Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7390 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5063 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12902 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8168 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6180 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4966 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7587 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7837 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6097 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5956 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6299 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10705 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9762 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29079 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8203 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18337 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4775 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5335 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77385 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3626 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7766 100 Nota 4

O restaurante.

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Escrito dia 02 de julho de 2007 na categoria Fetiche por Amigaço

O Restaurante de especiarias.

O local era conhecido apenas por clientes, introduzidos na secreta sociedade, por antigos freqüentadores. Velhos e ricaços senhores, políticos aposentados, industriais e diretores de multinacionais, alguns sacerdotes e herdeiros de famílias abastadas .

Instalado num edifício central, a portaria barrava os curiosos e desavisados e somente com a senha conseguia-se o ingresso no estabelecimento.

Foi com certa relutância que o arcebispo ouviu minhas palavras e resolveu, finalmente, provar o cardápio do restaurante. Conhecendo-o desde menino, sabia com toda certeza que apreciaria sobremodo as vantagens de realizar seus desejos sem as inconveniências costumeiras. Desse modo, eu lhe pagaria os tantos favores que me fizera durante os tempos difíceis e que, desconfiava eu, estavam de volta.

Antigo freqüentador da casa, apresentei – me ao porteiro com senha e identificação e o arcebispo seguiu-me até a sala de espera onde outros senhores já aguardavam que o gerente geral viesse reconduzi-los aos reservados . Reservados porque todas as mesas eram discretamente ocultas por biombos de mogno, de maneira que os olhares não se encontravam os ruídos não se ouviam e as preferências mantidas em rigoroso território delimitado pelo espaço entre elas.

-Tem certeza absoluta que estamos livres de qualquer indiscrição? Peguntou-me o arcebispo, quando nos sentamos numa das mesas onde a suave luz indireta mal dava para perceber quem ali se encontrava.

-Absoluta! Sou freqüentador há anos e jamais ouvi qualquer rumor que transpassasse estas paredes e estes reservados.

-E de onde vêm os tão famosos espécimes? Perguntou-me já um tanto quanto excitado pelo, para ele, inusitado da situação.

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-De todos os lugares do mundo. Há uma rede de agenciadores encarregada de suprir e renovar o estoque a cada trinta dias. Dizem que os buscam nas vielas do Haiti, nas favelas do Rio, nos guetos de Nova York, nos portos de Boréu, até nas montanhas do Tibet se preciso for. O importante é que os fregueses encontrem aqui o que não encontrariam numa vida inteira de procura.

-E são seguros? Quero dizer, apesar dos gostos, você sabe a que me refiro, não há perigo de contágio, doenças, você sabe... a África, por exemplo.... ( Seus olhos tinham a esperança de que a resposta fosse taxativa).

-Quanto a isso, pode ficar absolutamente tranqüilo. Não existe a mínima possibilidade de transmissão de doenças. Geralmente vêm de lugares miseráveis e imundos, mas passam por uma bateria de exames médicos que não pode deixar a menor dúvida quanto à saúde. E durante o tempo que servem aqui, são impedidos de qualquer relacionamento externo. Tal como exigiram todas as provas da saúde física de Vossa Reverendíssima, mais rigorosos são ainda com a mercadoria importada ou nacional.

Fomos interrompidos pela chegada do garçom com a bandeja de vinhos e o cardápio, um grande folder com as fotos e as especificações.

-Boa Noite, senhores. Estejam a vontade para escolher – há quinze novidades na casa e os que podem servi-los estão com a etiqueta vermelha .Voltarei dentro de dez minutos para recolher os pedidos – ou desejam um tempo mais prolongado?

-Está ótimo. Acho que é suficiente. Obrigado.

O garçom se retirou e o arcebispo rapidamente abriu seu folder com olhos ávidos. Eu abri o meu e folheei algumas páginas procurando por algo interessante, mas na verdade não estava predisposto ao jantar. Preferi ficar livre para observar o desempenho do amigo - ouvira dizer que era um magnífico chupador, mas nunca tivera a oportunidade de certificar-me realmente do fato.

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O arcebispo colocou o monóculo e percorreu todo o folder, com os olhos inquisidores, entremeando suspiros e leves gemidos de “Meu Deus!”, “My God!”, Mon Dieux... Percebe-se que são todos machos saudáveis e a variedade é incrível... Como conseguem essa façanha? Perguntou impressionado com o que via nas fotos.

- Existe algo que o dinheiro em quantidade suficiente não compre? Respondi-lhe.

Voltou algumas páginas e mostrou-me um que o havia impressionado sobremaneira. Eu li as informações abaixo da foto ilustrativa: “Natural da Argélia, 1,78 de altura, pescador na orla marítima, pênis de 25 centímetros e grossura incomum, principalmente na glande, não é circuncidado e está em resguardo há sete dias. Arregimentado há 10 dias.”

Fiz um gesto discreto para que o garçom se aproximasse e passei-lhe o pedido.

-Em poucos minutos serão servidos, senhores – e afastou-se na penumbra do salão. Como Sua Reverendíssima era novo na casa, precisei orientar o arcebispo para que não cometesse alguma gafe ou coisas do tipo:

- Quando ele chegar, não tente conversar, pois evidentemente não fala nossa língua... Nem peça que se sente junto conosco ou que beba vinho. A casa não permite esse tipo de intimidade. Apenas permaneça sentado como está e, por gestos, indique-lhe que deseja saboreá-lo.

Finalmente surgiu em nossa frente o argelino encomendado e dirigiu-se a mim, mas indiquei-lhe que meu parceiro o serviria. O homem virou–se para o arcebispo e este demonstrou satisfação ao ver o tipo apresentado. Imediatamente abriu o zíper da calça, notava-se que não usava cuecas, para facilitar o processo, e dela retirou o pênis escuro, longo, grosso como um braço de criança e bem rombudo, a ponta encoberta por espesso prepúcio. Percebi que seu rosto não ficava na altura correta e instrui-o a regular o seu assento.

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Feito isso, o arcebispo segurou o membralhão, mediu-o, pesou-o, estudou todas as suas particularidades, inclusive as duas bolas peludas que pendiam sob ele e, por um momento permaneceu absorto em seus pensamentos. Depois, abriu sua enorme boca ( seus sermões eram famosos pelo poder de persuasão aos fiéis) e engoliu lentamente o colossal caralho flácido ainda até os lábios tocarem a abertura da braguilha. Permaneceu assim por um certo tempo, degustando – lhe o sabor , a maciez, a textura e os humores exóticos . Puxei minha cadeira de modo que pudesse apreciar melhor a cena. O argelino permaneceu imóvel, olhava para baixo, para a boca do arcebispo e para mim, sem deixar transparecer qualquer emoção, porém quando o arcebispo começou a afastar os lábios colados na braguilha pude verificar que o caralho já havia mudado de tamanho, nem mole, nem ereto, começando a despertar.

Quando ficou exposto novamente, até mesmo eu fiquei admirado com o volume daquilo. Pendia através da abertura da braguilha chegando quase à metade das coxas do argelino, largo desde a raiz até a glande rombuda, arrebitada para frente, encoberta ainda pelo prepúcio, deixando à mostra apenas o olho úmido. O arcebispo era poliglota, falava nove idiomas e olhou para mim, talvez desorientado sobre qual região geográfica se encontrasse naquele instante:

“My God!” ...Magnífico....! Wonderfull...!

Eu sorri satisfeito ao ver que meus esforços para trazê-lo até o restaurante estavam tendo os resultados esperados. Incentivei-o a continuar com um tapinha nas costas e empurrei levemente sua cabeça em direção ao monstrengo . E na semi-escuridão ouvi o ruído de sua boca se abrindo desmesurada para sugar a glande. O arcebispo então arregaçou toda a pele que encobria a cabeça e passou a deliciar-se com seus contornos umedecidos de saliva e, acredito, com o pré-gozo que se anunciava, prematuro.

Percebi um leve movimento nas pernas do argelino e imediatamente ele endureceu completamente, o caralho medindo aproximadamente aquilo que estava anunciado no folder, porém sua grossura era tanta que a mão (e ele tinha mãos grandes) do arcebispo quase não o abarcava. A partir desse instante, o religioso perdeu definitivamente toda a compostura e polidez. Com movimentos cada vez mais veementes e frenéticos, chupava o caralho até a metade estalando os lábios ao redor do cabeção inchado e refazia tudo em seguida com maior força e tenacidade.

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Os ruídos da chupação eram tão intensos que provavelmente seriam ouvidos nas outras mesas e tive que conter-lhe o ânimo em nome da decência.

Desculpou-se: - “A gula é um dos pecados que nunca soube reprimir...”. e abandonou por um segundo o objeto de sua adoração. Ao ver aquele vasto vergalhão com sua cabeçorra latejante a centímetros de meus lábios, não pude deixar de sentir um pouco de inveja do arcebispo, mas me recompus e olhando para o rosto do macho acima de nós, notei que estava com os olhos fechados, profundamente compenetrado.

Em segundos os arcebispo havia voltado à sua prazerosa labuta, desta vez com mais parcimônia, lambendo os lados da caceta negra, chupando vagarosamente até a metade dela, os lábios e a língua fazendo volteios e refloreios sobre a pele retesada da vasta chapeleta. E, ao momento em que a chupava, suas mãos masturbavam a haste cavalar. Batia-lhe uma experiente punheta enquanto a boca enorme se incumbia de fazer seu trabalho na ponta. E assim foi até o momento em que o arcebispo deu um pequeno grunhido, seu pescoço se retesou e pude ouvir o som do esperma sendo engolido em golfadas seguidas . O macho argelino arfou, gemeu e ,quando o arcebispo se afastou, seus lábios esporrados comprovavam que pouquíssimo havia sido perdido do produto.

O argelino permaneceu em silêncio, a ferramenta exposta ainda duríssima e uma gota de porra brilhando na ponta rombuda do cacetão. Não me contive. Pedi-lhe permissão e avancei meus lábios para ela, chupei lentamente o cabeção inteiro até que estivesse completamente seco, afinal também sou filho de Deus... Olhou-me de soslaio e pude perceber um ar de triunfo em seu rosto. Talvez um pequeno sorriso de satisfação ao notar que havia feito bem, muito bem o seu serviço. Depois, enquanto usávamos os guardanapos, o homem retirou–se e o arcebispo olhou-me com gratidão: “Como a natureza é sábia!... E como é interessante descobrir toda a sua sapiência...”.

-Está satisfeito? Perguntei-lhe bebericando um pouco de meu vinho.

Mas o arcebispo não me respondeu - já estava folheando o cardápio novamente e estudando qual seria o próximo prato.

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Escolheu então um marroquino de 38 anos, cuja particularidade era possuir um membro não muito longo (23 centímetros), mas cuja glande tinha o inacreditável tamanho de uma maçã, encapsulado por um belo prepúcio.

-Detesto chupar caralhos circuncidados (segredou-me ele) – perdem todo o sabor, além de ter aquela cicatriz horrível... Malditos judeus que a inventaram! Deveriam ser processados!!

E realmente, quando alguns minutos depois, o marroquino se postou em sua frente, o arcebispo provou que já estava se acostumando às regras da casa: o sujeito era bastante alto e magro, o arcebispo regulou seu assento para ficar na altura adequada e beijou a mala do homem que não era negro, mas tinha a cor de pele bem morena. De fato o folder não mentira e a cabeça do pau, mesmo sem estar excitado, era de assustar qualquer chupador de rolas, por mais experiente que fosse!

Eu me perguntei como os agentes conseguiam descobrir aquelas raridades... Em seguida resolveu abrir toda a calça para ver o pintão balançando entre as pernas peludas e o sacão peludo também foi bastante apreciado , com certeza devido ao fato de ,no folder , haver a informação da quantidade de esperma que o sujeito era capaz de produzir.

A princípio conseguiu engolir o caralho inteiro, agasalhando-o completamente até no fundo da garganta. Porém o marroquino era daqueles que se esquentam rapidamente e o arcebispo, já na segunda chupada, não pôde conter mais que o cabeção dentro dos lábios. Emitiu um som de prazer prolongado quando seus lábios roçaram o sulco entre a haste e a vasta glande amarronzada. Com certeza estava um pouco ensebado, o que aumentou o prazer do arcebispo. Depois me mostrou a cabeça da pica e admirou-se como se estivesse conversando consigo mesmo: -Veja só – que absurdo! É quase impossível engolir isso tudo! Mas nada é impossível nesse mundo...

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E colocando em ação sua boca começou a chupá-la lentamente, lentamente, fazendo-a entrar primeiro a ponta arredondada, depois a metade e finalmente a cabeçona inteira. Fiquei tão excitado com aquele quadro que pensei em pedir algo semelhante, mas novamente me contive e fiquei admirando a técnica do arcebispo. Acredito que o marroquino estava sentindo prazer, embora aquilo fosse apenas seu trabalho. O fato é que agarrou a cabeça do arcebispo e puxou-o contra si, quase o sufocando, enquanto pronunciava algumas palavras em sua língua que, segundo pude depreender significava algo como: “Que boca grande!”.

Eu havia me aproximado tanto do rosto do arcebispo para pedir-lhe que não fizesse tanto barulho, quando algo inesperado ocorreu: o homem desatolou o cabeção da boca do arcebispo e começou a ejacular sobre nós dois! Foram três grossos, longos jatos de porra e um deles direto em meu bigode! Enquanto o arcebispo tentava recolher, desesperado, o acúmulo de esperma com as mãos em concha, eu aproveitei para saciar minha fome, recolhendo o produto com a língua, deliciando-me com o sabor de castanhas... Marroquinas... Caríssimas, por sinal... Novamente o arcebispo agarrou o caralhão e chupou a cabeçorra esporrada até que nada mais havia nela para ser limpo.

E, esse homem também logo se recompôs e se retirou. Ficamos ali nos olhando admirados com aquela potência e quantidade... “Espantoso! - Observou o religioso tentando limpar o crucifixo melado, preso à lapela de seu paletó negro : -Ele deve ter ejaculado quase meio copo de esperma sobre nós! Abençoado seja!

Imaginando que o arcebispo tivesse finalmente saciado seus apetites, pensei em pedir a conta, porém ele mostrou-me a foto de um espanhol natural de Sevilha, cujo atrativo mais evidente era um par de belos colhões, grandes, pesados, emoldurados por uma floresta de pentelhos negros, acompanhados de uma rola nada convencional no tocante à espessura.

-Que magníficas bolas! Que bela estrovenga! Que quantidade de pentelhos espessos e encaracolados! Quanto me aprazeria saboreá-los! , gemeu ele, enlevado com a nova descoberta.

Consequentemente fez o gesto chamando o garçom, novamente. E o espanhol tão desejado, apresentou-se após longa espera, porém notei que, diferente dos outros, não parecia muito animado ou prestativo. Colocou-se em frente ao arcebispo, meio displicente, meio enfastiado, abriu as calças e deixou à mostra sua mercadoria. O arcebispo puxou-o para si e (aqui devo me reportar-me novamente ao fato de que ele possuía uma boca realmente enorme), com esforço sobre-humano conseguiu engolir pouco a pouco não só o pênis, ainda flácido, mas também as duas enormes maçãs peludas do sevilhano. Seus lábios se fecharam ao redor daquilo tudo e nada se podia ver do membro ou dos escrotos e aquela era uma cena dantesca para se apreciar!

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Um fato revoltante, porém, ocorreu a seguir: como o pênis do homem avolumou-se repentinamente dentro de suas propriedades, o arcebispo começou a avermelhar o rosto, a regurgitar, e não conseguia desengulhá-lo!!

Tentava desesperadamente tirá-lo da boca e não conseguia. Percebi que se entalara com o volume exagerado que abocanhara e agora sofria as conseqüências.... O arcebispo se debatia, procurava minha ajuda, enquanto o sevilhano o empurrava pelos ombros tentando em vão desengatá-lo, e foi preciso muito esforço de minha parte até que a “mala” inteira do homem saltou para fora com um grande e surpreendente som de PPLOOOPPP ....emitido pelo grande chupador ! Felizmente acabou tudo bem e o arcebispo, mais uma vez, se desculpou por ter ido com tanta sede à fonte. Fonte que, no final, após muitos esforços labiais, acabou lhe borrifando a garganta adequadamente, conforme percebi ao ouvir os goles de porra sendo absorvidos com sofreguidão pelo meu acompanhante..

Naquela mesma noite, o arcebispo felatiou mais cinco homens: um tipo que parecia malandro carioca de pau bastante longo, porém muito fino para o nosso gosto, um russo cujo cardápio anunciava como “cheese meat man”, um surpreendente angolano, cujo pênis tinha a chapeleta mais ou menos do tamanho de um punho fechado e um porto-riquenho de 23 centímetros, de pau encurvado para baixo o que facilitou muito devido a sua aerodinâmica.

E, para fechar a noitada com medalha de ouro, aceitou a sugestão interesseira do gerente que nos apresentou um sujeito vindo das ilhas distantes do Pacífico, talvez haitiano: era um rapagão rude e calado, não muito belo de feições, mas que, quando abriu as braguilhas, quase nos fez cair das poltronas ante o assombro despertado! Ele, por certo, possuía o mangalho mais surpreendente entre tantos que nos foram exibidos naquela noite!

O arcebispo, notando o meu vivo interesse, adiantou-se e tomou posse do caralho, com ambas as mãos arregaçou-o e passou a língua nos contornos , entre o prepúcio e a desmesurada cabeça da rola, deliciando-se com o sabor másculo ali retido, talvez durante dias e dias. Após ter saboreado todos os roletes de esmegma, colou os lábios sobre o olho que brilhava na ponta e permaneceu mamando nele até que a gosma começou a escorrer por seu queixo. Era tanta que me vi obrigado a usar o guardanapo para secá-lo evitando que a substância melasse todo o seu traje negro, já bem manchado por tantas esporradas consecutivas! De fato, nem eu ou o arcebispo havíamos nos deparado antes com um espécime semelhante àquele, pois a gosma que escorria do olho da cabeçona era tanta que o haitiano, certamente para valorizar sua particularidade, afastou-se um pouco e colocou a mão do arcebispo sob o cacete. Começou a apertá-lo desde a base até chegar ao cabeção, mostrando aos nossos olhos espantados o grosso fio de gosma cristalina que escorria , formando uma poça na concha formada pela mão do arcebispo. Maravilhado, o arcebispo esperou que se juntasse uma grande quantidade e depois espalhou-a sobre o caralho, tornando-o duríssimo, completamente lambuzado e brilhante como uma enorme serpente.

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Em seguida, iniciou uma série de beijos apaixonados sobre toda a superfície lisa e escorregadia do imenso cabeção, como se fosse ele um cálice sagrado, enquanto, com ambas as mãos, punheteava a haste com maestria. Parecia-me até que já havia ejaculado, tal a quantidade de suco que melava toda a bocarra do arcebispo, mas não. Ao perceber que o rapagão estava finalmente se inflamando, abriu desmesuradamente sua boca e aguardou ansioso a primeira emissão de jato gosmento que o atingiu bem dentro da garganta. Engoliu sofregamente e aguardou pelo segundo, terceiro e quarto. Então fechou a boca, satisfeito. “- Finalmente saciado !” Gemeu o religioso. “Por Cristo, que não consigo mais engolir uma gota de porra por um bom tempo!” O rapagão afastou-se, com as pernas arqueadas, silencioso e ajeitando as calças folgadas.

Quando nos retiramos, às quatro da manhã, após o arcebispo ter pagado uma extensa e extorsiva conta, eu tinha o poderoso religioso nas mãos. Disse-lhe que manteria em rigoroso segredo as suas predileções sexuais, desde que me fornecesse a quantia de que tanto necessitava. Estava tranqüilo.

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