Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Bola

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Redondinho para Ela pisar. Sado Bola 3198 21 Nota 4.5
Macio como uma bola. Fetiche Bola 2032 19 Nota 4.5
A HISTÓRIA DE UMA BOLA DE PRAIA Fetiche Bola 3795 112 Nota 3.5
A sina de uma bola de plástico Fetiche Bola 1456 84 Nota 4.5

A sina de uma bola de plástico

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Escrito dia 01 de junho de 2007 na categoria Fetiche por Bola

Eu sou uma bola de 50 centímetros de diâmetro, azul transparente e feita de plástico. Fiquei durante mais ou menos um mês a venda em uma loja de brinquedos. A dona da loja, uma coroa loura me levou vazia e me emcheu lá. As vendedoras, umas dez, me colocaram dentro de um plástico branco e começaram a broncar comigo, como: me dar tapinhas, me passar de mão em mão, me jogar com as pontas dos dedos uma para a outra até me colocar no cesto de bolas. Eu era a mais bonita, pois as que lá estavam era tipo futebol dente de leite e pequeninas. Passados dez dias ninguém se interessou em me comprar, as vendedoras? Nem se quer mais me olhavam como na primeira vez. Só uma que passou e me bateu com a caneta. Até que numa manhã por volta das dez horas, entra na loja uma morena, alta, cabelos curtos, saia curtas e pernas grossa com sandália de madeira salto alto, vai até a caçapa de bola, me pega, me quica no chão e me aperta com os cinco dedos e pergunta a vendedora qual eu custava, a ela responde que é cinco reias. A mulher, mais uma vez me vira de cabeça para baixo, me joga no chão duas vezes, eu quico e ela deixa eu parar no chão. Quando paro de quicar, ela de repente abre as pernocas e senta em cima de mim e relacha todo o seu corpo, com uma bunda muito linda que deu para eu ver as suas celulites e calcinha vermelha. Seu fundilho tinha cheiro de creme que as mulheres passam nas pernas. Isso porque ela sentou bem em cima do meu pino, onde é a válvula que prende o ar. Quando ela sentou com aquele bundão e corpão na minha cara, senti que podia estourar. Afunde e fiquei parecendo uma abóbora azul. Naquele instante fiz um barulho que parecia rolha apertada sendo puxada da garrafa. Isso quer dizer que eu alaçei quando ela sentou com seus 70 quilos sobre mim. Uma vez sentada, ficou me sentindo como eu fosse uma almofada, isso sem cerimônia, na frente das vendedoras. Teve uma que disse: -Assim você fura a bola. Ela respondeu: -Não fura não! Eu tenho uma dessa e elas são muito resistentes. Enquanto isso eu me afogava naquele bundão moreno com a cacinha dentro dele. Me sentia sufocada mas era gostoso. Ela, se esfregou uma vez só, para sentir o quanto eu era fofa e macia. Depois ela se levantou, eu voltei logo a minha anatomia de bola, redondinha de novo, respirando ar puro, mas vendo as sua canelas, porque ela agora está de frente e se agachou, me apanhou pelo saco plástico que me envolvia, e jogou-me da onde me tirou; da caçapa de bolas. E foi comprar um carrinho para o sobrinho. Quando ela foi embora, as garotas da loja começaram a falar mal dela. Diziam que se ela me estourasse, teria que pagar o preço do prejuízo, que era o meu valor, ou seja; cinco reais. Depois desse episódia levei uns vinte dias para ter outra freguesa que se interessasse por mim. Nesse dia, uma tarde, entrou na loja uma moça, branca, baixa, uns quarenta anos, cabelos curtos, caça branca e casaco preto. Inicialmente ela olhou uma porção de brinquedos, levou uns quinze minutos admirando o que ia levar. De repente ela parou em frente a caçapa das bolas e lá estava eu; grande,de plástico transparente, lustrosa iguala a um espelho,cheia,50 centímetros de diâmetro,vistosa sobre as demais qeu não apareciam nos olhos dos fregueses. Esa moça me puxou pelo saco, olhou bem para mim, me quicou duas vezes, cai nas mãos dela, me apertou com um abraço que afundei um pouquinho, ela me esperimentava e parece que me achou fofa. Perguntou o meu preço a vendedora. A resposta foi a de quase um mês atrás, cinco reais. Disse para a funcionária que ia me levar. A vendedora, me apanha e me leva para o fundo da loja e me coloca num saco preto de vinte litros e me dá para a minha, agora dona. No saco, fico andando nas mãos dela uma meia hora mais ou menos. Quando chequei na casa dela,colocou-me sobre um sofa e só foi me tirar de lá bem mais tarde, já a noite. O rutual:me tirou dos aco preto, abriu o saco branco que me protegia, jogo-os fora na lixeira da sua casa, voltou, me apanhou do chão, me quicou com uns seis tapas de mão aberta e cada um com mais força, me botou debaixo do braço direito,encostando a mão em mim, abriu a porta da rua,saiu para o corredor,bateu na porta da vizinha, essa abriu. E qual a minha surpresa? Era a mulher que tinha sentado na minha cara quando eu estava exposta na loja para ser vendida. Estava só de calcinha. A minha dona que agora sei chamar-se Carmem Pereira, disse a vizinha que atende pelo nome de Cristina, também sei que é mulher de programas. -Olha o que comprei! Quando você quiser é só pedir que empresto. Nesse momento a minha dona me quicava no chão da sala da Cristina. A mulher de programa falou para a Carmem, minha dona: -Eu ia comprar uma igualzinha a esta, na loja lá da frente, mas desisti e comprei um carrinho para o meu sobrinho. A minha dona então fala: -É! Eu comprei nessa loja mesmo. Tinha só ela de bolão. Custou cinco reais.Achei bonita e trouxe. O mulherão da Cristina disse: Ha! Então é a que eu vi e chequei até a pegar mas não quis trazer. Aí, a minha dona deixou eu cair no chão e foi na cozinha da casa da Cristina, cujo telefone não parava de tocar, era os clientes pedindo informação sobre o seu serviço. Nesse momento em que estava estacionada no chão, a Cristina, que estava quase nua, repito só de calcinha, pernões e bundão, também tinha barrigão. Se agachou um pouco, me pegou com as duas mãos, muito bem feitas e pintadas de vermelho, apertou com um dos dedos da mão direita o meu pino, para que o ar não saisse.Me colocou no chão e me deu um violento de um chute contra a parede que chequei a fazer eco. Voltei de novo aos seus pés, ela deu outro chutão ainda mais violento, que dei outro eco. Ela não satisfeita, me colocou com o seu pézão encostada na parede e me deu uma pizadela, que emiti aquele barulho de rolha apertada, porque ela comprimiu o meu ar de maneira violenta. Depois de me esperimentar como quis, ela Colocou o meu pino para cima e mais uma vez sem cerimonias sentou o bundão cheirando a creme sobre minha cara. Alaçei, e mais uma vez emiti quele som de bola alaçando em virtude do seu peso. A Cristina, tinha dois telefones na mão. Um celular e outro fixo para atender a clientela. Me sufocando com o seu peso e bundão, ela passava as mãos na minha lateral alaçada e sentia que eu estava durinha, com o ar todo preso e esmagado pelos seus setenta quilos. Mas eu gostava daquilo, me sentia dominada por ela, fazia o que queria sem se importar com o final do brinquedo que não era seu. A mulher falava nos dois telefones com seus clientes e esfregava a bunda em mim. Não parava quieta uma única vez. Os seus movimentos era na verdade discretos, lentos e devagar. Enquanto falava e seduzia seus fregueses, ela se rebolava e pulava devagarzinho em mim. E a minha dona ainda lá na cozinha. De repente o outro telefone toca. Ela se levanta devargazinho, eu vou retornando também devargazinha a forma de bola, a vontade dela e fico com o pino a um centímetro do seu ânus. Porque quando ela começa a se levantar, fica em posição de agachada, fazendo com que eu cheire o seu cuzinho, que é quente e tem um cheiro de creme. Agora, respiro ar puro e livre do seu peso, e ela em pé atendendo outro freguês. Nesse momento a minha dona vem da cuzinha comendo batata doce. Me pega do chão, me coloca no sofá com o pino em direção a bunda dela, agacha um pouco a cintura com a bunda na direção da minha cara e solta um silencioso "fart", mas muito fedorento, mas tão fedorento que fico tonta só em pensar. A minha dona fica rindo, dizendo que aquele "perfume" é fruto da batata doce que ela estava comendo. Ainda sacodia a bunda em minha doreção. Para vocês ter uma idéia, a bunda dela em relação ao meu pino tinha no máximo 5 centímetro de distãncia. Fiquei com aquele cheiro de "fart" por fora de mim durante uns vinte minutos, porque a Carmem depois do vento, sentou ao meu lado. Não satisfeita, acabou de comer a batata doce, ela me pega, vira o meu pino em direção a sua bunda, cruza as pernas, se inclina e solta um "fart", agora alto e em bom som. Cheiro de batata docê com ovo cuzido. Fedia e só eu cheirava porque ela ria e dava altas grgalhadas e a Crsitina no telefone, correu para ajanela a procura de ar puro. Nessas gargalhadas ela me predia em seus braços e quebrava o seu corpo sobre mim, ficava sufocado com o cheiro do seu peido que deixou eu mais maluca do quie nunca. Ja havia cheirado o direcionado para mim quando ela soltou em pé. Agora, sentada com o meu pino encostando no ânus dela. Sai de lá com a sensação de que estava com a cara suja de cocô da minha dona. Por falar em ir embora. Passados uma de um ter ganho de presente este "fart" da minha dona, ainda sentia o cheiro forte na minha cara do seu "perfume" traiçoeiro. A minha dona que ficou comigo no colo todo o tempo depois do último peido, não dava para me sentir livre mesmo, chegou a hora de ela se despedir da Cristina, se lavantou do sofá comigo de baixo do braço direito, disse que depois fala com ela. Isso depois de ter faldo mal de um porção de gente. Abriu a porta da rua que dá para o corredor, deu tchau para a vizinha e foi comigo para casa. O peido da Carmem, ainda me acompanhava, esta muito forte na minha cara. Ainda comigo debaixo dos seus braços, ela abre a porta de sua casa, entra, fecha-a de novo, vai comigo até o seu quarto e me coloca no chão, perto da cabeceira da sua cama. Assim fiquei sendo bola de uma mulher, que tem jeito de cearense, chamada carmem Pereira. Eu como bola, sofri nas mãos da minha dona e da sua vizinha, que não são nada boazinhas no trato com o bolão. Mas bola fui, bola estava, bola continuei.

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