Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por marcelouro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
eu de novo Sado marcelouro 1319 2 Nota 2.5
Muitas em uma........ Hetero marcelouro 1824 5 Nota 3.5
Pura poesia Fetiche marcelouro 4057 73 Nota 3.5
Casual Orgias marcelouro 2754 59 Nota 3.5
Noite iluminada Hetero marcelouro 1682 52 Nota 3.5
Magia do sexo Orgias marcelouro 5756 54 Nota 3.5
Minha ex-cunhada ficou viciada em cobra Orgias marcelouro 8372 52 Nota 3.5
Do limão se faz limonada Exibicionismo marcelouro 2323 63 Nota 3.5
Encontro distante Exibicionismo marcelouro 1876 71 Nota 3.5
depois da chuva Orgias marcelouro 6146 104 Nota 3.5
A cortina Travestis marcelouro 7933 60 Nota 3.5
sonho realizado 1 1 Comentários Orgias marcelouro 5266 59 Nota 3.5
surpresas Exibicionismo marcelouro 7827 88 Nota 3.5

surpresas

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Escrito dia 03 de abril de 2007 na categoria Exibicionismo por marcelouro

Vida urbana, vida desumana e cáustica. Trabalho, saco cheio, pouco tempo para aproveitar a vida, e aí, num final de semana, o caldo entornou, resolvi tirar uns dias de clausura e hermetismo em algum canto do mundo.

Procurei um velho amigo que eu sabia possuir uma fazendinha nas proximidades da capital, mas que ficava escondida dos olhos humanos. De pronto ele me disponibilizou o local para que eu pudesse descansar e aliviar as tensões vividas.

Realmente, era o paraíso, uma calmaria que doía os ouvidos, era capaz de esquecer de qualquer coisa ou fato naquele sossego de roça. Cheguei ao local e não percebi viv’alma nos arredores, gritei pelo caseiro e não obtive nenhuma resposta, pelo menos não tinha nenhum cão bravo nas proximidades,

Resolvi caminhar e procurar pelo caseiro, andei um bom pedaço de chão até ouvir o barulho de água, aproximei-me e deparei com um jovem mancebo nadando no poção da fazendinha, forte e jeito de moleque nadava completamente nu, mas também não fazia sentido algum estar vestido naquele mato sem cachorro. Fiquei observando a molecagem e o desprendimento do rapaz fazendo o possível para não ser visto, não gostaria de incomodá-lo , mas acabei me aproximando demais e deixei cair um pedaço do barranco no poção, ele se assustou e acabou me flagrando a lhe olhar.

Fui logo avisando ser amigo do Cláudio e que passaria alguns dias naquele sítio, este acabou por me convidar a entrar na água morna do poção, relutei um pouco e acabei expondo as minhas partes íntimas brancas e raquíticas ao tirar a roupa para dar um mergulho. Ele tentou esconder o riso o que ficou difícil, não me aporrinhei, entrei na brincadeira e fui ser moleque também.

Divertia a valer mas o peso da inatividade esportiva me levou logo ao cansaço, já agüentava mais subir e pular do barranco, e numa destas subidas eu acabei escorregando e caindo de costas sobre o corpo do Valdo, e nesta queda acabei tocando aquele membro enorme que só os matutos possuem. Aquilo me deixou sem jeito e arisco pois um certo prazer me tocou os sentidos, por alguns segundos e me senti atraído em tocá-lo mais, e mais ainda quando ele me segurou pelas nádegas e me empurrou para continuar a subida.

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Para ser sincero o buraquinho piscou naquele instante e eu fiquei com os pensamentos nas nuvens e, distraído, cai de novo sobre o corpo do caseiro e desta vez o abraço foi mais forte e caloroso, senti o bafo quente no cangote e estremeci. Segurei aquele membro e passei a masturbá-lo, este se avolumou e estava aberta a porta para o corpo a corpo com o caseiro, direcionei-o para entre minhas pernas e o caseiro começou a fazer movimentos contra o meu corpo.

Eu não pretendia ir muito longe mas o caseiro não pensou assim, me empurrou contra o barranco e segurou as minhas nádegas, abrindo-as, senti a cabeça da vara procurando o meu buraco e tentei sair daquela posição, os braços fortes me impediram e eu fiquei sem ação. Balbuciei que nunca havia feito aquilo e então ele me colocou de quatro na beira do poço e passou cuspe no meu rabo e foi enfiando gradativamente os dedos. Arrepiei, nunca havia sentido aquele prazer e só me restou a entrega plena, senti a cabeça posicionada no meu rabo e a seguir as suas mãos seguraram o meu quadril e eu senti-o forçando a entrada, queimou um pouco e o membro foi invadindo minhas entranhas aos poucos e eu delirando com aquela sensação.

Urrei, segurava a grama para suportar a investida cada vez mais forte do caseiro, parecia um cavalo no cio, as estocadas ficavam cada vez mais fortes, o bafo cada vez mais intenso até eu sentir o pulsar daquela vara e o jorro intenso de esperma no meu rabo, apenas pedi para que ele tirasse devagar para minimizar a dor e assim ele o fez. Acabado o ato ele boiou sobre a água com o membro ainda em riste e eu não resisti a tentação, segurei-o e o lavei para enfim cair de boca e mamar aquela obra prima de vara, era realmente muito grande e grossa.

Lembrando os filmes pornôs que eu havia visto eu fui lambendo cada canto daquela vara, da cabeça aos bagos, queria vivenciar tudo aquilo que vira em filme, e a vara novamente ficou rígida como um “pau”,engoli-a toda e senti o pulsar do gozo, não tirei-a da boca, deixei todo esperma inundar minha boca, engoli-a toda, nunca havia provado o gosto e não perdi a oportunidade de sorver aquela gosma quente na minha garganta.

Ufa, era hora de descansar, aqueles momentos valeram por muitos, mas o que me surpreendeu foi o olhar de cumplicidade do caseiro, senti que aquele momento ficaria entre nós, o que me deixou mais tranqüilo, não queria que o meu amigo soubesse daquela farra. Perguntei se havia algum problema de ir nu para a sede do sítio e ele falou que não, não havia ninguém naquela região.

Fomos para a casa conversando tolices e curiosidades, agora eu percebia o quanto era longe e grande o terreno do sítio, chegando lá a única coisa que eu via era a rede existente na varanda, pousei lá a minha carcaça e fui descansar um pouco. Logo veio o cafezinho e as bolachas para refazer as energias, refeito o fôlego fui caminhar pelo pomar, conhecer o restante do sítio, nem me dei conta de que o caseiro me seguia. Deparei com uma árvore frondosa e de linda copa, lembrei dos meus tempos de pivete e subi pelos seus galhos, sentei-me em grosso galho e só aí reparei a companhia do caseiro que também sentou-se em um galho.

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Este arriou o calção e, sacana, começou a se masturbar, fiquei de olho naquela vara e me posicionei ao seu lado, este recostou-se no galho e ofereceu a vara, eu a engoli e passei a chupá-la enquanto salivava, quando esta ficou bem dura eu me posicionei sobre ela e sentei-me sobre a dita, o caseiro ajudou posicionando-a em direção ao meu rabo e fui sentando vagarosamente sobre ela, o rabo ainda ardia um pouco. Enterrei-a de vez e comecei a brincar de cavalinho, a sensação era boa demais,o calor foi tomando conta e eu ficando cada vez mais alucinado com aquela penetração, senti o jorro dentro das entranhas e cansado sentei-me sobre o colo do caseiro, rebolava sobre a vara até senti-la mole dentro de mim.

A partir deste dia eu acredito que minha vida tomaria outro rumo, custava-me acreditar no havia feito e não havia nenhum arrependimento quanto ao que havia feito, muito pelo contrário, eu queria mais e mais e não sabia quando aquela transa teria fim, por mim ficaria naquele lugar ermo pelo resto da vida. Minha vida estava rumando para a pura sacanagem, não havia como recuar e a partir daí tudo podia acontecer.

Descemos - pois as pernas estavam bambas, deitamos na grama e ficamos olhando para o céu azul, recostei-me no peitoral do caseiro e acabei me direcionado para a vara, mas grata surpresa quando o caseiro segurou a minha vara e a levou até a boca, foi um 69 surpreendente e gostoso, gozamos juntos sem tirarmos as varas da boca, a farra estava ficando cada vez melhor.

Estava escurecendo e resolvemos voltar para a casa, fomos nus pelo caminho, as varas ainda pingavam porra e parecíamos crianças após alguma arte feita, era hora de descansar e dormir um pouco. Tomei um banho de água quente e deitei-me na cama do jeito que estava, como o traseiro estava doido eu dormi de bruços abraçado ao travesseiro, o sono veio pesado e eu apaguei.

Estava no embalo do sono quando senti um calor e um objeto áspero roçando meu rabo, pensei ser sonho, mas não era, era o caseiro com sua língua quente lambendo meu traseiro, arrepiei todo e me entreguei, este abriu minhas pernas e lambia cada vez mais forte, enfiava a língua no buraco e abria minhas nádegas, era demais, fui alçando meu traseiro e fiquei de quatro, senti apenas as suas mãos segurando os meus quadris e a rola quente “forçando” a entrada no meu rabo. Parecia rotina mas não era, a cada penetrada que eu sentia maior ficava o prazer estampado em meu rosto, o machismo caiu por terra, e nem por isso me sentia menos macho, mas o fato é o prazer estava maior do que qualquer moralismo, realizar novas fantasias e novos relacionamentos não estavam foram do contexto. Os urros de ambos ecoavam pelas paredes da casa, e o que era bom era justamente isso, não havia nenhum limite ou invasão de privacidade pelo fato de estarmos no meio do nada. Nem preciso dizer que gozamos intensamente, e quando acabou começamos a conversar e planejar novas posições para nosso deleite.

Pensamos se seria possível introduzirmos nossas varas simultaneamente, pensamos e elaboramos a melhor forma de realizar aquela fantasia, falei que ele deveria penetrar-me primeiro em função do tamanho da sua vara sabendo que ele teria que ir mais fundo do que estava acostumado. Assim o fizemos, sentei-me primeiramente sobre sua vara de costa para ele, encaixada a vara até o talo no meu rabo eu levantei as suas pernas e fui encaixando a minha vara no rabo dele, deitamos com os pés virados para as cabeças e seguramos as mãos, assim fazíamos o movimento de vai e vêm, não era muito fácil mas conseguimos, mesmo com as distensões que ocorriam nos nossos corpos pela postura adotada.Mas o gostoso foi ficar ali, engatados um ao outro após o coito, variação que nos agradou pela experiência que dificilmente seria repetida pelo grau de dificuldade.

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Mas a festa só estava começando, fomos dormir cansados da maratona, eu principalmente. De manhã eu acordei com o toque de várias mãos me acariciando, abri os olhos vagarosamente e vi dois machos sentados na minha cama, assustei e o caseiro falou para eu me acalmasse, era o seu irmão mais novo que estava ali.

Apenas pedi para ir ao banheiro fazer o básico, escovar os dentes e aliviar a bexiga, eu estava nu e nem me toquei, já estava bem a vontade no ambiente.Quando retornei estavam os dois nus me esperando sentados na cama, a vara do caçula era enorme, muito maior do que a do irmão.

Ajoelhei-me diante deles e passei a masturbá-los, quando as varas ficaram rígidas eu passei a lamber as suas cabeças, antes que gozassem eu subi na cama e me posicionei de quatro para o caseiro me encaixar a vara e na ponta da cama o caçula me aguardava com a vara descomunal.Eu não sabia com o que me extasiar mais, pela vara no cu ou aquela cabeçorra tomando conta da minha boca, só sei que eles gozaram muito, mas não ficaram satisfeitos, o caçula falou que queria me enrabar e eu consenti dizendo que só o faria se eu sentasse sobre sua vara, queria controlar o ímpeto do jovem e fazer da maneira menos doída na penetração. E assim foi, senti aquela vara arrombar meu cu aos poucos, senti que o meu buraco nunca mais seria o mesmo, aquela cabeçorra tocava minhas entranhas e queimavam o meu anel, eu urrava de dor e prazer e afundava cada vez mais o meu rabo naquela vara descomunal até que ele jorrasse novamente toda porra em minhas entranhas.

O caseiro sugeriu que eu fosse tomar banho no poção do sitio enquanto eles arrumavam as coisas do sítio, topei, seria bom molhar o corpo depois de toda aquela orgia. Mais surpresas me esperavam, descobri que já não era segredo o que andava rolando no sítio. Tudo parecia calmo como se deve ser no meio do mato, lá chegando eu tirei a roupa e fui refrescar o corpo na água morna da manhã, foi quando eu ouvi alguns assobios vindos de algum lugar, procurei a minha roupa e não as achei, vi apenas a chegada de dois peões que vinham rindo ao meu encontro. Perguntaram se eu estava assustado, se não estava que eu deveria começar a ficar, foram tirando a roupa e pulando na água, encostaram em mim e começaram a passar as mãos em minha bunda, me chamavam de boneca e diziam que tinham visto tudo no dia anterior, que queriam provar o meu rabo também.

Tentei sair da água mas fui seguro pelos dois, diziam que era melhor eu colaborar pois seria na base da força e quem era eu para resistir à força daquelas mãos.Me levaram para fora do poço, me empurraram para uma pequena capoeira que havia por ali, o que parecia mais velho me fez ficar de joelhos e forçou a minha cabeça em direção a sua vara, não tive como resistir e abocanhei aquela vara e passei a chupar a cabeça, o peão forçava para que eu a engolisse toda, tocava a minha garganta e me dava ânsias de vomitar. O outro também se postou ao seu lado e ofereceu a sua pica, que era muita grossa e grande, não tive opção a não ser chupá-los, a boca já doía e os joelhos também, até o da pica grossa deitou-se no chão e me mandou brincar de cavalinho, me mandou ficar de frente porque queira olhar para o meu rosto, eu não me fiz de rogado, o cu ainda ardia pela brincadeira matinal mas mesmo assim eu delirava com a idéia de estar sendo violentado no meio do nada por dois caras estranho. Sentei naquela vara e enterrei meu rabo de uma só vez naquela vara, senti o prazer no rosto do peão, passei a cavalgá-lo e a acariciar o seu peito musculoso, segurava em seu ombro e empurrava cada vez mais o meu corpo contra o seu. Ele me puxou e me abraçou, achei que era um gesto de carinho, que nada, eu apenas senti as mãos do outro nos meus ombros e o seu corpo tocando as minhas costas, a sua vara roçava o meu cu já ocupado, imaginei o pior, eles queriam me arrebentar de vez, ele passou a forças a sua vara no meu cu, eu ameacei sair mas o abraço do outro era muito forte, a pica entrou um pouco e meu cu ardeu em chamas, eu chorava de dor e os dois riam com vontade, trancei as pernas e não deixei que o outro forçasse mais, levei um tapa na cabeça e cai no chão, fiquei ali sem sentidos, só acordei no casarão sob os olhos do caseiro e seu irmão.

Resolvi fazer as malas e ir embora, não tinha mais tranqüilidade para ficar no sítio, mas garanti aos dois que eu voltaria outro dia para ter mais prazer e novas aventuras.

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