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| Os Hipnotizadores eróticos - parte 1 | 1 ![]() |
Fetiche | HypnoBoy | 1279 | 2 | |
| Os Hipnotizadores eróticos - parte 1 | Fetiche | HypnoBoy | 545 | 1 | ||
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Os hipnotizadores eróticos
Parte 1 – Minha prima e parceira
Minha história começa de forma um tanto confusa. Meu nome é Marcio, tenho 25 anos e tenho um dom. Vou contar aqui que dom é esse e como o aprendi e comecei a usá-lo.
Tudo começou quando eu estava voltando da balada, eram umas 2h30m da manhã. Eu estava meio zonzo, tinha misturado bebidas e minha cabeça doía. Estava passando numa estrada de terra (pra fugir da rodovia, onde o bafômetro com certeza me pegaria) quando meu carro morreu. Estava no meio do nada, e não manjo nada de mecânica. Só sei que de repente apaguei e tive o que, na hora, achei que fosse um sonho. Ao acordar, com o Sol nascendo e deitado no acostamento, só lembrava de uma voz esquisita que dizia:
"O que ele gosta de fazer
Poderá, agora, realizar
A forma como fará, ele irá entender
Quando a oportunidade chegar"
Eu fiquei com aquilo na cabeça enquanto voltava ao carro. A dor de cabeça havia sumido como que por encanto, e meu carro também funcionava novamente. Na hora, imaginei que o problema fosse a bebida, porém aquele verso estranho tinha grudado na minha cabeça.
Cheguei em casa, tudo normal. Era domingo e eu estava de férias, portanto tinha o dia livre. Moro sozinho desde que meus pais morreram, e ultimamente minha única companhia é uma prima, com a qual brincava quando era pequena e que jamais tinha feito parte de minhas fantasias, apesar de eu me masturbar quase que diariamente. Eu tive umas namoradinhas, mas jamais fiz sucesso com as mulheres. Não sei qual é meu defeito quanto a isso, mas não sou feio nem burro. Elas simplesmente não me viam como um bom partido.
Bem, eu tinha avisado a Lorena (minha prima) que ia voltar tarde, ela não estava preocupada comigo. Perguntou se eu estava bem e eu disse que sim, só precisava dormir um pouco. Ela estava fazendo café, e ao se virar eu acabei olhando seu bumbum. Era bonito, roliço, típico de uma adolescente de 17 anos. Era a primeira vez que eu reparava em seu corpo, e me excitei. Porém, percebi que ela não se movia. Temi que ela tivesse percebido meus olhares e me mandei pro meu quarto, pois tinha medo que ela falasse algo a meus tios.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
Senti um tesão enorme, e fui ao banheiro para me masturbar. Foi aí que percebi a primeira diferença em mim: meu pau, que cabia em minha mão, agora eu não conseguia envolve-lo nem com as duas. Estava com o dobro do tamanho! Eu não estava acreditando naquilo, mas o tesão era tão grande que eu comecei a me masturbar ali mesmo. Eu não o fiz nem por 2 minutos, pois havia esquecido de trancar a porta e Lorena entrou e me pegou em flagrante
“Estou fodido”, pensei, mas ela não fez nada. Ficou parada, olhando meu pau, o rosto sem expressão nenhuma. Ela apenas murmurou, feito um zumbi:
– Primo... seu pinto... é bonito... E é grandão...
– Calma, Lorena, eu posso explicar!
– Que pinto grande... Que pintão você tem... Pintão...
– Lorena, o que houve? Está tudo bem?
Foi aí que aquela voz esquisita apareceu de novo:
"Quando a fêmea seu sexo vislumbrar
Sob seu comando, na hora ela ficará
Todo tipo de cópula ele vai ordenar
E ela, infalivelmente, obedecerá"
Eu não ouvia aquela voz, apenas a sentia, como se estivesse dentro de mim. Lorena continuava a olhar meu pau. Resolvi testar o que a voz me dizia, pra saber se Lorena realmente me obedeceria:
– Lorena, eu amarrei balões nos seus ombros. Eles estão te puxando pra cima.
Lentamente, ela começou a se esticar até ficar na ponta dos pés! Tive de segura-la para que não caísse, e na hora senti os biquinhos de seus seios duros.
– Está com tesão, priminha?
– Sim, eu estou.
– Você já transou alguma vez?
– Sim. Já transei com dois colegas da escola e com uma amiga.
– Caramba! E você me conta isso assim, na bucha?
– Eu não queria contar, mas não consigo resistir. Tudo que você fala, eu obedeço.
Era verdade. Ela estava realmente dominada por uma força desconhecida, e me obedeceria cegamente. Ao ver aquele corpo de ninfeta profundamente excitado, resolvi aproveitar:
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
– A partir de agora eu sou seu mestre. Você fará tudo o que eu mandar!
– Sim, mestre. Eu obedeço.
– Vamos para seu quarto.
Ela foi. Lá, ordenei que ela tirasse a roupa. Ela tirou e ficou ali, peladinha, com a mesma expressão, mas transpirando tesão. Era uma visão incrível, aquela carinha de menina naquele corpo de mulher.
– Ajoelhe-se. Eu quero que você me chupe.
– Sim, mestre. Eu chupo.
Coitada! Meu pau mal cabia em sua boca, mas ela não reclamava, nem se cansava. Acabei gozando em sua boca, mas meu pau não amoleceu e ela tampouco parou, engoliu tudo e continuou. Tive de manda-la parar. Mas nós estávamos apenas começando:
– Os caras que já te comeram, como era o pau deles?
– Menores que o seu, mestre. Seu pau é o maior que eu já vi.
– Você acha que ele cabe na sua bocetinha?
– Não sei mestre, ele é enorme. Mas eu quero que o mestre enfie o pintão na minha bocetinha.
– Então sente naquela mesa e abra as pernas, priminha tesuda!
Ela fez exatamente o que eu disse, mas antes de meter eu decidi me divertir um pouco, e caí de boca na xaninha dela. Ela começou a se contorcer e a gemer.
– Língua do mestre... gostosa... priminha tesuda gosta de chupada... mmmmmmmmmmmm... oooohhhhhhh... priminha tesuda quer pica... priminha tesuda tá com muito tesão... priminha tesuda vai... vai... gozaaarrrrrr!!!!
Eu nunca tinha visto uma mulher gozar tanto, ela parecia que estava sendo eletrocutada! Levantei-me, e Lorena estava deitada na mesa, as pernas escancaradas, a pele suada brilhando e uma cara de tesão igual à de antes.
– Gostou, né?
– Priminha tesuda gozou muito. A língua do mestre é muito gostosa.
– Ainda quer pica, sua safada?
– Sim, mestre. A priminha tesuda quer levar pica na buceta.
– Então vai ser agora!
Me enfiei no meio das pernas dela e comecei a meter. Embora a vontade de meter de uma vez fosse grande, decidi ir com calma, pois tive medo de machuca-la. De fato, ela estava estreita, mas à medida que eu entrava ela se alargava, e logo eu estava bombando. Lorena delirava, ficava repetindo “Pintão! Pintão!” e revirava os olhos. Perdi a conta de quantos orgasmos ela tinha, e continuei até gozar. Meu gozo foi enorme, nunca havia sentido tanto prazer. Após me desfazer dentro dela, eu tirei e ela murmurava:
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
– Pintão gostoso... delícia... Mestre, sua priminha tesuda gozou muito...
– Eu também, Lorena, você é demais. Mas eu preciso descansar.
– Eu também, mestre.
Lorena adormeceu sobre a mesa e eu, em sua cama. Quando acordei, ela não estava mais ali. Levantei e encontrei-a na cozinha, fritando bifes para o almoço, pois passava das 13h. Ela vestia uma camisola branca transparente e, ao me ver, me envolveu com os braços:
– Safadinho você, hein? Onde aprendeu isso?
– Isso o que?
– Hipnotizar garotas. Você me hipnotizou e me comeu pra caramba, me fez até beber seu gozo! Sabia que eu sempre tive essa fantasia?
– Você se lembra de tudo?
– É claro que sim. Você não fez direito, tinha que ter me mandado esquecer tudo no fim, daí eu não me lembraria.
– Espero que você não fique zangada comigo, eu...
– Zangada? Eu quero é repetir a dose! Só não me faça esquecer tudo, pois só de lembrar me dá mais tesão ainda!
– E como você sabe que, se eu mandar, você esquece?
– Sei lá, intuição. Ouvi uma voz me dizendo isso enquanto dormia.
– Ouviu uma voz?
Decidi contar tudo o que havia acontecido. Ela tentou achar explicação, falou que eu poderia ter sido abduzido ou coisa parecida. O fato é que, no fim das contas, ela falou:
– Quer saber? Melhor que explicar isso é usar isso! Vamos almoçar, repor as energias e fazer tudo de novo!
Almoçados e com a digestão feita, fomos a meu quarto, bem mais espaçoso que o dela. Ela ficou só de calcinha e sutiã e me disse:
– Vamos lá, primão. Domine-me!
– Mas eu não sei como fiz aquilo! Você viu meu pinto e ficou daquele jeito.
– Então me mostre de novo esse pé de mesa!
Excitado, tirei o pau pra fora. Ela, entretanto, deu de ombros.
– Bem, estou esperando.
– Não está funcionando?
– Não. Quando vi seu pau aquela hora, perdi o controle sobre mim. Agora, não sinto nada.
Clique para amor & romance em sua cidade!!!
– Será que só funciona uma vez por pessoa?
Nesse momento, a voz voltou:
"A primeira fêmea com a qual ele se deitar
O mesmo dom que ele tem ela terá
Se com outra fêmea ela copular
Essa fêmea ela também dominará
Porém, com a primeira o dom não vai mais funcionar
Imune a ele a primeira ficará"
– Isso explica o porquê de eu não estar sentindo nada. Sou a primeira, não é?
– Você também ouviu?
– Ouvi. É a mesma voz do meu sonho, e deve ser a mesma que você ouviu. Creio que você entendeu o que ela quis dizer, não é?
– E o que seria?
– Eu também devo estar fazendo isso, a voz disse “o mesmo dom que ele tem ela terá”. Também devo estar podendo hipnotizar.
– Será? Eu não estou sendo afetado.
– Terei de testar com outra pessoa. O que você acha?
– Se eu puder participar, tudo bem.
– Fechado. Afinal, se eu tenho esse “poder”, é graças a você. Vou marcar isso uma hora, e então veremos se esse poder é isso mesmo. Mas, enquanto isso,...
Ela disse isso e abocanhou meu pau. Transamos o resto da tarde, ela mesmo sem estar mais dominada gozava como uma louca. E foi assim que começou a história de HypnoBoy e sua Priminha Tesuda (como Lorena nos chama) ou dos Hipnotizadores Eróticos (como prefiro nos chamar). Na próxima história, contarei como foi a estréia de Lorena na arte de hipnotizar garotas. Até a próxima!