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Relatos eróticos escritos por marcelouro

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depois da chuva

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Escrito dia 16 de abril de 2007 na categoria Orgias por marcelouro

Depois da chuva, anjos de asas molhadas...

Tarde de outono e caia uma chuva torrencial sobre a cidade, eu chegava em casa e deparei com um casal parado sob a marquise do meu prédio completamente molhados, reparei que a jovem tremia de frio debaixo daquela camiseta grudada ao corpo.

Pareciam ser simpáticos e perdidos naquela região, fiquei observando e não me contive , convidei-os a entrar e, pelo menos, enxugarem-se um pouco para evitar que friagem lhe causasse algum resfriado, afinal fazia frio e tudo podia acontecer. A primeira reação foi de recusa, afinal não era comum um estranho convidar sem mais nem menos alguém para entrar em sua casa em uma cidade grande.

Insisti e acabei por convencê-los, entraram timidamente e se aconchegaram no meu apê, deixe-lhes as toalhas e mandei-os tomar um banho quente enquanto secava as suas roupas na secadora, obviamente. Deixei-os à vontade e fui preparar um tira-gosto, preparei-os e nada do casal sair do banho, fiquei curioso e fui espreitar. Ao chegar mais perto ouvi um gemido e fiquei curioso, a jovem estava ajoelhado chupando a vara do que eu imagino ser o namorado, fiquei excitado e com o membro latejando, nunca estivera dentro de uma cena destas. Fiz um barulho discreto e adentrei o banheiro, eles não perceberam minha presença e não se incomodaram, pensei em voltar mas o tesão era demais , fiquei ali parado observando a performance da jovem e a vontade de participar daquele momento foi só aumentando.

Fui em direção aos dois e me postei ao lado, tirei a roupa e passei a me masturbar, fiquei de olho naquele membro e curioso de como seria abocanhar um instrumento daquele. Timidamente abordei-os, eles tentaram se recompor e eu falei para continuarem, a cena estava por demais sensual e quente.

A jovem apenas sorriu para mim e acenou para que eu me aproximasse mais, falei que ali estava muito apertado e convidei-os para nos acolhermos na sala acarpetada e espaçosa, fechei primeiro as cortinas e liguei o abajour, deixei a sala na penumbra e mais acolhedora, o momento mecercia.

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Pedi que eles continuassem a transa no carpete pois queria assisti-los naquele primeiro momento, mero espectador, eles se enroscaram no chão e prenunciaram um 69, ela por cima deixava aquele rabo empinado me apontando o anel precioso e rosado, não suportei muito tempo e me abaixei, passei a lamber o buraquinho quente da jovem e esta tremia ao toque da minha língua, acelerava o boquete e rebolava cada vez mais, empurrando o rabo contra meu rosto;fiquei esperando o sinal, a deixa, para definitivamente entrar na festa.

O namorado a chamou para sentar-se sobre o seu membro e assim feito eu me posicionei à sua frente e entreguei o meu caralho para que ela o chupasse, ela cavalgava e lambia minha vara, anunciei o gozo mas ela não se fez de rogada em beber o leite quente – que prazer. A festa estava indo muito bem, fiquei ansioso sem saber se também provaria daquela carne tenra e aveludada até que o rapaz mandou-me deitar no chão e que ela fizesse o mesmo comigo só que de frente para mim, assim feito ele posicionou-se atrás e passou a enfiar os dedos no anelzinho da namorada, nunca havia participado de uma transa a três e saberia agora como é a sensação de dois membros se encontrando nas entranhas de uma garota.

Ela não dizia nada, apenas gemia baixinho e sensualmente, engoliu as duas varas e se contorcia para engoli-las por inteiro, eu tocava aqueles seios pequenos e duros e me deleitava de prazer e gozo e experimentava a sensação de penetrar uma xota ainda suja de porra de outro, seria um dia inesquecível para mim, gozamos juntos e nos entregamos ao deleite do descanso, depois fomos tomar um novo banho para recuperar as forças.

A jovem Beth desmaiou de cansaço e eu fiquei conversando com o Robson, trocamos idéias sobre sexualidade e prazer, o que ocorrera era novidade para ele também, ficamos olhando a Beth dormir na cama e fomos depois para a cozinha comer alguma coisa. Ficarmos bem a vontade e íntimos a andar pelo apartamento, fomos para o sofá e sentamos para ver um filme pornô, riamos e trocavamos opiniões até que surgiu uma cena de sexo oral, ele me perguntou se já havia chupado alguma pica e eu disse que não, ele encostou mais o corpo em mim, estava quente e a pele sedosa pelo banho recente.

Algo acontecia ali que estava fora do meu controle, a sua mão passou a percorrer as minhas pernas suavemente o que provocou o enrijecimento da minha pica, então ele a segurou-se firme e começou a masturbar-me, eu fiquei sem ação no primeiro momento até ter a coragem de segurar a sua pica também, passei a acariciá-la na cabeça em movimentos suaves e vagarosos. O Robson foi abaixando a cabeça no sentido de abocanhar a minha pica, fiz sinal para deitarmos no carpete e sem largar as picas nos deitamos no chão, passamos a nos tocar por todo o corpo e girando fomos nos posicionando para um 69.

Abocanhar aquela pica foi uma surpresa para mim, o que não parecia para o Robson, mais solto e desenvolto, fui aprendendo com ele , mordiscando a cabeça, lambendo-a até o momento de engoli-la toda e passar a masturbá-lo, fomos acelerando os movimentos até gozarmos cada um na garganta do outro, gosto quente e diferente da porra. Mas não paramos continuamos a nos chupar até as picas ficarem sem força . Fomos para o quarto e deitamos juntos com a Beth que ainda sonhava com os anjos , olhando aquele corpo moreno e aveludado tive a idéia e passei-a ao Robson, nos rasparíamos para ficarmos lisos como a Beth. Ele topou e fomos ao banheiro “nos barbearmos”, nos ajudamos na hora de raspar em torno do anus, ficamos lisos e com pele macia.

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Voltamos ao quarto e passamos a bolinar a Beth, esta acordou um tanto sonolenta mas os dedos em sua buceta e cu a deixaram excitada, começamos a lambê-la de ponta a ponta e neste meio tempo eu e o Robson nos lambíamos também, foi então que a Beth se posicionou de quatro e ofereceu o seu rabinho para nós, o Robson foi mais esperto e enterrou a pica naquele cu já arrombado, eu fiquei olhando aquele cu de macho depilado e não tive alternativa – passei a lambê-lo e a prepará-lo para uma enrabada.Enfiei o canudo naquele cu apertadinho, foi mais gostoso que na Beth que já devia estar mais relaxado, o Robson urrou um pouco mas depois começou a rebolar para que eu enterrasse de vez a minha pica, fui fundo e passamos a gemer todos juntos.

A Beth pediu um tempo pois estava cansada, então ofereceu a buceta para o Robson chupar e eu continuei bombando até gozar no rabo raspadinho do Robson, este então virou-se para mim e disse que era a minha vez, posicionei-me para chupar a bucetinha rosada da Beth e empinei o meu rabo que há muito não via uma vara, desde aquela aventura do sítio. No princípio doeu um pouco, mas a medida que a pica ia me arrombando eu me sentia nas nuvens, rebolava e empurrava a minha bunda contra o corpo do Robson, até esqueci da bucetinha da Beth que reclamou. Quando aquela pica entrou todinha no meu cu eu gritei de prazer e entrei no estado total do prazer, ainda mais que a Beth resolveu mamar a minha pica, gozei duplamente sentindo o jorro quente no meu cu e jorrando na garganta da Beth a calda quente da minha porra, só não queria que aquilo acabasse e segurei o Robson contra o meu corpo até sentir a pica amolecer no meu rabo e sair por si só.

Fomos descansar, chamei-os a partir daquele dia de meus anjos encarnados, avisei que a porta estaria sempre aberta caso eu não conseguisse acordar para a despedida, estava no bagaço e arrombado e com a pica esfolada, este dia ficaria guardado na lembrança e nas minhas entranhas.

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