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| cardapio a base de proteínas | Incesto | psy19 | 6907 | 12 | ||
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Este texto foi traduzido de um site famoso de contos americanos, quem frequenta sites estrangeiros pode já ter lido. Não encontrei o nome do autor para manter os créditos, mas deixo registrado que não fui o autor da história. Quem conhecer sites americanos com bom conteúdo, mas não seja fluente na língua inglesa, passe-me o site e terei prazer em traduzir alguns textos.
Durante muito tempo tive um fetiche que me condenava mentalmente. Eu não sabia o que acontecia comigo, mas não conseguia parar. Hoje com meus 49 anos não tenho mais este sofrimento, mas não me livrei de meu fetiche... Simplesmente fui absolvido.
Desde minha adolescência quando comecei a ejacular eu sabia que eu poderia trabalhar em filmes pornográficos. Não pelo tamanho do meu membro, que é normal, mas pela quantidade de sêmen que eu expelia quando gozava.
Um dia assistindo um filme com meus colegas vi uma cena que traria meu fetiche á tona. Uma garota bebia um copo cheio de esperma depois de transar com três caras. As cenas dela bebendo aquele líquido todo me ficaram gravadas na cabeça até hoje. Mas naquela semana, com apenas 16anos, eu comecei a sofrer pelo meu fetiche.
Eu morava com meus pais e duas irmãs, Uma mais velha de 18 anos, uma mais nova de 15. Meu pai era caminhoneiro e passava somente os finais de semana conosco, ele sempre dizia que eu era o homem da família e devia proteger minha mãe e irmãs. Minha mãe era uma morena clara de cabelos ondulados e bastante atraente para sua idade. Minhas irmãs eram fotocópias de minha mãe, só que minha irmã caçula sempre foi a mais gordinha da casa.
Na semana em que vi o filme eu ficava me masturbando direto, era virgem ainda e estava com um enorme tesão acumulado. Devido a quantidade exagerada de esperma que eu exalava eu só podia me masturbar no banho, onde era mais fácil apagar os vestígios. Não sei o que me passou pela cabeça, mas naquele dia no momento em que ia gozar eu peguei um pote de creme para cabelos que minhas irmãs usavam que estava aberto e gozei tudo lá dentro. Como o creme era meio branco, dei uma misturada e a porra se perdeu lá dentro.
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De noite eu fiquei imaginando minhas irmãs passando aquele creme em seus cabelos, estranhamente isto me deixou com muito tesão. Mas eu não podia me masturbar no quarto, eu precisava de uma toalha para fazer isto sem que minha cama ficasse encharcada. Minhas irmãs já haviam se recolhido e minha mãe estava no banho, e eu com aquele tesão enorme, louco para me masturbar. Desci as escadas e fui até a cozinha. Aproveitei que não havia ninguém por perto e comecei a me punhetar ao lado da pia. Neste momento, vi um copo de leite que minha mãe havia deixado sobre a pia para beber antes de dormir... Mais uma vez, sob a tensão da excitação, peguei o copo e ejaculei tudo lá dentro.
Depois de passado o tesão, pensei em jogar o leite fora e colocar outro, mas meu pau endureceu de novo só em pensar minha mãe bebendo toda aquela minha porra... Peguei uma colher, misturei bastante e deixei o copo onde estava. Tive até o cuidado de retirar um pouco do leite, pois com meu sêmen ele ficou quase transbordando.
Retirei-me da cozinha, mas fiquei esperando no sofá. Eu tinha que ver se ela beberia o leite. Quando minha mãe desceu, pegou o copo, me deu um beijo de boa noite e subiu para o quarto. Droga! Mais uma vez eu fiquei na imaginação.
Passei o resto do dia pensando no creme e no leite, mas evitei a todo custo de me masturbar. Eu tinha planos para aquela noite. Quando todas dormiam, fui até a cozinha, peguei a caixinha de leite da geladeira e me masturbei com vontade, e em menos de 3 minutos ejaculei tudo na abertura da caixa. Masturbei-me uma segunda vez, e novamente ejaculei dentro da caixa. Segurei o bico cortado, sacudi bastante o leite e coloquei-o de volta á geladeira.
Acordei cedo no outro dia, e minha mãe e irmãs já estavam tomando café... Todas bebendo o leito gelado com toddy como sempre faziam. Para meu alívio, nenhuma suspeita, nenhum gosto ou cheiro, como eu estava temendo. Isto acabou virando um ritual, que eu só parava nos fins de semana. Tinha medo que por ser homem meu pai poderia reconhecer o gosto ou desconfiar de algo, por isso cuidava para gozar nas coisas que ele usava ou ingeria.
Varias vezes quando minhas irmãs traziam colegas em casa, eu me masturbava, recolhia em um copo e dava um jeito de misturar no refresco que seria servido. Usando esta tática do copo, passei a colocar meu sêmen em tudo, no arroz que estava cozinhando, no feijão, nos sucos... Os xampus de casa já eram praticamente 20% porra. Sempre que ia à casa de meus tios, eu aproveitava para fazer isto nos xampus de minhas primas. Estava ficando totalmente descontrolado e sabia que me pegariam se isto continuasse. Cheguei ao ponto de ejacular no pão e misturar com a maionese dos lanches que minhas irmãs comeriam de tarde.
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À medida que fui envelhecendo consegui me controlar um pouco. Claro quando chegou o momento de casar escolhi uma esposa que realmente gostasse de beber meu sêmen. Não queria nenhuma que engolisse para me satisfazer, queria uma que realmente gostasse do gosto. Minha esposa atual me conquistou no dia em que comeu morangos com o MEU chantilly como cobertura.
Pensei que meu problema estivesse resolvido. Ela realmente gostava quando eu ejaculava sobre alguma comida dela e nunca se importou com este meu fetiche. O problema foi quando tivemos a nossa filha... Nos primeiros anos os sintomas já voltaram e também meus movimentos sorrateiros á geladeira... Não vou descrever estes detalhes por serem bastante sórdidos... Isto foi minha loucura até minha filha completar 17 anos.
Neste dia, enquanto preparava a cobertura do bolo de aniversário, minha esposa perguntou se eu não queria ejacular no creme... Fiquei meio sem ação e ela disse que sempre soube o que acontecia em casa. Como sabia que apesar do meu fetiche eu nunca seria capaz de tocar em nossa filha de maneira sexual, ela nunca se importou, inclusive até encobria meus atos quando eu deixava algum vestígio... Abracei minha esposa e pedi perdão... Ela disse realmente não se importava com isto, ou teria tocado no assunto muito antes. Dizendo isto, pegou um copo e pediu que eu desse uma bem caprichada, que ela espalharia por todo o bolo...
Assim foi. Ver todos os amigos de minha filha saboreando o bolo durante a festa me deixou extremamente excitado. Minha mulher disse algo no ouvido de minha filha e ela veio até mim. Deu-me beijo na testa, colocou um pedaço de bolo em minhas mãos e sussurrou baixinho:
“Pai... este é o meu pedaço de bolo... Faz um favor como presente de aniversário? Leva o pedaço lá pra traz, enche com o seu tempero que eu amo e traz de volta pra mim?”
Depois daquele dia nossa família ficou ainda mais cúmplice de meus atos... Nunca toquei em minha filha, mas sempre que vem nos visitar ela me pede que leve seu prato escondido para algum lugar onde seu marido não veja e traga-o depois com aquela quantidade imensa esperma que seu marido nunca conseguiu ejacular. Muitas vezes ela passa em casa sozinha, somente para beber um copo de suco. Sempre liga avisando eu ou minha esposa para que deixe preparado do jeitinho que ela gosta. Ela está grávida de 7 meses e me pediu para que sempre que possível leve um pouco de leite até sua casa... Principalmente depois que sua filhinha desmamar...