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Relatos eróticos escritos por marcelouro

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eu de novo Sado marcelouro 1315 2 Nota 2.5
Muitas em uma........ Hetero marcelouro 1824 5 Nota 3.5
Pura poesia Fetiche marcelouro 4056 73 Nota 3.5
Casual Orgias marcelouro 2752 59 Nota 3.5
Noite iluminada Hetero marcelouro 1681 52 Nota 3.5
Magia do sexo Orgias marcelouro 5756 54 Nota 3.5
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Encontro distante Exibicionismo marcelouro 1874 71 Nota 3.5
depois da chuva Orgias marcelouro 6144 104 Nota 3.5
A cortina Travestis marcelouro 7931 60 Nota 3.5
sonho realizado 1 1 Comentários Orgias marcelouro 5265 59 Nota 3.5
surpresas Exibicionismo marcelouro 7826 88 Nota 3.5

A cortina

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Escrito dia 08 de abril de 2007 na categoria Travestis por marcelouro

A cortina

Tem certas coisas que são um pé no saco, eu estava precisando trocar as cortinas do apartamento e não estava disposto a fazê-lo, resolvi contratar alguém para tal empreitada. Marquei um sábado para fazer as trocas, fiquei esperando o pessoal que faria o serviço, bermuda e chinelo, aí quando tocou a campainha eu vi que era apenas uma pessoa para fazer o serviço mas pelo tamanho valia por duas, um negro forte e alto que se apresentou para realizar o serviço.

Mandei-o entrar e fui mostrar o que deveria ser trocado, fazia muito calor e eu comentei com o rapaz para ficar a vontade pois eu estava só e aquele macacão devia estar assando.Ele ficou meio cabreiro mas eu falei que não era nada do que ele estava pensando, era só um gesto de cortesia, então ele desceu a parte de cima do macacão e se prontificou a começar o trabalho.

Este me perguntou se eu tinha alguma escada em saca e eu falei que não, então ele disse que um banquinho quebraria o galho, comentou que esperava ter uma escada em minha casa e por isso não trouxera a sua. Fui buscar o meu banquinho manco, não seria fácil ele trabalhar naquela situação, e assim foi, ele estava tendo dificuldades para se firmar e realizar o seu trabalho.

Prontifiquei a ajudá-lo segurando o banco mas o incomodo logo tomou conta, as minhas costas doíam ao segurar o banco baixinho e me atrevi a segurar suas pernas. Num dado momento ele se desequilibrou e sua parte íntima tocou o meu rosto, senti aquele membro volumoso me tocar e empubesci, não havia como disfarçar, fiquei alguns segundos segurando aquela figura grande e pesada e a cabeça viajou a mil, era uma situação nova e desconcertante ainda mais que no tentar segurá-lo acabei por puxar o seu macacão para baixo e deixar à mostra aquele monumental membro ébano.

Num ímpeto despudorado em lambi aquela cabeçorra, mordisquei-a levemente e fui engolindo-a vagarosamente, nunca havia feito isto, mas não sei o que me passou pela cabeça, segurei-o pela cintura e fui mamando aquela vara negra e grossa. Ele não reagiu, deixou que eu chupasse o seu membro segurando a minha cabeça e acelerando os movimentos, a posição não estava boa, fiz sinal para ele descesse vagarosamente sem perdermos o contato, corria o risco de me arrepender e não ter coragem de recomeçar.

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Fui empurrando-o para trás até que encontramos a cama, ele desceu e eu o empurrei sobre a cama, engoli por inteiro aquele membro até tocar a minha garganta, masturbei-o até sentir o jorro quente na minha garganta. Ele disse se sentir desconfortável sujo de esperma, pediu para ir ao banheiro, e eu o acompanhei, vi os seus olhos brilharem quando viu a hidromassagem, perguntei se ele já havia entrado em uma ele disse que não, convidei-o a entrar, que ele tirasse a roupa enquanto eu preparava o banho. Joguei um óleo perfumado na água e entramos juntos na hidro, ficamos conversando sobre o dia a dia e ao perceber que ele estava a vontade eu escorreguei em sua direção, joguei minha pernas para o alto e toquei o seu membro, este se enrijeceu novamente e eu forcei o contato no meu rabo.

Virei-me de costas e sentei sobre o seu colo, segurei aquele volume e direcionei-o para o meu anel, forcei a entrada daquela cabeçorra e fui ao delírio ao senti-la me invadindo, comecei a cavalgá-lo alucinadamente , senti aquelas mãos firme me segurarem pela cintura e enterrar tudo nas minhas entranhas, mas a água estava atrapalhando o prazer e o calor da penetração, nos enxugamos rapidamente e fomos para a cama, já me posicionei de quatro na beirada e esperei a estocada, ele não falava nada, apenas enfiou a cabeça e empurrou com toda força. Fui ao delírio, ele me rasgou as pregas e empurrou até os bagos, aquela batida na minha bunda me deixava alucinado e louco, eu custava a acreditar no que estava fazendo, mas não queria perder nada do que estava acontecendo, puxava-o contra o meu corpo para sentir aquele calor que emanava do seu corpo, seu bafo quente no meu pescoço, até sentir novamente o jorro do esperma quente no meu rabo, não deixei que ele saísse até sentir que o membro estava mole e mesmo assim não desisti, chupei-o novamente para saborear o seu esperma e o gosto do meu cu nele misturado.

Fechem-se as cortinas mas abro o meu anel para esta experiência gostosa e prazerosa, quem sabe eu chame o bombeiro?

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