| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| eu de novo | Sado | marcelouro | 1317 | 2 | ||
| Muitas em uma........ | Hetero | marcelouro | 1824 | 5 | ||
| Pura poesia | Fetiche | marcelouro | 4057 | 73 | ||
| Casual | Orgias | marcelouro | 2754 | 59 | ||
| Noite iluminada | Hetero | marcelouro | 1681 | 52 | ||
| Magia do sexo | Orgias | marcelouro | 5756 | 54 | ||
| Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra | Orgias | marcelouro | 8371 | 52 | ||
| Do limão se faz limonada | Exibicionismo | marcelouro | 2323 | 63 | ||
| Encontro distante | Exibicionismo | marcelouro | 1874 | 71 | ||
| depois da chuva | Orgias | marcelouro | 6144 | 104 | ||
| A cortina | Travestis | marcelouro | 7933 | 60 | ||
| sonho realizado | 1 ![]() |
Orgias | marcelouro | 5266 | 59 | |
| surpresas | Exibicionismo | marcelouro | 7827 | 88 | ||
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O ambiente cheirava vinho, um cheiro doce penetrava as narinas, bom buquê. A penumbra condizia com o perfume, luz tênue e pouca sombra, uma brisa leve balançoava a cortina branca, o clarão da lua desenhava uma trilha no corredor.
Entrei passo ante passo, pisando como um gato, farejei o ar , havia algo entre aquelas paredes, e lá estava ela, esparramada na cama, logo percebi que estava apagada, duas garrafas vazias de vinho situavam o seu estado etílico. Ela estava usando apenas uma camiseta que não cobria nada do seu corpo, vi a sua calcinha branca enfiada no rego e aquela visão me tesou, cheguei mansamente e a toquei, ouvi apenas um resmungo e nada mais.
Ajeitei-a na cama, toquei sua pele quente e me turbinei de vez, fui puxando mansamente sua calcinha para não acordá-la, se é que ela o faria, fui tocando as suas pernas com o dorso da mão, para cima e para baixo, senti seus pelos se eriçarem, passei a massagear suas nádegas abrindo-as, divisei aquele rabinho rosado, suas partes estavam depiladas e eu percebia o seu anel convidativo.
Passei suavemente a língua naquele rego, o anelzinho contraia, fui enfiando a língua nêle e
molhando-o com a minha saliva, enfiei o dedo e rodava-o delicadamente, ouvia uns grunhidos, nada mais do que isto. Bom, parecia que ela não acordaria daquele fogo etílico, mas a bundinha se arrebitou, me chamava, eu tirei o meu membro para fora e toquei o seu rabinho, pincelava-o e enfiava a cabeça.
Eu já não aguentava mais o suspense, forçei a entrada e ela abriu as pernas consentindo a minha invasão, atolei todo o meu membro em seu anelzinho e este abriu-se em flor para receber-me, comecei a me movimentar dentro dela, ela suspirava manhosamente, eu acelerei os meus movimentos, puxei-a contra meu corpo até colar aquela bunda quente na minha barriga.
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Eu suava e gemia de prazer, a cena me excitava cada vez mais, eu bombava aquele rabo que eu tanto desejava e ia à loucura com a situação. Gozei como ainda não havia feito, escorria porra por entre suas pernas e eu não queria tirar meu membro do seu rabo, fiquei lá até que êle amolecesse. Pousei-a levemente na cama, lambi as suas costas nuas e beijei-lhe a xana molhada de gozo.
Fui embora, e dormi como um anjo pensando naquela noite iluminada. Na manhã seguinte recebi o telefonema dela, com a voz macia me disse que a noite fora ótima, que agora queira fazer mais, queria me ofertar a xana, chupar o meu membro, gostara do seu tamanho e do meu calor.