Ali estava eu, na casa do meu namorado, sentada ao lado dele no sofá, após um ótimo jantar preparado pela esposa dele, que estava de quatro na nossa frente, praticamente nua, apenas de botas e correntinhas sobre o corpo. Cena mais inusitada impossível.
Ele acariciou o cabelo dela como quem acaricia um animal de estimação e ficou de pé.
- Agora minha escrava vai tirar a minha roupa.
Ele ficou olhando pra mim enquanto ela, obediente começou a despi-lo. Primeiro os sapatos, depois a camisa e a calça. Ele era um gato. Não deixou ela tirar a cueca dele, mando-a apenas alisar o pau dele.
- Meu amor – e ele falava olhando pra mim – nós vamos deixar essa menina má amarrada aqui enquanto fazemos amor.
Não era bem uma fantasia minha, mas por algum estranho motivo eu me sentia excitada, molhada. Ela mesma trouxe uma cadeira onde se sentou com as pernas abertas, esperando ser amarrada por ele, que o fez rapidamente, mas enquanto o fazia, pediu que eu tirasse meu vestido.
- Quero que ela veja quem eu vou amar agora.
Eu me levantei e tirei meu vestido. Não havia muito a ser visto por baixo, além de uma calcinha sensual, claro que escolhida à dedo, e a mim. Joguei o vestido sobre o sofá e esperei. Ele então vendou os olhos dela com uma faixa preta e disse:
- O castigo é que ela poderá nos ouvir, mas não poderá nos ver.
Deixou-a lá e caminhou lentamente até a mim, logo colocando sua mão sobre o minúsculo triângulo que era a frente da minha calcinha. Retribuí o gesto tocando seu pau sob a cueca.
- Tira minha cueca! – falou com voz decidida. Alto o suficiente pra que ela ouvisse.
Tirei a cueca dele me abaixando na sua frente e deixando que seu pau tocasse meu rosto. Beijei-o. Coloquei-o na boca enquanto ele narrava para a escrava:
- Isso, chupa gostoso meu pau minha gata! Assim, gostoso como só você faz.
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Não nego. Estava excitada. De vez em quando olhava para a esposa dele ali tão perto, amarrada e vendada e aquilo de alguma forma me excitava. No princípio estranhei um pouco transar com narração. Ele insistia em narrar o que estávamos fazendo.
- Assim gata, lambe tudo... Vai, enfia o dedinho no meu cú... Isso chupa gostoso...
Mas depois, conforme o tesão ia crescendo, nem reparava mais e comecei eu a narrar:
- Quero você dentro de mim... Deixa eu ficar de quatro pra você colocar por trás... Mete... Mete...
Loucuras daquelas que acontecem sem a gente pensar muito sobre elas. Gozei de joelhos sobre o sofá com ele metendo na minha buceta por trás. Gozei e quase desfaleci apoiada no braço largo daquele sofá enorme, com o pau enorme do meu namorado dentro de mim. Não perguntei por que eu tinha certeza. Ele não gozara. Ele me acariciou, colocou minha calcinha de volta dentro da minha bundinha e falou que ia ver como ela estava. Foi até ela e colocando a mão entre suas pernas me falou:
- Você acredita que minha empregada está excitada? – eu não disse nada e ele perguntou pra ela – Porque você está assim tão molhada?
Ela quase que fez uma pausa antes de responder:
- Eu fiquei excitada imaginando como meu senhor estava fudendo a namorada dele.
- Ah! Quer dizer que você gostaria de ter visto nós dois fazendo amor?
- Sim senhor, eu adoraria ver o senhor metendo gostoso na sua namorada.
- Você ainda quer ver?
- Com certeza senhor.
Ele arrancou a venda dos olhos dela, segurou-a pelos cabelos, puxando a cabeça pra trás, e deu-lhe um beijo na boca. Não gostei muito do que eu vi. Acho que fiquei com ciúmes. Eu também seria uma ótima escrava. Provavelmente melhor. Ele a largou e veio até a mim no sofá onde ficou de pé e me perguntou:
- Meu amor, você se importa em chupar meu pau pra minha empregada ver o quão bem você chupa?
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Estava começando a ficar formal e babaca demais, mas não custava nada chupar o pau gostoso dele. Não sei bem o que dizer. Gosto de chupar um pau gostoso e também gosto que me vejam fazendo isso. De toda forma, achava bom ele parar com isso. Chupei-o do meu jeito e ele começou a narrar outra vez. Aí eu não agüentei.
- Pára com isso Otávio! Tá ficando babaca. Tu já não castigou a vadia da tua esposa? Agora vamos fuder e parar de embromação.
Ele me olhou aterrorizado e quase pude notar um sorriso nos lábios dela.
- Vai lá, dá tua pica pra ela chupar.
Ele foi meio sem graça, querendo argumentar, mas agora eu estava no comando. Ele ficou ao lado dela e fez o que mandei. Eu queria explorar aquela mulher ali toda disponível e sentei entre suas pernas pra provar da sua bucetinha. Conferir se estava mesmo molhada. Como estava! Ficamos um tempinho assim até eu dizer pra ele soltá-la da cadeira mas amarrar as mãos dela nas costas. Começava a gostar de ter uma escrava. Tirei a calcinha e sentei no chão com as pernas abertas.
- Agora quero que ela me chupe e você vai meter no cuzinho dela.
Ela me olhou com um olhar quase agradecido e ele em dúvida:
- Mas eu nunca comi o cú dela!
- E daí? Já meteu várias vezes no meu, é tudo igual.
Eu me apoiei nos cotovelos enquanto a minha escrava, com as mãos amarradas nas costas enfiava o rosto entre as minhas pernas. Sabia que assim ela não ia ter nenhum apoio e teria que usar o rosto como tal, ou a língua. Por sinal, que delícia de língua. Acabei acariciando os cabelos dela e falando mesmo o quanto eu estava gostando daquela língua na minha buceta. Ela sorria mas sentia a pica grande do marido entrando no cú. Com certeza nós três estávamos tendo muito prazer. Eu, talvez por ter gozado um pouco antes, já estava prontinha pra gozar, mas a safada da mulher dele começou a gozar antes e se eu não seguro a cabeça dela entre minhas pernas acabaria sem gozar. Ele demorou mais um pouquinho e se despejou no cu da esposa. Fiquei deitada ali de costas, acariciando os cabelos dela que eram muito sedosos e gostosos de mexer.
Interessante. Bizarro mas muito interessante.
Muito bommmmmmmmm,adorei julinha...bjs