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LAMBIDA POR MEU FILHO E FODIDA POR MEU AMANTE

Escrito dia 13 de dezembro de 2009 na categoria Orgias por sandra

Sempre gostei de cornear meu marido Rui desde os nossos tempos de namoro em Coimbra. Contudo sempre fui muito fiel para com todos os amantes que já tive. Se fodi com outros homens foi porque alguns deles assim o queriam. Deve ser por isso que nunca pensei em trair meu actual amante Renato, embora desde que ando com ele nunca mais tenha aberto as pernas a meu marido. Renato é um bom amante, tem um pau enorme e grosso. Mas se gosto de transar com ele é por mais por ele ser um bissexual activo, dominador, que tanto me come a mim como come o corninho, além de ter sido ele quem inaugurou o cuzinho de meu filho mais velho que tem o mesmo nome do pai, e passa a vida a dizer que um dia destes vai comer minha filha Sandrinha na frente de ambos. Além de me estar constantemente a dizer que serei eu quem tirará a virgindade da pilinha a meu primogénito que apesar de ter quase 20 anos e ser filho de quem é, em matéria de sexo ainda não provou de outra coisa que não fossem as punhetas que tocava antes de Renato o começar a enrabar, e do cacete deste no cu. Tenho-me recusado a fazê-lo mas a verdade é que foder com Renato deixa-me algo desconsolada pois este prefere meter-me quase exclusivamente na porta dos fundos do que na da frente. E eu embore não me importe que se sirvam dela só sinto um orgasmo mesmo a sério quando me dão na rata e não no cu, pelo que um dia estes em que Renato na cama me mandou colocar na posição de muçulmano para me enfardar trás jurei que não lhe daria mais o cu enquanto ele não me desse uma foda conveniente na greta da frente. Aliás meus intestinos andavam algo desregulados e eu podia jurar ser por causa das constantes investidas do seu pau.

Renato que é tarado por rabo e nunca dispensa meter o seu, mesmo em mulheres, afirmou que me comeria a pássara desde que tivesse outro rabo onde meter pois de outra forma só cona era algo que reputava de insípido.

- E cá em casa – pois Renato mora comigo e restante família – por enquanto os outros cuzinhos habituados a receber o meu caralho são os do teu filho mariquinhas e o do cornudo do pai, de pila pequenina. Confesso gostar de comer o cuzinho do corno mas o do teu filho sempre é mais tenrinho pelo que como deves estar imaginando prefiro substituir o teu pelo dele.

De há uns meses para cá Renato tem-no enrabado mais a ele do que a qualquer um cá da casa, pelo que não me admirei nada com a sua escolha. Afinal meu marido tem quase 50 anos e Ruizinho ainda não fez os 20. Mas Renato não iria ceder à minha chantagem sem cobrar nada em troca.

- Devo estar aprendendo com o corninho frouxo que é o dono desta casa – disse-me – mas a ideia de te ver de pernas abertas com um machinho por baixo de ti lambendo-te a cona anda-me a bater muito na cabeça, Sandra. Por isso se queres que te meta nela o meu caralho e ta aleite convenientemente vais deixar que o jovem que vou enrabar em cima de ti te faça um minete. Até para o ir treinando a trabalhar com a língua já que com a pila com que nasceu nunca será capaz de satisfazer nenhuma mulher ou nenhum paneleiro que goste de apanhar no cu com um bom cajado. E já que tendo sido o teu maridinho a despertar-me o interesse por te ver sendo lambida por outro tipo, e como ele sempre gostou de te ver fodendo, vamos deixá-lo assistir a tudo. Ao menos sempre me pode chupar também na piça para que a enrabadela que vou dar azo vosso rebento não lhe doa tanto.

Renato disse aquilo porque de facto a pila dos meus dois filhos e o respectivo saco das bolas é tão pequeno como o do pai e por aí não negam a paternidade embora eu seja tão puta que quase se podia dizer nem saber eu quem os concebera, e por Rui sempre ter gostado de me ver ir com outros homens, tara que acho lhe ficou dos tempos em que para pagar meus estudos na Universidade eu calcorreava as ruas de Coimbra fazendo de puta e ele de meu acompanhante. E também por saber que gosto de um bom minete, coisa que Renato nunca faz a ninguém.

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Meu filho já me viu nua, até já me ajudou a aparar meus pentelhos, mas aquilo pareceu-me de mais. Protestei que tal coisa era uma indecência, minha ratinha em jejum do seu pau há já algum tempo era capaz de me fazer vir na boca dele e eu não queria que isso acontecesse. Afinal ele era meu filho. Mas Renato fez-me ver as coisas como elas eram.

- Se não quiseres deixar que o teu filho te lamba a greta tudo bem por mim. Como estás vendo, vadiazinha – disse-me exibindo o seu caralho insuflado que tanto me hipnotiza – estou de pau feito e não vou fazer como o corno e tocar punheta. Se quiseres que te vá ao pito é este o preço que pagarás na frente do teu marido. Se não vou na mesma ao cu ao teu filho e até talvez ao mole do pai dele e tu vais ficar a ver navios, Sandra.

Tinha razão, não me adiantava nada entrar numa de moralista pudica. E depois tinha a certeza que aquilo iria agradar tanto a Ruizinho como a qualquer um de nós.

Meu amante chamou-os então ao nosso quarto e mandou que se despissem. O corno foi logo amarrado de pés e mãos e para que o seu pilau não levantasse Renato mandou-me colocar nele um cinto de castidade metálico, forrado com espigões de maneira que sempre que ele levanta o palito as picadas fazem-no logo baixar. Renato faz aquilo para exprimir em todos nós o seu domínio sobre o suposto chefe de família mas a quem afinal nem um simples tesãosinho lhe é consentido sem autorização do homem com quem a esposa lhe enfeita a testa.

Como sempre Renato fartou-se de os gozar pelo tamanho dos seus pilaus e eu associei-me a tais comentários trocistas.

- Caralhos desses não servem para foder – é sempre o que lhes diz antes de os enrabar ou quando os vê nus. E depois para meu filho – Tu ao menos ó filho de um corno e de uma vagabunda que não se importa de te ver e ao teu pai tomando sarrafo pelo cu, ainda vais ter alguma utilidade pois vais lamber a cona que te trouxe ao Mundo. Eu como tenho um caralho de macho irei consolar a tua mãe com o meu instrumento de macho. Coisa que tu e o teu paizinho corninho com os instrumentos que possuem nunca poderiam fazer, não é mesmo? Mas primeiro vou-te imobilizar tão bem como imobilizei o teu pai.

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Mandando-o deitar-se na cama instruiu-me como o queria ver amarrado. Os braços e as pernas foram esticados em direcção da cabeça antes de serem amarrados, os pulsos presos aos tornozelos. Meu filho ficou com uma tartaruga de pernas para o ar, ou pelo menos assim me pareceu. Meu amante com outra corda amarrou-lhe os pulsos e os tornozelos novamente, mas agora à cabeceira da minha cama, ou da cama do corno como Renato chama ao meu leito matrimonial desde que o passei a repartir com ele. E depois para lhe impedir de levantar o tronco amarrou uma outra corda por cima deste, atando-a por baixo do estrado do colchão.

- Aposto que vais ficar com essa picinha de paneleiro frouxo tesa quando estiveres a lamber a cona da tua mãe que já não sabe para quantos caralhos deu - comentou – Como não quero ver a piça do teu pai em pé também não quero ver a tua. Vamos por isso tratar de dar um jeito de isso não acontecer. Aqui hoje quem se entesa são apenas os machos de verdade, e o único que está aqui sou eu.

Às ordens de Renato uma outra corda, esta de nylon, foi-lhe atada por mim em volta da cabeça circuncidada da pila. Meu amante actual puxou a outra extremidade pelo peito de meu filho e atou-a em volta do pescoço. Ruizinho como sempre nem reagiu. Ele não é só um piça curta como o pai e o irmão mais novo, é igualmente um masoquista bem submisso que não se importa de apanhar no cu se lhe deixarem tocar uma punheta no final e a quem a perspectiva de me lamber as partes íntimas parecia agradar bastante.

- Pronto assim ficas com a piça tão frouxa como a do teu pai – observou Renato -. Mas como sei que vais lamber muito bem o mijadouro da tua mãe e como sei que és um paneleirinho tão carente do cu como neste momento a tua mãe o é da cona, enquanto a estiveres lambendo eu comerei esse teu cuzinho de bicha que ainda tem muito para dar antes de ficar completamente arrombado. Podes-te despir, Sandra, e colocar a tua cona mesmo em cima do paneleirinho que paristes e que ta vai lamber. E tu, meu corno frouxo que já mal consegues pôr a piça em pé chupa-me o cacete, vamos. E não te esqueças: conforme o chupares assim o provará daqui a pouco o cu do teu filhote e a cona da vagabunda da tua esposa.

Tirando o caralho para fora do fecho Renato chegou-a na boca de Rui que de tão habituado que está a fazê-lo o principiou a chupar sem mais demoras. Eu de costas para meu marido pois que uma das grandes fantasias de meu amante é nunca deixar o corninho ver-me a pássara, despi minha camisa de noite, azul que é a cor preferida de Renato, e sentei-me em cima do rosto do meu filho. Este não desviava os olhos de minha coninha assim tão escancarada sobre ele e o seu caralhinho começou demonstrando a agitação que tal visão lhe causava.

- Está descansado pilinhas que te farei esporrar todo sem te aperceberes e mesmo sem ficares com essa amostra de piça em pé – Renato consegue fazer uma massagem prostática indo ao cu aos seus amantes masculinos levando-os a ejacularem sem eles se aperceberam e sem se sentirem totalmente satisfeitos e eu percebi que ia fazer isso ao meu filho como tantas vezes fizera ao pai. Tal certeza ainda me fez ficar mais húmida pois adoro todas as demonstrações do seu poder e foi assim sem qualquer escrúpulo que o mandei dar início ao seu minete.

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- Lambe-me a ratinha, filhinho. Mas bem lambidinha. E muito devagarinho que quero sentir essa tua língua húmida lambendo-me bem o grelinho, com todos os vagares. Ohh, sim, lambe-me o grelinho bem gostosamente que o Renato vai tratar muito bem o teu cuzinho, minha bichinha focinheira.

Se eu alguma vez pensara em chamar tal coisa ao meu filho. Mas a fome que minha rata estava sentindo e aquela linguazinha pequenina, húmida e quente estava-me sabendo tão bem que não demorei muito tempo a vir-me. Venho-me sempre mais depressa com um minete do que com um caralho dentro da minha cona. Ohh, que bom! Meu filho mais velho não tem experiência com mulheres, nem nunca namorou sequer, mas filmes porno na NET está ele farto de ver para saber pelo menos como se faz um minete. E na verdade a sua língua titilava todos os cantinhos da minha greta inchada de tesão.

- Continua paneleiro e filho de paneleiro frouxo - ordenou Renato mandando meu marido parar de o chupar – Continua que a cona de puta da tua mãe quer mais e eu ainda não te comecei a ir ao cu. E não te quero lambendo só a cona. Nessa posição podes-lhe muito bem lamber igualmente o olho do cu. Vamos, anda, quero ver-te lambendo o olho do cu dela enquanto te enrabo.

Quando a língua de meu filho me começou atacando o rabo o caralhão de meu amante ensalivado pela boca de meu marido corno procurava entrar no cuzinho adolescente dele. Renato abrindo-lhe o olho com as mãos cuspiu nele abundantemente mas mesmo assim Ruizinho deixou escapar um gemido forte, acusando a dureza da penetração.

- Isso! Geme meu paneleirinho de cuzinho redondo – exclamou Renato –Geme que me dá muito tesão ouvir os paneleirinhos como tu gemerem ao som do meu caralho fodendo-lhes o cu. Geme, minha bichinha de pilinha pequenina que se estivesse indo ao cu ao teu pai ou à desbundada da tua mãe eles não gemeriam tanto, de tal modo o meu caralho e outros já lhes abriram a fenda traseira.

Como estava de costas para meu marido não podia ver a reacção dele vendo o filho fazendo um minete na mãe. Mas não era preciso. Os gemidos e abafados gritos que lhe escutava nas minhas costas indicavam-me bem que a curta pila dele estava sempre a pôr-se em pé e a picar-se toda nos espigões do cinto de castidade que a cobria, sinal que o seu estado de tesão tal como Renato pretendia era incontrolável. A não menos curta pila do meu filho também pretendia levantar-se dando por isso cada vez mais solavancos e puxões na corda que a sustinha. Renato não parava de lhe martelar o cu, metendo e tirando ferozmente enquanto eu me consolava toda com aquele minete incestuoso. Ruizinho erguera um pouco a cabeça e tentava meter-me o nariz dentro de minha rata quando finalmente se veio esporrrando-se sobre a barriga.

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- O meu paneleiro já está consolado – observou Renato – falta agora consolar a racha da puta da mãe.

Tirando seu bojudo mastro fora Renato veio para junto a cabeceira da cama e tirando completamente as calças do pijama ajoelhou-se por trás da cabeça do meu filho, com os colhões tocando-lhe mesmo no cabelo.

- É nesta posição que te irei ao pito, Sandra - disse-me - Com a tua cona pousada bem em cima do punheteiro que trouxeste ao mundo para que ele veja bem como um macho de verdade come uma puta oferecida como tu és.

Eu não queria mais nada, para ter direito àquele momento é que consentira que meu filho me fizesse o minete. Abri por isso bem as pernas, agora eram o meu cu e o do Renato que se apoiavam no rosto de meu filho imobilizado, e foi naquela posição que recebi o membro portentoso, divino e sublime de meu amante bissexual e sádico, mas que me consola tão bem quando quer. Tive nessa noite um orgasmo como há já bastante tempo não experimentava. Renato igualmente pois quando se veio sua explosão de gozo foi soberba e ele mandou que eu permanecesse sentada onde estava mais algum tempo para que sua esporra pingasse profusamente no rosto e no cabelo de Ruizinho.

- Lambe a espora que a tua mãe está vertendo a cona, bichinha – ordenou-lhe Renato – Não sabes que noutros tempos o gozo dos outros era um petisco para o lambão do teu pai? Então faz mesmo que ele fazia e já que lambeste a cona à tua mãe antes de eu ter gozado nela, lambe-a agora que ela a tem mais quentinha e salgada do que quando começaste.

Sem expressar nojo ou não fosse filho de pai taradinho Ruizinho fez-me novo minete que me soube tão bem como o primeiro e me fez voltar a gozar. Ohh que bem eu fizera em me ter queixado e exigido que meu amante me comesse a pássara. E que bem meu filho se saíra no seu primeiro cunílinguis. Tanto que confesso por mais que me censurem que se este for o preço que terei de pagar para que Renato me coma mais amiúde a rata não me farei esquisita para o voltar a repetir.

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