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Relatos eróticos

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FODA INESQUECÍVEL NO MEIO DO MATO Gays cassio 1489 0 Nota 0
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nunca pensei que fosse trair 1 2 2 Comentários Traição vaqueiro 855 2 Nota 5
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Verão - Livro II | Capítulo 12 Gays the-guy 68 0 Nota 0
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Verão - Livro II | Capítulo 14 Gays the-guy 53 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 15 Gays the-guy 49 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 16 Gays the-guy 66 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 17 Gays the-guy 57 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 18 Gays the-guy 50 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 19 Gays the-guy 55 0 Nota 0
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Minha namorada em grupal na chácara

Escrito dia 13 de dezembro de 2009 na categoria Orgias por Fantasias

Estávamos namorando e fazendo muito sexo havia três meses. Agora ela já tinha um pouco mais de experiência, as dores do início acabaram e ela só sentia prazer. A gente ia ao motel e às vezes naquele sítio. Uma noite passei na casa dela mas não a encontrei e deixei um recado para ligar. Ligou eram dez da noite dizendo que teve um problema e não pode chegar antes. Estava diferente fazia nos últimos dias. No dia seguinte ligou na hora do almoço dizendo que queria falar comigo. No encontro disse que pretendia terminar porque não daria certo. Não quis falar o motivo. Alguns dias depois a vi na rua com uma mulher mais nova que ela mas experiente, casada com um homem alto, fortíssimo, loiro também e comentava-se que ele saia com outras mulheres e a esposa sabia e até o ajudava. Elas foram vizinhas e tinham amizade, mas nunca saíram juntas, pois os costumes eram bem diferentes.e a mulher também tinha seus casos e o marido sabia. Estavam entrando em um barzinho. Achei estranho porque ela não gostava de ir lá. Fui no sítio em um sábado e eu e o dono, enquanto alguns bebiam e outros faziam sexo no quarto fomos para outro com a mulher que tinha o marido bêbado. Transamos e nós três gozamos muito gostoso. A mulher era discreta mas nessa noite se transformou em puta nossa. A minha amiga, a morena gostosa entrou no quarto e pela primeira vez transei com ela. Essa era uma putinha perfeita e fez de tudo. Foi uma noite de sexo inesquecível, mas quem mais me satisfazia mesmo era minha ex, mas a vida tinha que continuar. Nem essa morena, amiga íntima da ex sabia porque ela havia se separado de mim e dizia que ela não saia com ninguém, só ficava em casa. Eu transava pensando nela e me masturbava lembrando daquele corpinho e o jeitinho incomparável. A vi outras vezes com a outra, só nos cumprimentávamos e ela ia para aquele barzinho, onde a outra bebia e ela, como sempre, ficava no refrigerante. Tive uma viagem urgente para fazer em uma sexta feira e sai de casa às dez da noite. Parei perto da cidade para tomar um café em um posto, e a vi de costas em uma mesa, com a nova amiga e alguns rapazes. Um estava do lado dela, bem pertinho. Sua ingenuidade a levou para uma situação inusitada e uma experiência que disse nunca mais querer ter. Confiava em todos e acreditava em tudo que falavam e foi convidada para uma festinha em uma chácara ali perto. Um deles me conhecia e falou que eu estava lá. Ela foi falar comigo, perguntou o que eu estava fazendo. Perguntei o que ela fazia ali. Inocentemente disse: são amigos e o marido dela e pararam para tomar uma cerveja antes de irmos para a chácara. É aniversário dela hoje e resolveram fazer uma fesitnha. Ainda perguntei se ela queria que a levasse em casa. Disse que não precisava, depois a levariam. Olhei para a mesa e eles estavam comentando alguma coisa e rindo de uma forma meio estranha. Despedi e fui embora, pois seria uma viagem de mais de 800km. O marido era mais velho que minha ex, a mulher um pouco mais nova e os dois garotões com mais ou menos vinte e dois. Quando voltei da viagem ela me procurou e contou o motivo da separação. “Fiquei insegura porque sou mais velha que você e inexperiente, mas agora sei que gosto de você e se me der a chance a gente pode voltar”. Aceitei porque gostava muito dela. Quando voltamos a primeira coisa que fizemos foi sexo muito gostoso e vi que ela estava mais segura. Ela tomou a iniciativa de me despir e me lambeu todinho, dizendo que não agüentava de saudades. Chupou bastante e engoliu tudo, deixando limpinho. Depois de um descanso pediu para ser chupada e veio com a vagininha até a minha boca. Passei a língua e lambi o clitóris até ela quase cair em cima de mim, e gozou. Depois nos acariciamos, beijamos muito gostoso e loucos de tesão ela ficou de quatro e pediu que a penetrasse. Entrei forte e percebi que não reclamou dor, o que sempre acontecia quando entrava, sempre. Depois passava. Ela rebolava e mexia gostoso, gemendo, gritando e pedindo mais. Quando levei o dedo em seu clitóris ela quase se levantou de tesão, fazendo uma força muito grande com a bundinha para trás, pedindo mais, com força, tudo. Estoquei como um cavalo, forte, apertando seu corpinho e gemendo também. Quando vi que ia gozar parei e fiquei acariciando seus peitos duros e passando a mão em suas coxinhas. Estava toda molhadinha. Estava fazendo isso quando ela deu uma reboladinha e pediu que continuasse. Aí não consegui segurar mais e gozei muito. Fez uma coisa que nunca tinha feito. Se virou, pegou meu pênis molhado e esfrego no peito, depois beijou, lambeu e disse que ia deixar seu homem lisinho. Descansamos um pouco e fomos tomar um banho para ir embora. Embaixo do chuveiro a coloquei de quatro e fiz anal. Ela deu um gritinho e quando perguntei se queria que parasse falou que não, queria dar e eu podia fazer com força. Queria sentir que estava com quem ela gostava. Nas primeiras entradas e saídas percebi que não estava tão apertadinha mais. Fomos embora e no dia que voltamos lá ela me contou o que tinha feito quando não nos encontrávamos, rapidamente. Só uma coisa ela falou com mais detalhes. A nova amiga ficou sabendo que ela estava sozinha e a convidava para ir ao barzinho e na sua casa. O marido dela a tratava muito bem, não foi indiscreto, mas a olhava de uma forma que a incomodava. A outra começou a falar de sexo com ela e insinuar que o marido a desejava muito, mas ela continuou achando que podia confiar e saiam juntas, pois as conversas não passavam disso. Voltavam cedo e a outra contava suas transas e às vezes ela se sentia excitada. O que ela contou com detalhes foi o que aconteceu na noite que nos encontramos no posto. “De lá fomos para a chácara e nós duas fomos para a cozinha enquanto eles bebiam na sala”. Ela estava com o vestido que a deixava mais atraente ainda e quando foi ao banheiro um dos rapazes a encontrou no corredor e a deu um abraço, dizendo que a achava linda e que naquela noite transariam gostoso. “Fiquei muito sem graça, pois pensei que fosse só sexo, mas não falei nada. Quando voltei falei para minha amiga, que riu e disse que homens gostavam de meter, e quando aparecia uma gata igual a mim ficavam mais loucos ainda.” “Aproveita que você está sozinha e vai com o gatinho, deve estar morrendo de vontade de dar e não vai perder a oportunidade.” Ela não sabia que existia sexo grupal e que teria quer fazer. A outra terminou os tira gostos e foi para a sala. Ela se sentou e o garotão veio ficar ao seu lado, o mesmo do posto. Ele a abraçou e beijou, ela se sentindo segura por causa da outra retribuiu o beijo e abraçou o homem. Não demorou muito e foram para o quarto. Tirou o vestido e o rapaz ficou nu, na cama, mostrando o pinto duro e rindo. Era normal, do tamanho do meu. Depois de se separar de mim não fez mais sexo e estaava com vontade. Ajoelhou-se no chão e comçeou a chupar o rapaz, que gozou na sua boquinha. Deitou-se ao lado dele e logo sentiu que estava duro. Disse que queria transar e ele foi por cima, entrou e saiu a segurando forte, beijou sua boca deixando um cheiro horrível de bebida e gozou, depois esfregou em seu peito e mandou ela lamber o que sobrou. Ela sentiu pouco prazer e lembrou de mim. Voltaram para a sala e os outros riram, perguntando como era a gata. “Meio inexperiente mas gostosa, chupa gostoso e vai aprender.” Ela chupa igual você gosta”. O marido perguntou: e o cuzinho? “Não fiz ainda”. Ela estava assustada, pois não estava acostumada com aquilo e se sentou. O outro veio perto dela acariciando seus cabelos e eloginando sua beleza. Disse que queria sentir aquele corpinho nos seus braços e fazer ela sentir o gosto de seu pinto. Ela disse que não, pois tinha ido com o outro e não podia. Eles riram e o loirão, o marido da amiga disse que mulher que ia em festa com eles era para dar e que ela não ia embora sem fazer todos gozarem. “É por isso que pedi para a Sandra ter trazer, sinto tesão por você e hoje tenho que matar a vontade.” Teve medo e pediu para a levarem embora mas não a atenderam. A amiga a levou no quarto e começou acaricia-la e acalma-la, dizendo que eles só queriam transar gostoso com ela, não a machucariam e só queriam gozar. Depois a gente vai embora. Foi passando a mão pelo seu corpo que ficou trêmulo e se sentiu mais segura, ainda confiando nela. Sentiu o calor do corpo da outra encostado no dela e sem esperar um beijo muito profundo, as mãos passando pelas suas costinhas, que eu sempre achei deliciosas. Foi sendo dominada não sabia se por medo ou tesão e ficou molhadinha. Ficou ali deitada e a mulher saiu e voltou com o garotão dizendo para ela transar com ele que estava morrendo de tesão e ela ia gostar. Ajudou o safado a tirar as calças e pegou a cabelinha dela, levou a boquinha no pênis e mandou chupar, dizendo que homens gostavam de mulheres que faziam aquilo. Chupou um pouco e parou, abriu as pernas e pediu que ele penetrasse. “Ele fez gostoso, era fino, longo e entrou sem me disse que eu era gostosinha e que ia me encher de porra”. Não sabia se estava fazendo por medo ou para poder ir embora logo. Era madrugada e o lugar era deserto. Enquanto o rapaz entrava e saia respirando fundo e a abraçando ela sentiu tesão, uma sensação estranha e teve um início de orgasmo. Sentiu a porra quente dele entrando em seu corpo. Ele se levantou e antes que mandasse lambeu tudo para limpar. Ele riu dizendo que gostava de putinhas que faziam sem ter que mandar. A amiga estava do lado elogiando seu corpo e seu jeitinho de abraçar seu homem, gostava de sua submissão. Mandou ele se retirar e ficou acalmando ela. Beijou outra vez, acariciouseus mamilos duros e chupou, dizendo: viu como é fácil, já deu para dois e agora só falta meu marido, ele te deseja muito e agora você vai tomar um banho e ficar com ele, depois vamos embora. A mulher a excitou e ela não percebia o cinismo com que era tratada. Passou por eles enrolada em uma toalha e a outra disse que a ajudaria a se lavar para ficar bem cheirosinha para seu novo homem. Entraram no quarto o casal e ela. O homem tinha quase 1,80, muito musculoso, bem pesado. A abraçou e beijou enquanto a outra irava suas roupas. Ela disse que quando viu o tamanho implorou para que ele não colocasse, pois iria a machucar. Eram mais de vinte cm e muito grosso. Assustada ela tentou sair mas a mulher a segurou firme pelo braço falando cínica e brava aomesmo tempo: ele não vai te machucar porque eu já avisei. Trouxe vaselina e vou te preparar bem, meu marido só quer meter gostoso e gozar dentro desse corpinho. Lembre-se, é o último. Ela disse que lembrava que eu ofereci para leva-la em casa, arrependeu de ter ido ali. Estava sendo tratada de uma forma que nunca ouvira falar. Sexo era só com uma pessoa e ali tinha que fazer com três e até com ela, que no fim fez até o fim. Ele a tratou com carinho, abraço, beijou seu corpo magrinho e o rostinho assustado e ela se soltou, com muito medo. Quando ajoelhou no chão e começou a chupar, sentindo o calor daquele pênis exagerado não resistiu e tentou engolir até onde dava. A mulher disse que estava indo bem, para continuar que ele gostava. Enquanto chupava a Sandra enfiava lentamente o dedo em seu ânus, dizendo que ia descontrair para ser enrabada. O homem se afastou e disse que queria penetrar. Deite que vou entrar, ordenou. Ela , submissa e indefesa se deitou de costas e ele foi por cima, depois de lubrificados. Demorou para conseguir penetrar, foi com jeitinho até conseguir por todinho. Depois ela contou que quando sentiu que estava todinho lá dentro e não tinha sido arrombada sentiu desejos e abraçou forte o homem. Ele entrava e saia devagar, ela gemia, ele suspirava e isso foi dando um tesão enorme nela. Toda aquela situação a excitaava e ela gemeu alto, abraçou mais forte o safado e pediu um beijo, pois as bocas ficaram muito longe por causa da altura dele. Começou a gemer mais alto e pediu mais força, ia gozar. Ele atendeu os pedidos dela e entrou e saiu com mais rapidez e força, dominando aquela linda mulher minúscula perto dele. Gozou, tirou e antes que a mandasse ela foi lamber e beijar seu pernis, dizendo que nem acreditava que aquilo tudo tinha estado dentro dela. Os três riram e a mulher falou: ainda falta o rabinho, ele quer meter aí também. Ela falou meiga: pensei que estava sendo preparada para um dos garotões, menores, ele é muito grande e não agüento, vaime machucar muito. “Não vai não, eu agüento todinho. Ele faz com jeitinho, você vai gostar. O homem estava deitado de costas se recuperando. Chamou um dos garotões e disse: meter na bundinha dela para dexar relaxadinha que logo vou meter nesse cuzinho. O rapaz a mandou ficar de quatro, a outra lubrificou e ele entrou, doeu e depois foi passando. Estocou e gozou logo, deixando seu esperma como lubrificante. Ela contou: a essas alturas eu já tinha me conformado que teria que obedecê-los mesmo e fui ajudar o outro a endurecer. Chupei e não demorou para ficar durão, pulsando na minha boca. Eu não tinha gozado, só um comecinho e achei que não fosse conseguir, mas no fim de tudo tive um orgasmo que nunca mais vou esquecer. Continuou contando: Continuei ali ajoelhada, com o corpo apoiado na cama, e ele veio com cuidado. Penetrou devagar mas logo pedi para parar. Atendeu de recomeçou. Depois de algumas tentativas conseguimos penetrar todinho e outra vez as estocasdas, suspiros, gemidos, palavras cínicas. Comecei a me entregar e pedi mais. Quando gemi e disse que estava muito gostoso ele foi de uma vez e me fez sentir dor. Então ela falou para a Sandra me ajudar que ia gozar logo. Ela ajoelhou do meu lado e começou a me masturbbar, passar a mão em meus peitos, e pediu para eu virar para beijar-me. Mandava eu rebolar no pinto do meu homem e me masturbavar, dizendo: mexe mais meu anjo, mexe gostoso que seu macho gosta. Ela tinha que mexer e ele entrava com mais força, teve outra vez um início de orgasmo que não terminou. Ele tirou, ela pegou e esfregou na própria bundinha e o limpou com a calcinha. A mulher mandou o marido sair e disse: os dois que estão na sala são bi e transam todas as vezes que a gente vem aqui. Ficam excitados quando tem um casal no quarto. Deitaram-se para descansar e logo a outra começou a abraçar e acariciar seu corpo todo, beijou, mordeu de leve e foi descendo com a língua pela sua barriga até chegar na vagina. Ela achou estranho mas não teve nenhuma reação. Simplesmente se deixou ser dominada pela amiga, que disse que passou a noite sem transar com ninguém para gozar com ela, que a matava de desejos. Outra situação nova, uma mulher desejando outra. Foi chupada até ficar mole, e depois a outra veio subindo com a língua pelo seu corpo e a beijou, abraçaram-se e começaram a se esfregar. Depois de alguns minutos sentiu um calor estranho e os dois inícios de orgasmo que teve durante as penetrações terminaram nessa hora, com um orgasmo muito longo, uma gozada maravilhosa. Estavam todos prontos e foram embora. Ela com a calcinha lambuzada de esperma ouvindo comentários dos três homens e a mulher abraçada a ela no banco de trás do carro. Foi a noite pior de sua vida, teve muito medo e por isso conseguiu gozar, sentiu vergonha e foi então que entendeu que a nova amiga era falsa, que a estava preparando para o marido e os dois amigos dele. Foi praticamente forçada a transar. Nunca mais saiu com essa mulher e voltou a freqüentar o sítio, entre amigos confiáveis. Perguntou se eu ainda a aceitaria. Respondi que sim, desde eu não repetisse aquilo. Estamos juntos e agora ele anão gosta de sexo grupal nem pela Internet. Continua gostosíssima comigo e não passamos um dia sem uma transa gostos

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