| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
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| Penetra de Quarto | 1 ![]() |
Gays | marcfauvel | 3319 | 12 | |
Compare Preços de: Geladeira | Microondas | Frigobar | Forno | Fogão
Certa vez, fui convidado pelo Serginho, um amigo, a passar dias na Região dos Lagos, na casa de uns amigos dos pais dele. Assim que chegamos, fiquei sabendo que se eu quisesse dormir numa cama teria que dividir a cama de casal de uma suíte com um sobrinho do dono da casa. Aceitei, mais satisfeito por escapar de dormir quinze dias no chão do que por não ficar sozinho. Isso desencadeou uma experiência inesperada, que eu gostaria de dividir com vocês. Espero que gostem.
Por sorte, o tal Ricardo me pareceu legal de saída. Era um pouco mais alto que eu, magro mas fortinho, usava uns "oclinhos" que o deixavam com cara inteligente e levou numa boa quando o tio ofereceu a um desconhecido a metade da cama que era só dele desde o início das férias. Assim que ficamos sozinhos, ele me ofereceu uma parte do armário, me deu roupa de cama e foi logo perguntando se eu queria ir direto para a praia, explicando que a galera dele já estava toda lá. Aceitei e, quando olhei para o lado, ele já estava tirando a roupa. Eu costumo demorar um pouco a me sentir à vontade, mas ele se despiu com tanta naturalidade que não me chocou; deixou bermuda e cueca caírem até os pés, recolheu as duas com um deles, jogou tudo no armário de qualquer jeito e foi peladão até o banheiro. Vi a bundinha curta e carnuda, moldada por cada passo displicente, e as coxas grossas (talvez ele jogasse vôlei ou futebol, pensei), mais peludas que as minhas coxas de rã. Quando ele saiu do banheiro, já pronto, eu estava ajustando o meu short. Me lembro de ter notado que aquela speedo vermelha ficava bem justa nele - tanto na frente quanto atrás - e lamentado um pouco a minha falta de coragem de usar roupas de banho curtas. Embora tivesse um corpo bem proporcional e - para os meus critérios e interesses - atraente, eu não era nada exibicionista. Ricardo enfiou os pés nas havaianas e foi saindo do quarto, enquanto eu terminava de me calçar para ir atrás dele. O primeiro de 15 dias de férias na praia estava começando.
Chegando à areia, Ricardo se aproximou de um grupo - umas 12 pessoas - e só disse: "Aí, galera, esse é o Marc. Ele tem esse nome mas é carioca mesmo!" Cada um respondeu como quis e eu, ainda meio inibido, retribuí sorrindo e fui para a água. De longe, observando as brincadeiras do grupo, pude ver que eles tinham intimidade e que Ricardo era querido e mulherengo. Não era exatamente a minha tribo, mas não dei maior importância e tratei de me divertir como, no fundo, eu mais gostava: sozinho. Nadei debaixo d'água, olhei para o mar aberto, provei água salgada, dei umas braçadas além da rebentação, corri na areia e catei conchas para a minha amiga Cris que coleciona. Acabei me sentindo tão bem assim, livre e independente, que resolvi não me integrar ao grupo do Ricardo. De vez em quando eu ficava um pouco com a família do Serginho (ele tinha dois irmãos mais novos e pais muito legais), mas só aparecia em casa para as refeições e para dormir. A propriedade ficava a 100m da praia e se compunha basicamente de quatro casas num enorme gramado com árvores esparsas, quadra de esporte, churrasqueira e uma sauna em construção. A maioria das pessoas passava o dia por ali mesmo. Só os jovens saíam à noite para ir encontrar amigos e ver gente nova na cidade.
No meu primeiro dia, devo ter ido dormir por volta das 10h, exausto e, como sempre, queimado demais para um primeiro dia de férias. Ricardo voltou bem mais mais tarde, me acordou sem saber, mas não o deixei perceber. Notei que ele estava todo vestido; estivera no quarto para mudar de roupa e tornado a sair sem me acordar. Ele sentou na beira da cama, tirou os sapatos e a camiseta, depois se levantou, tirou a calça, a cueca e foi nu para o banheiro. Curioso, fiquei esperando e o vi sair segurando o pinto, que me pareceu estar entre mole e duro. Ele foi até o armário, pegou alguma coisa, voltou ao banheiro, apagou a luz e se deitou nu por cima dos lençóis. Eu estava completamente desperto e com o coração aos pulos, de tanta curiosidade. Assim que o silêncio voltou ao quarto, ouvi um ruído muito leve de papel celofane ou algo assim. Ricardo estava abrindo alguma coisa, com todo cuidado para não fazer barulho. Achei que fosse um chiclete ou bala, mas assim que me acostumei ao pouco de luz que entrava pela janela, distingui o que me pareceu ser uma forma arredondada, cor de mel. Subitamente, Ricardo pegou no pau que estava duríssimo e, pondo-o na vertical, encostou o tal objeto nele. Nem bala nem chiclete; era uma camisinha! Ainda me lembro de ter ficado todo excitado, me preparando para o showzinho particular!
Ricardo apertou o biquinho e foi desenrolando a camisinha pau abaixo até a raíz, depois ficou brincando de balançá-lo, espichando o pescoço para ver melhor. Eu estava à direita dele, deitado de costas, me fingindo de morto e olhando através da menor fenda que eu era capaz de fazer com os olhos. A respiração do Ricardo estava forte, ele foi ficando muito excitado e eu vi seu corpo começar a subir e descer à medida que a manipulação ia se tornando masturbação. Ainda me lembro da vontade que eu tive de pedir para "fazer um pouco", mas desisti do projeto quando revi mentalmente as imagens dele com a galera na praia. Era arriscado demais; o melhor era esperar. Resignado a não interferir, vi Ricardo masturbar-se com a mão direita e, com a esquerda, acariciar o peito, a barriga, a virilha. Pude ouvir o roçar dos pentelhinhos. Foi uma punheta tranquïla e silenciosa que não balançava a cama. De vez em quando, ele olhava para se certificar de que eu estava dormindo, mas como fazia isso com toda discrição, eu tinha tempo de fechar os olhos e fingir sono profundo. Ele ficou bons dez minutos brincando assim, até começar a acelerar um pouco e massagear o saco com força. Depois, imobilizou a mão e foi arqueando o corpo lenta mas repetidamente que ele chegou ao orgasmo, como se a mão fosse os lábios, a buceta ou, quem sabe, o cu da menina com quem ele devia estar fantasiando. Quando ele gozou, não pôde evitar um ruído gutural retido na garganta, que me fez imaginar a intensidade do prazer e desejar ser o receptáculo do leite espesso que devia estar saindo aos borbotões do orifício daquele pau tão duro e excitado. Discretamente, eu acariciei meu próprio pau e torci para que alguma coisa acontecesse entre a gente. Ricardo saiu da cama para ir ao banheiro e, quando voltou, deitou de bruços e dormiu em segundos. Adormeci olhando suas costas largas e a bundinha branca iluminadas pela luz diáfana que entrava pelos quatro vidrilhos da veneziana.
De manhã, fui o primeiro a acordar e, como Ricardo estava novamente de bruços, pude ver bem o rego sombrio e profundo dividindo os dois gomos perfeitos da sua bunda e, entre as coxas, o saco volumoso e rosado. Não consegui ver o pau. Olhei o quanto pude, sentindo o desejo no meu corpo, mas tive medo de que ele acordasse e fui logo para o banheiro. No lixo só havia a camisinha, mal embrulhada numa folha de papel higiênico. Sentei no vaso, peguei-a e comprovei que Ricardo também estava cheio de tesão. Isso me fez rever a cena da masturbação e desejar vê-lo esguichando várias vezes no meu rosto ou dentro de mim. Não resistindo, enfiei dois dedos na camisinha e, por entre as pernas, espalhei um pouco do líquido no meu cu, introduzindo nele a ponta do dedo molhado. Meu pau respondeu na hora, começando a pular todo duro. Com alguma dificuldade coloquei a camisinha nele e me entreguei a uma gostosa punheta, pensando em misturar o meu esperma ao do Ricardo, como num ritual. Eu estava com tanto tesão que poderia fazer uma loucura se não tivesse me aliviado ali mesmo, naquele momento! Reembrulhei a camisinha cheia e joguei na lata de lixo, tomei banho e saí sem acordar o Ricardo. As sensações da véspera e da manhã estavam mais que vívidas na minha cabeça e à flor da minha pele sensível.
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A segunda noite Ricardo não dormiu em casa. Senti uma ponta de inveja por não ser sociável como ele. Mas o vi durante o dia, num churrasco que os donos da casa ofereceram aos convidados e vizinhos. Ele estava com uma menina loura que me pareceu um pouco vulgar por causa da calcinha do biquini toda enfiada na bunda redonda e provocante. Só um cego não veria que eles estavam excitados; a sunga do Ricardo não poderia estar mais cheia e o desconforto dele por isso era flagrante. Os bicos dos peitos da menina quase furavam o sutiã do biquini. Logo notei que eles estavam procurando algum lugar para ir. Não deu outra: minutos depois, eles disfarçaram, deram a volta à churrasqueira e entraram furtivamente na construção que hoje em dia é uma sauna. Com todo o cuidado para não ser notado, dei uma volta grande pelo jardim, procurando um ângulo que me permitisse ver entrada da obra, que ainda se resumia a um corredor sombrio e cheio de entulho. Assim que consegui um lugar discreto, avistei o Ricardo encostado na parede de tijolos e a menina se esfregando nele enquanto ele a acariciava por dentro da calcinha e amassava-lhe os peitos. Ela parecia delirar de prazer, jogando a cabeça para trás para procurar a boca do Ricardo com a língua. Eles ficaram se excitando assim durante alguns minutos, até que ela se virou de frente para ele e, lançando-lhe um olhar malicioso, foi abaixando até ficar completamente de cócoras com as pernas arreganhadas. Então ela puxou a sunga pelo elástico e, quando o pau pulou para fora, ela começou a persegui-lo para lambê-lo e chupá-lo lascivamente. Me lembro de ter salivado de desejo de encher a boca com aquele pau, que toda noite estava ao alcance da minha mão. Tive vontade de me masturbar, mas eu não podia ficar muito tempo ali. Alguém poderia acabar percebendo que eu "descobrira" alguma coisa na construção e vindo ver o que era. Voltei para o outro lado, me servi de churrasco e, algum tempo depois, os dois estavam de volta, bem mais tranqüilos mas bastante sérios em contraste ao que víramos minutos antes.
Permitam-me uma pequena digressão reflexiva. O que eu sentia naquela época e em ocasiões similares não era propriamente inveja, como eu escrevi pouco acima. Era algo mais sutil, sem a componente - tão sórdida na inveja - do desejo que o outro fracasse. No fundo, era mais como o cíume, um desejo puro e simples de estar no lugar do outro em certas circunstâncias. Eles formavam um casal bonito, desejável e o que fizeram com tanta liberdade foi algo que me excitou muito e, de certa forma, me ultrapassou pelo caráter aventureiro. Mas isso não me fez desejar que o Ricardo não fosse o que era ou não vivesse esse tipo de aventura. Eu só queria ser incluído na sua aventura, tornar-me um personagem dela e, de preferência, contracenar com o protagonista!
Para decepção minha, Ricardo ficou entretido com a amiguinha por vários dias, aparecendo para dormir às 4h da manhã e acordando à 1h da tarde. Eu tinha outro regime de sono e outro ritmo de vida; sempre tive hábitos diurnos. Excepcionalmente, na véspera da minha volta para o Rio, quando fui para o quarto, o Ricardo estava lá. Ainda não eram 11h da noite. Ele estava deitado e olhando para o teto. Ainda me lembro de ter soltado uma piadinha, mas não lembro se houve resposta. Ele estava sereno, gentil como de costume, mas sério e calado. Tomei banho, escovei os dentes e ele continuou lá, em silêncio. Quando voltei ao quarto, me sentei na beira da cama e perguntei o se alguma coisa estava "pegando". Ele disse que sim e, pela entonação, logo entendi que tinha a ver com a menina do dia do churrasco. Ele contou tudo que eles estavam vivendo, disse que rolava uma atração tão forte entre os dois que eles paravam a cada dez metros para ficarem se agarrando pelos cantos, árvores, dentro d'água, rolando na areia... Chegou até a mencionar a cena que eu vira parcialmente na obra da sauna. Mas tinha um porém e ele foi direto: ela não queria transar. Ele não entendia por que e estava enlouquecendo de vontade, daí aquele final de dia com direito a "vista para o teto". Ele até me mostrou o estado em que ele ficava só de tocar no assunto, apontando com o nariz para a própria sunga. Meio sem jeito, dei uma rápida olhada e voltei a olhá-lo no rosto, perguntando se a menina tinha explicado por que não queria transar. Ele me disse que ela tinha dado uma desculpa esfarrapada, recorrendo à menstruação e ao medo de estar no período fértil. Por mais que ele mostrasse camisinhas, não adiantava; o máximo que ela permitia era que eles baixassem as roupas de banho e ele passasse o pau pelo seu rego do bumbum ou a encoxasse e esfregasse na xaninha. Ele podia gozar no corpo dela, até no rosto depois de um boquete, mas nada de penetração. Ele me contou que quase brigou feio quando ele tentou forçar o pau no seu cuzinho num momento de descontrole. Enquanto ele ia contando, eu o via de vez em quando passar a mão por fora da sunga vermelha e ajeitar o pau para evitar que escapasse pelo elástico. Aquela excitação tão persistente era a marca da desorientação, do desânimo em que ele estava mergulhado. E, como se não bastasse, a menina iria embora no dia seguinte, o mesmo dia que eu. Nós ainda conversamos um pouco, mas ele logo voltou a ficar em silêncio.
Foi então que resolvi tentar uma "estratégia", que eu ponho entre aspas porque não era um plano consciente mas apenas a busca semi-intuitiva de uma solução paliativa para a situação que o Ricardo estava vivendo. Apaguei a luz do teto, acendi o abajur da mesinha e anunciei que em vez de ir para a cama iria arrumar minhas coisas para ter menos trabalho no dia seguinte. Não me lembro ao certo quanto tempo, mas o Ricardo ficou lá, deitado, murmurando, até que, a certa altura, veio sentar-se na beira da cama, de frente para mim, que estava para lá e para cá pegando coisas e enchendo a mochila numa mesinha a meio caminho entre o armário e o banheiro. Essa proximidade começou a me deixar ansioso, com a sensação de ser obrigado a dizer alguma coisa. Até então, o Ricardo estivera falando para o teto, mas senti que ele estava procurando conversa. Minha "estratégia" estava surtindo efeito, mas como era mal dominada, não me deixava seguro e abria espaço à intuição e ao improviso. A única coisa que me veio à cabeça foi a cena que eu vira no dia do churrasco. Uma necessidade imponderável de falar nisso me assaltou e acabei dizendo, de chôfre, o que eu tinha visto. Ricardo ficou surpreso, mas aproveitou para contar a cena toda e completar a descrição do que eu vira incompletamente: eles se agarraram muito, se beijaram, ela se agachara para chupá-lo, depois baixara o biquini para deixá-lo encoxá-la por trás e esfregar-lhe a xaninha enquanto seus dedos masturbavam-lhe o clitóris até que ela gozasse. Foi naquele episódio e depois de fazê-la gozar muito com seus dedos que o Ricardo tentara forçar uma penetração anal. Ele estava tão molhado do seu próprio líquido e da excitação dela que, na primeira oportunidade em que ele sentiu sua glande encaixada na entradinha, puxou a menina pelas ancas e tentou invadir o esfíncter elástico. Mas assim que a menina sentiu o início da dilatação, deteve-o e afastou-se, furiosa. Tudo mudou depois daquele dia e era isso que explicava o estado do Ricardo, que estava experimentando uma mistura de culpa e de extrema excitação. Seu rosto bonito e fino me inspirava carinho e intimidade.
- É estranho ela não querer transar, mas foi vacilo tentar meter nela.
- Eu não agüentei, cara! Meu pau estava na portinha, era só empurrar. Chegou a começar a entrar.
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- Aposto que na frente teria entrado mole e ela só teria percebido quando estivesse lá dentro.
- Sei lá...
- Confessa que você quis tentar no cuzinho...!
- Não vou dizer que não, mas...
Nosso curto diálogo sobre sua ação temerária retirou Ricardo da meditação sombria e o trouxe de volta. Ele entrou em detalhes sobre seus corpos e sobre o grau de excitação de ambos naquele corredor em construção. Notei que de vez em quando ele ainda ajeitava o pau duro na sunga vermelha. Continuei explorando o caminho.
- Você já fez anal, Ricardo?, soltei, fingindo quase indiferença, de costas, colocando as últimas coisas na mochila.
- Só com uma menina, a Fernanda. Nenhuma outra deixou, mas ela pedia para eu meter nela no banho até depois de transar muito. A gente chegou a gravar um videozinho só de anal para botar na Internet.
- Delícia, né?, comentei sabendo que ele não perceberia de que ponto de vista eu estava falando.
- Demais, cara! Eu amo meter atrás. Aquela pressão na cabeça do pau, hummm! Não tem xaninha apertada que consiga fazer igual.
- E na hora de gozar, então!
- Nem fala!
De costas, olhei para ele por cima do ombro, sorrindo, e o surpreendi com o elástico da sunga baixado, olhando contemplativamente para aquela ereção sem fim. Ele parecia querer me convencer da gravidade do seu estado e, sem mover a cabeça, olhava alternadamente para mim e para o membro duro e grosso que eu via repousando obliquamente em sua barriga, molhando-a. Intimamente, eu estava pronto para cair de joelhos entre as coxas dele e começar a lamber, chupar e fazê-lo gozar todo o gozo que ele não havia podido liberar com a menina do churrasco, mas nada me parecia menos realístico. O que eu fiz foi me virar com a maior tranqüilidade possível e olhar sem medo para aquilo que ele estava me mostrando com a naturalidade dos cúmplices.
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- Estou assim direto, cara! É só pensar nela. Isso nunca me aconteceu.
- Anda até tocando punheta na cama, não é?, lancei corajosamente para ver no que dava.
- Você viu?
- Hãhã.
- Ficou puto?
- Não! Por que eu iria ficar puto?
- Sei lá... Um cara tocando punheta do teu lado...
Nunca vou me esquecer de que foi essa resposta que me fez decidir encarar o risco. Nós estávamos conversando numa atmosfera de perfeita intimidade e entendimento. Ricardo estava precisando de alívio. Eu estava ávido dele e podia aliviá-lo, ao menos em parte. Hoje em dia, em termos analíticos que eu não dominava na época, vejo que tudo parecia propício e que tive a consciência disso da maneira puramente intuitiva que é própria do adolescente. Sai do meu lugar, me sentei na beira da cama, ao lado do Ricardo, que continuava sentado com os braços para trás, exibindo uma ereção que teimava em não desfazer-se. Sério, mas com toda a amabilidade do mundo, olhei para ele nos olhos, depois para baixo e, num movimento calmo mas decidido, peguei o pau dele.
- Cara, o que v...?, ele ia começando.
- Não diz nada, interrompi, olhando-o de relance e voltando ao que eu estava fazendo.
Foi na hora certa. Ricardo não ofereceu resistência e se deixou guiar por mim. Assim que eu fechei a mão em torno do seu pau, senti que ele se acalmou e isso me deu o mais profundo alívio. Ele repousou sobre os cotovelos, depois se deitou completamente na cama, deixando só as pernas de fora. Eu me debrucei um pouco e massageei seu saco, o interior das coxas, voltei ao pau e comecei uma punheta lenta, enquanto via a glande inchar e sentia o tronco cada vez mais duro na minha mão. Ricardo começou a respirar mais fortemente, depois olhou para mim, intrigado, mas cheio de consentimento. Imaginei uma possível pergunta íntima dele: "o que é você, cara?", mas procurei não pensar no assunto.
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O pau do Ricardo tinha uns 16,5cm, uns três dedos meus de diâmetro e uma cabeça rosada, desenvolvida, que formava uma aba bem delimitada. O tronco era um pouco mais grosso no meio. O saco era grande, redondo e macio sem ser mole. Os pelos, bem aparados, se concentravam no alto da raíz do pau. Um fio de pelinhos mais claros subia até o umbigo. Deitado assim, as coxas do Ricardo ficavam mais grossas, com seus pelos castanhos e curtos. Sua barriga e peito revelavam que ele praticava esporte regularmente, mas sem disciplina. Eu me lembro bem de que nesse primeiro momento de avaliação, eu estava encantado com o corpo dele e minha excitação era grande.
Quando se escreve, tem-se a impressão de ampliar a duração dos eventos. A fase de descoberta não durou mais do que alguns minutos, talvez 2 ou 3. Assim que eu senti Ricardo relaxado, me aproximei mais e abocanhei sua glande. Senti o pau pulsar e um fio líquido de sabor suave entrar em contato com a minha língua. Olhei para o Ricardo com ar interrogativo, ele respondeu afirmativamente e engoli confiante. Ele sorriu, senti seu pau pulsar na minha mão e voltei a chupá-lo. Me lembro de ter acariciado suas coxas e de não ter sido censurado, embora ele não retribuísse minhas carícias com carícias. Quando ele se sentiu no auge da excitação, levantou-se e disse que queria me ver de quatro na cama. Mas eu ainda não estava pronto e preferi me sentar na beira da cama, bem de frente para ele. Assim que ele concordou, eu o puxei pela cintura, abrindo a boca, procurando seu pau e deixando-o deslizar entre meus lábios. Ricardo quase desequilibrou de prazer enquando seu membro grosso e quente me fazia salivar espessa e abundantemente. Sem pedir licença, empunhei os dois gomos da bundinha pequena e firme e comecei a massageá-los e puxar Ricardo para que o seu pau penetrasse fundo na minha garganta. Ficamos assim por alguns instantes e quando senti que isso poderia levá-lo ao gozo deixei-o entrar e sair livremente escorregando em minha língua. Ele ia tão fundo que eu tocava o seu saco com a língua. Eu lambia o pau do saco à cabeça, sugava o saco, lambia entre ele e as coxas, pedia tapinhas com o pau dele no rosto... Mas o que mais me vem à cabeça é a lembrança da glande volumosa e lisa invadindo minha boca e forçando minha língua para baixo, enquanto minha mão massageava vigorosamente o saco, apertando as bolas. Ricardo se contorcia, me pedindo para parar porque não queria gozar logo e, nesses momentos, "descuidava-se" pondo a mão em minha cabeça e afagando-me o cabelo.
Me lembro que, depois de uns quinze minutos dessa felação na vertical, o Ricardo teve vontade de ir ao banheiro e eu fiquei deitado na cama, de costas, brincando de pernas pra cima, tocando de vez em quando o cuzinho com um dedo úmido, sentindo-me pronto para ser penetrado. Ricardo voltou e me mandou novamente ficar de quatro na cama. Dessa vez, obedeci. Diante dele, me posicionei de joelhos na beira da cama, com as pernas bem afastadas e esperei. Me lembro de ouvi-lo elogiar minha bunda, que ele achou não só bonita, mas tesuda por ser lisa e morena. De fato, eu tinha cabelo castanho e denso, mas nenhum pelo no corpo. Minha bunda despontava logo depois de duas covinhas no baixo das costas, em dois gomos carnudos e empinados, cujo peso formava dobrinhas pronunciadas com as coxas igualmente lisas. Desde a infância eu escutara comentários sobre o meu traseiro, que era considerado redondo e - principalmente - empinado demais para um menino. No início, era engraçadinho, minha mãe, tias e primas beliscavam com carinho o meu bumbum, minhas bochechas e me beijavam. Mas depois que ficou claro que eu não teria pelos no corpo, isso se tornou um tormento e eu fugia dos vestiários para não virar alvo de zombarias de mau gosto e assédios. Na época do encontro com o Ricardo, eu estava aprendendo a conviver com a idéia de que o meu corpo excitava certos tipos de homens de não importa que idade.
Ricardo pegou na minha bunda com as duas mãos, acariciou, apertou, separou os gomos, se esfregou no meu rego, me agarrou pela cintura e me encoxou, cheio de tesão. Eu estava à sua disposição. Ele podia fazer o que quisesse. De repente, ele me soltou, foi até o armário e voltou com uma camisinha. Colocou-a e recomeçou a se esfregar na minha bunda, acariciando-a e me dizendo o quanto ele a achava bem feita e gostosa. Senti que ele estava excitado demais. Ele suspirou e se apertou contra mim. Senti o seu pau contra o meu rego. Em seguida, me pediu para eu mesmo encostar sua glande no meu cu e, puxando-me para si pela cintura com as duas mãos, começou a empurrar bem devagar. Senti várias vezes a cabeça do pau dele me alargando e recuando, até que, numa delas, ela passou completamente e minha própria resistência fez o pau do Ricardo deslizar todinho para dentro. Senti os pentelhinhos contra a minha bunda e os pelos das coxas do Ricardo contra as minhas. Cada vez que ele entrava e saía, eu sentia a parte mais grossa do meio do tronco alargar ainda mais meu anelzinho e isso nos levava ao delírio. Eu fiquei todo arrepiado, mas me controlava para não gemer alto. Ricardo tentava coordenar bem seus movimentos para não fazer barulho com a cama.
- Está gostando?, ele perguntou, gentilmente, socando ritmadamente.
- Se eu soubesse que você era assim desde o início, teria provocado você antes, respondi com a fala entrecortada.
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- O teu cuzinho é demais! Apertadinho, quente e me agüenta todinho até o saco. Ah, se eu pudesse encher o teu cuzinho com o meu leite quente...
- Você é que sabe se pode ou não, respondi confiante.
- Está limpo, cara. Só transei com menina de família.
- Então tira...
Ricardo saiu de mim, já expulsando a camisinha, foi jogá-la no banheiro. Quando voltou, me surpreendeu deitado de costas com as pernas para cima.
- Aposto que você nunca fez "franguinho assado".
- Isso é posição de viado, pô!, brincou ele, com simpatia.
- Já que você não quer..., respondi, ameçando levantar.
- Não, não! Eu não disse nada!
Deitado de costas, abri bem as pernas, puxei-as quase até o peito com as mãos e deixei Ricardo adivinhar o resto. Com certa dificuldade, ele se ajoelhou na cama, procurou meu buraquinho com a cabeça do pau e me penetrou. Sem a camisinha, cada detalhe do relevo do seu pau, principalmente a aba da glande a cada passagem para dentro ou para fora, me enlouquecia de tesão. Tive a impressão de ser capaz de ter um orgasmo anal, tamanho era o prazer causado pela fricção. Quase de rostos colados, nós gemíamos de prazer. Eu sentia que Ricardo não queria troca de carícias com um cara, mas senti-lo me comendo assim, frente a frente, às vezes olhos nos olhos, foi para mim um prazer inesquecível.
Quando ele se acostumou mais, segurou minhas pernas pelas panturrilhas e socou tão forte que senti meu pau liberar um líquido quente que me fez gemer mais forte.
- Ahn...!
- Gozou, cara?, ele perguntou.
- Sei lá, acho que sim. Deve ser porque o teu pau é grosso no meio. Não pára, vai...
Sem tirar o pau de mim, ele olhou para a minha barriga e viu a poça leitosa se formando logo abaixo da minha glande. Meu pau estava mesmo liberando um longo fio de esperma. Eu ejaculei num gozo longo e sem espasmos, como se o prazer proporcionado pelo pau do Ricardo me fizesse ter um orgasmo sereno. Hoje sei que o pau dele estimulou minha próstata.
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O líquido encheu meu umbigo e ia descendo por um lado quando Ricardo o impediu.
- Ahá! Teve coragem de tocar!, brinquei.
- Pra não sujar a colcha, pô!, ele respondeu, sorrindo.
- Chegou pertinho..., continuei, em tom provocante.
- É, mas não toquei "nele", ele respondeu, resistente.
- Não vejo nada de mais, propus com cara de anjo.
Parando um pouco de socar e ficando ajoelhado na cama, Ricardo olhou durante alguns segundos para o meu pau e, tomando coragem, pegou nele e começou a me masturbar. Descansei minhas coxas nas dele, pus os braços atrás da cabeça e fiquei assistindo-o fazer. Fiquei tão excitado que tive um orgasmo tradicional, disparando ainda 3 ou 4 jatos que Ricardo direcionou para o meu rosto, barriga e peito.
- Caraca! Você goza pra cacete!
- Com você foi diferente, respondi olhando-o nos olhos.
Excitado pelos meus orgasmos, Ricardo me virou de bruços, ficou de joelhos com minhas coxas entre as dele, se esfregou em mim, depois me penetrou novamente e começou a socar sem parar. Eu estava achatado na cama, sentindo o peso dele no meu corpo e o pau entrando e saindo rápido do meu cu. Subitamente, ele começou socar com mais força e mais rápido, o pau começou a pulsar mais e a ficar cada vez mais duro, a glande chegou ao volume máximo e Ricardo começou a gozar. Senti os jatos quentes dispararem dentro de mim e me lubrificarem tanto que o pau parecia entrar e sair quase sem nenhum atrito. O prazer que eu senti - e que prazer! - provinha unicamente da variação rápida do diâmetro do meu cu causada pela conformação em zepelin daquele pau delicioso.
- Não pá-á-ra! Soca com força!, eu implorava, baixinho.
- Tomo meu leite nesse cu gostoso! Ele vai ficar dentro de você. Se desse pra fazer filho, você já estaria grávido!, ele brincou, socando o máximo possível.
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Eu estava quase deitado, mas apoiado nos joelhos, empinando bem a bunda e tentando não desabar na cama com as pancadas de aríete do Ricardo. Meu cu, abrindo e fechando ultra rápido, estava fervendo e provocando em mim uma onda de prazer que se expandia a partir dele e me causava um tipo de formigamento na cabeça. Fui ficando mole, mole, deixei meu corpo se soltar na cama e a última coisa de que me lembro foi ter sentido o Ricardo passar um braço pela minha cintura e me puxar para junto de si, sem tirar seu pau de mim. Depois disso, acordei com a luz do dia.
No dia seguinte, acordei cedo e pouco depois estavam me chamando para ir embora. Ricardo acordou e ficou sentado na cama.
- E aí, cara, perguntei, vai ficar até o fim das férias?
- De repente. Agora que eu estou sozinho de novo, vai dar pra fazer outras coisas, tipo pescar, mergulhar, surfar... Sei lá.
- Isso. Esquece essa menina. Ela devia ter motivos pra fazer o que ela fez, mesmo que você não entenda porque. Nem sempre dá para entender tudo.
- Pois é... Mas é foda. Vai levar uns dias até eu processar isso tudo.
- Bom, eu estou indo, mas queria te dizer que gostei de te conhecer e espero que você goste de se lembrar de mim.
- Claro que vou gostar, cara. E se você vier para cá de novo, pode vir direto para o meu quarto!
- Beleza! Não precisa convidar duas vezes. Agora vou nessa.
- Valeu, cara. Boa viagem!
Nós nos despedimos com um abraço de amigos e, quando me virei para sair do quarto, Ricardo me deu um tapinha na bunda. Quando olhei para trás, rindo, ele tinha puxado a cueca e estava me mostrando o pau.
- Alguém aqui vai ter saudade!, soltou ele, com falsa expressão de choro.
- Espero!, respondi piscando o olho e desaparecendo pela porta.
Nunca mais vi Ricardo, mas quando eu transo com alguém com quem simpatizo, sempre me sinto pertencer um pouco a essa pessoa. Se algum dia o Ricardo e eu nos encontrarmos, sei que vamos dar um jeito de relembrar aqueles dias de férias em que eu fiquei de "penetra" no quarto dele.