Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por marcelouro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
eu de novo Sado marcelouro 1315 2 Nota 2.5
Muitas em uma........ Hetero marcelouro 1824 5 Nota 3.5
Pura poesia Fetiche marcelouro 4056 73 Nota 3.5
Casual Orgias marcelouro 2751 59 Nota 3.5
Noite iluminada Hetero marcelouro 1681 52 Nota 3.5
Magia do sexo Orgias marcelouro 5755 54 Nota 3.5
Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra Orgias marcelouro 8371 52 Nota 3.5
Do limão se faz limonada Exibicionismo marcelouro 2322 63 Nota 3.5
Encontro distante Exibicionismo marcelouro 1874 71 Nota 3.5
depois da chuva Orgias marcelouro 6144 104 Nota 3.5
A cortina Travestis marcelouro 7931 60 Nota 3.5
sonho realizado 1 1 Comentários Orgias marcelouro 5265 59 Nota 3.5
surpresas Exibicionismo marcelouro 7826 88 Nota 3.5

Casual

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Escrito dia 18 de junho de 2007 na categoria Orgias por marcelouro

Vôo Atrasado

Aeroporto, vôos atrasados, irritação e vontade de ir embora. Já estava todo mundocansado daquela espera, eu não tinha muita pressa nem o companheiro de viagem ao lado, começamos a conversar e buscar alternativas para sai daquel caos instalado. Ônibus? Nem pensar, combinamos então de alugar um carro, o destino era o mesmo e podiamos revezar na direção, seriam 08:00 horas de viagem, o que dá para cansar.

Alugamos e colocamos o pé na estrada, falavamos do dia a dia corriqueiro, de trabalho, até chegarmos às preferências sexuais e nossas aventuras, nem dos dois assumiu outra postura que não a de macho esfomeado e sacana. Eu insistia se êle não havia feito o troca a troca nem mesmo na infância, o que é comum e não nego te-lo feito, êle disse que não.

Iamos pela rodovia, trânsito calmo até chegarmos a uma pequena cidade onde nos avisaram que o rio havia transbordado e que a ponte estava interditada, êle não pensou duas vezes, disse conhecer um desvio de estrada de chão e que poderíamos passar o trecho com problemas. Fomos passando por aquelas estradinhas de chão e contiuamos a nossa conversa. Aí então êle falou que aquele pap o havia deixado com tesão, brinquei com êle e disse para ver se era verdade. E era, apalpei o seu mastro e êle estava duro como pedra, rí e disse como êle podia ficar teso na presença e em conversa com outro macho.

Bom, êle disse que o papo de experimentar o havia deixado curioso, eu disse que novas experiências sempre trazem novas perspectivas, assim dizendo baixei o fecho da sua calça e coloquei o seu membro para fora, falei para êle ir respirando o ar puro do local. Entramos em uma grande plantação de eucalipto, o horizonte se perdia em meio a tantas árvores. Eu estava admirado com aquele membro liso e redondinho, segurei-o mansamente e passei a acaricia-lo, o companheiro foi ficando rubro e tenso ao volante. Sem muita conversa eu me abaixei e lambi aquela cabeça vermelha eroliça, fui mordiscando-a e aos poucos engolindo-a, aí eu brinquei que queria aprender a dirigir, tiramos nossas roupas, afinal não havia ninguém por aquelas bandas mesmo.

Eu continuei mamamndo aquela vara enquanto êle passou a cutucar o meu rabo, salivava no dedo e enfiava-o no meu cú, começei a gostar daquilo e fui ficando cada vez mais ousado, aí eu falei que ia aprender a dirigir, sentei-me em seu colo e êle direcionou a cabeça de sua vara para o meu cú, segurei firme no volante e forçei meu corpo para ser penetrado, a vara entrou me rasgando, eu gritava para que êle acelerasse,depois para frear, rduzir a marcha, assim ficamos brincando até eu sentir o jorro de porra nas minhas entranhas.

Ache solteiros sexy em sua cidade...de graça!!!

Sai do seu colo e fiquei olhando aquela vara ainda em riste, saí do carro e deitei-me no capô, êle entendeu e foi atrás, encaixou de novo a vara no meu cú e passou a me comer com mais força e vontade, eu só ouvia o meu corpo se esfregando no capô e sentia as suas mãos me segurando na cintura para empurrar com mais força a vara no meu anel. Eu gozei e êle também, agora eu o deitei no capó e passei a chupar aquela vara cheia de porra e com gosto de meu cú, lambi-a a deixei limpinha, sem uma gota sequer de porra.

Ficamos ali um bom tempo olhando um para a cara do outro, rimos e concordamos que a viagem estava boa e poderia ser melhor ainda daqui para a frente.Combinamos que ficariamos no próximo motel que encontrassemos, de preferência que tivesse uma boa hidro para nos divertimos. Rodamos mais uns 40 km até acharmos o que queriamos, de volta à rodovia paramos em motel até ajeitado para o local, bem vestidos e cara de cansados êles nem imaginavam o que pretendíamos.

Escolhemos aquele que tinha a hidro, falamos que queriamos um bom relaxar antes de prosseguirmos viagem. Fomos logo nos despindo e caindo na água morna da hidro, brincavamos debaixo das bolhas enquanto tiravamos a poeira da estrada, depois ficamos frente a frente, cada um catucando o rabo do outro com o dedão do pé, ví que êle também estava gostando da novidade e provoquei jogando água em seu rosto, falando que daqui a pouco êle também seria bichinha também.

Êle fez cara de zangado que não convenceu, sentei-me então ao seu lado , peguei a sua mão e conduzi para a minha vara , pareciamos tê-las do mesmo tamanho, êle fez cara de recusa mas não tirou a mão, eu fiz o mesmo, ai eu sugeri que raspassemos as partes íntimas , o tóraz e as pernas, não esquecendo a raspagem em torno do anel.. Assim, raspadinhos, caimos de novo na hidro, o óleo na água tornara os nossos corpos escorregadios, começamos então a brincadeira de tentar nos segurarmos eu segurei o seu membro que escorregava mais ainda despido de pelo, abraçei-o de frente e fiquei roçando meu membro contra o seu, as varas já estavam no ponto, boiavamos na água e os deixavamos apontados para cima.

Bom, a brincadeira estava boa mas escorregadia demais, fomos ainda molhados para a cama redonda, deitamos lado a lado, pés contra cabeças e passamos ao 69 inicial, se bem que as varas já estavam prá de lubrificadas, olhavamos para o espelho do teto e ríamos da aventura. Era hora do bem bom, eu deitei sobre êle e prendi as suas mãos, êle estava resistente quanto ao coito anal, sendo mais forte eu o subjuguei e passei a buscar o seu anel raspadinho, êle foi cedendo e passei a lamber-lhe o rabo, êle arrepiava e suspirava, abriu as pernas e expôs o seu buraco virgem, encostei a cabeça da vara e fui brincando na sua entrada.

Uma estocada leve, outra mais forte e atolei a vara naquele rabo, fui estocando devargarinho até que êle relaxasse e abrisse de vez a guarda, senti o seu corpo suando e achei que era a hora de aumentar o rítmo, colei meu corpo no seu e puxei-o pela cintura, fui até onde cabia mihna vara, meus bagos chocavam contra os seus e êle gemia gostoso, é isto que tesa . Joguei minhas pernas para a frente e deitei-me, deixei que êle agora me cavalguasse, rebolando sobre minha barriga eu gozei dentro daquele rabo quente e excitado, pedi que êle segurasse o gozo, queria minha vez.

Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!

Êle assentou na cama , sentei-me sobre sua vara abraçando-o com as minhas pernas, entrei fundo naquela vara, segurava-o pelos ombros e eu mesmo buscava a penetração mais profunda, nos abraçamos e aceleramos os movimentos, entreguei-me totalmente ao gozo, não poupei os gemidos e sussurrros em seus ouvidos: me rasga, eu te engulo todo, vai fundo, goza tudo o que puder. Assim foi o momento de prazer, caimos de costas, exaustos e cheios de porra dentro das entranhas.

Fomos para a ducha, nos abraçamos, nos tocamos e massageavamos nossas varas cansadas e esfoladas, quem dirá os nossos aneis, roçando nossas varas apalpvamos nossos rabos arreganhados e ardidos, suavemente tocamos com os dedos as pregas ardidas, as nádegas o rego. Fomos dormir, o gim da viagem ainda estava longe de acontecer.

Chegamos ao nosso destino, praias quentes da Bahia, procuramos um hotel discreto e deixamos as nossas bagagens, fomos rodar um pouco pela orla, avistamos um grupo de capoeiristas e ficamos observando uma garota que afzia lá o seu jogo de pernas como ninguém, falei com êle que devia ser gostoso transar com uma mulher com tanta elasticidade. Acabada a apresentação fomos lá conversar com a garota, não muito garota, e falamos da nossa admiração, ela ficou lisonjeada e perguntou onde estavamos hospedados, perguntamos se ela iria nos ensinar capoeita, ela riu e disse: quem sabe.

À noite ela apareceu e nos convidou a dar uma volta para conhecer a cidade, fomos e acabamos em um barzinho na praia, bebemos e ela acabou ficando alegre além da conta, nos colocamos à sua disposição para levá-la em casa, ela topou e foi aí que descobrimos o fato dela morar sózinha.Fomos abraçados e nesse meio tempo iamos bolinado seus seios e sua bunda, ela não reclamou e nós fomos ficando mais ousados.

Chegamos ao seu chalé e já fomos tirando-lhe a roupa, baiana ela não era, mas era quente ou estava há muito sem uma transa, foi empurrando meu amigo para cama e já caiu de boca em seu membro, riu do fato dele estar raspado mas o engoliu todo, para mim ficou aquela fenda molhada me chamando, já fui enfiando sem dó o caralho naquela fenda e arrombando-a, ela gemia e chupava, mas eu não queria gozar ainda, pisquei para o amigo e êle entendeu, a fez sentar-se sobre sua vara de frente para mim, eu vislumbrei aquela xana engolindo a vara do meu amigo, ofereci minha vara para que ela chupasse a sua própria seiva uterina, então ela mostrou os seus dotes de capoeirista, alçou suas pernas até tocar os ombros do meu companheiro de viagem a xana abriu-se toda me convidando.

Eu apoei-me em suas pernas e enfiei também a minha vara naquela buceta raspadinha, ficamos ali colados e grudadinhos, fazendo aquele sanduíche de prazer, sentia os membros roçando um no outro e aquela xana se abrindo cada vez mais, tocavamos os bagos. Nos gozamos juntos, saimos dela e ela deitada na cama nos surpreendem novamente, numa elasticidade incrível ela passou a lamber a própria xana, chupava toda a porra que dela escorria, aquela visão nos tesou de novo, parece ter sido de propósito aquela cena.

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