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Relatos eróticos escritos por ribeiro

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ESPORRADELA NA RACHA DA MINHA IRMÃ

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Escrito dia 04 de julho de 2008 na categoria Incesto por ribeiro

Eu gosto muito de tocar punheta como não me canso de lhes dizer. Ia fazer 20 anos e nunca tinha ido ao pito ainda que estivesse cheio de tocar punheta sozinho, de as tocar nas mamas de minha irmã mais nova, Sara, no seu cu e até de me esporrar na sua boca, mas grelinho é que não só nunca tinha comido como nunca sequer conseguira fazer uma gaiola com a piroca encostada em tal buraquinho tal como já fizera no buraquinho de trás. Sempre que lhe pedira para o fazer Sara recusara-se dizendo que a sua racha de fazer meninos era para ser exclusivamente usada pelo namorado, que tinha medo de engravidar de um de nós e não saber sequer quem era o pai.

- Contenta-te com o que te dou e não digas que vais daqui – dizia-me – Ou então se queres provar grelinho vai às da vida ou arranja uma namorada que ainda é melhor.

A oportunidade surgiu quando minha irmã sem contar ficou grávida do namorado. Ambos eram estudantes, não trabalhavam nem tinham dinheiro, serem pais não fazia parte dos seus planos. O aborto era proibido pelo que qualquer interrupção da gravidez tinha de ser feita em consultório particular por profissionais ou habilidosos dispostos a violarem tal interdito, e por isso pago a bom preço. Como minha irmã sabia que eu tinha algum dinheiro poupado a fazer as vindimas em França no tempo das férias, confessou-me o seu estado e pediu-me a quantia que precisava para fazer o desmancho.

- Minha puta – insultei-a – então não me queres abrir as pernas com medo que eu te engravidasse e apesar das camisinhas que dizias enfiar na pila dele quando ele te comia ficas grávida na mesma?

Minha irmã desculpou-se. O namoro deles já durava há bastante tempo, foder sempre de camisa de Vénus era chato, ela andava com muita vontade de provar o soardo do namorado ao natural, sem nenhuma barreira de látex a interpor-se na relação, que começara a apanhar dele sem nada.

- E depois – acrescentava – tínhamos o cuidado de anotar no calendário os dias em que me vinha o período e quando sabíamos estar num dia perigoso ou não fazíamos ou então ele tirava a pila fora antes de se vir.

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Pois é, mas pelos vistos alguma coisa falhara para ela andar agora de pipo. Bem feita! Não lhe tivesse dado o pito, tivesse-se conservado virgem ou então fizesse como eu e se limitasse a tocar punhetas que nada daquilo lhe teria acontecido. Em todo o caso uma vez que ela me pedira ajuda para resolver seu problema eu como bom namo (rsrsrsrs) que me prezo de ser, ainda para mais com uma irmã tão boazona como a Sara, disse-lhe que lhe arranjaria o dinheiro se ela se dispusesse finalmente a dar-me o que nunca me dera.

- Não tens vergonha tarado? Não te basta o que já te faço? Pois abrir-te as pernas não abro. Fico sempre com a sensação quando te deixo masturbar em mim, ou me fazes uma espanhola, que estou a pôr os cornos ao Carlos mas pôr-lhe os cornos a sério não ponho e muito menos contigo que és meu irmão. Nem pen-sar.

Sosseguei-a. Fiz-lhe ver mais uma vez que eu gosto mesmo muito é de tocar punhetas e que o meu prazer sexual se resume a tocar ao bicho em especial perante um corpo apetitoso como o dela, mas que nunca por nunca pensara em meter meu pau no buraco por onde ela menstruava.

- Eu quero é dar-te uma esporradela na cona com a minha piça tesa tal como já te fiz no cu. E é só enquanto não fizeres o aborto pois assim mesmo que te entre algum leitinho, e vai entrar, dentro dela não corres o risco de te reproduzires comigo.

Sara ainda me tentou dissuadir mas eu estava louco por lhe encostar a piroca na rata e esporrá-la toda mesmo sem meter. Por isso volvi-lhe:

- Já te disse como era, Sara. É pegar ou largar. Se não te agrada vai pedir o dinheiro a quem te encheu os ovários que tem mais obrigação do que eu, ou então vai ganhá-lo para a esquina, que com o corpinho que tens estou certo que o ganharias num instante.

Sara chorou, chamou-me porco e tarado como sempre, que mesmo sendo irmãos eu não pensava senão em abusar dela, mas também como sempre conformou-se com minhas imposições. E igualmente como quase sempre a coisa ficou agendada para a noite no quarto dela quando nossos pais já estivessem deitados.

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- Mas não metes – avisou-me – Só o Carlos é que me mete. Tu vais só encostar a pila e fazer à mão, combinado porco?

- Combinado – concordei - Ainda que com o preço da punheta que vou tocar na tua rata bem podia alugar uma vintena de putas e pô-las a tocar-me pelo menos 20 punhetas.

- Eu no teu lugar era o que faria, incestuoso – volveu-me a Sara – E não te esqueças logo de trazeres o dinheiro quando me apareceres no quarto, doutra maneira vais tocá-la sozinho como fazias dantes.

Nessa noite deixei meus pais adormecerem e dirigi-me ao seu quarto. Depois de uma breve troca de palavras e de lhe ter passado o dinheiro para as mãos como o faria a uma profissional do sexo, o que aproveitei para lhe lembrar dizendo-lhe que ela estava cada vez mais parecida com uma puta e que de barriga cheia ainda arranjaria mais clientes já que muitos homens adoram foder com grávidas mandei que ela se despisse toda.

- Pelo preço da punheta que te vou tocar em cima da rata bem tenho o direito de te ver toda nua, desavergonhada.

Sara lá despiu ainda que a contragosto a sua camisa de dormir, tirou o sutiã e as calcinhas fininhas que apenas lhe tapavam na frente a entrada da pássara e atrás o rego do cu, e abriu-me as pernas. Que lindos pentelhos castanho- claros, farfalhudos, condizendo com a cor dos seus cabelos, minha irmã tinha! E as maninhas pequeninas mas direitas, levemente acastanhadas nos mamilos, e que tal como a sua barriguinha lisa ainda não indiciavam a sua condição de grávida. E a coninha então…! Que linda greta ladeada de dois lábios inchados e que hoje sei ser sinal de tesão nas mulheres, mas tão estreitinha que parecia incrível que um caralho grosso conseguisse entrar dentro dela. Beijei-lhe a coninha e dei-lhe ao de leve uma meia dúzia de lambidelas só para lhe tomar o gosto. Sua humidade era ligeiramente doce, muito mais doce de certeza que o paladar de minha esporra. Meu caralho latejava para baixo e para cima e eu pondo-o para fora das calças do pijama comecei a masturbar-me.

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- Não podes esperar um bocado ?– gozou-me ela – Mal tocas com os lábios numa rata tens logo que começar a tocar ao bicho?

- É só um bocado para me entesar mais – respondi-lhe – Quero já ter a pila bem meladinha quando ta encostar na porcalhota, como imagino deve estar a do teu marmanjo quando ta mete.

Quando senti a cabeça melada como convinha, mandei-a levantar bem as pernas para cima na posição de frango assado com os tornozelos bem juntos. Tinha visto num filme pornográfico uma fulana sendo fodida naquela posição e ficava de pau feito só de imaginar estar assim um dia com uma mulher a tocar punheta.

- Anda lá puta grávida – eu embora gostasse muito dela pois me concedia o que mais nenhuma moça me dava, adorava humilhá-la e ela também gostava – levanta bem as pernas que esta noite quero tocar minha saborosa punheta com a tua cona perfeitamente à vista.

- Tarado doente – atirou-me ela.

- E tu és uma puta querida mana - - respondi-lhe – se o não fosses eu não estaria abusando de ti e consolando meu caralhinho sem te fazer gozar.

E para reforçar ainda mais meu domínio sobre ela levantei-lhe as pernas totalmente para o alto e segurando-a pelos tornozelos, dei-lhe duas palmadas no rabo nu, não com muita força pois nossos pais poderiam ouvir – E se não te calas dou-te mais.

Assim acalmada encostei-lhe as pernas o mais possível ao rosto e mandei-a segurar nelas com as mãos, bem quietinha.

- Puta é quieta que deve estar enquanto o macho goza. Afinal o gozo da puta está no dinheiro que recebe e não na piça não é mesmo?

- Que sabes tu disso, ó punhetazinhas ?– retorquiu-me a Sara – Nunca foste a nenhuma. Nem sequer já comeste alguma mulher apesar da idade que tens. Satisfazes-te só a fazer à mão.

O diálogo tinha chegado aonde eu queria. Minha piça oscilava fortemente para cima e para baixo, e como naquela posição minha irmã tinha a rata bem visível espreitando-lhe por entre as pernas dobradas não perdi mais tempo. Empunhando o piçalho com as mãos esfreguei-lhe a cabeça langonhada ao longo da racha.

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- Prova o leitinho dos meus colhões mana querida e puta na tua cona, prova-o que ele está bem quentinho e salgado e diz-me depois se ele é tão bom como o que sai dos colhões do teu namorado – e esfregava-lhe a cabeça deixando-lhe a rata toda langonhada enquanto ela me dizia que não consentia que a comesse. Quando achei ter-lhe deixado a cona bem brilhante de esporra meti meu caralho na junção das suas pernas, mesmo junto ao baixo – ventre dela e bem por cima da sua greta. Depois apertei-lhe o mais possível as coxas em redor da minha piça, comprimindo-a toda com sua carne como lhe fazia nas mamas quando me apetecia curtir uma espanhola nelas, começando a sanicar como se estivesse a meter de verdade no seu buraquinho íntimo. A cabeça de minha piça enredava-se nos seus pentelhos fartos, meus colhões enrugados e suados batiam-lhe na racha. Minha irmã começava a mover a barriga para melhor sentir meus movimentos.

- Estás gostando puta? Sabes que tens uns pentelhos bem fofinhos que nem me fazem cócegas na piça? - Ela não respondia mas começara a gemer de prazer só de me sentir roçando-lhe as bordas – E a tua cona, maninha puta gosta de sentir a rugosidade dos meus tomates esfregando-lhe os lábios? – Na verdade assim parecia pois a Sara colocara-se numa posição mais vantajosa para a deixar esfregar-se neles e eu aproveitando sua boa disposição ainda sanicava com mais força deixando-me pingar todo sobre ela. Seus pentelhos estavam tal como a racha impregnados do meu leite e quando me apercebi que me ia esporrar puxei a piça um pouco para baixo, a cabeça tocou-lhe novamente na entrada por onde engravidara e cuspiu-lhe abundantemente. Ohh, que maravilha quando o leite se liberta dos colhões de um homem! Se as mulheres tiverem o mesmo prazer quando estão a amamentar então de cada vez que o fazem têm um orgasmo. E tal como eu queria sua racha estava inteiramente coberta de meu leite, algum do qual devia ter entrado mesmo lá dentro com a força das primeiras golfadas.

- Punheteiro – atirou-me ela baixando as pernas – mais um bocado e eu ter-me-ia vindo igualmente.

- Eu não te disse que as putas como tu que deixam usar o pito por dinheiro não têm de gozar? – respondi-lhe rindo-me – O Carlos que te tire o tesão como tanto gostas.

E saí do quarto. Mas não fui longe. Queria ver o que a putazinha ia fazer. Pé ante pé voltei para trás e espreitei pelo buraco da fechadura. Mesmo grávida minha irmã continuava quente. Ainda nua, de pernas abertas em cima da cama rebolava-se toda em dois dedos bem lambuzados de esperma que enfiara na cama, gemendo baixinho de tesão. Não resisti e abri a porta de repente. Ela assustou-se.

- E depois só eu é que sou um punhetas – comentei - Nem o caralho dele te basta. Fizesses sempre assim só com o dedo e não estarias grávida – e rindo-me fugi fechando a porta antes que ela me atirasse com o rádio despertador à testa.

Comentários 1 Comentários

  • Fernanda Fernanda

    Comentário feito por Fernanda 21.07.2008

    Olá amigo,

    Parabéns uma vez mais pelo teu novo conto... deixou-me hiper, super excitada.

    Beijos,

    Nanda

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