| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| eu de novo | Sado | marcelouro | 1315 | 2 | ||
| Muitas em uma........ | Hetero | marcelouro | 1824 | 5 | ||
| Pura poesia | Fetiche | marcelouro | 4056 | 73 | ||
| Casual | Orgias | marcelouro | 2751 | 59 | ||
| Noite iluminada | Hetero | marcelouro | 1681 | 52 | ||
| Magia do sexo | Orgias | marcelouro | 5755 | 54 | ||
| Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra | Orgias | marcelouro | 8371 | 52 | ||
| Do limão se faz limonada | Exibicionismo | marcelouro | 2322 | 63 | ||
| Encontro distante | Exibicionismo | marcelouro | 1874 | 71 | ||
| depois da chuva | Orgias | marcelouro | 6144 | 104 | ||
| A cortina | Travestis | marcelouro | 7931 | 60 | ||
| sonho realizado | 1 ![]() |
Orgias | marcelouro | 5265 | 59 | |
| surpresas | Exibicionismo | marcelouro | 7826 | 88 | ||
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Vôo Atrasado
Aeroporto, vôos atrasados, irritação e vontade de ir embora. Já estava todo mundocansado daquela espera, eu não tinha muita pressa nem o companheiro de viagem ao lado, começamos a conversar e buscar alternativas para sai daquel caos instalado. Ônibus? Nem pensar, combinamos então de alugar um carro, o destino era o mesmo e podiamos revezar na direção, seriam 08:00 horas de viagem, o que dá para cansar.
Alugamos e colocamos o pé na estrada, falavamos do dia a dia corriqueiro, de trabalho, até chegarmos às preferências sexuais e nossas aventuras, nem dos dois assumiu outra postura que não a de macho esfomeado e sacana. Eu insistia se êle não havia feito o troca a troca nem mesmo na infância, o que é comum e não nego te-lo feito, êle disse que não.
Iamos pela rodovia, trânsito calmo até chegarmos a uma pequena cidade onde nos avisaram que o rio havia transbordado e que a ponte estava interditada, êle não pensou duas vezes, disse conhecer um desvio de estrada de chão e que poderíamos passar o trecho com problemas. Fomos passando por aquelas estradinhas de chão e contiuamos a nossa conversa. Aí então êle falou que aquele pap o havia deixado com tesão, brinquei com êle e disse para ver se era verdade. E era, apalpei o seu mastro e êle estava duro como pedra, rí e disse como êle podia ficar teso na presença e em conversa com outro macho.
Bom, êle disse que o papo de experimentar o havia deixado curioso, eu disse que novas experiências sempre trazem novas perspectivas, assim dizendo baixei o fecho da sua calça e coloquei o seu membro para fora, falei para êle ir respirando o ar puro do local. Entramos em uma grande plantação de eucalipto, o horizonte se perdia em meio a tantas árvores. Eu estava admirado com aquele membro liso e redondinho, segurei-o mansamente e passei a acaricia-lo, o companheiro foi ficando rubro e tenso ao volante. Sem muita conversa eu me abaixei e lambi aquela cabeça vermelha eroliça, fui mordiscando-a e aos poucos engolindo-a, aí eu brinquei que queria aprender a dirigir, tiramos nossas roupas, afinal não havia ninguém por aquelas bandas mesmo.
Eu continuei mamamndo aquela vara enquanto êle passou a cutucar o meu rabo, salivava no dedo e enfiava-o no meu cú, começei a gostar daquilo e fui ficando cada vez mais ousado, aí eu falei que ia aprender a dirigir, sentei-me em seu colo e êle direcionou a cabeça de sua vara para o meu cú, segurei firme no volante e forçei meu corpo para ser penetrado, a vara entrou me rasgando, eu gritava para que êle acelerasse,depois para frear, rduzir a marcha, assim ficamos brincando até eu sentir o jorro de porra nas minhas entranhas.
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Sai do seu colo e fiquei olhando aquela vara ainda em riste, saí do carro e deitei-me no capô, êle entendeu e foi atrás, encaixou de novo a vara no meu cú e passou a me comer com mais força e vontade, eu só ouvia o meu corpo se esfregando no capô e sentia as suas mãos me segurando na cintura para empurrar com mais força a vara no meu anel. Eu gozei e êle também, agora eu o deitei no capó e passei a chupar aquela vara cheia de porra e com gosto de meu cú, lambi-a a deixei limpinha, sem uma gota sequer de porra.
Ficamos ali um bom tempo olhando um para a cara do outro, rimos e concordamos que a viagem estava boa e poderia ser melhor ainda daqui para a frente.Combinamos que ficariamos no próximo motel que encontrassemos, de preferência que tivesse uma boa hidro para nos divertimos. Rodamos mais uns 40 km até acharmos o que queriamos, de volta à rodovia paramos em motel até ajeitado para o local, bem vestidos e cara de cansados êles nem imaginavam o que pretendíamos.
Escolhemos aquele que tinha a hidro, falamos que queriamos um bom relaxar antes de prosseguirmos viagem. Fomos logo nos despindo e caindo na água morna da hidro, brincavamos debaixo das bolhas enquanto tiravamos a poeira da estrada, depois ficamos frente a frente, cada um catucando o rabo do outro com o dedão do pé, ví que êle também estava gostando da novidade e provoquei jogando água em seu rosto, falando que daqui a pouco êle também seria bichinha também.
Êle fez cara de zangado que não convenceu, sentei-me então ao seu lado , peguei a sua mão e conduzi para a minha vara , pareciamos tê-las do mesmo tamanho, êle fez cara de recusa mas não tirou a mão, eu fiz o mesmo, ai eu sugeri que raspassemos as partes íntimas , o tóraz e as pernas, não esquecendo a raspagem em torno do anel.. Assim, raspadinhos, caimos de novo na hidro, o óleo na água tornara os nossos corpos escorregadios, começamos então a brincadeira de tentar nos segurarmos eu segurei o seu membro que escorregava mais ainda despido de pelo, abraçei-o de frente e fiquei roçando meu membro contra o seu, as varas já estavam no ponto, boiavamos na água e os deixavamos apontados para cima.
Bom, a brincadeira estava boa mas escorregadia demais, fomos ainda molhados para a cama redonda, deitamos lado a lado, pés contra cabeças e passamos ao 69 inicial, se bem que as varas já estavam prá de lubrificadas, olhavamos para o espelho do teto e ríamos da aventura. Era hora do bem bom, eu deitei sobre êle e prendi as suas mãos, êle estava resistente quanto ao coito anal, sendo mais forte eu o subjuguei e passei a buscar o seu anel raspadinho, êle foi cedendo e passei a lamber-lhe o rabo, êle arrepiava e suspirava, abriu as pernas e expôs o seu buraco virgem, encostei a cabeça da vara e fui brincando na sua entrada.
Uma estocada leve, outra mais forte e atolei a vara naquele rabo, fui estocando devargarinho até que êle relaxasse e abrisse de vez a guarda, senti o seu corpo suando e achei que era a hora de aumentar o rítmo, colei meu corpo no seu e puxei-o pela cintura, fui até onde cabia mihna vara, meus bagos chocavam contra os seus e êle gemia gostoso, é isto que tesa . Joguei minhas pernas para a frente e deitei-me, deixei que êle agora me cavalguasse, rebolando sobre minha barriga eu gozei dentro daquele rabo quente e excitado, pedi que êle segurasse o gozo, queria minha vez.
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Êle assentou na cama , sentei-me sobre sua vara abraçando-o com as minhas pernas, entrei fundo naquela vara, segurava-o pelos ombros e eu mesmo buscava a penetração mais profunda, nos abraçamos e aceleramos os movimentos, entreguei-me totalmente ao gozo, não poupei os gemidos e sussurrros em seus ouvidos: me rasga, eu te engulo todo, vai fundo, goza tudo o que puder. Assim foi o momento de prazer, caimos de costas, exaustos e cheios de porra dentro das entranhas.
Fomos para a ducha, nos abraçamos, nos tocamos e massageavamos nossas varas cansadas e esfoladas, quem dirá os nossos aneis, roçando nossas varas apalpvamos nossos rabos arreganhados e ardidos, suavemente tocamos com os dedos as pregas ardidas, as nádegas o rego. Fomos dormir, o gim da viagem ainda estava longe de acontecer.
Chegamos ao nosso destino, praias quentes da Bahia, procuramos um hotel discreto e deixamos as nossas bagagens, fomos rodar um pouco pela orla, avistamos um grupo de capoeiristas e ficamos observando uma garota que afzia lá o seu jogo de pernas como ninguém, falei com êle que devia ser gostoso transar com uma mulher com tanta elasticidade. Acabada a apresentação fomos lá conversar com a garota, não muito garota, e falamos da nossa admiração, ela ficou lisonjeada e perguntou onde estavamos hospedados, perguntamos se ela iria nos ensinar capoeita, ela riu e disse: quem sabe.
À noite ela apareceu e nos convidou a dar uma volta para conhecer a cidade, fomos e acabamos em um barzinho na praia, bebemos e ela acabou ficando alegre além da conta, nos colocamos à sua disposição para levá-la em casa, ela topou e foi aí que descobrimos o fato dela morar sózinha.Fomos abraçados e nesse meio tempo iamos bolinado seus seios e sua bunda, ela não reclamou e nós fomos ficando mais ousados.
Chegamos ao seu chalé e já fomos tirando-lhe a roupa, baiana ela não era, mas era quente ou estava há muito sem uma transa, foi empurrando meu amigo para cama e já caiu de boca em seu membro, riu do fato dele estar raspado mas o engoliu todo, para mim ficou aquela fenda molhada me chamando, já fui enfiando sem dó o caralho naquela fenda e arrombando-a, ela gemia e chupava, mas eu não queria gozar ainda, pisquei para o amigo e êle entendeu, a fez sentar-se sobre sua vara de frente para mim, eu vislumbrei aquela xana engolindo a vara do meu amigo, ofereci minha vara para que ela chupasse a sua própria seiva uterina, então ela mostrou os seus dotes de capoeirista, alçou suas pernas até tocar os ombros do meu companheiro de viagem a xana abriu-se toda me convidando.
Eu apoei-me em suas pernas e enfiei também a minha vara naquela buceta raspadinha, ficamos ali colados e grudadinhos, fazendo aquele sanduíche de prazer, sentia os membros roçando um no outro e aquela xana se abrindo cada vez mais, tocavamos os bagos. Nos gozamos juntos, saimos dela e ela deitada na cama nos surpreendem novamente, numa elasticidade incrível ela passou a lamber a própria xana, chupava toda a porra que dela escorria, aquela visão nos tesou de novo, parece ter sido de propósito aquela cena.