Meu actual amante Renato não me come apenas a mim. Ele é também o amante de meu marido Rui e do nosso filho mais velho, Ruizinho, pelo que eles são tão putas deles como eu, e ele tanto é o meu macho como o macho deles. Posso até dizer que dos três ele prefere mais o rabinho de meu filho que aliás desvirginou, do que o do pai ou qualquer uma das minhas duas gretas. Ao contrário do nosso filho que se está convertendo cada vez mais num perfeito bichinha, meu marido nunca apreciou muito ser enrabado, mas presta-se a sê-lo porque sabe que me agrada vê-lo apanhando no cuzinho de um macho super abonado como Renato e porque depois tem o seu prémio, que é ver-me ou ao filho, apanhando com o mesmo cacete que o enrabou, ainda que quase sempre com um cinto de castidade enfiado na pila pois Renato não gosta de o ver gozando muitas vezes, apenas o deixa ejacular uma vez de 4 ou de 5 em 5 meses, obrigando-o a andar com os tomates cheios todo esse tempo, dizendo que é para o manter bem submisso. E mesmo quando lhe consente esvaziá-los obriga meu marido a fazê-lo de forma mecânica, sem sentir grande prazer, cutucando-lhe com o seu enorme caralho na noz da próstata enquanto lhe vai ao cu de maneira a fazer Rui esporrar-se sem se aperceber que o está fazendo. Gosto igualmente de enrabar meu marido e o meu filho com vibradores, mas com grande mágoa minha nunca fui capaz de os pôr a despejar os ovitos sem sentirem a ejaculação e antes de andar com Renato sempre pensei que tal coisa fosse impossível.
Numa destas últimas noites cumpriam-se precisamente 5 meses que meu marido não ejaculava e dizia ele que a pressão do leite nas suas bolinhas estava-se tornando demasiado incómoda pelo que ele não se admiraria muito de um dia acordar com a cama toda molhada. O cinto de castidade que lhe colocámos à noite não lhe deixa pôr a pilinha em pé pelo que seria difícil tal coisa acontecer mas Renato concordou estar na hora de o fazer esguichar o sémen.
- Além disso – acrescentou -. está-me apetecendo muito desaleitar-me todo no cu do outro panasca cá da casa, pelo que fazer-te uma massagem prostática vem mesmo a calhar. Não há melhor lubrificante para ir ao cu a um paneleiro do que o leitinho dos colhões de outro paneleiro. E a Sandra que suba também connosco para o quarto que assim sempre terei as três putas cá da casa fazendo-me companhia esta noite.
Subi assim com eles para o quarto depois de ter dado um bom banho neles, como é costume, tendo o cuidado de lavar cuidadosamente o olhinho anal de pai e filho. Os três estavam todos nus, o único adorno que meu marido e filho envergavam no corpo era a coleira de submissos ao pescoço que Renato gosta de os ver usando em casa, o caralho imponente e com aba de cogumelo de meu amante todo empinado para a frente, o dos dois Ruis, muito mais fininho e curto mas igualmente teso. Renato contudo que não gosta muito que especialmente o meu marido me veja nua não consentiu que me despisse na íntegra, por isso mandou que eu me cobrisse com um courset azul escuro deixando ver apenas o decote pronunciado dos meus peitões e as nádegas roliças com a racha do meio tapada pela tira da calcinha. Nas pernas calçava uma botas pretas de cano quase até aos joelhos e tacão alto. A minha figura excitou ainda mais os três homens como se notou pelo estado de tumefacção dos seus caralhos e na cara de meu filho, tão tarado como o pai e o meu amante, líamos todos a vontade que ele tinha em me comer.
- Gostavas de cornear o teu pai fodendo com a tua mãe não gostavas, ó pilinhas? – perguntou –lhe Renato – E eu a pensar que tu eras apenas bicha. Se te continuares a portar como um bom paneleirinho talvez te deixe um dia destes ires ao pito à tua mãe. Puta como é estou certo que não se importará muito de te abrir as pernas como já fez a tantos. Mas com o tamanho diminuto da piça que tens, acho que não irias conseguir satisfazer devidamente uma cona tão aberta como a dela, pois não Sandra? Por o teu pai a ter assim tão pequena como a tua é que a tua mãe se consolou de lhe pôr os cornos. Afinal cona de puta gosta mesmo é de piça de macho, como a minha, não uma amostra como as vossas duas, seus paneleiros punheteiros. Não é verdade, Sandra?
Nestas ocasiões tenho de dizer que sim, o que aliás não deixa de ser verdade, e as palavras depreciativas de meu amante ainda os deixou mais em ponto de rebuçado, como também me deixou a mim. Mesmo antes de andar com Renato sempre adorei humilhar meu marido nos nossos momentos íntimos por causa do tamanho do seu pau pois isso sempre me entesou, pelo que ele está desde há muito habituado a tal. Desde que Renato entrou nas nossas vidas verifico com prazer que meu filho também gosta deste tipo de humilhação embora a única mulher que o humilhe seja eu já que Ruizinho além das punhetas e das enrabadelas que Renato lhe dá ainda não provou boceta.
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- De joelho junto à cama, bichinha – ordenou Renato. Meu filho colocou-se de quatro com o rabo empinado e meu amante mandou que lhe amarrasse as mãos e as pernas aos pés da cama, o que eu fiz cuidadosamente, após o que lhe colocou entre os tornozelos um bastão de madeira. Meu filho ficou assim completamente imobilizado e incapaz de furtar o seu rabinho fosse a quem fosse. Em seguida e por ordem de Renato amarrei as mãos de meu marido atrás das costas e vendei-lhe os olhos para que o corninho não se apercebesse quando estivesse ejaculando mas deixando-o de pé mesmo atrás do rabo de nosso filho.
- Agora tu que além de panasca mais velho não passas de um cornudo sem vergonha – disse Renato voltando-se para meu marido – já sabes que não gosto de te ir ao cu com essa ridícula amostra de piça em pé, como se fosses um verdadeiro homem. Se o fosses a Sandra não teria necessidade que outros a montassem. Por isso antes de te fazer despejar o leitinho que trazes nos colhões a Sandra vai-te fazer baixar essa imitação de piça na base das palmadas. Começa Sandra, e só paras quando a piroca do teu corninho estiver toda em baixo.
Agarrei-lhe na pila e coloquei-a na palma da minha mão esquerda. Em seguida com a mão direita comecei batendo-lhe. Zás, um, duas, três. Foram umas 20 ou 30 palmadas que lhe assentei na pila e também nos tomatinhos minúsculos pois sempre gostei de bater em meu maridinho, especialmente em tais partes.
- Dá-lhe com força - incentivava-me Renato – Pensa em todas as outras piças bem maiores do que essa que te consolaram bem mais e no tempo que perdeste dando para essa.
Meu marido gemia, torcendo-se todo. Mas não há nada que o leve a ejacular com tanto gosto como uma boa sessão de spanking na sua pilinha. Meu filho embora não me visse batendo na pila do pai que estava por detrás apresentava o caralho ainda mais erecto só de lhe ouvir os gemidos.
- Se calhar o bichinha do vosso rebento também ia gostar que lhe batesses igualmente no caralho como estás fazendo ao corno – observou Renato – Talvez tenha sorte e eu não tarde a dar-lhe a provar do mesmo remédio.
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À força das palmadas o caralho de meu marido lá baixou. Estava na hora de Renato o desaleitar.
- De joelhos com as coxas encostadas ao rabo do paneleiro mais novo como se o fosses enrabar, corno – ordenou meu amante – E tu Sandra segura-lhe na piça de maneira a que a cabeça fica mesmo apontada para o olho do cu de teu filho.
Rui ajoelhou-se e eu fiz o que Renato me mandara de modo a que quando aquele vertesse seu gozo a esporra caísse mesmo no buraquinho do cu de meu filho mais velho. Meu amante sem usar preservativo mas com o caralho já bem lubrificado com um gel anal esfregou longamente seu membro na entrada traseira de Rui antes de lho meter no cu.
- Sente a força do meu caralho coçando-te o cu, bichona – dizia-lhe Renato – quando o sentires furando-te o cu bem vais gemer, que nunca fui ao cu a um paneleiro ou a uma puta sem os fazer gemer bem.
Rui já há muito não era enrabado pelo que dir-se-ia ter o olhinho estreitado. Gemeu por isso mais do que o costume quando Renato o penetrou sem meiguices. Adoro ouvi-lo gemendo quando Renato lhe come o cu pelo que não me contive que não dissesse.
- Ficas mesmo parecido com uma fêmea bem putazinha provando cacete no cu, maridinho frouxo. Geme como eu e o Ruizinho gememos quando estamos no teu lugar.
O caralhito de meu marido voltou a erguer-se fazendo com que a ponta da sua cabecinha quase entrasse pelo olho do cu de nosso filho.
- Paneleiro- gritou-lhe Renato batendo-lhe com força nas nádegas – Andas com tanta vontade de despejar os teus minúsculos tomatinhos que até o cu de teu filho te serve para enfiares a piça. O CU DO TEU FILHO SÓ EU COMO, ouviste bem meia piça? Já vais ver a audácia.
E redobrando-lhe a intensidade das palmadas com que o ia mimando começou a enrabá-lo com muito mais ferocidade o que levou meu marido a rebolar-se e a gemer com muito mais intensidade.
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- Geme mais meu boi manso que com os colhões que tens mais pareces um capado - gritava-lhe Renato – Não eras tu quem os querias despejar? Pois então vou-te fazê-los despejar à minha maneira. Ou preferias mais que fosse a putinha da tua esposa gordinha a tocar-te uma punheta, hein? Serve-te do peso da tua mão Sandra e fá-lo baixar essa amostra de caralho.
E eu zás, pás trás, lá desferia com gosto umas boas palmadas naquela pilinha tão mal formada até que ela voltasse ao ponto morto. Meu amante enrabou-o durante mais de um quarto de hora sem mudar de posição e a pila de Rui estava constantemente a pôr-se em pé e consequentemente a levar mais umas enérgicas palmadas minhas. Ao fim desse tempo vi finalmente o primeiro jacto de esperma sair dela e a cair no reguinho de nosso filho mas o corninho nem se apercebeu já estar despejando. Só o soube quando Renato tirou seu caralho de dentro dele.
- Nem sentiste nada a não ser a minha piça arrombando-te o cu, pois não corno? – perguntou-lhe Renato escarninho. Efectivamente meu marido apresentava agora o olho do cu completamente escancarado - Espero que possas aguentar os teus colhõezinhos por mais 5 meses sem os despejar enquanto eu me vou divertir muito comendo a tua esposa putazinha e o bichinha do teu filho cuja piça é tão mal feita que mais parece a fotocópia da tua mas que em contrapartida tem um cuzinho que é uma delícia.
Apesar dos tomatinhos pequeninos, tanto tempo contendo o tesão fizeram com que meu marido tivesse ejaculado abundantemente e o seu sémen corria agora pelo rego de meu filho abaixo, abeirando-se do seu saquito das bolas.
- Não quero ver a esporra do corno pingando no chão – disse Renato – Penetra o cu da bichona do teu filho com o dedo, Sandra, e lubrifica-o bem com o leite do pai se não o queres ver gemendo tanto como ele. E lambe-o bem igualmente que não há melhor tratamento que umas boas lambidelas num cu que vai ser enrabado por um cacete como o meu.
Com os dedos comecei a empurrar todo aquele esperma para dentro do cuzinho de meu filho, não só na parte exterior do anel mas bem para dentro do olho penetrando-o com um dedo em riste enquanto o ia lambendo e metendo minha língua. Meu filho já tem o cuzinho bem aberto, Renato não o tem poupado.
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- Isso Sandra, enfia-lhe o dedo e a língua bem dentro do cu – exortava-me meu amante -. Assim não lhe doerá tanto quando lhe enfiar o caralho como enfiei no cu do pai. Vamos, mais, não te quero ver enrabando o bichinha de teu filho apenas com um dedo. Ele já é suficientemente paneleiro para levar com os teus dedos todos pelo cu acima.
E eu cuspindo neles, com muito jeitinho lá os fui enfiando um a um, até os meter todos,no cuzinho tenro de meu filho. Ruizinho apesar dos gemidos estava adorando a minha penetração digital e o meu minete anal pois se rebolava todo tentando tirar o máximo partido da minha enrabadela. Sua pilinha oscilava como doida para cima e para baixo.
- Queres uma punheta tocada pela tua mãe, não queres meu paneleirinho? – perguntou-lhe Renato – pois para veres como gosto de ti vou autorizar tua mãe a tocar-te uma punheta antes de te ir ao cu. E vamos aproveitar o resultado do teu gozo para te humedecer mais o teu cuzinho de donzel que bem irás precisar de o ter bem húmido quando enterrar nele minha vara.
Para que meu marido pudesse assistir a tudo Renato removeu-lhe a venda e mandou que me ajoelhasse por trás de meu filho e lhe manuseasse a pila por entre suas pernas abertas. Apesar de pequenina estava toda inchada e dura.
- Vais tocar-lhe uma punheta como nem tu nem ele, Sandra, já alguma vez tocaram. Puxa-lhe a piça toda para trás, por cima dos colhões até que a ponta da cabeça esteja o mais encostada possível ao olho do cu. Quando estiver assim começas a punheteá-lo , mas atenção: quando se vier quero vê-lo cuspindo a esporra para cima do seu próprio olho do cu.
Bem não foi fácil fazer dobrar aquela pila juvenil toda para trás tão tesa ela se achava. Por outro lado como ele a tem muito pequena também não foi fácil conseguir fazer com que a sua cabecinha se abeirasse do olho do cu sem ter de a puxar ao máximo por cima do seu saco de ovos prensando-o contra ela o que o fez gritar mais do que quando é enrabado com violência por Renato.
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- Ai, minha pila e os meus tomates. Por favor, mamã, mais devagar, não me dobres tanto a pila, Aii.
Renato exultava.
- Vês qual é outro problema de só teres meia piça? – dizia-lhe - É que nem consegues enrabar-te a ti mesmo.
Da cabeça da pilinha de meu filho já pingavam fios de esperma que tratei de lhe esfregar no canal traseiro quando consegui esticá-la até lá. Meu filho deixou escapar um gemido de prazer bem feminino quando sentiu a cabeça melada do seu pauzinho roçando-lhe a entrada do cu, o veadinho estava msmo com muita vontade de apanhar nele. Nessa altura Renato mandou que desse inicio à punheta o que não foi nada agradável para meu filho, dada a posição em que tinha a pila.
- Vais-me partir a piça, mamâ – gritava – isso não é nenhuma punheta.
- Como, meu punheteiro de merda? – gritava-lhe Renato – não és tu que tanto gostavas de tocar ao bicho e sonhavas com as mãos da tua mãe tocando-te punhetas? Pois então aí as tens.
Meu filho veio-se profusamente embora também admita que provavelmente procurou vir-se o mais depressa que pôde atendendo às circunstâncias. Com as minhas mãos tratei de encaminhar seu gozo para dentro do seu reguinho de maneira a lubrificá-lo e meu amante voltou a exigir que o voltasse a lamber e a penetrar com os dedos o que eu fiz com prazer.
- Tenho três putas cá em casa para me servir - observou Renato. E hoje vou comer o cu da putazinha mais nova. Afasta-te Sandra que por agora já cumpristes a tua função. O caralho que te come a ti e ao corno do teu marido vai agora comer o cu do teu filho mais velho. E vais ver como o faço gemer apesar da esporra que com a língua e o dedo lhe pincelastes o olho.
E fez. Dando-lhe sempre por trás enrabou-o longamente e com todos os vagares. O caralhito de meu marido estava de novo em pé e eu própria escorria suma da minha racha vendo aquilo.
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- Não vou ficar só a ver – comentei. E não fiquei. Afastando a tira da calcinha para trás enfiei um comprido vibrador na boca de meu filho. Depois abrindo as pernas deitei-me na cama, a cabeça de Ruizinho junto à minha calcinha.
- Vem, meu filho – disse-lhe – Não é hoje que me metes a pila mas ao menos seguras numa com a boca para que a tua mãe a possa meter.
Meu filho não se limitou a penetrar-me com o vibrador enfiado na boca. Sempre com a tora de Renato enfiada no rabo fez-me igualmente um minete e posso dizer que herdou os talentos orais do pai pois me fez vir gostosamente na sua boca durante ele e ainda bem antes de Renato gozar por sua vez.
- Ahh, paneleiro, filho de uma puta e de um corno manso – suspirou Renato quando se veio – Prova agora o meu leitinho e diz-me lá se o meu não é mais quentinho do que o do teu pai e o teu?
Ruizinho porém não dizia nada. A sua fenda anal regurgitava um rio de esperma.
- Já te viestes com a putazinha mais nova Sandra mas ainda não provaste o gozo de um macho esta noite. por isso se quiseres.. convidou meu amante apontando para aquele manancial de esperma. E eu aproveitei. Já não estava tão quentinho como quando lhe saíra dos tomates mas era o esperma do MEU MACHO misturado com o do meu corninho e do meu filho e que o cuzinho deste rejeitava. Enfiei-lhe o mesmo vibrador com que me consolara no rego e no próprio olho de Ruizinho embebendo-o profundamente com o gozo dos três antes de o meter em mim. E voltei a gozar mais uma vez.