Depois de “EU, MEU AMIGO E O AMIGO DELE (O DIA SEGUINTE)” as coisas não podiam ficar mais estranhas, mas ficaram. Transar com dois gays assumidos, me fantasiar de noivinha sexy, fazer um striptease pra três caras, transar com meu namorado e um casal gay parecia não ter sobrado mais nada pra fazer. Claro que eu estava enganada. Sempre alguém dá um jeito pra putaria ficar ainda maior.
Meu namorado foi pra casa encontrar a esposa e confrontá-la com a verdade. Vê-la saindo de uma boite gay com outro cara dava razão pra qualquer coisa que ele quisesse fazer. Como eu sou meio tolinha, achei que ele ia acabar tudo com ela e aparecer com a mala na minha porta. Seria uma pena, pois eles tem uma casa linda e enquanto abraçava meus travesseiros eu pensava que ele devia era botar ela pra fora sem nada. Imaginei-a nua do lado de fora do apartamento e levemente excitada com as possibilidades, acabei dormindo.
Acordei tarde, como gosto depois de uma noitada de sacanagem e sem recados na secretária eletrônica. Estava no banho quando o telefone tocou e a secretária atendeu por mim. Era ele:
- Minha linda, liga pra mim assim que você ouvir isso. Estou em casa. Beijos.
Estranhei essa coisa de “estou em casa”. Ele não me pediria pra ligar se estivesse em casa. Só podia ser um bom sinal. Terminei meu banho calmamente e respirando fundo liguei pra ele.
- Porque não ligou aqui pra casa?
- Ué?! Eu nunca ligo pro telefone da tua casa. – respondi estranhando mas gostando.
- Não importa. – disse cheio de confiança – Coloca uma roupa bem bonita e vem pra cá.
- A que horas? – quis saber não contendo outras perguntas.
- Oito horas. Vamos jantar. – respondeu cheio de confiança.
- Mas e ela?
- Quando você chegar eu te conto, ou melhor, eu te mostro.
- Como assim?
- Oito horas. Beijo. – e desligou.
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Realmente não entendi nada. Ele devia ter tido uma conversa dura com ela, colocado ela pra fora de casa, sei lá, muitas coisas passavam na minha cabeça e ainda eram três horas. Eu tinha cinco horas de intensa curiosidade e só havia um jeito de resolver isso: salão. Coloquei um vestido básico e fui pro salão. Sem marcar hora iria demorar tempo suficiente pra eu não ficar em casa me remoendo.
Dito e feito. Acabei chegando em casa com meia hora pra estar na casa dele. Coloquei uma lingerie de namorar, um pretinho básico, uma bela sandália alta, uma maquiagem discreta e fui. Avisei pelo celular, ligando pra casa dele, que estava chegando. Ele me disse pra deixar o carro no estacionamento do prédio mesmo.
Subi o elevador morrendo de curiosidade e toquei a campainha com as pernas tremendo. Ele abriu a porta, me olhou de cima embaixo e aprovou:
- Você está linda. Entra. - Me deixou entrar e me beijou na boca, com língua e tudo ali no hall.
- Quer um drinque? – claro que eu queria. Cuidou da minha bolsa e entramos.
A sala de jantar estava com a mesa posta e um drinque já estava pronto me esperando. Sentamos no sofá da sala de estar e eu precisava saber:
- Como foi ontem quando você chegou?
- Querida, você vai ver. Não faça perguntas e apenas aproveite essa noite que vai ser ótima.
Nos beijamos, bebemos o drinque, nos beijamos mais e de repente ouvi alguém fazer barulho perto da gente. Tomei um baita susto.
- O jantar está pronto. Já posso servir?
Era a esposa dele. Eu não sabia o que fazer mas tive que prender o riso, porque ela estava vestida de empregada.
- Pode servir sim, já vamos. – respondeu ele um pouco impaciente.
Não era uma roupa de empregada qualquer, era uma daquelas roupinhas sexy, de filme erótico ou da fantasia sexual da maioria dos homens, pelo menos dos que eu conheço. Saia curtinha, aventalzinho, toca e saltos altíssimos. Eu estava sem palavras e ele disse:
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- Conhece minha empregada? – eu não falei nada – Ela é ótima, você vai ver o jantar que preparou.
Fomos pra sala de jantar e ele puxou a cadeira pra que eu sentasse. Em pé junto da mesa ela esperou que ele sentasse e nos serviu. O jantar foi um delicioso peixe grelhado com uma salada, tudo muito leve e saboroso. Durante o jantar ele puxava conversa comigo sobre assuntos do dia a dia e eu não conseguia responder por que não entendia o que estava acontecendo. Ele pedia que ela nos servisse isso e aquilo e a tortura durou por todo o jantar. Ela estava impassível em seu papel enquanto ele falava sobre nós, sobre termos saído na véspera, tudo com o maior descaramento e ela ali sem dizer nada. Depois do cafezinho, ele me olhou e perguntou se eu queria ver uma coisa. Fiz que sim com a cabeça e ele a chamou para perto dele. Mandou virar-se de costas e levantou a saia dela.
- Ela não tem uma bundinha linda? – enquanto mexia na calcinha fio dental com cristais que ela usava por baixo da sainha. Deu uma palmada forte na bunda dela e mandou – Tire a mesa, arrume a cozinha, coloque a outra roupa e volto para a sala. Fomos para a sala de estar e finalmente se dignou a me contar alguma coisa.
- Ontem eu vim pra casa e peguei ela e o amante bem na nossa cama. Ele ficou apavorado quando me viu e mais ainda quando viu a arma na minha mão. Mandei-os ficarem de pé, nus na minha frente e ele me contou tudo e mais alguma coisa sobre a vida sexual dela, achando que assim podia salvar a vida dele de um tiro da arma de brinquedo que eu segurava. Essa piranha não só dava mais do que puta de rua, como ainda gastava meu dinheiro com os namorados, comprando presentes e pagando viagens. Quando eu o deixei ir embora, ela implorou pra que eu não a colocasse na rua, porque ela não tinha uma profissão e só sabia cuidar da casa “E dos amantes!” completei deixando-a mais encabulada ainda. Queria dispensá-la, mas pensei em outras coisas que eu podia fazer. Já que ela sabia cuidar da casa e de putaria, falei que só a deixaria ficar se ela fosse minha serva, minha empregada e minha escrava sexual.
Eu estava pasma. Nunca imaginei que ele tivesse tanta coragem. Pensei que ele iria gritar com ela, ela com ele e que depois transariam, mas não, ele arrumou uma escrava. Ela topou ser a escrava funcional e sexual dele. Inacreditável. Eu queria mais detalhes, mas ela entrou na sala e tinha trocado de roupa como ele mandara.
- Pronto senhor! Fiz tudo como o senhor mandou. – e ficou parada.
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Virando-se pra mim ele disse:
- Querida, essa aqui é nossa empregadinha. – eu não disse nada – Ela tem as funções da casa e também algumas outras. Não é mesmo? – perguntou virando-se pra ela.
- Sim senhor.
- Hoje uma delas é nos entreter. – e virando-se pra mim – Você quer uma massagem?
Eu agradeci, mas balancei a cabeça fazendo que não.
- O que você gostaria que ela fizesse pra você? Pode pedir qualquer coisa. Ela é obediente.
- Ah meu amor, não sei. Porque você não escolhe? – disse com sinceridade.
- Então tá. Coloque uma música sensual e dance sensualmente pra nós.
- Sim senhor.
Ela foi colocar uma música e assim que o som saiu pelas caixas espalhadas pela sala, começou a dançar com alguma sensualidade. Ele se aproximou e me beijou. Um beijo demorado, mas eu não fechava os olhos, olhando pra ela que dançava ali no meio da sala com uma roupinha parecida com a de empregadinha, mas com algumas variações. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Quer ver uma coisa? – e diante do meu sim, virando-se pra ela mandou – Solta os cabelos!
E ela obediente soltou os longos e lindos, devo dizer, cabelos negros que estavam presos.
– Agora, tira o vestido devagar!
Ela obedeceu sem pestanejar e devagar, desabotoou e tirou o vestidinho, jogando-o no chão. O que me chamou atenção foram as correntes. Era um conjunto minúsculo de calcinha e sutiã com correntes que pendiam de uma coleirinha em volta do pescoço. Botas e meias 3/4 faziam um lindo complemento.
- Sutiã! - Ordenou ele apontando para a peça. – Que ela tirou sem sequer pestanejar.
- Calcinha! – e ela despiu a minúscula calcinha, ficando com o corpo coberto pelas correntes.
- Agora fica de quatro e engatinhe de um lado pro outro.
E diante dos meus olhos, a esposa dele ficou de quatro e engatinhou devagar pela sala, de um lado pro outro até ele a chamar.
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- Venha cá. – Ela veio de gatinhas e ficou junto de nós.
- Viu como ela é obediente?
Há algum problema em um conto ser INverídico?
Achei que os contos aqui fizessem parte das fantasias e criatividade dos autores.
Eu, particularmente, gostei da história. Achei bem narrado e o fato de estar dividido tornou menos massante. Se é verdade ou não talvez só quem esteve lá. No fundo não importa nem um pouco. Os relatos reais é que são cansativos e monótonos.
Prabens Juliinha.
Conto enorme, cansativo e inverídico. Tem qualidade de literatura mas veracidade 0.
He julinha,que bom que voltou...está muito boa está história,vou logo ler a continuação...bjs