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Encontros com o peãozinho do sítio

Escrito dia 20 de dezembro de 2009 na categoria Orgias por Ararinha

Na hora que cheguei em casa ainda estava com o corpo aquecido e andava normal. Depois que chegamos em casa arrumei minhas coisas e fomos conversar na sala. Eram muitas pessoas, além de minha família tinham as vistas que ficavam lá durante as férias, minha prima que morava lá e mais amigos que iam todos os dias. Ficamos sentados e eu só sentia uma dor leve, meio ardida. Quando me levantei para ir na cozinha senti uma dor muito forte e andei com dificuldade. Alguém perguntou o que eu tinha mas disse que estava cansado, tinha feito muito excercício no fim de semana. A dor era tanta que voltei e pedi licença dizendo que ia dormir. Entrei no quarto e fui olhar com um espelho para me certificar que era só dor, olhei e não vi sangue. Estava aberto como um anel grosso e senti tesão outra vez. Logo bateu na porta e era minha prima. Ela falou baixinho: eu sai com o empregado para te procurar e vi seu cavalo na vargem. Ele só não entrou no mato porque eu disse que nos domingos você ia ali mesmo, devia estar pescando. Eu sei que lá vão alguns garotos do bairro. Estava com algum deles? Respondi que sim. Ela falou que se eu fizesse aquilo outra vez iam desconfiar, pois meu andar estava me entregando que estava dolorido. Perguntei se tinham percebido. Ela falou que só ela sabia, as outras pessoas não. Ela sabia porque uma noite ela levou uma amiga para dormir no sítio e à noite vi as duas abraçadas e se beijando no quintal, quando fui guardar o carro no fundo da casa. Ela tinha um caso com essa amiga e sempre me contava e por isso sabia de alguns de meus casos, mas desse ela não soube. Só uns meses depois contei que estava saindo com o garotão e que era exagerado,enorme e gozava em grande quantidade. O safadinho era insaciável, atraente e bem macho, me dominava e exigia que eu fosse durante a semana lá. Nesse tempo eu já não fazia com todos, só com ele que exigiu exclusividade. Eu ia de carro e passava em frente a sua casa na margem da estrada de terra. Parava alguns metros a frente em um cruzamento com outra estrada. Ele chegava e dali a gente ia para um lugar ermo e onde ninguém passava. Fazia dentro do carro e quanto eu me sentava naquela coisa gostosa me sentia em outro mundo, agüentava todinho já e rebolava bastante, gemendo, subindo e descendo e pedindo mais, sempre queria todinho. Cavalguei muitas vezes naquele peãozinho dominador e gozava muito. Ele ficava bravo, pois meu esperma esfregava em sua barriga. Eu tinha que limpa-lo com minha roupa. :Era muito gostoso abraçar aquele corpinho magro e forte e sentir seus beijso quentes e suas ordens. Seus braços finos e fortes me envolviam dando muito prazer. Eu gozava várias vezes com ele. Como os garotões sentem muito tesão ele gozava quatro vezes e estava sempre excitado, querendo mais. Eu pedia para descansar mas não me dava tempo, dizendo que saia comigo para meter e não para ficar conversando no carro. Uma noite ele disse que queria transar com uma mulher e o levei a cidade. Fomos a um bar freqüentado por prostitutas e logo conversei com uma que ele se interessou. Ela tomou uma cerveja com a gente e riu, dizendo que só saia com homens e não com adolescentes, mas como eu ia pagar ela aceitou e fomos para um motel. Ele tinha dezenove anos mas parecia mais novo. Eu quis assistir. A mulher era uma loira meio gorda e bem alta, debochada e dizia que gostava de pinto grande, pequeno não a satisfazia. Tirou a roupa e se deitou de costas dizendo para ele gozar logo que ela tinha outros para atender. Abriu as pernas e ficou esperando. Quando o rapaz tirou as roupas e ela viu o tamanho não queria de jeito nenhum mas ele foi por cima e entrou. Ela mexia e pedia para ir com calma. Ele tirou e me chamou. “Dá uma chupada aqui e vira a bundinha para ela ver que agüenta e ela também tem que agüentar. Fiz o que mandou e ele entrou em mim do jeito que estava acostumado. Ela ficou olhando passando a língua nos lábios e pedindo para ele não gozar em mim, deixar para ela. “Nunca vi uma coisa assim na vida”, ela falou e pediu para chupar. Chupou bastante, ficou de frango assado e ele entrou. Ela gemia e gritava, pedindo mais, estava doendo, tira, agora entra devagar e goza na sua putona, meu garotinho. Ele estocava com vontade fazendo a mulher mexer e gritar. Eu me masturbava ao lado e gozei na barriga dela enquanto ele estocava e dava beijos forte s em seu pescoço e na boca. Ela me pediu para beijar e atendi, chupei seus peitos caídos e toquei seu clitóris até ela dizer que tinha gozado. Ele gozou e mandou eu limpar. Ela se sentou na cama e disse: seu amigo é viado? Eu respondi que sim. Ela tirou uma calcinha da bolsa e mandou eu vestir, mandou eu rebolar e depois deixar o safadinho duro e dar que ela queria ver eu agüentar aquilo. Logo ele já estava me penetrando e ela olhava, tocava o próprio corpo e dizia que não entendia como eu agüentava aquilo e ainda mexia. Ela viu que eu estava gostando e começou me chupar e acabei gozando em sua boca. A calcinha estava de lado, era preta. Ele gozou muito e ela tirou minha calcinha e deu na minha mão dizendo que queria ver eu limpando aquela porra todinha e depois vestir. Fiz tudo e esperei a vez dela. Ela se relaxou e deu gostoso. Ele entrou comforça e segurou seus cabelos, entrou e saiu uns dez minutos. Ela me pediu para msturbá-la outra vez que queria gozar sentindo o mulatinho estocando forte. Foram várias gozadas nessa noite e depois fomos embora. Parece incrível mas ela não cobrou, só pediu que pagasse o motel e uma cerveja naquela bar. Fomos lá e ela logo contou para as outras o que havia acabado de fazer. Ficaram curiosas e todas quiseram conhecer. Depois dessa noite ele já não era mais um garotão de roça e já sabia onde encontrar prostitutas para transar a hora que quisesse e não o procurei mais. Depois desse dia também me interessei por mulheres e percebi que era bi.

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