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Relatos eróticos escritos por marcelouro

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eu de novo Sado marcelouro 1317 2 Nota 2.5
Muitas em uma........ Hetero marcelouro 1824 5 Nota 3.5
Pura poesia Fetiche marcelouro 4057 73 Nota 3.5
Casual Orgias marcelouro 2754 59 Nota 3.5
Noite iluminada Hetero marcelouro 1681 52 Nota 3.5
Magia do sexo Orgias marcelouro 5756 54 Nota 3.5
Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra Orgias marcelouro 8371 52 Nota 3.5
Do limão se faz limonada Exibicionismo marcelouro 2323 63 Nota 3.5
Encontro distante Exibicionismo marcelouro 1874 71 Nota 3.5
depois da chuva Orgias marcelouro 6144 104 Nota 3.5
A cortina Travestis marcelouro 7933 60 Nota 3.5
sonho realizado 1 1 Comentários Orgias marcelouro 5266 59 Nota 3.5
surpresas Exibicionismo marcelouro 7827 88 Nota 3.5

Noite iluminada

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Escrito dia 02 de junho de 2007 na categoria Hetero por marcelouro

O ambiente cheirava vinho, um cheiro doce penetrava as narinas, bom buquê. A penumbra condizia com o perfume, luz tênue e pouca sombra, uma brisa leve balançoava a cortina branca, o clarão da lua desenhava uma trilha no corredor.

Entrei passo ante passo, pisando como um gato, farejei o ar , havia algo entre aquelas paredes, e lá estava ela, esparramada na cama, logo percebi que estava apagada, duas garrafas vazias de vinho situavam o seu estado etílico. Ela estava usando apenas uma camiseta que não cobria nada do seu corpo, vi a sua calcinha branca enfiada no rego e aquela visão me tesou, cheguei mansamente e a toquei, ouvi apenas um resmungo e nada mais.

Ajeitei-a na cama, toquei sua pele quente e me turbinei de vez, fui puxando mansamente sua calcinha para não acordá-la, se é que ela o faria, fui tocando as suas pernas com o dorso da mão, para cima e para baixo, senti seus pelos se eriçarem, passei a massagear suas nádegas abrindo-as, divisei aquele rabinho rosado, suas partes estavam depiladas e eu percebia o seu anel convidativo.

Passei suavemente a língua naquele rego, o anelzinho contraia, fui enfiando a língua nêle e

molhando-o com a minha saliva, enfiei o dedo e rodava-o delicadamente, ouvia uns grunhidos, nada mais do que isto. Bom, parecia que ela não acordaria daquele fogo etílico, mas a bundinha se arrebitou, me chamava, eu tirei o meu membro para fora e toquei o seu rabinho, pincelava-o e enfiava a cabeça.

Eu já não aguentava mais o suspense, forçei a entrada e ela abriu as pernas consentindo a minha invasão, atolei todo o meu membro em seu anelzinho e este abriu-se em flor para receber-me, comecei a me movimentar dentro dela, ela suspirava manhosamente, eu acelerei os meus movimentos, puxei-a contra meu corpo até colar aquela bunda quente na minha barriga.

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Eu suava e gemia de prazer, a cena me excitava cada vez mais, eu bombava aquele rabo que eu tanto desejava e ia à loucura com a situação. Gozei como ainda não havia feito, escorria porra por entre suas pernas e eu não queria tirar meu membro do seu rabo, fiquei lá até que êle amolecesse. Pousei-a levemente na cama, lambi as suas costas nuas e beijei-lhe a xana molhada de gozo.

Fui embora, e dormi como um anjo pensando naquela noite iluminada. Na manhã seguinte recebi o telefonema dela, com a voz macia me disse que a noite fora ótima, que agora queira fazer mais, queria me ofertar a xana, chupar o meu membro, gostara do seu tamanho e do meu calor.

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