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Relatos eróticos escritos por emanuelle

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Jogo de sedução Hetero emanuelle 1547 2 Nota 4
Chupando o professor na sala de aula Teens emanuelle 2675 2 Nota 4
Aprendendo a ser virgem 6 6 Comentários Teens emanuelle 2256 4 Nota 4.5

Jogo de sedução

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Escrito dia 09 de julho de 2008 na categoria Hetero por emanuelle

Apesar de namorar e estar muito bem namorando, quem leu meus relatos anteriores sabe que meu esporte favorito é a sedução, mas isso não me impede de praticar natação, musculação, fazer parte do time de voley de um clube, nem de fazer aulas de dança. Sim, eu faço isso tudo mesmo! Às vezes ao mesmo tempo, às vezes alternadamente por falta de tempo, mas amo atividade física e valorizo muito os benefícios que me trazem, especialmente para o meu corpinho...

Como eu não resisto a um bom joguinho de sedução, acabei não resistindo ao poder que, sem saber, eu exercia sobre Bruno.

Eu tive que cobrir as férias de um professor no estágio. Afinal, para isso servem os estagiários, né? Bruno tinha chegado recentemente e não sabia que eu era só estagiária, achou que eu realmente era professora e chegou para tirar dúvidas no final da aula.

Ele era mais velho que eu (depois eu vim descobrir que era bem mais velho do que eu imaginava, apesar de não aparentar quase) e tinha seu charme. Não era lindo, mas era bonito, moreno, cabelos lisos, jogadinhos pra trás no estilo asa delta, mas tinha os dentes um tanto separados demais pro meu gosto. É, eu sou exigente.

Mas o Bruno era bem sedutor, sabia falar bem e tinha uma espontaneidade quase infantil, apesar de seus quase 40 anos. Conversamos bastante naquele primeiro dia em que ele me procurou. Eu senti que ele se atraiu por mim e não deixei passar, fui novamente testar meu poder de sedução e deu um pouco de corda, sem me oferecer, claro. Quando ele mordeu, tirei meu time de campo, avisei que namorava e que estava bem, muito bem, no meu relacionamento e ele tinha me entendido de forma errada. Ele também contou que era casado e tinha uma filha pequena, mas não conseguia se segurar, sentia-se atraído por mim!

As férias do professor que eu cobria acabaram e nós passamos a nos ver menos, muito menos, esfriando um pouco, para meu alívio. Pouco pensei nele depois disso, até que um dia nos cruzamos em um corredor por acaso. Cumprimentamos um ao outro. Ele me elogiou, disse que eu estava bonita e eu enrubesci, abaixei o rosto e dei um sorriso sincero para ele. Passei a mão no cabelo, já que eu estava meio sem saber o que fazer com elas (isso só acontece comigo? Quando fico sem-graça nunca sei o que fazer com as mãos...), mandei-lhe um beijinho com a ponta dos dedos e virei de costas para ele, continuando meu caminho sem olhar para trás.

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Pouco depois recebo uma mensagem no celular. Bruno dizia que tinha gostado de me ver, ainda que por poucos minutos. Respondi na hora que também tinha gostado de vê-lo. Sua nova mensagem dizia que ele sentia minha falta nas aulas, gostava do meu jeito, da minha postura, de como eu me impunha diante da turma. Fiquei vermelha de novo, mas, por sorte, dessa vez ele não viu. Minha resposta limitou-se a agradecer e dizer que fazia aquilo naturalmente, não era forçado.

- Eu sei! – ele me respondeu – Isso é que é encantador em você!

- Encantador? – Eu sempre sintética e economizando nas palavras para não me comprometer.

- Encantador sim, me deixou com várias idéias...

- Que idéias?

- Deixa pra lá.

- Conta uma, por favor! – Eu provoquei.

- Tinha vontade de te beijar e deixar você um pouco submissa, já que é sempre tão altiva.

Essa eu demorei pra responder. Era ao mesmo tempo um elogio e uma crítica! Deixei ele se remoer de curiosidade. No dia seguinte mandei um mero “Bom dia!” e não comentei a última mensagem do dia anterior. Ele logo respondeu, me contou sobre sua mudança de emprego e não tocamos mais no assunto, para minha tristeza e alívio.

Acabamos ficando bastante amigos, acabamos íntimos por mensagens de texto, já que um não ligava para o outro. Eu me sentia segura detrás do celular, podia escrever o que quisesse que não me sentia traindo meu namorado.

Certo dia um outro cara deu em cima de mim e isso me lembrou o Bruno. Sei lá porque me lembrou ele, acho que era mais porque eu fiquei com um tesão do nada por um desconhecido, então mandei uma mensagem perguntando se poderia interrogá-lo. Acho que ele se assustou com a pergunta, mas entrou no jogo. Eu logo mandei:

- Você já traiu sua mulher?

Ele respondeu que sim, por duas vezes. Eu não acreditei e forcei mais.

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- Se apaixonou?

- Sim, me apaixonei duas vezes, uma quase saí de casa.

- Por que não saiu?

Ele respondeu que quando aconteceu ele já tinha alguns bons anos de casado e sua filha já era nascida, ponderou e achou melhor não fazer nada.

Eu provoquei mais: - ta bom, por duas vezes você se apaixonou e quantas vezes pulou o muro no “sexo por sexo”?

Acredita que o safado disse que só fazia sexo com envolvimento? Mas depois de mais algumas perguntas consegui tirar dele a confissão de que já tinha feito isso algumas vezes, mas ele não contava como traição, porque não tinha tido muito significado.

Eu cresci pra cima dele com aquilo! Mandei uma de arrasar: - comigo seria com envolvimento ou sem?

- Com você eu faria amor!

Nossa, eu cheguei a arrepiar quando li aquela mensagem! E parei de mandar mensagens por mais um tempo, sumi um pouco. Mas não é que quando eu sumia o safado não me procurava? Isso me deixava intrigada, eu queria que ele corresse atrás de mim! Adoro quando os homens se jogam aos meus pés! Rsrs

Alguns dias depois eu o vi, ele estava muito mais magro, de aparelho, cabelos cortados e sem barba, parecia outra pessoa! Cumprimentei-o rapidamente e mandei um inocente “Bom dia!”, por mensagem, assim que saímos do alcance dos olhos um do outro. Ele respondeu que passou por mim outro dia, mas eu não o vi, e que estava linda aquele dia. Aproveitei a deixa e perguntei se eu podia continuar a interrogá-lo. Ele deve ter sorrido ao ler essa mensagem. Ao sinal positivo, eu disse que imaginava ele fazendo amor devagar, papai-mamãe, beijando muito e com calma, com movimentos quase delicados de vai e vem, muito romântico.

Ele respondeu como quem tomava um susto, disse que até fazia assim, mas preferia algo um pouco mais enérgico. Arrepiei de novo ao ler a mensagem. Eu estava no estágio e ele em aula, em outra sala. Passamos a aula inteira trocando mensagens. Ele arrancou de mim confissões de como eu gostava de cada coisa e de como ele compartilhava de cada detalhe que me agradava, desde a maneira como gosto que toquem meus seios, até como eu gosto de sentir uma palmada na bunda, mas uma bem dada, daquelas que arde, enquanto sou metida de quatro. Ele disse que adoraria lamber bem próximo do meu cuzinho e me convencer a dá-lo para ele e que queria me sentir gozar em sua boca.

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Nossa, fiquei tão excitada que tive que avisá-lo disso! Mandei uma mensagem dizendo que eu já estava molhada, era melhor pararmos. Mas não paramos. Ele perguntou se eu estava de saia naquele momento e eu respondi que sim. Ele, então, falou que queria chegar minha calcinha para o lado e colocar dois dedos na minha xaninha para depois colocá-los na boca e sentir meu gosto. Nossa, ler aquilo me levou ao céu!

Perguntei em que sala ele estava e descobri que estava bem próximo de mim. Pedi para que esperasse eu terminar que iria encontrá-lo na sala onde ele estava e eu mesma colocaria meu dedo na sua frente e daria em sua boca para lamber. Acho que ele gostou disso. Óbvio que ficou me esperando e eu fui ao seu encontro. Só que eu sou super envergonhada pessoalmente e fiquei meio paralisada. Sentei em uma cadeira e abaixei a cabeça, pensando na loucura que eu estava fazendo.

Ele sentou no braço da minha cadeira, acariciou meus cabelos, chegando-os para o lado, e quando vislumbrou meu pescoço, aproximou seu rosto e me cheirou, encostando um pouquinho na minha nuca, o suficiente para me arrepiar todinha. Só que ele não estava brincando, realmente gostava de ser um pouco mais selvagem, segurou com força nos meus cabelos e eu não tive forças pra fugir, me permiti ficar um pouquinho mais ali, sentindo que estava pulsando de tesão (eu e ele).

Ele pegou minha mão e levou até seu pau, por cima da calça, resolvi sentir o tamanho, o volume e não me pareceu ruim, pelo contrário, superou minhas expectativas. Na verdade, acho que eu não tinha muitas expectativas, não, o que tornou tudo ainda mais gostoso.

Ele tentou, então, abrir sua calça, mas eu não queria ver nada, eu não queria me sentir tentada a nada! Eu namorava! Aliás, tentada eu já estava, só não podia confessar isso a ele. levantei rápido e pedi-lhe para não fazer nada. Ele me segurou por trás, pela cintura, e eu senti seus dedos gelados avançando por baixo da minha blusa. Minha respiração já estava alterada, mas consegui me segurar e o impedi tanto de levantar minha saia quanto de tocar meus seios por baixo da blusa, mas não pude impedir suas mãos de sentir meus peitos por cima dela, envolvendo-os em movimentos circulares, meio que tentando medi-los com as mãos. Ele me encostou na parede, ainda me segurando por trás, e me fez senti-lo esfregar-se na minha bunda. Quando vi que ele se movimentava, dando sinais de que logo eu ia perder o controle, tentei fugir de novo, mas ele novamente me encostou na parede, agora de frente para ele. não o beijei, mas gostei de sentir seu volume de novo sobre a calça, minha mão foi parar lá de novo, mas não dava para fazer nada demais e eu estava mais preocupada em saber suas dimensões.

Ameacei empurrá-lo para sair da parede, mas ele segurou minhas mãos para cima, também contra a parede, impedindo-me de qualquer movimento. Foi gostoso, ele beijou meu pescoço e me deixou ainda mais arrepiada, mas eu logo me desvencilhei e quando ia em direção a uma mesa para pegar meu material, ele me segura de novo e ficamos assim por alguns segundos, ele segurando meus pulsos para baixo, me imobilizando, enquanto beijava meu pescoço por cima dos cabelos agora já bagunçados.

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Mas eu fui forte e consegui fugir dali, levando comigo a sensação de sua boca em meu pescoço, os arrepios de tesão e a buceta tão, mas tão molhada, que minha calcinha chegava a incomodar de encharcada que estava.

Aquele dia eu cheguei em casa e me toquei, coloquei um dedo dentro para me sentir e, quem sabe, achar o tal ponto “G”, mas não achei, o que não me impediu de gozar várias vezes na minha busca, com a simples lembrança de suas mãos geladas na minha cintura.

Logo depois entramos de férias, mas eu torço para que ele volte logo para continuarmos nossa brincadeira...

Gostou? Tem mais no meu blog: http://confissoesdeemanuelle.blogspot.com

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