Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7390 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5064 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12902 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8169 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6180 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4966 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7587 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7837 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6098 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5956 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6300 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10706 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9762 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29079 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8203 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18338 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4776 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5336 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77385 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3626 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7767 100 Nota 4

Eu, Tio Euzébio e Branquinha

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Escrito dia 02 de julho de 2007 na categoria Hetero por Amigaço

Eu, Tio Euzébio e Branquinha.

Eu tinha dezoito anos quando meus pais faleceram assassinados por invasores de terras, no Acre.

Todos os filhos foram distribuídos entre os que aceitaram criá-los. Tive que me acomodar na chácara do meu tio Euzébio. Ele era o meu único tio, que eu conhecera ainda garota, mas com o qual não tivera muito contacto.

Ele era solteirão, tinha trinta e seis anos e era moreno, muito alto e muito forte, assim como sou moreninha, pois descendemos de escravos africanos.

O fato de termos olhos azuis era explicado por minha bisavó ter aberto as pernas para um imigrante holandês que conhecera no litoral baiano, em priscas eras.

Eu me perguntava por que o Tio Euzébio não se casara, uma vez que era um atraente macho para qualquer mulher que o visse.

Tio Euzébio era pobre, vivia da venda das frutas que plantava e colhia em sua chácara, negociando-as na feira da cidade.

Mesmo assim, recebeu-me com muita benevolência e disse que tudo daria certo se eu mantivesse o rancho limpo e a cozinha bem preparada, enquanto ele cuidava dos pomares.

O rancho era uma casa simples, de madeira, no meio da chácara, composto de dois quartos, cozinha e banheiro, com um pequeno coberto nos fundos, e ao lado dele havia um pequeno curral.

Toda manhã ele carregava a carroça de frutas e, puxada por uma éguinha branca, muito bem cuidada, seguia vagarosamente para a cidade, cinco quilômetros distante da chácara.

Eu notava que ele jamais subia na carroça e preferia seguir a pé, guiando o animal seguro pelo cabresto. E toda manhã, ele levantava-se bem cedo, lá pelas cinco horas, para cumprir sua jornada.

Quando ele voltava, às seis horas da tarde, a casinha estava limpíssima, a comida preparada, a roupa lavada e passada. Ele estava muito satisfeito com minha atuação. Após o jantar, quando o sol já se escondia , ele prendia a éguinha no curral, lavava-a cuidadosamente e eu achava até engraçado o cuidado que ele tinha em manter a mangueira por longo tempo esguichando água no traseiro do animal, ensaboava-a até ficar extremamente limpa!

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A éguinha era mansa e permanecia imóvel, parada, como se adorasse todo aquele zelo com que era tratada. E assim transcorreu um mês de feliz tranqüilidade... até que tudo veio à tona e as coisas que descobri vieram a escandalizar minha mente, já tão abalada devido ao assassinato de meus pais.

Foi durante uma noite de muito luar, quase meia-noite, eu já estava deitada em meu quarto, prestes a dormir , quando percebi que o Tio Euzébio havia se levantado , mas em seu quarto não havia luz acesa. Pensei que ele havia se levantado para dar uma mijada, mas ele permaneceu ao relento por mais de duas horas. Depois voltou, deitou-se e dormiu. Com o passar do tempo, fui percebendo que isso se repetia quase toda noite. Resolvi descobrir qual era o mistério, pois sempre fui uma garota muito curiosa.

Uma noite, sorrateiramente, levantei-me também, pé ante pé, rodeei o rancho e, escondida, me aproximei do curral, para onde ele havia ido e de onde provinha um barulho esquisito.

A cena que vi deixou-me pasma, pois nunca havia imaginado algo semelhante àquilo: Tio Euzébio estava atracado na éguinha branca e os movimentos que fazia não deixavam a menor dúvida: ele estava fodendo a Branquinha! Fiquei escondida atrás das tábuas e vi nitidamente aquele homenzarrão segurando o traseiro da éguinha e conforme se movia, eu podia ouvir o ruído molhado: floppp....floooopppp....que o cacete dele produzia ao entrar e sair da boceta dela, que permanecia quietinha, obediente, as patas traseiras trêmulas, bem abertas, como se estivesse sendo fodida por um cavalo! Pois ele a fodeu durante longo tempo, até que em determinado momento, parou os movimentos, ficou encovado na traseira da coitada e logo depois se afastou e eu vi, de relance, algo enorme balançando e brilhando ao luar... foi uma cena de perder o fôlego...meu tio era um tarado,um anormal ! , pensei.

Imediatamente saí correndo e, com o barulho de meus passos, ele percebeu que eu o estivera espiando. Deitei em minha cama e amedrontada, fingi que estava dormindo, no momento em que ele entrou em meu quarto. Ficou algum tempo parado à porta, depois, por algum motivo, desistiu de sua intenção e foi dormir.

Na manhã seguinte, ouvi os ruídos que ele fazia ao se aprontar para partir para a feira, mas não me levantei, não fiz o café e passei o dia todo encabulada, sem saber se devia ou não abandonar aquele tio desnaturado.

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Quando à noitinha ele voltou, percebeu logo que eu não havia trabalhado como de costume, a comida não estava na mesa e eu estava deitada em minha cama, muito entristecida.

Calmamente ele sentou-se a meu lado, e não tinha coragem de olhar-me nos olhos. Mas por fim criou coragem e disse:

- Licinha, você está muito zangada comigo, não? Deve ter visto tudo ontem à noite, não é?

Eu respondi que sim, cobrindo a cabeça com a coberta para não ter de encará-lo, pois estava muito envergonhada. Apesar de tudo, após ter raciocinado muito, cheguei à conclusão que eu é que estava errada, por ter invadido seus segredos.

O Tio Euzébio, então, em um sussurro, disse-me:

-Você precisa aprender a não julgar o que não conhece minha sobrinha... aquilo que você viu ... se você quiser eu explico o motivo ... se você prometer não contar a mais ninguém...você quer?

Eu respondi com um grunhido embaixo das cobertas, pois estava realmente desconcertada ao saber que um homem sadio e atraente como ele podia preferir uma éguinha a uma esposa....Tio Euzébio , então afastou as cobertas de minha cabeça e continuou:

-Olhe aqui, Licinha....veja como a natureza me fez...você acha que alguma mulher concordaria em se casar comigo?

Curiosa, olhei para o que ele me mostrava e quase cai da cama com um grito de espanto: ele havia descido as calças e me mostrava o seu membro que, de tão grande que era, parecia quase igual ao de um cavalo, tanto em comprimento quanto em grossura! Eu, que na minha inocência só tinha visto o de meu irmãozinho, do tamanho de um dedo, fiquei abismada... E o Tio Euzébio continuou contando-me sua história:

"-Desde rapazinho que enfrento esse problema, Licinha... todas as mulheres com quem tentei manter relação desistiram depois da primeira tentativa... nunca consegui ter mulher nenhuma... e um homem não pode viver sem fazer sexo, você sabe disso, não é? Assim como a mulher precisa de um macho que a foda, todo macho precisa de uma boceta que o agüente....mas no meu caso é muito difícil....não existe racha para este tamanho...você vê agora o meu sofrimento?"

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O Tio Euzébio falava com tanta sinceridade que eu me senti um pouco comovida e já não pensava tão mal dele .... Como sempre o havia admirado muito, minha mente procurava uma razão para perdoá-lo e perguntei-lhe então:

-Tio, então é por isso que você faz aquilo com a Branquinha? Ela consegue satisfazer o senhor?

-É isso mesmo, Licinha... a éguinha consegue receber tudo isso e não reclama , não esperneia , é a minha única companheira...por isso fodo ela quase toda noite...acabei me acostumando com ela...

E o interessante é que o tio , à medida que falava, ia acariciando o meu braço e de vagarinho puxando – o para perto de si ... de modo que minha mão já estava a centímetros daquele pênis descomunal e,no entanto, ainda flácido....Ele estava sentado em uma cadeira ao lado da cama onde eu permanecia deitada e mostrou o cabeção de sua pica para mim.

Mais curiosa do que nunca, não me zanguei quando ele dirigiu meu braço e colocou minha mão sobre a cabeça do seu caralho... acabei segurando o membralhão e apertei a mão ao seu redor. Era mais espesso que meu braço! Acho que media mais de dois palmos de minha mão. Havia endurecido parcialmente - tanto que parecia querer me alcançar.

-Nossa Senhora, Tio... o senhor tem razão...não existe mulher no mundo que agüente isso! .... Acho que nem a éguinha consegue aguentar tudo isso!!

O Tio Euzébio pareceu animar-se e um sorriso brotou em seus lábios grossos: - Você duvida, Licinha? Quer ver como ela agüenta?

O convite tinha algo de sacana, eu sei, e o Tio Euzébio esperou que eu me levantasse, botasse minha camisola de algodão, depois rumou para o curral onde a Branquinha o esperava. Eu o segui, pés descalços, nem tive tempo de botar meus chinelos e calcinhas... Uma vez lá dentro, ele acendeu o lampião, tirou suas roupas e eu admirei o quanto ele era forte e bonito. O pintão balançava pesado, ainda apontando para o chão e ele explicou-me que, devido ao tamanho, seu pênis demorava um bocado para ficar bem duro. E comentou que, se eu o ajudasse, tudo ficaria mais fácil. Colocou a eguinha em posição de recebê-lo. Como ele era bem alto, não precisava nem subir no caixote. A altura era exata. Eu me aproximei bastante deles e fiquei olhando como ele cuspia na palma da mão e massageava a boceta da éguinha, preparando-a para o ato.

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Sem que ele precisasse pedir, num impulso carinhoso, eu segurei seu membro e comecei a mexer nele e a acariciá-lo, de modo que ficou maior, meio duro, só então eu percebi realmente o tamanho dele:

-Nossa Virgem, Tio... Será que entra tudo isso? É muito cabeçudo!

-Olha só que boceta grande ela tem, Licinha ...parece até que foi feita pra mim ... -ele abriu com seus dedos a boceta e mostrou-a para mim. Eu olhava ora para a boceta da éguinha, ora pro cabeção da pica dele, tentando medir as possibilidades. Então o Tio Euzébio disse:

-Meu pau tá meio seco, Licinha...se você passar bastante cuspe na ponta dele, é mais fácil...dá umas lambidas na cabeça dele ... molhe com sua saliva...quanto mais molhado , mais fácil para a Branquinha aguentar...assim a eguinha não sofre muito...

A princípio achei o pedido dele meio inconveniente e me recusei, mas ele insistiu novamente e, meio confusa, aproximei a enorme glande de modo que ela roçou meus lábios. Era quente e tinha um cheiro másculo e diferente de tudo que eu já havia cheirado.

Não foi preciso o Tio Euzébio pedir outra vez: convencida de que deveria fazer o máximo para diminuir seu sofrimento, comecei a lamber o cabeção e,com pequenas cuspidas sobre ele, deixei-o bem molhado.

O interessante é que quanto mais eu o lambia, mais retesado ele ficava e a pele da cabeçona tornou-se tão lisa e lustrosa que eu fiquei fascinada. Ele gemia baixinho enquanto eu lubrificava aquela cabeçona, até que consegui deixá-la completamente coberta de saliva e bem escorregadia. Finalmente estava tão arrebitado que, para cumprir minha missão, eu tinha que segurá-lo com as duas mãos e quase não conseguia dar a volta nele! Lembro-me de que quando estava mole, não me pareceu nada bonito, mas agora, era a coisa mais bonita que já tinha visto!

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A seguir, me ensinou os próximos passos:

- Agora esfregue a ponta dele aqui na abertura....chegue mais perto...assim...segure firme...de vagar...isso....que....beleza...

Carinhosamente esfreguei a pontona arredondada na abertura da éguinha para que ele encontrasse o caminho.

Tio Euzébio ergueu o rabo da Branquinha e começou a enfiar, pedindo que eu continuasse a segurar o caralho, evitando que ele deslizasse para fora. Vi então a pica inteira se atolando lentamente no túnel da Branquinha, e por incrível que pareça, ela imediatamente deu um rápido estremecimento e abriu mais as patas traseiras, recebendo-o gostosamente, com um ruído molhado....Ele puxou a cauda dela mais para cima e começou a foder realmente - metia tudo sem piedade! O longo tubo de músculos atolava-se até o fim e era retirado em seguida até surgir a cabeçona pulsando no ar.

–Bota de novo, Licinha! Bota no lugar! Não deixa escapar!....Gemia ele.

E assim, com minha ajuda, ele foi bombeando aquilo durante vários minutos, cada vez mais tesudo, cada vez mais rápido, cada vez mais ensopado de gosma! Aproximei-me tanto dos dois que aproveitei para usar a outra mão acariciando as duas bolas grandes e peludas dele, e percebi que estavam lambuzadas pelos sucos que espirravam enquanto ele fodia a éguinha.

Depois de muitas bombadas, meio enlouquecido de excitação, o Tio Euzébio gemeu algo que não entendi direito:

-SSSSSSS ...Tô quase gozando , Licinha... Quer que eu esporre dentro dela? Responda...

-Que é isso, tio? Como é... Não tem perigo de ela ficar prenha, se gozar lá dentro? – perguntei em minha inocência.

Naquele momento, tio Euzébio provou que além de sofredor, era um tanto safado também, pois se aproveitando de minha ignorância, recomendou:

-Quando eu tirar ele, Licinha! Segura meu pau, mete a cabeça dele na boca e chupa tudo... é igual leite condensado. ...você vai gostar... Assim, a Branquinha não fica prenha ....vai...

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Meio atrapalhada, pois era a primeira vez que fazia aquilo, quando ele desatolou-o e apontou-o para meus lábios, segurei o caralhão do Tio Euzébio e levei-o até minha boquinha, chupei na ponta melada dele. De imediato senti minha boca sendo enchida continuamente enquanto tentava engolir aquilo tudo. Sem saber direito o que acontecia, na verdade eu estava sendo alimentada pelo Tio Euzébio, pela primeira vez. Ele resfolegava como um louco enquanto gozava em minha boca....

E, ao sentir meu tio gozando em mim, eu também fui tomada por uma sensação muito estranha, gozei, metendo os dedos em minha bocetinha , masturbando-me, como às vezes fazia sozinha em meu quarto . Depois do serviço feito, eu me afastei do caralho, olhando espantada para o tio, achando que quem ficaria grávida seria eu...

Quando terminou de gozar, tio Euzébio abraçou a Branquinha e fez lhe um afago de agradecimento.... Usou sua camisa para tirar o excesso de porra em seu cacetão, já amolecido, e em meus lábios, que estavam muito lambuzados, devido ao acúmulo de esperma. Abraçou-me dizendo que agora era um homem completamente realizado.

Nem é preciso muita imaginação para saber o que ocorreu nos dias seguintes, não é? O Tio Euzébio sempre me requisitava para ajudá-lo e eu ia alegremente, feliz por me sentir tão importante na vida dele.

Passaram-se os dias, os meses, os anos...

E assim vivemos felizes: Eu, o Tio Euzébio e a Branquinha...

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