia pedido, deitando a cabeça sobre os braços cruzados, esperando por mim. Antes de deitar por cima, ainda peguei suas pernas e abri um pouco mais a posicionando como eu queria. Feito isso, era hora do sacrifício: passando uma perna por cima do seu corpo, me ajeitei deitando sobre mamãe e segurando o pau no espaço apertado entre nossos corpos, ia tentando achar o caminho para nova metida na xana. Entrou e mamãe deu uma retesada, mas dessa vez havia entrado com mais facilidade por causa da lubrificação devido a fodida de antes na sala. Entre um e outro gemido, reclamava do desconforto da posição, enquanto levava as estocadas que eu dava com vontade cada vez maior vendo mamãe naquela situação. Comecei como da outra vez com um vai-e-vem rápido com estocadas fortes, mas logo diminui o ritmo, fazendo que a cada atolada do pau, parava deixando o pau enterrado e fazendo movimentos circulares, com meu corpo todo colado a dela. Então puxava lentamente para fora da xana, só a metade do pau para depois voltar a atochar com força, quando cada atochada vinha acompanhada de um gemido de mamãe. Como conhecemos o ritmo um do outro, foi como se mamãe adivinhasse que eu já iria gozar, quando em meio aos gemidos, disse que tinha que preparar a janta. Mal acabou de falar e eu já começava a esporrar. Uma hora depois, jantávamos e assistíamos a TV.