| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| eu de novo | Sado | marcelouro | 1317 | 2 | ||
| Muitas em uma........ | Hetero | marcelouro | 1824 | 5 | ||
| Pura poesia | Fetiche | marcelouro | 4057 | 73 | ||
| Casual | Orgias | marcelouro | 2753 | 59 | ||
| Noite iluminada | Hetero | marcelouro | 1681 | 52 | ||
| Magia do sexo | Orgias | marcelouro | 5756 | 54 | ||
| Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra | Orgias | marcelouro | 8371 | 52 | ||
| Do limão se faz limonada | Exibicionismo | marcelouro | 2323 | 63 | ||
| Encontro distante | Exibicionismo | marcelouro | 1874 | 71 | ||
| depois da chuva | Orgias | marcelouro | 6144 | 104 | ||
| A cortina | Travestis | marcelouro | 7932 | 60 | ||
| sonho realizado | 1 ![]() |
Orgias | marcelouro | 5265 | 59 | |
| surpresas | Exibicionismo | marcelouro | 7827 | 88 | ||
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Sonho Realizado
Não era de hoje que eu sonhava em comer o rabo da minha cunhada, não era tesão, era raiva de ter o convívio com aquela megera ranzinza, mal humorada, que adorava mandar todo mundo ir tomar naquele lugar. Para falar a verdade ela é um poço de inveja, vive provocando a irmã e acredito que seja por não ter uma pessoa com quem ficar, vive conosco, e a sorte é que minha esposa acha que se ficarmos sozinhos o pau vai quebrar todo momento.
E foi o que aconteceu naquele final de ano, fomos passar uns dias foras na casa do cunhado e a megera ficou tomando conta do apartamento, eu voltaria na segunda feira por ainda não estar de férias. Eu cheguei de viagem e fui direto para o trabalho, quando terminou o expediente eu fui direto para casa, passei na farmácia para comprar um analgésico e, pressentindo alguma coisa, acabei comprando um lubrificante e algumas camisinhas, sabe-se lá o que pode rolar.
Cheguei, cumprimentei e só ouvi um sussurro entre os dentes, mas os olhos dela estavam vermelhos e o rosto um pouco inchado, perguntei se estava tudo bem e não obtive resposta. Fui desfazer a mochila e ela falou que ia descer para comprar uma cerveja. Arrumei minha coisas e fui ver o jornal da noite, e nem ouvi a cunhada retornar, fui tomar o meu banho e pretendia descansar um pouco da jornada.
Tudo ia tranqüilo até eu ouvir um barulho intenso vindo do quarto da bendita, fui discretamente até lá e perguntei se tudo estava bem, ouvi um miado torto , abri a porta para ouvir melhor e deparei com a quarentona esborrachada no chão do quarto, estava bêbada que nem um gambá. Levantei-a e a pus na cama, estava entregue às baratas, foi aí que o diabinho “assuntou” minha cabeça, corri até ao banheiro e coloquei os apetrechos dentro do bolso da bermuda( sem cueca, é lógico).
Neste meio tempo ela tentou sair da cama e acabou desmoronando na sala, recostei-a no sofá e perguntei o que estava acontecendo, ela balbuciava que ninguém gostava dela, reclamava da solidão, eu sacana dei um abraço nela e falei que não, que apesar das nossas rusgas eu não tinha nada contra ela, então ela deitou-se no meu colo e passou a me chamar de cunhadinho e outras coisas mais, que gostava muito de mim e que era pena eu ser casado com a sua irmã.
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Ela babava e eu me mexia para conduzir a cabeça dela no meu colo, numa dessas mexidas tirei o caralho em riste para fora e rocei-o no seu rosto, ela mal abriu os olhos e foi tateando aquela coisa dura em seu rosto, delicadamente fui conduzindo-o para sua boca, ela engoliu a cabeça e começou a chupá-la, até que não estava ruim pois a condição etílica não ajudava, mas o fato de ir devagar me tesava mais ainda, a preocupação era gozar na sua garganta e esta engasgar. Mas não aconteceu nada disto, eu gozei e ela chupou toda a minha porra ejaculada.
Falei a ela que era melhor dar-lhe um banho, levei-a ao banheiro e no caminho fui tirando a sua roupa, coloquei-a debaixo da ducha, abri as suas pernas e cravei a vara na xota, o difícil era segurá-la para não cair. Não gozei, deixei para o melhor, enxuguei-a e a levei para o seu quarto, lá eu a deitei de bruços, abri as suas pernas e passei a enfiar os dedos no seu rabinho, ela gemia mas não reclamava. Minha intenção era usar a camisinha mas o tesão de arrombar aquele cu era tão grande que resolvi arriscar, passei lubrificante na cabeça do meu pau só para facilitar a entrada, o resto seria a seco.
Atolei-a de uma vez só, desta vez ela urrou mas não se rebelou, enfiei até os bagos e comecei a bombeá-la com força e raiva, senti que ela estava sentindo dor mas não dei trégua, puxei-a contra o meu corpo e só não enfiei mais porque não tinha mais o que atolar naquele rabo, gozei como um louco e acabei deitado sobre ela, lambendo suas orelhas e sussurrando em seus ouvidos: minha vaquinha, minha cachorra vadia. Estava com a macaca mesmo, apenas a ajeitei na cama e a deixei nua, esta apagou e eu fui dormir.
De manhã eu levantei para ir fazer café e passei discreto pelo corredor, ela estava saindo do quarto peladinha e levou o maior susto quando me viu, acredito que ela nem se tocou que eu havia chegado na noite anterior, que estava sozinha no apartamento por isso o ato de estar nua. Fingi que tudo estava normal e fui fazer o meu café mas pude deixar de escutar a reclamação de dor da cunhada ao fazer a sua higiene matinal, o cu e a buceta deviam estar ardendo pela enrabada noturna.
Mas à noite o humor já estava daquele jeito, resmungona e emburrada, para variar a pia da cozinha estava cheio de panelas e pratos por lavar, dei uma chamada nela e esta não gostou, me mandou tomar no cu, fiquei puto e aproveitando que ela estava encostada na pia eu a agarrei pelos ombros e dei uma topada com o caralho na sua bunda, ela tentou se desvencilhar mas eu segurei forte e colei-me nela. Arriei a calcinha dela e dei-lhe uma fungada no cangote, chamei-a de cadela e falei que ia comer aquele cu de vaca.
O rabinho já estava aberto mesmo, só passei um pouco de cuspe na cabeça e enfiei a vara naquele cu sujo, ela se debateu toda mas a vara entrou com força, deite-me sobre ela jogando-a sobre a pia, prendia o pescoço dela e a chamava de vadia, piranha e outras coisas mais. Ela nunca esperava uma atitude desta da minha parte, os olhos pareciam não acreditar no que estava acontecendo, eu estocava aquele rabo com fúria e raiva, os bagos doíam quando batiam naquela bunda magra, imagino a dor que ela estava sentindo já que não estava bêbada como no outro dia. Ela ameaçou sair e eu empurrei mais ainda, por fim ela cedeu e parou de debater, soltou um longo suspiro e percebi uma lágrima escorrendo pelo rosto.
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Acho que ela nunca mais vai mandar alguém tomar no cu, quando eu por fim gozei fundo naquelas entranhas e retirei de uma vez só a minha vara percebi-a totalmente entregue, não esboçou nenhum comentário e saiu cabisbaixa, dei-lhe um tapinha na bunda e sussurrei-lhe no ouvido: minha cadela vadia, teu cu está ardendo ou tua raiva acabou?
Agora, ao cruzarmos, ela baixava a cabeça e fazia cara de choro. À noite adentrei o quarto dela com a máquina digital na mão e falei que agora eu registraria tudo, não queria que ela esquecesse o meu membro e sua fúria em suas entranhas, ela murmurou que o cu ainda ardia, que eu tivesse pena dela. Falei que quebraria o galho dela, tirei a vara para fora e mandei que ela ajoelha-se – mama minha vara que eu vou registrar em foto a sua gola e sua vadiagem, ela falou que não estava acostumada e eu falei que só não valia morder, o resto ela podia brincar a vontade, que tirasse a minha vara da boca quando eu fosse gozar, queria inundar aquela garganta de porra quente.
Ela principiou a mamada meio sem jeito mas foi adquirindo know how e acelerando cada vez mais o boquete, ela gemia e engolia a minha vara, eu segurava sua cabeça, queria garantir o gozo dentro da sua boca, e assim foi, gozei e quase que ela engasga, me olhou com aquele olhos de cachorrinha vira-lata e perguntou se fizera direito, falei que ela aprenderia com o tempo, mas que fora de todo ruim.