Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por manhoso

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
No Escritório Gays manhoso 750 2 Nota 5
VI - Felicidade 1 1 Comentários Traição manhoso 933 1 Nota 5
V Acto - Descoberta 2 2 Comentários Traição manhoso 1812 3 Nota 4.5
IV acto - O Monstro 1 1 Comentários Traição manhoso 1867 4 Nota 4.5
III Acto - Reencontro Traição manhoso 676 1 Nota 1
Segundo Acto – Mordido Traição manhoso 1943 4 Nota 4.5
Primeiro Acto - Homenagem a Sandra Traição manhoso 2151 10 Nota 4.5

No Escritório

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Escrito dia 10 de setembro de 2008 na categoria Gays por manhoso

Sou casado mas desde os meus tempos de adoslescente, quando provei, nunca mais deixei de gostar de uma bela mamada.

Não sou de relações web o que dificulta sempre o primeiro contacto mas hoje em dia as pessoas já vão deixando rastos das suas preferências.O rasto que eu farejei foi o de um colega meu de trabalho, quando, antes da hora de almoço, fomos "mandar a mija". A conversa começou pelos escritos nas portas das casas de banho públicas a oferecer sexo, depois rolou até à incapacidade de muitas vezes se poder ser franco e acabou numa bela frase.

- Eu não era capaz de telefonar para um daqueles números, por mais à rasca que estivesse.-Disse eu.

- Pois, eu também não.

- E depois não saberia qual seria o critério. Todos dizem que chupam bem, todos dizem que são lindos, todos dão erros de português. Eu acho que escolhia um da minha rede. - Ao que ele respondeu

- Eu escolhia um que chupasse bem. É óptimo.

Rimo-nos, mas a troca de olhares foi um convite explicito.Graças a Gates existe o messenger e pela tarde fora a conversa aqueceu na proporção inversa da produtividade. Fomos confessando que fodiamos pouco em casa, ou pelo menos não o suficiente, depois confessámos que ainda nos masturbavamos como crianças, mais tarde para a não negação que ambos já tinhamos batido no escritório, e coincidentemente, já tinhamos batido os dois hoje depois de almoço, e finalmente, que o tinhamos feito a pensar naquela conversa sobre broches.

- Já fizeste?

- Sim.

- Curtiste?

- Sim.e tu?

- Já fiz. Adorei.

- Qd?

- Em puto. e tu?

- :)

- Diz lá.

- Hoje de manhã.

- HOJE?

- Sim, em casa. Não dormi sozinho.

- És gay?

- Não. Sou solteiro e descomprometido.E o teu último?

- Há uns anos valentes. Mas não me perguntes amanhã :)

- Porquê? Tens planos para hoje?

- Se tu quiseres...

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Daí até ao parque de estacionamento foi um ápice. Daquele parque até uma beira da estrada qualquer ainda menos.

Entrei no carro dele, beijámo-nos, afaguei-lhe a pila e senti o tesão daquele homem. Homem.

Felizmente mora perto do escritório e quando entrei em casa dele não passei do hall sem ter um caralho na boca. Chupei, chupei, chupei, lambi, provei, degustei, engoli, cuspi, salivei, mordisquei e ofeguei sobre aquele tremendo bocado de carne cheio de veias e líbido.

Depois ele levantou-me pelos sovacos e levou-me para a cama ainda desfeita. Despiu-me, e começou um belo e longo broche. Os seus cabelos pretos faziam esconder os meus dedos enquanto lhe segurava acabeça que habilmente nunca escondeu o quadro libidinoso daquele belo momento. Eu estava quase a vir-me quando me perguntou se queria foder. Obviamente que não queria meter nãos na conversa para não a esfriar, por isso empurrei-lhe a cabeça até onde pude, fazendo-o engolir o meu pequeno mastro o mais que pude. Depois não consegui evitar que tirasse a boca do meu caralho e passasse a perna por cima do meu corpo. Num ápice montou-se e começou a cavalgar. Nunca tinha fodido um homem, mas a sensação era óptima. Ele estava a bater uma enquanto de cú preenchido enquanto vociferava uns grunhos ordinários a que eu retorquia com foda-se's e mais foda-se's. Num ápice, o orgasmo. Vim-me dentro e sem protecção alguma. Mas vim-me como nunca me tinha vindo. Ele libertou um jacto imenso de esporra que deixou rasto desde o meu umbigo até à base do pescoço.

Já de klenex na mão mas de pila ainda no rabo, foi-me limpando.

"Desculpa"- Disse ele, embaraçado pelo banho de esperma que me tinha dado.

"não faz mal. Foi óptimo."

"Isto não implica que não tenhas de me enviar o relatório que te pedi até amanhã"

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"Não sei. Estou muito ocupado"

"Ocupado estou eu. És óptimo"

"E o de hoje de manhã também?"

"Isso era tanga, para te deixar doido de tesão."

"Resultou!"

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