Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7390 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5063 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12902 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8168 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6180 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4966 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7587 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7837 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6097 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5956 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6299 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10705 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9762 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29079 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8202 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18337 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4775 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5335 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77385 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3625 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7766 100 Nota 4

O cigano.

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Escrito dia 01 de julho de 2007 na categoria Hetero por Amigaço

O cigano.

Dona Marta estendia os lençóis no varal enquanto observava o marido inerte, na cadeira de rodas , ao lado da porta dos fundos . O médico havia dito que um pouco do sol da manhã não lhe faria mal. Havia já dois anos que praticava aquela rotina de viúva de marido vivo. Após a isquemia cerebral que o deixara paralítico e cego, o marido se transformara num vegetal . Era assim que o via ,não sem dor no coração. Até que fora um homem bom e cumpridor , mas agora , olhando-o ...era apenas um fardo pesado.

Sentia saudades da vida que tinham há dois anos ...muitas saudades...principalmente...

Barulhos no terreno ao lado e ela observou por entre as folhas do capim alto , mastros

sendo erguidos ,lonas sendo estendidas, sons de vozes estranhas e de machados batendo no tronco de árvores. Uma voz masculina mais ríspida , um sotaque desconhecido.

Ciganos , pensou . Era só o que lhe faltava. Não havia muros separando os terrenos,apenas a mambembe cerca de arames farpados. Com certeza lhe roubariam os poucos lençóis que possuía e algumas de suas galinhas... Haveria de redobrar seus cuidados.

No dia seguinte não colocou o marido para tomar sol. Mesmo porque amanhecera nublado , com jeito de chuva. Pegou a vasilha com o milho e foi alimentar as frangas no galinheiro próximo à cerca de arame . Contou uma por uma : treze..mais oito galinhas....não faltava nenhuma . O barulho no terreno ao lado havia desaparecido. Eram sete horas,deveriam estar dormindo ainda...”Quem não faz nada,não precisa acordar cedo”,pensou com certo rancor. Havia servido o café ao marido e se esquecera de ir ao banheiro.

Uma forte vontade de urinar se apossou dela , e rapidamente,ergueu as saias , desceu as calcinhas pretas e acocorou-se com as pernas abertas. O jato de urina esguichou forte na terra e formou uma poça entre suas pernas... Ficou ainda agachada por um tempo para deixar sair as últimas gotas e com a barra da saia enxugou os lábios da boceta. Uma , duas vezes, o tecido áspero roçou o clitóris inchado e , quase sem querer os dedos separaram os lábios grandes e ela sentiu o arrepio ... há quanto tempo ... dois anos ... nem a língua ele podia usar ... aquele ...uma vez só tentou e quase o sufocou...

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Rapidamente os dedos , os quatro, abriram a boceta e ela se admirou de quanto era grande e larga sua entrada...apesar de nunca ter – lhe dado filhos , o marido soubera usar plenamente seus domínios ... soubera...pudera...não podia mais.... nada mais nele se movia ou se erguia como antigamente....Projetou a bunda pra frente para que a boceta ficasse mais exposta e os dedos pudessem trabalhar mais firmemente.

E ao erguer inadvertidamente os olhos , deparou com o homem observando-a , meio escondido pelo capim, as calças abertas , a mão segurando o pênis rijo num lento e longo movimento de masturbação. Um cigano! Um deles! Tentou desviar os olhos, mas era como se estivesse hipnotizada pelo caralho sendo exibido. Talvez por força do longo tempo de abstinência , o homem pareceu-lhe uma monstruosidade no formato e no tamanho. Após um breve espaço de tempo , saiu do choque e desesperada, levantou-se, mesmo sem erguer as calcinhas correu em direção aos fundos da casa. Estava vermelha como um pimentão, arfante e , trôpega , chegou aos pés do marido , na cadeira de rodas. Ajoelhou-se ante ele e fazendo de seus joelhos um anteparo, chorou. Chorou por longo tempo , as lágrimas umedecendo o tecido da calça . Mas ele permaneceu imóvel, impassível ,como uma estátua de gesso, os olhos mortos perdidos num vazio eterno.

Soluçou alto , sem se preocupar com vizinhos ou ciganos. Naquele instante,chorou tudo o que tinha para ser chorado. Amaldiçoou o destino,amaldiçoou Deus e tudo o mais que pôde se lembrar.

Na manhã seguinte não levantou o marido da cama. Penteou os longos cabelos negros que aqui e ali começavam a mostrar tufos brancos. Passou o batom , mais do que seria normal , perfumou em abundância os seios largos e ainda belos. Mas não lavou a boceta. Abriu o pote de creme com o qual costumava massagear as costas dele . Bezuntou a boceta larga por dentro e por fora. Bezuntou os lábios da boceta até que ficassem inchados e brilhantes. Não vestiu as calcinhas. Usou uma camisola da qual ele amava tanto vê-la se despindo. E dirigiu-se ao fundo do quintal , ao lado do galinheiro, perto da cerca de arame farpado. E exatamente no local onde havia mijado no dia anterior , agachou-se , pernas bem abertas, ofereceu a visão de sua boceta bem aberta. Viu a moita de capim se mover lentamente e o vulto silencioso se aproximar da cerca. Era magro mas forte, feio porém másculo , barbudo além da conta e exibia um pênis que jamais em seus sonhos havia suspeitado.

Quando deu por si estava sendo forçada contra a parede de madeira do galinheiro . Uma de suas pernas ele a havia erguido tanto que lhe contraia o ventre , a bocetona bem aberta e seus dedos rudes se afundavam na carne macia de creme . Ela deixou que seus fluidos vazassem longamente lambusando a mão toda , enquanto segurava o pênis dele e verificava que , diferente do marido não podia dar a volta em sua circunferência,tão largo era . Sentiu o cheiro forte do cigarro de palha apoiado atrás da orelha dele e a barba riscando suas tetas , os lábios gulosos buscando os bicos vermelhos e enrijecidos. Ela mesma pegou o caralho enorme e esfregou a cabeça dele entre os lábios da boceta para que ficasse impregnada de seus líquidos e escorregasse mais facilmente por entre as dobras até invadir lentamente suas entranhas. Percebeu dolorosamente que ,embora sua boceta fosse tão ampla, a cabeça do caralho era mais grossa que sua abertura e arrombava rudemente o canal invadindo-a vigorosamente até chegar ao útero .Arfou , procurou a boca para beijá-la mas ele riu e ela percebeu que ,de certa forma , zombava dela.

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Depois ele ergueu sua outra perna e ela ficou à mercê dele , os pés sobre seus ombros , os quadris , a boceta e o cu , tudo à disposição dele , para que a fodesse como bem quisesse. Sentiu que o caralho dele escorregava para dentro e para fora por muitas vezes,alargando-lhe por dentro, lembrando-lhe o quanto era preciosa aquela sensação de ser possuída completamente ..

Sentiu a grossura do caralho visitando os lugares que há dois anos não sentia o calor de homem. Seus braços soltaram - se dele e ela desfaleceu de gozo , o sumo escorrendo pelo saco , por suas pernas magras e peludas. Ele desatolou o caralho e um farto esguicho de porra atingiu seus pelos . Olhou extasiada os pentelhos negros saturados de porra , viu a cabeçona marrom reluzente de esperma surgir e afundar-se novamente dentro de sua racha para começar tudo de novo. Podia –se ouvir de longe seus gemidos de dor e prazer misturados ao som molhado da pica trabalhando ferozmente em sua racha lambusada de porra e líquidos de sua própria satisfação . Perdeu a conta de quantas vezes sua boceta se contraiu no espasmo do gozo , e era como se estivesse gozando continuamente.

Durante dez minutos ela foi fodida e , por fim , abandonada sem uma palavra , suas pernas doloridas devido à posição incômoda, o pênis ainda inchado sendo espremido para soltar as últimas gotas, as calças sendo ajustadas pelo cinturão de couro , os pés descalços se afastando em direção à cerca. O cheiro de fumo de corda se esmaecendo no ar da manhã. Sua mente em profunda confusão.

No dia seguinte, ao contar as galinhas, sorriu ao verificar que lhe faltavam três.

E , calmamente,beijou a testa do marido enquanto empurrava a cadeira de rodas para a sombra da mangueira.

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