Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por marcelouro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
eu de novo Sado marcelouro 1319 2 Nota 2.5
Muitas em uma........ Hetero marcelouro 1824 5 Nota 3.5
Pura poesia Fetiche marcelouro 4057 73 Nota 3.5
Casual Orgias marcelouro 2754 59 Nota 3.5
Noite iluminada Hetero marcelouro 1682 52 Nota 3.5
Magia do sexo Orgias marcelouro 5756 54 Nota 3.5
Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra Orgias marcelouro 8372 52 Nota 3.5
Do limão se faz limonada Exibicionismo marcelouro 2323 63 Nota 3.5
Encontro distante Exibicionismo marcelouro 1875 71 Nota 3.5
depois da chuva Orgias marcelouro 6146 104 Nota 3.5
A cortina Travestis marcelouro 7933 60 Nota 3.5
sonho realizado 1 1 Comentários Orgias marcelouro 5266 59 Nota 3.5
surpresas Exibicionismo marcelouro 7827 88 Nota 3.5

Encontro distante

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Escrito dia 21 de abril de 2007 na categoria Exibicionismo por marcelouro

Fiz uma viagem para o sul da Bahia para participar de um seminário, seriam três dias de palestras e discussões. Quando já estava no hotel, cheguei à noite, liguei para casa e falei que iria dormir em função do cansaço e que ligaria de novo ao amanhecer. Tentei dormir mas o calor era muito e não conseguia ficar na cama, como ainda era 9 da noite resolvi tomar um drink para espantar o calor e chamar o sono de volta. Estava sentado no barzinho quando duas mãos taparam os meus olhos , levei um susto mas percebi que eram mãos femininas. Quando me virei me deparei com a guria, filha de um ex-colega de trabalho que frequentava muito o escritório da empresa na qual trabalhávamos. Estava uma mocinha, nos esplendor de seus 19 anos, corpo já formado e muita alegria nos olhos.

Perguntei o que ela fazia ali e ela respondeu que estava na companhia de uns primos e primas, ficaria ali uma semana. Parecia um rádio ambulante, não parava de falar e de gesticular, disse que estava neste mesmo hotel e perguntou qual era o meu quarto, mas eu não lhe disse, eu sempre a achei um tanto quanto abusada e temia que ela fosse ao meu quarto.

Despedi-me e fui dormir, mas acho que ela me seguiu, pois o que aconteceu depois deixou isto claro. Acho que o cansaço me fez esquecer de fechar a porta do quarto, pois ao chegar da madrugada fui acordado por um beijo no rosto, acordei assustado e vi a menina sentada na beira da cama. Falei para ela ir para o seu quarto, alguém podia dar por sua falta mas ela falou que os outros foram a um luau e que não voltariam tão cedo, ela estava aproveitando para matar a saudade . Falei que estava morto de cansaço que era melhor ela ir embora que no outro dia conversariamos, ela fez cara de choro , abracei-a e disse-lhe que ficasse um pouco então, como a cama era grande ela deitou-se na beirada. Eu estava sonolento e mal percebi quando ele se encaixou nos meus braços e deitou-se de costas para mim, o calor de seu corpo foi me envolvendo e não sei se de propósito ela começou a roçar a bunda no meu pau. É lógico que êle ficou duro, e ai ela colocou aquela mãozinha macia no meu pau e começou a me masturbar, fiquei sem graça e falei que iria ao banheiro.

Fui e a danada me seguiu, quando eu acendi a luz e olhei para trás ela estava nua, deu um sorriso de anjo e me perguntou se estava bonita, falei que sim mas que ela devia procurar um namorado para admirá-la. Ela falou que queria minha aprovação e eu falei que estava dada, mas vi o que seus olhos estavam direcionados ao meu pau enrijecido. Ela se aproximou e puxou a calça do pijama, mostrando a ferramenta em pé, começou a brincar com ela e deu um beijinho nela, Ai não tem santo que agüente, comecei a passar o pau na sua boquinha e falei que aquele era o picolé mais gostoso que ela iria conhecer, ela começou chupar a cabeça e parece ter gostado, pois foi engolindo a ferramenta cada vez mais. Avisei que o creme ia jorrar, não sei de inocência ou não mas ela não largou o bicho e acabou tomando todo o creme do” tio”. Depois baixou a vergonha e pedi que o acontecido morresse ali e que ela fosse dormir, ai a sacana falou que a festa só estava começando. Paciência, fui para a cama e ela deitou ao meu lado, nem se preocupou em puxar o lençol para cobrir a nudez . Pensei, é hoje, passei a acariciar-lhe as costas e fui mansamente chegando aos pequeninos seios, fui beijando o cangote até chegar aos pequenos seios, como é bom chupar pequenos seios e duros. Passei a bolinar-lhe a xoxota e ela sussurrava que sempre sonhou em me abraçar e sentir meu calor, me achava atraente - Nada como um elogio para seduzir, mesmo um homem calejado. Bom, pensei que a xaninha era muito arriscado comer mas seria demais também comer-lhe o rabinho. Passei a chupar-lhe a bucetinha enquanto dedava o seu cúzinho, após o terceiro dedo percebi que o cúzinho tinha boa elasticidade e então a coloquei de quatro sem não antes pegar uma manteiga e besunta-la, teria de ser sem camisinha, não fui pensando nisto. Quando enfiei a cabeça ela deu um suspiro alto e gemeu tentadoramente, segurei-lhe a cintura e enterrei o pau no buraquinho quente. Ela pedia para o titio enfiasse com força, que estava muito bom e aquela seria a noite de seus sonhos, manerei nas estocadas mas gozei como nunca, mas a dor na consciencia já batia forte e eu pedi que ela tomasse um banho e fosse dormir, eu havia atendido os seus desejos. Assim ela o fez e eu deduzi pelo beijinho de despedida que eu deveria providenciar algumas camisinhas para as próximas noites, e que noites.

Assistir a palestra estava difícil, na cabeça passava apenas o corpinho da guria me provocando, não havia como concentrar na palestra. À tarde resolvi dar uma volta , fui à recepção e pedi que eles me alugassem um Bug .Eis que aparece a guria, quando o recepcionista avisou que o Bug já viria ela perguntou se poderia ir comigo, eu falei que teria de conversar com os parentes dela e aí descobri que não eram primos porra nenhuma eram amigos apenas, e eles disseram que não tinha problema que eles iriam descansar para o agito noturno.

Fomos sem rumo pela beira da praia, eu queria um lugar sossegado e vazio, rodei um bocado até achar uma prainha vazia e perto dela uma lagoa de água doce. Paramos e eu deitei-me na areia , queria esquentar um pouco antes de entrar na água do mar; A pentelha entrou na água e foi logo tirando a parte de cima do biquini - tentação, à luz do dia vi como estava moreninha e o realce das partes protegidas. Bom entrei na água e ela já pulou no meu colo, pus o pau para fora e puxei o resto do biquini para baixo, fiquei roçando o pau na sua bucetinha mas não ameaçei penetrá-la, ela me chupou e pescoço e sussurrou que não era mais virgem, eu falei que nem por isso, só de camisinha. A lagoinha era cercada de mato e dava mais tranquilidade para devorar a guria. Chamei-a e fomos para a água quentinha do lago, na parte rasa eu me sentei e ela abocanhou minha pica, chupou com mais gula ainda que a noite anterior, da pochete tirei o gel e passei a besuntar aquele rabo, entre suspiros e gemidos fui ficando cada vez mais teso, virei-a de costa e a fiz sentar sobre o meu pau - vai, brinca de cavalinho minha princesinha. Ela cavalgou como uma amazona e meu pau foi até o fundo, gozei como um louco toda porra contida.

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Lavei o meu pau e fomos caminhando até uma mata próxima, havia uma clareira entre os coqueiros, lá a fiz plantar bananeira e fiquei chupando aquela bucetinha tenra, ela urrava e gemia de prazer, levantei-a até que alcançasse o meu pau e ficamos nos chupando, quando o meu pau enrijeceu novamente eu a deitei na grama, pus a camisinha e cravei o pau naquela xotinha apertadinha, que delícia comer uma franguinha, era como se tivesse meus vinte anos, gozei e caí para trás, era demais.

Depois fiquei acariciando aquela pele macia mas me deu remorso de estar transando com aquela menina que eu vi crescer, mas não havia como resistir àquela tentação. Ela percebeu e disse que a culpa era dela e que ela não estava incomodada em se oferecer para mim, que era melhor ela dar para quem ela gostava muito. Beijei-a e senti o doce gosto da puberdade, um beijo quase inocente mas cheio de calor.

Fomos embora rindo como crianças, na minha cabeça passava apenas aquela bundinha roliça que eu demoraria a esquecer, quando ela mergulhava no mar ela brilhava e parecia me chamar para devorá-la. Penso eu que fiz alguém feliz e também assim me sentia, revigorado e completo, mas fui pensando no porque da sua escolha e havia tantos garotos de sua idade dando sopa na cidade.

A guria parecia não querer me dar sossego, aquela seria a ultima noite no hotel e resolvi ir ao luau para ver se ela entrava na onda dos amigos, parecia que meu plano iria funcionar, pois logo ela estava no amasso com um amigo, mas fazia questão de olhar provocante para os meus olhos.

Resolvi ir para o hotel e descansar. Fui tomar um banho para refrescar e qual não foi o meu espanto quando a guria adentra o banheiro e já entra de roupa debaixo do chuveiro. Nada como um seio bonito debaixo de uma camiseta molhada, dei-lhe um beijo e passei a chupar aquele peitos tenros e pequenos. Coloquei-a sobre a pia e passei a enfiar a língua naquela bucetinha limpinha. Para retribuir ela passou a mamar o meu pau, antes que gozasse a pus de quatro apoiada no vaso e cravei-lhe no buraquinho quente, enfiei com toda a força e até o fundo, seria a última noite e gostaria de dar-lhe o maior prazer possível. Assim foi, nem ela esqueceria aquele noite, cheguei a suar de tanto tesão, amassar aqueles peitinhos entre os dedos era tudo o que eu queria. Voltamos ao chuveiro e nos lavamos, fomos para a cama e fechamos a noite com um gostoso 69, chupava a bucetinha e admirava aquele cúzinho que fora meu por alguns dias. Saravá.

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