Denise passou pela terceira vez esfregando a bundona na nossa cara, sentadas que estávamos para assistir à palestra. Não resisti e preguei-lhe um tapa no traseirão. Todos riram e ela, rindo muito, disse: “_ Olha, tá querendo!” Fiquei encabulada e sem graça com o meu ato falho, depois descontraí.
Levantei e, disfarçadamente, a segui até o vestiário. Estava tão tarada que cheguei por trás dela e já a empurrei para a parede. Ela riu, toda puta e arrebitou o rabaão descomunal, para que eu me encaixasse nele. Levantei a saia e, sem calcinha, arreganhei a buceta e comecei a esfregar no carnão daquela bunda. Denise também estava de saia e com um fio dental atochado no rabão. Eu abri bem as pernas, fiz com que ela se abaixasse e montei na bundona dela como se monta numa égua.
Minha buceta estava toda molhada e eu esfregava o clitóris alucinadamente na bunda e no cuzão de Denise. Tão entretida estava que levei o maior susto quando senti um tapa na minha bunda, por trás e um alto: “Ahaam, também quero participar da esfregada!” Virei rápido e dei com o meu namorado de pau duro, apontado pra cima, e a cueca abaixada até o joelho. O safado havia me seguido até o vestiário e vira toda a cena. Eu disse: -“Então vem cá, come meu cu enquanto ralo a buceta com a Dê, que tal?”
Denise já foi se deitando num colchonete que encontrou no vestiário, arreganhando as coxonas e deixando o bucetão à mostra. A vadia era tão puta e tesuda quanto eu. Abri bem a minha buceta, encaixei na dela e, de bunda pra cima, senti o pau do meu macho procurando o meu cu.
Eu rebolava feito uma demente com a buceta colada na buceta da Dê e sentindo o pau do meu namorado arrombando o meu cu. Parei por um momento, bem apertada que estava entre o corpo de Dê e o meu namorado trepado no meu cu.
Dei uma super esfregada na buceta de Dê e senti os cocos do meu namorado encostados na beirada do meu cu, bombando e me fudendo desvairadamente. Num misto de dor e prazer, não resisti a tanto tesão e gozei com o cu se contraindo e apertando o pau do meu namorado. Meu corpo tremeu todo e enchi a buceta de Dê com a porrinha que escorria da minha buceta. Nisso o pau do meu amado explodiu dentro do meu cu e senti o jato de porra quente, que escorreu pelas minhas pernas.
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Fiquei ali deitada em cima dos peitões de Dê, com as pernas abertas e a buceta colada na dela, clitóris amassando clitóris e sentindo a pica do meu bem enterrada no meu cu. Foi a sensação mais maravilhosa que já tive e que quero repetir muitas e muitas vezes!