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| A IDA ÀS PUTAS QUE ME TORNOU PANELEIRO DO JÚLIO | Teens | SADOC | 3084 | 8 | ||
| TORTURADO NO PARQUE DA CIDADE | Sado | SADOC | 2144 | 4 | ||
| APRESENTAÇÃO DE SADOC | Sado | SADOC | 1951 | 2 | ||
Compare Preços de: Masturbadores | Algemas | Máscara sado | DVD Ninfetas | DVD Transex
Um colega dissera-me que a loira magricela, de pernas fininhas e mamas pequeninas, mas ainda assim lindíssima para mim que vivia espreitando minha irmã mais velha tomando banho nua, enquanto ia esfolando uma paciência à mão, era uma prostituta que vinha para ali angariar clientes entre os rapazes do liceu e que por 200 escudos se disporia a abrir-me as pernas e a tirar-me os três como já fizera a tantos outros, meu amigo incluído. Eu tinha 14 anos, ela uns 16 ou 17, e da sua família só se sabia que viera viver dois anos antes para uma modesta casa a 500 metros das traseiras da escola e que os seus pais e irmão passavam o dia fora enquanto ela ficava rondando as imediações da escola, e de vez em quando dirigindo-se com algum homem ou rapaz no caminho de terra que conduzia à casa onde morava. Eu como os únicos orgasmos que gozara tinham sido alcançados à custa de trabalho manual, e embora tivessem sido fabulosos apenas me deixaram com mais vontade de provar passarinha, lá arranjei os 200 escudos e foi ter com ela. Nada. Hoje sei que a puta vendo a minha roupa de marca e a fome de pito que tinha, disse só aceitar foder comigo a troco de 500 escudos e eu nesse dia como não tinha onde os arranjar lá tive que me desenrascar de novo à mão para poder aliviar os tin-tins. Mas não descansei enquanto não fiz uma colecta na família, na qual até a minha tia Paula mulher da Igreja e de confessionário contribuiu, ainda que sem saber onde eu pensava gastar o dinheiro. Consegui mais de mil escudos e ainda bem pois os gastei todos com a minha primeira puta ainda que tecnicamente não tenha chegado a perder a virgindade do caralho muito embora não possa dizer o mesmo da do olho do cu. Se me permitem vou começar pelo princípio que é aliás por onde tudo deve começar.
Munido do dinheiro, mais do que suficiente pensava eu para perder a virgindade com a loirinha magricela que me punha o pau em pé só de a ver na esquina alugando sua condição de mulher, lá a voltei a abordar dizendo já ter arranjado os 500 paus para uma trepada. Ela acedeu a deixar-me servir do seu grelo, impondo apenas que me limitaria a meter sem direito a beijos ou apertões, imposição que tive de aceitar antes de me conduzir ao casebre onde exercia e onde me garantiu não corrermos o risco de interrupções. Eu admito que até ia excitado com o facto de ser ela a dominar a situação estipulando-me regras mesmo quando ia ser fodida por mim mas quando entramos em sua casa e ela antes de me levar para o quarto onde dormia me levou primeiro à torneira do banheiro e me mandou lavar a pila, não sei se por acção da água fria ou do nervoso miudinho que se começou a apossar de mim, meu tesão começou murchando. A putazinha bonita e magrinha também não ajudou nada pois ao ver-me começando a mirrar ainda se pôs a rir de mim:
- Que caralhinho tão murcho tens! Nunca vi nenhum tão pequeno como o teu: Aposto que és virgem, não és? Eu logo vi. Espero que quando me vires o grelo o consigas pôr mais grosso, de outro modo vais sair daqui sem teres perdido os três Vamos e se já lavaste a pila dá-me o dinheiro que eu também me quero lavar.
Passei-lhe o dinheiro já um pouco arrependido pois estava começando a ver que o tesão que nunca me abandonara nos momentos da punheta, agora na hora da verdade ia dar-me uma nega como já ouvira dizer acontecia muitas vezes aos rapazes que se queriam iniciar. Foda-se.
A putinha lavara o grelo com as mãos debaixo da torneira aberta e começara a limpar-se quando bateram à porta. Puxou a calcinha e a saia e foi ver quem era.
- Sou eu, o Júlio – ouvi dizer e conheci-lhe a voz pois era um colega do liceu – vi-te vir e vim cá ter pois também quero foder contigo.
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- Vai prá fila – respondeu-lhe a loira – neste preciso momento ia precisamente começar a fazer o mesmo com um cliente que chegou primeiro.
- Tá bem – tornou-lhe ele – mas deixa-me entrar, que é uma foda verem-me aqui.
Nem os clientes gostam de ser vistos batendo à porta da casa das putas mas a miúda não lho levou a mal. Mandou-o entrar para a sala que um fino tabique dividia do quarto dela e do irmão e voltou para me abrir as pernas. Mas a presença do Júlio ouvindo tudo ainda me inibiu mais e a puta da piça nem levantou quando até então muita pívia tocara sonhando estar-lhe a ir ao pito. A putazinha ria-se cada vez mais de mim nada ralada que o próximo cliente a ouvisse.
- E querias tu comer-me! Também te digo que com o toquito com que nasceste nunca chegarás a dar consolo a mulher nenhuma, mas sem tesão é melhor nem pensares em arranjar mulher, quanto mais ires às putas. Vamos, para não dizeres que não te tentei ajudar deixa-me espremer-te a piça à mão a ver se a levantas – e punheteava-me furiosamente ainda que não se mostrasse disponível para me lamber o pau e os tomates como lhe sugeri dizendo-me só trabalhar com o pito – Vamos lá, vê se ficas de pau feito que não tenho o dia todo para te tirar os três – mas era impossível, minha piça não levantava. O Júlio devia estar empolgado com aquilo pois começou a barafustar.
- Se ele não tem tesão despacha-o que eu tenho-o pelos dois e estou impaciente para te ir ao pito. Se ele tivesse força na verga e ta tivesse metido, pilinhas como deve ser, já se teria esporrado todo e já estarias a levar com o meu sarrafo.
Ela concordou e dando o tempo por esgotado mandou-me subir as calças dizendo-me que eu teria que me contentar por mais algum tempo em tocar punhetas e a deliciar a vista com revistas porno. Eu estava envergonhadíssimo porque ao sair o Júlio veria quem era o pau murcho e seria mais um dentro do segredo. Rais parta a puta que não soubera falar baixo. È claro que o Júlio me reconheceu e chantageou-me:
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- Então o copinho de leite pensava que tinha tesão nos colhões, que pelos vistos são uma insignificância, e quis vir à menina? Pois bem, meu impotente filhinho de papá, graças às aulas de educação física já todos, até as miúdas, sabem que não passas de um piça curta e de um colhões de codorniz, mas se não me pagares a foda que vou agora dar na puta que não conseguiste comer, todos vão saber que és igualmente um piça mole que se calhar nem uma punheta consegue esgalhar.
Chorei, pedi-lhe que não me fizesse isso mas ainda me gozaram mais os dois. Restavam-me 700 escudos e eu para calar meu segredo não tive outro remédio que não estender à jovem rameira uma outra nota de 500 para pagar a trepada do Júlio. Este vendo-me entregar tal quantia esboçou uma cara de surpresa mas que a puta com um sinal mandou calar, levando-me a ter a certeza que o preço habitual para os outros clientes era inferior ao eu que lhe tinha pago o que me fez sentir mais humilhado. No entanto ia ter uma compensação. Talvez por ver que eu desembolsara mais do que o devido, talvez para se vangloriar ainda mais do meu fracasso, o chantagista condescendeu:
- Ó piça curta, sabes que há muitos rapazes a murchar na primeira vez em especial quando têm o caralho tão pequeno como o teu? Por isso não desesperes, continua a treinar com a mão e talvez um dia venhas a conseguir ter tesão com uma mulher. E como afinal já pagaste duas fodas e não aproveitaste de nenhuma, se quiseres podes ficar aí assistindo sem intervir que assim ao menos sempre vais aprendendo a ver como se faz.
Nem queria acreditar em tais palavras. Afinal o Júlio era um tipo fixe. Eu nunca fodera nem nunca vira foder, mas depois da primeira coisa, ver só podia ser a segunda melhor coisa do mundo para um rapazinho virgem fazer aos 14 anos. Depois do meu defeito físico fiquei igualmente embaraçado por revelar minha tara mas acedi a ficar a ver.
A putinha argumentando não haver necessidade de se lavar pois eu não lhe metera, deitou-se sobre a cama de pernas abertas, a saia e a calcinha tombadas no chão, a cona pentelhuda bem exposta enquanto Júlio lavava seu pirilau. Este quando veio exibiu, mais para mim do que para a puta que já lho tinha visto, seu piçalho cabeçudo e circuncidado que ficou punheteando, os seus colhões vermelhos, inchados e redondos, cada um deles bem mais avantajado do que os meus dois juntos.
- Diz lá, meu piça de arame, se uma piça destas não é bem mais agradável aos olhos de uma mulher do que a tua, isto para já nem falar dos colhões?
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Não era só para uma mulher que aquela visão era agradável, ela era-o até para um homem como eu diminuído de pau mas que nunca se sentira atraído por outros homens. Como eu gostaria de ser dotado com uma piça e uns colhões avantajados como os do Júlio. Estava convencido que dispondo de uma ferramenta daquelas nunca eu teria broxado. Como ele se riria de mim se visse a minha. Sempre me sentira inibido na hora do banho depois das aulas de educação física vendo a piça dos meus colegas, todas mais desenvolvidas do que a minha, mas aquela exposta na força do seu tesão, tornando-a maior do que qualquer uma que até então vira, me inibia muito mais. Júlio começou então a meter e mal a enfiou na puta arrancou-lhe um gemido de dor, seguido logo de outro e de outro.
- Estás vendo, piça curta, como um homem fode uma mulher? – perguntou-me todo ufano – mas para isso é preciso ter-se uma piça como a minha capaz de arrancar gemidos de dor mesmo de uma puta com a cona bem aberta como esta.
Entretanto o rabo do Júlio ia subindo e descendo com força, dando nela com toda a garra e obrigando-a a continuar gemendo apesar da puta estar-se procurando manter o mais estática possível. E tais gemidos combinados com os movimentos das nádegas subindo e descendo voltavam a deixar meu pauzito no ponto de rebuçado voltando a fazer-me sentir tesão. E então a visão daqueles super colhões reluzentes de suor e batendo na cona da puta estavam-me tirando do sério. Os dois notaram-no e a chacota continuou:
- Olha para a piça do piça mole – comentou o Júlio – o impotente não tem força na verga quando tem uma cona na frente disposta a deixar-se comer por ele, mas fica cheio de tesão só por ver outros fodendo. Afinal tens o tesão nos olhos em vez de o teres na piça.
Júlio fodeu-a durante mais de dez minutos até se vir numa esporradela intensa que as minhas punhetas nunca me tinham proporcionado. A puta disse-me que eu podia mostrar alguma utilidade e já que fizera de velinha bem que podia ir-lhe buscar papel higiénico para se limpar o que eu fiz já com o meu caralho saindo pelas calças. Teria que bater uma punheta pois não poderia aparecer na escola naquela figura debochada. Depois lembrei-me que ainda me sobraram 200 paus e pelo que sabia esse era o preço de uma foda com ela. Mas mais uma vez por tal preço, e apesar de já lhe ter dado duas notas de 500 ela não aceitava foder comigo.
- Não tens nada com o preço que eu levo aos outros – disse-me – faz de conta que eu sou uma benemérita e que as piças dos outros precisam mais de meter do que a tua, o que não deixa de ser verdade. Afinal, como bem viste ó piça pequena e flácida, vir contigo para a cama só não é uma perda de tempo para uma puta como eu porque recebi na mesma o dinheiro, pois se fosse pela trepada estávamos conversados.
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Mas minha piça continuava inflamada e naquela tarde tocar uma punheta quando estava no quarto com uma magrinha loira e deslumbrante que vendia o corpo na rua, parecia-me um desperdício. Disse-lhe por isso que lhe daria os últimos 200 paus se ela aceitasse tirar-me o leitinho dos ovitos de qualquer forma e ela aceitou:
- Tá bem, meu punhetas, que nem para dares numa puta tens pau que preste – condescendeu – por 200 paus aceito que me faças uma espanhola. Mas despacha-te que já perdi muito tempo contigo e tenho de voltar para a vida. Estava fodida se todos os clientes fossem como tu.
- É agora a minha vez de ficar a ver o copinho de leite imitar nas tuas mamas um homem a sério fodendo de verdade –disse o Júlio.
Eu também queria que ele ficasse assistindo embora algo embaraçado por lhe ir mostrar meus penduricalhos. A puta depois de ter recebido o pagamento descobriu seu peito, e que lindas achei suas maminhas pequeninas mas duras e tesas, com a auréola dos biquinhos levemente rosadas e espetadas como convidando a meter-lhes a boca e a sugá-las. Mas eu não teria direito a tanto. Sem me deixar tocar-lhes, a putinha com corpo de Barbie apertou as mamas com as mãos fazendo um reguinho no meio delas como o da entrada da sua cona.
- Anda mete a pilinha no meio delas, de que estás à espera? – perguntou-me, vendo que eu contemplando-lhe as lombas dir-se-ia esquecido de meter na racha delas – já que não tiveste piça para me ires ao pito mostra-nos ao menos que a tens para me comer as mamas.
Sim, para tal coisa meu caralhito estava funcional como ela ia ver. Quando muito desajeitadamente lhe enterrei a farpa naquele reguinho artificial no meio da volumetria do peito, ela riu-se:
- Afinal a piça do pilinhas sempre consegue ter tesão. Cona é que a faz brochar. Anda mexe-te, ó piça curta, senão nunca mais te esporras e nós nunca mais saímos daqui.
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Não me importaria nada mas como não podia ser pus-me a socar-lhe as mamas procurando imitar os movimentos do Júlio momentos antes. Este incentivava-me com palavras, isso mesmo ó piça mole, dá-lhe com força, mostra-lhe que lá por seres mal servido de ferramenta masculino também sabes foder ainda que seja só com um par de mamas, e dá-lhe com força. Com o entusiasmo o Júlio passara para o nosso lado e agora éramos nós que podíamos observar como o caralho dele crescia de novo, ameaçador, com o nosso desempenho. Pelos vistos ele gostava tanto de ver como eu.
- Tens uma piça muito mal feita de facto – reconhecia o Júlio – mas em contrapartida o teu cuzinho é bem redondinho e bonito. Tanto que apesar de ter acabado de comer o grelo a esta puta era capaz de comer o teu agora mesmo.
Minha picinha cresceu mais um pouco tão entesado me senti ouvindo-o expressar tal desejo mas repeli veemente tal proposta pois na época nada me parecia tão feio como ser paneleiro. A puta porém notara meu entusiasmo e expressou-o em voz alta:
- Parece que a ideia não desagrada de todo ao piça curta. E é capaz de ser uma boa ideia. Podia ser que quando sentisse o teu talo entrar-lhe pelo cu apertado acima se viesse todo como os paneleirinhos que ele deve ser sem o saber.
O Júlio espevitado então com os comentários dela ameaçou-me que se não lhe desse o cu ele contaria a nega que minha piça me pregara naquela minha primeira ida a uma puta o que aliado ao meu escasso dote faria de mim, aos olhos da população escolar, um individuo inapto para práticas sexuais tal como os velhos impotentes. Eu voltei a suplicar que não me enrabasse e minha piça perdeu novamente o vigor embora num acto que me surpreendeu a deliciosa putinha de 16 anos tenha apertado ainda mais as mamas para não a deixar fugir. Mas já as mãos do escolar me afastavam as bordas do reguinho para os lados e senti-o cuspir para dentro do olhinho, dizendo que tendo a piça toda ensebada de esporra meu cu não precisaria de mais nenhum lubrificante mesmo tratando-se de cu tão virgem como o pirilau.
- Além disso – acrescentou – passando tu a servires-me de fêmea deves sentir alguma dor ao ser penetrado pois nenhuma fêmea de verdade goza sem sentir dor, nem nenhuma piça de macho autêntico o é se não causar dor na penetração.
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Hoje que já por diversas vezes tomei no cu sei que é assim, que enrabadela sem dor só apanhando de uma pila diminuída como a minha, coisa que felizmente nunca aconteceu pois não me daria nenhum prazer. Júlio não foi meigo, a entrada da sua cabeça pareceu rasgar-me todo e quando o restante bacamarte entrou vieram-me as lágrimas aos olhos e não soltei um gemido como a puta fizera mas antes um berro que deve ter sido ouvido pela vizinhança.
- Não Júlio, por favor tira a piça fora que eu não posso com a dor, aiiii, como me dói a tua piça, NÃO POR FAVOR.
Mas o Júlio todo consolado nem pensava em tirar fora antes de se vir.
- Nem penses piça curta, a menos que queiras que todos no liceu saibam do teu fracasso hoje. A tua piça pode não servir para satisfazer nenhuma mulher, mas o teu cuzinho apertadinho é um regalo para qualquer piça.
E agora era no meu cu que se abatiam seus movimentos pélvicos sempre dando-me com força como se meu cuzinho agora inaugurado fosse a cona de uma puta, e à medida que ele ia metendo e tirando sentia que o buraco do olhinho se alargava cada vez mais e a dor era cada vez muito menos intensa e que levar no cu, podia ser feio e anti natural como me ensinavam mas era bom, muito bom, se calhar muito melhor do que meter em mulher. Quando lhe senti os colhões batendo-me nas bordas fiquei admirado que seu pau tivesse entrado todo e quando me começou a massajar a próstata meu caralho pôs-se de novo em pé o que aproveitei para continuar a simular o coito nas mamas dela.
- Ele gosta de apanhar no cu – disse então a putazinha de pernas finas, musa de minhas anteriores punhetas – quando lhe começaste a dar com mais força no cu foi quando o palito dele ficou com tesão. Sabes filho, com a piça que tens talvez fosse boa ideia aprenderes a foder com o cu. Ao menos com ele não corres o risco de broxar. Essa é uma vantagem que nós fêmeas temos sobre vós, machos.
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De certo modo, pela vida fora segui-lhe o conselho mas naquele momento só me interessava saborear aquela piça monumental que me comia o traseiro enquanto meu penduricalho que se recusara a comer a cona da puta se deliciava em pingar sobre aquele par de maminhas que mesmo pequenina como a minha piça, eram contrariamente a ela, um tesão mandando-me até ás nuvens coisa que nenhuma punheta me conseguira fazer. Fui o primeiro a vir-me pois o tesão era muito mas o Júlio que já despejara ainda me possuiu por muito tempo chamando-me a sua fêmea de piça curta e frouxa dando-me uma esporradela quase tão intensa como o dera pouco antes à menina pública que nos servira, ainda que mais a ele do que a mim. O que não vale ter um bom par de colhões.
- Vamos lá, ó paneleiro sem tesão para comer pito – insultou-me ela – depressa, vai buscar mais papel para me limpares as mamas, ou queres que te faça lamber o teu leite das bolas com a língua!
Não, isso não, na altura nem pensar em engolir minha esporra. Por isso fui a correr buscar mais papel e eu mesmo lhe limpei as mamas antes de limpar meu cu, também ele a pingar da ejaculação recebida. E deixei-o para o fim não por cavalheirismo mas por achar gostosa aquela sensação nova para mim de sentir a esporra quente e viscosa de meu primeiro macho sendo expelida naturalmente pelo canal que tanto prazer acabara de receber dele. Hoje sei que não sou nem quero ser exclusivamente uma coisa ou outra mas naquela tarde eu ainda não sabia se era fêmea ou macho mas sentia-me feliz por ter feito de homem nas maminhas da puta e por meu cu ter servido de vagina, e já nem me lembrava que tal como a puta dissera no inicio continuava tão virgolino da pixota como quando entrara. Mas com aquela torrente leitosa saindo-me do cu, como me poderia importar com isso?
Já na escola o Júlio disse-me:
- A chantagem ainda não acabou. A partir de agora passas a ser o meu paneleiro. Sempre que não tiver dinheiro para ir às putas e estiver com tesão é no teu cu que vou passar a meter. Se não me deixares enrabar-te sempre que me apetecer conto a todos que broxaste e ela própria há-de confirmar a história. Entendeste, ó piça mole?
Entendera e no íntimo estava contente com aquele seu interesse por meu cagueiro. Por uma questão de pudor contudo não lho quis dizer e tal como uma pudica donzela baixei os olhos, dizendo-lhe que é que eu podia fazer se estava nas mãos dele.
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-Pois é – concordou Júlio – não podes fazer nada a não ser dares-me o cu.
Foi isso que passei a fazer com agrado, não só meu mas também dele. Tanto que poucas vezes mais voltou a ir às meninas da vida. E menos de dois meses depois de tal episódio eu já tinha uma tal arrombadela no buraco do fundo das costas que segundo ele estava apto a dá-lo para um batalhão sem pestanejar.