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Relatos eróticos escritos por magusto

Capataz gostoso

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Escrito dia 08 de fevereiro de 2008 na categoria Gays por magusto

Depois de muitos anos resolvi passar as ferias de fim de ano na fazenda de meus avós. Terminados os exames fui para lá. Meus avós fizeram aquela festa quando cheguei. Meu avô chamou o capataz para me ajudar a conhecer a fazenda. Quando ele chegou vi um homem forte alto bem queimado de sol com olhos verdes e muito simpático. Quando nossas mãos se tocaram, na apresentação, senti um calafrio e um choque. Meu avô pediu, que no dia seguinte ele arranjasse dois cavalos um para mim outro para que ele me mostrasse a fazenda. Ele se retirou e ficamos conversando até altas horas da noite. Na cama não parava de pensar naquele hommem, Isto me confundia, pois eu era homem, tinha namoradas, nunca havia pensado em outro homem. Mas ele não me saia do pensamento, aqueles olhos penetrantes, aquela mão grande e aspera. Pior ainda percebi que estava ficando excitado sem saber bem por que. Dormi e sonhei com ele. Eu estava nu, fugia e ele tentava me pegar. Acordei assustado, mas excitado novamente. No dia seguinte meu primeiro pensamento foi para o Silveira, este é seu nome. Tomei um banho e pensando nele me excitei novamente. Eu não estava entendendo nada. sempre fui etero, mas estava agindo como se não fosse. E aquele homem que não me saia do pensamento. Estava ansioso, nervoso e sentia que o tempo não passava. Tomava café com os avós quando ele entrou e disse que os cavalos estavam prontos. Gelei ao ouvir sua voz. Meu avô pediu para ele se sentar e tomar café conosco. Sentou-se a minha frente e eu fazia de tudo para não encara-lo. Depois do café saimos e quando fui montar ele me ajudou, empurrando minha bunda. Aquilo foi como um choque em meu corpo. Fiquei muito vermelho e ele notou e deu um sorriso. Fomos passear e ele começou a perguntar sobre minha vida, sobre a escola, meus amigos e namoradas. Eu lhe respondia evitando encara-lo pois me sentia incomodado com seu olhar. O pior era que eu sentia que ele notava tudo isto. Voltamos para a sede e meu inferno recomeçou. Eu não queria me afastar dele ao mesmo tempo que estava com medo. Tinha calafrios e extranhava o que acontecia comigo sem entender nada. Só de pensar nele me excitava. No banho a excitação com o sabonete me fez bater uma. A noite sonhei que ele passava a mão em minha bunda. Acordei assustado e gozando. Deitado na cama pensava no que estava acontecendo comigo. Porque eu ficava tão excitado pensando nele. Será que havia virado gay? Voltei a dormir, mas foi um sono revolto, sem tranquilidade. No dia seguinte estava de novo ansioso para ve-lo. Depois do café, saí para dar uma volta, mas o intuito era outro. Quando o vi, dava ordens aos empregado e me vendo veio me cumprimentar. Seu toque foi de novo um choque. Seu olhar era penetrante e me encabulava. Ele disse que gostaria muito que eu fosse à sua casa a tarde depois do trabalho para conversarmos. Com o coração quase saindo pela boca disse que ia. Ah que dia demorado, como os relógios não andavam. Disse aos avós que ia dar uma volta e fui a casa dele. Ele aguardava me fez entrar e sentar no sofa, serviu um refrigerante e vendo que eu estava muito nervoso disse para me acalmar. Sentou se ao meu lado e disse que eu tinha olhos lindos. Eu queria fugir dali, mas estava colado ao sofá. Ele se aproximou e sem dizer nada me pegou pela cintura e me deu um beijo. Eu arriei, o que era aquilo?, eu sendo beijado por um homem? Minha mente trabalhava contra, mas meu corpo pedia mais, mais. Ele alisava minhas costas, beijava minha orelha, meu pescoço dizendo eu te quero, adorei você. Eu estava totalmente excitado. Eu não sabia o que dizer o que fazer, mas me entregava àqueles braços fortes, àqueles beijos deliciosos. Ele se levantou e disse: vem..... Acompanhei-o como um robô, a mente dizendo NÃO NÃO, mas o corpo seguia...... para onde? No quarto ele começou a me despir eu estava com um tesão como nunca havia acontecido. Ele dizia: que corpo lindo, lisinho sem nenhum pelo, que bundinha linda, enquanto tirava suas roupas e me abraçava. Seu pau muito grande teso com a cabeça descuberta roçava em mim parecendo um ferro em brasa. Levou-me para a cama, deitou-me, abraçando e beijando sem parar. Eu ja não estava tão confuso e retribuia apesar de achar tudo muito extranho. Eu já sabia que ia ser comido, mas coisa extranha, eu queria dar. Ficamos de lado, ao contrário um do outro na cama e com seu pau em minha frente disse: chupa amor enquanto abria minhas pernas e chupava meu cu. Nossa, aquilo me deixou louco de tesão e sem mais abocanhei seu pau. Logo acostumei com o gosto e passei a chupa-lo com vontade, gemendo com aquela lingua tentando me invadir. Ficamos assim bastante tempo até que ele se virou me pediu para ficar de bruços. Ai lhe disse que nunca havia feito aquilo. Ele me olhou e disse vou ser muito delicado com você. Quero que você goste de dar para mim pois vou querer muitas vezes. Me virei e ele passou uma poimada em mim. Que dedos deliciosos entrando e saindo. Ai, como é gostosooooooo, eu disse. Ele deu uma risada e falou está gostando amor e meteu os dedos socando. Depois ficou entre minhas pernas e me pediu; põe ele na portinha amor. Obedeci dirigindo aquele mastro e senti a cabeça forçando passagem. Disse que estava doendo. Ele, sem tirar, disse que ia doer um pouco até entrar tudo, depois eu ia gostar. É o seu cabaço que está indo embora amor, aguenta um pouco. A dor era grande, mas a vontade de ser penetrado era muito maior. Senti todo seu peso em minhas costas quando ele falou foi tudo amor, já já a dor vai passar e começou a beijar minha nuca, orelha e ombro. Ele se movia de lado devagar sempre falando coisas no meu ouvido enquanto me beijava. A dor diminuia enquanto eu pensava: puxa que gostoso, por isso tem tanta gente dando o cu. Pensava outras coisas tambem: será que vão perceber que virei gay? Voltei a realidade quando ele perguntou se a dor havia passado. Respondi que sim e ai começou a me estocar e eu. arrebitava a bunda para facilitar o trabalho daquele macho gostoso. Meu corpo quase sumia sob aquele corpo muito maior que o meu. Minha bunda era amassada e sofria as batidas do saco em cada estocada fazendo barulho. Como estava gostoso. tudo era novidade, tudo era muito excitante enfim delicioso. Ele suava e arfava em minhas costas quando acelerou como um louco e gozando, me fez gozar tambem. Eu nunca imaginria que dando o cu a gente poderia gozar. Com foi gostoso. Ele me beijava, me apertava enquanto me socava fundo. Ele caiu ao meu lado e disse, cansado mas não vencido, quero outra vez assim que recobrar o folego e o tesão. Eu me deliciava com tudo aquilo. Eu beijei-o ternamente, agradecido por ter feito a descoberta do que realmente gosto.

Imaginem só o resto das ferias como foram.

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