Eu estava totalmente largada, ainda curtindo alguns últimos arrepios da chupada que ela me dera. Pedi pra ele soltá-la. Assim que se viu com as mãos livres, ela veio por cima do meu corpo, passando a língua por cada pedacinho, acendendo cada vela, que só nós mulheres conhecemos, para formar aquele lindo candelabro iluminado, que depois se incendeia. Foi mesmo um momento até poético. Aquela boca cheia de experiência percorrendo meu corpo, as mãos leves, delicadas, acariciando minha pele. Nossa, a mulher dele era uma delícia e sabia como excitar uma mulher. Seu rosto chegou juntinho do meu. Senti sua respiração e sua língua em meus lábios. Abri a boca e ela entrou. Não entrou como escrava. Entrou como dona. Procurou minha língua, entrelaçou-se com ela, mordeu-a. Mordeu meus lábios, meus mamilos e eu estava de novo pronta pra gozar. O que eu podia fazer? Nada. E foi o que fiz. Suas mãos chegaram na minha cabeça, mexeram em meu cabelo, seus lábios beijaram minha orelha, sua língua a penetrou e sua voz me pediu:
- Vira!
Eu estava ali para ter prazer, e aquela mulher estava disposta a me dar prazer. Virei. Sua língua percorreu minhas costas da nuca ao rego. Suas unhas arranharam levemente minhas costas e seus dedos entraram pelo meu rego até minha buceta. Minha cabeça estava entre as suas pernas, meu braço ao longo do corpo. Senti sua língua descer, suas mãos abrindo minhas nádegas e sua língua em meu cu. Uma das mãos era ágil e enquanto afastava minhas nádegas pra ela beijar, enfiava um dedinho no meu cu. A outra procurava meu sexo, meu clitóris e o massageava. Encharcada, ela usava meu próprio líquido pra lubrificar os dedos. Eu estava inebriada e queria me virar pra chupá-la, retribuir tanto prazer, mas o prazer dela era me ouvir gemer, me ver retorcendo, presa, imobilizada.
A tortura demorou, mas finalmente ela me deixou virar e ficar novamente de costas. Sua vagina linda estava exatamente sobre meu rosto, pronta para minha língua. As correntinhas as vezes machucavam quando encostavam em um ossinho, mas sugá-la, ser sugada por ela estava além dos meus sonhos. Ela enfiava três dedos juntos na minha vagina, enquanto a outra mão vibrava em meu clitóris, me dando sensações que eu não sabia se retribuía à altura.
Só quando ela começou a me elogiar é que imaginei estar retribuindo da maneira adequada.
- Delícia você... Adoro essa tua buceta encharcada... Fiquei toda molhada só de te ver nua...
Clique para amor & romance em sua cidade!!!
Eu já a incentivava:
- Assim... Isso... Delícia de língua, porra! Você sabe me chupar... Puta...
- Vadia...
- Safada...
- Piranha...
- Tesuda...
- Gostosa...
Trocávamos elogios e xingamentos quando senti que estava vindo. Não era uma onda, era uma loucura de tesão de prazer, de orgasmo descontrolado. Me perdi e gozei, ou gozei e me perdi. Apertei minhas pernas e ela abriu as dela, jogando o peso dos quadris contra o meu rosto. Ela enfiou os dedos, vibrou a outra mão e eu gozava, gozava e gozava. Aquilo parecia não ter fim.
Pude respirar quando ela se levantou mas rapidamente estava outra vez em cima de mim, buceta na minha boca, mas agora olhando o que eu fazia nela disse pro marido:
- Mete nela, porra! Não vê que ela está louca por uma pica?
E era verdade. Minha buceta latejava e uma pica seria muito bem vinda. Foi muito bem vinda. Ele meteu. Levantou meu corpo pelos quadris e meteu. Minha posição, apesar de totalmente submissa só me dava opção de continuar retribuindo chupando a buceta dela, que incentivava:
- Chupa minha buceta cadelinha linda... Chupa que essa buceta vai ser toda sua... Faz eu gozar na tua boquinha, faz? Deixa tua gatinha jorrar na tua boca, piranha gostosa.
Não me senti nem um pouco ofendida, muito menos quando ela começou a gozar e implorou pra que eu metesse um dedo no cú dela.
- Mete um dedo, mete gatinha... mete pra eu gozar gostoso na tua boca.
Eu já gozava de novo e nem sei por qual vez. Quando ela gozou, eu gozei outra vez e quando ele gozou entre as minhas pernas eu gozei de novo e quando ela sugeriu que nós lambêssemos a pica dele eu gozei outra vez e quando nos beijamos com aquele gosto de porra do nosso macho na boca eu gozei de novo e quando deitamos abraçadas na cama, depois do banho, cheirosas, gostosas, com camisolinhas sem calcinha, gozamos juntas mais uma vez e então adormecemos.
Ache solteiros sexy em sua cidade!!!
...
Onde ele está? Bem, nós o amarramos na cadeira antes de entrarmos no banho. Ele ainda deve estar lá. Do jeito que é otário nem deve ter percebido que os laços são frouxos. Como ele.
ADORO MULHERES MÁS E GOSTOSAS , MUITO BOM MESMO! BEIJÃO
kkkkkkkkkk adorei os laços frouxo como ele kkkkkkkkkkkkkk E homem é muito engraçado ele tem um caso a anos com você e se acha no direito de cobrar a mulher? Bem feito tomara que leve muitooooooo chifre kkkkkkkkkkk ADOREIII Julinha voltou arrasando, bjs
È isso ai,nós mulheres nos conhecemos melhor do que qualquer homem e é isso mesmo que se faz com os homens hahahahaha...bjs linda adoreiiiiiiiiiiiiiiii