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Relatos eróticos escritos por SADOC

NOVAMENTE PREGADO PELA PELE DOS COLHÕES

Escrito dia 15 de agosto de 2010 na categoria Sado por SADOC

- Já sabes o que te espera hoje, escravo – disse-me minha Senhora, em tom cruel quando nessa noite me apresentei nos seus aposentos. Da última vez que minha terrível Senhora me convocara, pregara-me a pele dos colhões no tampo da mesa e prometera voltar a repetir a sessão, pelo que não tive dúvidas do tratamento que me ia dar. Além disso lá estava o martelo de pena pousado ao lado do chicote e da chibata, a e caixa das garujas prontas para serem cravadas na minha pele a confirmarem minhas suposições. Mas desta vez como já conhecia o castigo, entesei-me prontamente.

- Confesso que me daria muito mais prazer saber que não aprecias tanto os castigos que te faço sofrer, cão masoquista – disse-me Ela dando-me uma violenta palmada na pila para a fazer baixar - Mas tu só demonstras ter tesão quando sabes que te vou dar um castigo bem doloroso. No resto não passas de um frouxo piça mole incapaz de a levantares perante uma mulher. Seja. Vamos é por começar por nos assegurar que o teu ridículo caralho não nos vai estragar a festa.

Minha Senhora apresentava-se com um corpete negro justo ao corpo, o decote dos seios fartos desnudados, saia curta de tafetá aos folhos, da mesma cor, deixando ver uma sumida calcinha vermelha, e botas negras de cano e tacão altos. Eu despira-me integralmente antes de entrar, envergava apenas a coleira de couro ao pescoço com Suas iniciais e a trela peniana envolvendo-me os tomates e a piroca e minha Senhora puxando-me a pila para cima atou-a através de uma guia à coleira.

- Vamos, cão, senta-te em cima da mesa com as pernas abertas e os tomatinhos pousados no tampo, como da última vez – ordenou-me.

Eu já sabia como era pelo que sentei-me sobre o tampo da mesa, pernas abertas e eu próprio comecei a esticar a pele do escroto de maneira a minha Senhora poder pregá-la com os pregos, sem me atingir nenhum colhão. A anterior sessão não fora assim há tanto tempo, pelo que minha pele ainda apresentava as marcas onde tinha sido cravada na madeira, e eu acreditava que desta vez ainda me iria doer menos, como de facto doeu.

- Vejo que não te esqueceste do que tens a fazer – constatou com agrado minha Dona já com o martelo e um comprido ainda que fino prego na mão – É como digo: ficas com tanto tesão em seres torturado por tua Senhora como outro homem ficaria por me montar, que não vês hora que Ela te comece a perfurar a pele das bordas dos teus tomatinhos. Pois vou tratar, com muito agrado, de te fazer a vontade.

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E o primeiro prego foi-me então cravado. Muito certeiramente, com três ou quatro marteladas precisas, minha Senhora tive o cuidado de mo pregar mesmo quase junto à extremidade da minha pele, pelo que parte da cabeça ficou encostada à madeira do tampo, e a outra parte na minha pele.

- Perfeito! – exclamou - Ficou ainda melhor do que da primeira vez que te apliquei tal método de crucificação o que não admira. Estou a ganhar prática com o martelo. Vamos, cão, estica mais um pouco da pele do outro lado para que fiques com as duas extremidades desses teus tão desditosos tomates bem cravadinhas.

Minha Senhora tem razão. Eu só me enteso quando ela se decide a torturar-me e parece que quanto mais duras são suas torturas mais meu caralho miudinho parece crescer, ainda que nem sempre Ela me permita gozar no final, pelo que foi com muito agrado e com o caralho lutando com a trela que o sustinha, que voltei a esticar a pele para que novo prego me fosse desta vez cravado mesmo junto ao testículo esquerdo. Paff, paff, que tesão me provocava o som do martelo, empurrando a cabeça do prego bem para dentro da pele do meu escroto e da madeira fina da mesa. Este segundo prego também me foi colocado na parte mais exterior da pele.

- Volta a esticar a pele, cão de colhões inúteis! – e minhas mãos lá procuravam um espaço por onde pudesse puxar a pele, e lhe oferecer o prazer de me espetar mais um prego. Aquilo durou mais de um quarto de hora pois minha Senhora fazia-o com cuidado e tal como da primeira vez, cerca de duas dezenas de garujas foram-me cravadas em volta da pele exterior do meu saco. Podia mexer-me devagarinho para os lados, mas levantar-me era impossível sem a arrancar.

- Estás preso por onde deveriam estar presos todos os homens incapazes de foderem satisfatoriamente as mulheres: pelos colhões – comentou agarrando-me pelos cabelos e batendo-me na cara. – Mas a homenzinhos como tu não lhes basta apenas estarem presos pelos colhões como bois mansos. A homenzinhos como tu uma Dona como eu reserva-lhes ainda outro castigo.

Da gaveta do seu toucador tirou um enorme vibrador lilás com um enorme par de tomates de borracha, que encaixou numa cintura negra que por sua vez colocou em torno dos seus quadris, por cima da calcinha vermelha. Eu nunca vira minha Senhora armada com um vibrador como se fosse um travesti, mas que a linda a achei então! Ainda bem que Ela prendera minha pila, amarrando-me a glande, de outro modo ter-me-ia esporrado todo.

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- Tenho um caralho bem maior que o teu, não tenho piça curta? E uns colhões bem mais de macho do que os teus, não tenho? – minha Senhora esfregava Suas mãos naquele vibrador e naqueles tomates de borracha, friccionando-os como me via fazer quando me autorizava a punhetear-me perante Ela – CHUPA-MOS, CABRÃO!. Prova-me que me sabes chupar tão bem o caralho e os tomates, como me sabes chupar o grelinho.

O caralho de minha Senhora era grande e duro, mas maleável. Comecei a chupá-lo enquanto Ela se continuava punheteando, cheirando a Sua vagina ali tão próxima da minha boca, e contemplando a calcinha já húmida mesmo por cima da entrada tapada de Sua greta, indício seguro que minha Senhora se achava tão excitada quanto eu.

- Chupa-mo todo, miserável escravo – gritava – quero enterrar-to bem fundo nessa tua boca suja! CHUPA-ME O CARALHO ATÉ OS MEUS COLHÕES TE BATEREM NA BOCA, VERME INÚTIL!

Minha Senhora desnudara por completo Suas mamas e com uma das mãos acariciava-as gostosamente. Não estou autorizado a ver a vagina a mulher alguma e raramente minha Senhora consente que lhe veja os seios, pelo que eu estava tendo um bónus inesperado.

- Inclina agora o teu tronco todo para a frente - ordenou de novo em tom imperioso.

Minha Senhora sempre diz que quando me prega a pele dos colhões no tampo da mesa não precisa de amarrar-me pois não há método mais eficaz para imobilizar um homem, mas desta vez quando eu com muito cuidado me inclinei todo para a frente até pousar a cabeça no tampo, quase em paralelo com os meus pés, Ela passou-me uma corda por detrás do meu pescoço, atando-a às pernas da mesa.

- Agora nem as costas podes erguer! – voltou a comentar, afagando-as ternamente – O teu lombo e o teu cu estão inteiramente á minha disposição.

Minha Senhora ajeitou seu vibrador que com o meu broche se deslocara um pouco, dirigiu-se à mesa onde tinha pousado seus instrumentos de tortura, e voltou empunhando uma chibata, daquelas que me dão tanto tesão quando me deixam as nádegas todas vermelhas.

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- Primeiro o cu – avisou-me Ela – Vou-te rasgar a pele do cu à chibatada, miserável cão que só sabes foder com a boca., antes de dar lhe dar um tratamento que ele já há muito está precisando.

Quando minha Senhora promete cumpre. As chibatadas que com toda a força me aplicou no traseiro não só me arrancaram pele, como me abriram profundas mordidelas nas nádegas. Por mais amarrado que estivesse eu ter-me-ia contorcido todo, mas com aquelas duas dezenas de pregos, mantendo-me os colhões colados no tampo da mesa, eu não me atrevia a fazer mais do que gritar, ainda que sem implorar piedade pois minha Senhora não o admitiria.

- Isso grita como um escravozinho no tronco da sua Senhora, que é isso que tu és, piça fanada! – gritava-me entre cada severa chibatada que me ia aplicando – Grita, cão, que para o que te espera a seguir quero ver-te o cu bem mordido pela minha chibata!

Quase desmaiei com este primeiro espancamento e minha Senhora então parou.

- A chibata deixou-te mesmo o cuzinho no ponto – admitiu acariciando-mo, outra vez terna – Deixaste meu caralho com tanto tesão como quando mo chupaste.

Alargando-me o olho do cu e cuspindo nele, minha Senhora tomou meu cuzinho virgem e apertado. Eu nunca tinha sido enrabado e aquele nem sequer era um caralho a sério, mas soube-me tão bem! Para mais minha cruel Dona insultava-me, chamava-me de paneleiro, sem piça nem colhões para me poder considerar um homem a sério, um reles frouxo cujo caralho e tomates eram bem menores do que aqueles de que Ela se munira para me fazer sentir Sua fêmea, e por aí adiante. E enquanto me cobria com tais insultos deliciosos que tanto gosto de lhe escutar Suas mãos nuas percorriam minha piroca esticada ao alto.

- Gostas de apanhar no cu, meu vadio, não gostas? – perguntava-me socando-me o traseiro - Apesar da minha piça te fazer gemer, tu gostas tanto de apanhar no cu como de teres os colhões pregados com pregos na madeira da mesa, e as nalgas do cu a arder de dor de tantas chibatadas, não é mesmo, meu panasca de merda? Por isso o teu caralho está crescendo.

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E puxando pela guia da trela ia-me esticando a pila e consequentemente os tomates. Aiii! Não, minha Senhora, por favor, cuidado com os meus tomates, apesar de os meus se terem desenvolvido pouco não me nascerão outros, aiii!

- Não gosto que te puxa a trela, vadio? Então vê se manténs a pila calma ou eu vou pensar vendo-a crescendo, que a trela está começando a ficar comprida demais para ela e vou tratar de a fazer diminuir ao comprimento. Os teus colhõezinhos é que me parece irem-se queixar muito com isso.

Isso também sabia eu, pelo que tratei de acalmar meu tesão conforme pude, enquanto Ela acabava de me comer o cu o que ainda durou bastante tempo pois que o caralho de minha Senhora nem se vinha nem nunca ficava murcho. Só por uma vez a Senhora interrompeu minha violação anal para me fazer dar-lhe novo broche. Depois e empunhando um chicote de domador de cavalos deu-me nova enrabadela mas chicoteando-me as costas sem piedade.

- Foi fantástico! – reconheceu quando me retirou o vibrador do cu – Nunca pensei que fosse tão bom ir ao cu a um escravo inútil como tu. Mas só isto não me chega. Vou ainda precisar dos serviços da tua boca, traste, e desta vez no meu órgão de verdade que está completamente ensopado de tesão.

Era verdade. Se de facto eu me enteso tanto em ser maltratado pela minha terrível Proprietária, Ela por sua vez não fica melhor do que eu com as punições que me impõe ainda que nunca me deixe pôr nela. Por isso, sentada sobre as minhas costas despiu Sua calcinha e desamarrando a corda do pescoço vendou-me os olhos com ela. Huuum! Que cheirinho a cona, a cu e a tesão Dela, a Mulher a quem amo e a quem sirvo, mais do que tudo na vida, parecia-me que a calcinha dela cheirava-me igualmente à pixota e ao sémen de todos os homens que a comeram e por mim tê-la-ia lambido com prazer. De pernas abertas, esfregou-me Sua vagina nos cabelos e no nariz impregnando-mos com o seu mel.

- Vês como eu estou, cão? – perguntou-me – Se fosses um homem de colhões saberia o que exigir de ti para me satisfazeres, mas como não passas de um meio fanado cuja maior parte dos colhões deixaste na barriga da tua mãe, trata de me satisfazeres da única forma que consegues, caralhinho mirrado.

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E eu fiz-lhe um minete que é aliás como acabam sempre as nossas sessões. Mas desta vez, e talvez por ser a segunda vez que minha Senhora me crucificava pela pele dos colhões, desamarrou-me o pénis e consentiu que enquanto a lambia tocasse uma punheta. Gozei nessa noite como nunca pois já há muito tempo Ela não me consentia tal satisfação. É certo que no final de os pregos me serem retirados tive de lamber a esporra de cima da mesa mas o que é isso depois de uma sessão memorável como aquela?

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