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A Praia do Desvio 1 1 Comentários Teens marcfauvel 1749 2 Nota 4.5

A Praia do Desvio

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Escrito dia 20 de dezembro de 2008 na categoria Teens por marcfauvel

Meu nome é Kleber. Há uns anos, vivi uma experiência estranha e agora senti a necessidade de escrever sobre ela, para que outras pessoas possam dar suas opiniões. Como o meu primo Marc publica contos aqui, pedi a ele para publicar o meu relato.

Todo mês de janeiro, minha família vai para Cabo Frio e só volta no início das aulas. Numa dessas vezes, eu estava na praia com a minha mãe e minhas duas irmãs menores, já meio impaciente (não tem nada para fazer e, como a gente fica mudando de praia todo dia, eu acabo não conhecendo ninguém) quando avistei uma outra família com um menino mais ou menos da minha idade. Ele estava mexendo na areia e olhando para o nada, parecendo tão entediado quanto eu. Fiquei olhando um tempinho e, de repente, ele também olhou. Fiz um sinal com cabeça, ele respondeu fazendo cara de tédio e continuou remexendo a areia. Como eu estava a fim de conversar um pouco, resolvi me levantar e ir até lá. Chegando bem perto, parei e perguntei o que ele estava fazendo. Ele disse que nada, perguntei se ele não queria andar, ele se levantou e fomos até a beira para caminhar pela areia molhada. Ele se chamava Felipe, tinha quase a mesma altura que eu, mas era moreno de olho castanho enquanto eu sou louro de olho claro.

Naquelas férias, eu ainda não tinha conhecido nenhuma menina, estava grudado com a família, impaciente para conversar com alguém da minha idade e do meu sexo. A praia estava cheia de meninas, a gente via biquini por todo lado. Comecei a comentar com o Felipe sobre a bundinhas, as coxas, os peitinhos e a beleza de algumas meninas. Ele foi ficando todo “animado”, a ponto de me pedir para parar senão teria que se jogar na água. De vez em quando, percebíamos que alguma menina olhava para um de nós e brincávamos de encarar para ver no que dava. Felipe disse que elas olhavam mais para mim porque eu sou louro, mas acho que olhavam menos para ele porque ele parecia mais novo e as meninas preferem caras mais velhos. Por falar nisso, nós vimos uns casaisinhos em altos amassos na areia e dentro d’água. Chegamos a comentar sobre a coragem que os caras têm de ficar de pau duro daquele jeito na praia, abraçando e beijando as meninas na frente de todo mundo. Deitado ainda dá para disfarçar, mas em pé todo mundo vê a sunga cheia! Quando passavam coroas, a gente notava que não tiravam os olhos do casalzinho e saíam chamando aquilo de “pouca vergonha”! Nós chegamos a ver uma menina gostosa, de bunda toda de fora numa tanguinha incrível, coma mão por fora da sunga de um cara. Quando ela tirou a mão, o cara nem tentou esconder a vara dura na sunga. O Felipe e eu fomos ficando cada vez mais excitados durante o passeio.

Não me lembro do nome daquela praia, mas, quase uns 2km depois da parte mais cheia de gente, ela faz uma curva fechada e depois vai ficando quase vazia. Nós continuamos andando, sem pensar no tempo e conversando sobre as pessoas que tínhamos conhecido nessas férias e nas passadas, se tínhamos ficado com alguma menina, etc. Notei que o Felipe não tinha muita coisa para contar. Mesmo assim, ele contou dos namoros dele e falou de umas meninas com quem ele ficava no Rio, uma da escola e outra da natação, no Fluminense. Quando eu perguntei se ele já tinha transado, ele ficou meio sem jeito e eu vi que não. Ele quis saber das minhas experiências e eu contei algumas. Eu também não tinha feito grande coisa, mas já tinha transado com três meninas, sendo que várias vezes com uma delas, que estudava na minha sala e era obcecada por mim ao ponto de me torrar a paciência. Contei algumas coisas sobre transas para o Felipe e percebi que ele ficou muito curioso e com muita vontade. Ele me contou que uma menina foi estudar na casa dele e fez uma chupetinha nele, mas que fora isso ele só tinha beijado meninas com quem ele ficou em festas e que algumas delas tinham tocado no pau dele por fora da calça, mais por curiosidade. Eu falei com ele que as coisas iam começar a acontecer para ele, que bastava esperar, coisa e tal. Notei que ele estava bastante excitado, cobrindo a sunga com as duas mãos.

Diante de nós, o trecho de praia que faltava percorrer, antes de chegar a um dique e uma propriedade privada, estava praticamenta vazio. Eu me joguei na areia e fiquei olhando o céu; o Felipe foi cair n’água. Enquanto ele estava longe, baixei a sunga para olhar meu pau que tinha ficado duro com a nossa conversa sobre sexo. Puxei a pele para trás e fiquei olhando para ele, distraído, comparando a grossura dele com a do meu polegar, tentando lembrar se ele tinha engrossado. Nisso, senti vontade de mijar. Virei de lado, fiz um buraco na areia e comecei a encher. Enquanto eu estava olhando o buraco encher, o Felipe chegou, já zoando, dizendo : “Olha o mijão!” Eu ri, mas como nunca tive vergonha da minha nudez, não parei. Ele se ajoelhou na minha frente e ficou me vendo encher o buraco de mijo espumante. Eu tinha passado o elástico da sunga para trás do saco e só estava direcionando meu pau para não errar o buraco. A única coisa que fugia do normal nisso tudo era o fato de o meu pau estar duro, mas foi o suficiente para prender a atenção do Felipe, que continou olhando fixamente em vez de mijar também ou fazer qualquer outra coisa. Acabei perguntando por que ele estava olhando tanto. Foi aí que tudo começou e foi por isso que resolvi escrever, mesmo tanto tempo depois.

Quando eu terminei de mijar e fiquei olhando o meu pinto gotejar, o Felipe chegou mais perto, baixou a sunga e se preparou para mijar no mesmo buraco que eu tinha feito, dizendo que queria fazê-lo transbordar. Só que ele não conseguiu porque tinha mijado na água e estava sem vontade. O pinto dele estava mole e pequeno por causa da água fria, mas descobri que não tinha pele recobrindo a cabeça. Perguntei por que e ele disse que tinha operado de fimose. Eu disse que a cabeça do meu era sensível demais ao toque, ele disse que a dele não. Fiquei curioso e pedi para tocar (sem que nada de mais me passasse pela cabeça), ele não se importou e eu toquei, confirmando que ele não sentia nada. Isso o deixou curioso para entender a minha sensibilidade e eu o deixei tocar, avisando que tinha que ser muito de leve porque chegava a doer. Ele tocou, eu reagi, ele riu. Daí, brincando, voei para cima dele e rolamos na areia fingindo briga, como todos os amigos do mundo fazem quando brincam na praia. Quando paramos de rolar, fiquei por cima dele – eu era bem mais forte – prendi os pulsos dele com as mãos acima da cabeça e fiquei a um palmo do rosto dele, rindo e dizendo que tinham cortado um pedaço do pinto dele. Ele se debateu, mas estava imobilizado e não conseguia soltar os braços nem me tirar de cima dele. O artifício que ele encontrou foi o de começar a fazer vaivéns com a cintura, rindo e dizendo que estava me comendo.

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Foi nesse momento que eu tive a reação mais esquisita de toda a minha vida. Em vez de sair de cima do Felipe, eu fiquei olhando para ele bem nos olhos e, vendo-o ficar sério, descobri que ele estava fazendo aquilo sem nenhuma convicção, e que, pelo contrário, estava gostando de ser imobilizado por mim. Sem desviar o olhar dos olhos dele, senti a resistência das mãos dele cessar completamente, assim como os movimentos de cintura. Ele estava simplesmente deitado no chão com os olhos cravadoso nos meus, esperando pelo meu próximo passo. A minha reação mais normal, aquela que eu teria tido em 99% dos casos, teria sido de parar com a brincadeira, me levantar e puxá-lo pela mão para ajudá-lo a se levantar também. Mas naquele dia, o calor daquele corpo e a seriedade daquele olhar me dirigiram para o imprevisto. Sentado sobre o corpo quente e indefeso do meu novo amigo e vendo no seu rosto não só a seriedade mas uma ponta de ansiosa expectativa, como se nossos destinos imediatos ou, pelo menos, a definição dos nossos papéis, dependesse exclusivamente do que eu faria naquele momento, avancei lentamente por cima da sua barriga, até ficar sentado em seu peito. Meu pau estava tão duro que não havia como não vê-lo quase escapulindo pelo elástico. Assim que soltei as mãos do Felipe, ele liberou meu pau e eu só precisei ficar de quatro sobre sua cabeça e direcioná-lo para a sua boca.

Ele aceitou. E mamou vorazmente, com uma mão passando da minha vara para o saco e a outra acariciando a minha coxa. Eu estava tão excitado que teria gozado em segundos se não fosse a vontade de continuar. Tirei meu pau da boca do Felipe e o fiz virar de bruços. Tirei a areia das coxas e da bunda dele e pedi para ele ficar de quatro. Ele hesitou um pouco, mas eu tive coragem de dizer que seria maldade parar por ali com a gente daquele jeito. Olhei para a bunda dele e disse que era bonita, tesuda e que dava muita vontade de meter. A excitação venceu e ele topou. Meu pau estava molhado e babando tanto que eu só tive que encontrar o buraco. Eu nunca tinha feito isso na vida (nenhuma menina tinha deixado ainda), mas o instinto me levou a tatear com o dedo para direcionar meu pau na entrada. Escapou algumas vezes, mas acabou se ajustando e só precisei fazer força. Felipe, apreensivo, ficou olhando de rabo de olho, mas acabou confiando em mim e dizendo que eu podia meter. Empunhei meu pau com força para não envergar e afundei a cabeça. Felipe deu um pulo para a frente e me pediu para tirar. Tirei e tornei a botar devagar. Tive que repetir a operação algumas vezes, até que a cabeça encaixou. Felipe deu um gemido e eu forcei até espremer meus pentelhos na bunda dele. De onde nós estávamos, eu podia ver silhuetas minúsculas de um lado e de outro e o mar cerca de trinta metros à nossa frente. Quando enfim comecei o vaivém, Felipe sentiu um pouco de dor, mas logo se entregou completamente e começou a gemer de prazer. Quase o tempo todo, olhei para aquelas costas arqueadas e a bunda branca empinada, vendo meu pau surgir e tornar a desaparecer entre as duas bandas lisas e redondas. Vi as mãos do Felipe agarrando a areia e, de vez em quando, seu olhar sorridente dirigir-se para o meu rosto. Descobrir que ele estava gostando foi, para mim, o auge da satisfação. Aos poucos, ele também foi contribuindo, balançando para frente e para trás, mostrando que queria meu pau inteiro dentro dele quando eu voltasse com força. Cheguei a perguntar se ele já tinha feito isso com outro. Ele respondeu que não, mas nunca vou conseguir provar que é verdade. Meu vaivém durou o que durou; na hora, tudo pareceu muito rápido, algo em torno de dez minutos, mas não sei dizer ao certo. O que eu sei é que eu esguichei muito e que o Felipe sentiu e comentou a pulsação do meu pau e a intensidade dos meus movimentos. Gozar sem camisinha fazendo sexo anal foi a sensação mais forte que eu tive até aquele dia. Ainda lembro das minhas coxas batendo com toda a força contra as dele e, durante o orgasmo, nós dois grudados como se eu não quisesse desperdiçar nenhuma gotinha. Meu pau saiu sozinho, escorregou para fora do cu, já quase mole. Ainda olhei mais uma vez a bonita bunda do Felipe, redondinha, branca, empinada na minha direção, antes que ele puxasse a sunga e ficasse em pé. Quando pensei que tivesse sido a última vez, ele tornou a tirar a sunga e disse que estava sentindo uma coisa mas não sabia exatamente o quê. Ele separou as duas bandas e me pediu para olhar. Vi meu esperma brotar do cu e começar a escorrer pelas coxas do Felipe e a gotejar na areia. Nem ele nem eu sabíamos que isso acontecia. Foi o que me convenceu de que tinha sido a primeira vez para ambos. Felipe repôs a sunga e fomos para a água.

A volta foi meio silenciosa. Nós não queríamos mais falar sobre as bundas das meninas na praia e eu achei que tivesse que dizer algo de inteligente. Mas não havia grande coisa a dizer. Nós tínhamos transado sem sermos gays, ponto final. Só me lembro de ter dito a ele que não tinha nada de mais ter sido ele a dar e eu a comer, que poderia muito bem ter sido o contrário. Ele sorriu olhando para o chão e descobri que o que eu tinha dito não ajudou muito. Quando chegamos perto do ponto onde estavam as nossas famílias, eu perguntei em que lugar do Rio ele morava, ele me deu o endereço, mas, como não anotei os números, só guardei que era em Botafogo. Além disso, como minha mãe continuou nos levando a uma praia diferente por dia, seja em Cabo Frio mesmo, seja em Búzios, Rio das Ostras, Barra de S. João ou Arraial do Cabo, não vi mais o Felipe. Nunca mais nos vimos. Não sei como ele está e muito menos como está a cabeça dele depois do que nós fizemos. A minha ficou legal, mas não consigo deixar de achar esquisito ter um lance com um cara na história da minha vida sexual. Não tenho atração por homens. Quero deixar bem claro que eu sempre gostei de mulher e continuo gostando. Esta não é a história de dois gayzinhos ou de um cara que come um viadinho, como se vêem tantas por aí. É a história de um caso que aconteceu com dois caras, que ficaram sem entender nada e, por causa disso, um deles resolveu escrever para saber o que outras pessoas pensam. Par amim, o que aconteceu foi um caso único, por isso resolvi contá-lo num site que aceita relatos eróticos.

Comentários 1 Comentários

  • alicinhabh alicinhabh

    Comentário feito por alicinhabh 20.12.2008

    Não tem por que questionar e se preocupar tanto com sua sexualidade , existem vários homens que gostam das duas coisas, acho que o importante é a sinceridade principalmente consigo mesmo ... beijinhos

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