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Dupla Enrabadela na Esposa Puta Com Leitinho de Corno Manso

Escrito dia 09 de novembro de 2009 na categoria Orgias por SADOC

Naquela noite quando minha esposa safada chegada chegou a casa não vinha apenas acompanhada com o seu amante africano, Antero, mas com outro negro igualmente entroncado. Eu estava deitado no sofá da sala pois minha querida e depravada esposa tinha-me dito que nessa noite receberia o seu amante na nossa cama de casal pelo que não me deveria deitar nela, mas ainda me encontrava acordado. Nunca consigo adormecer quando sei que ela vai voltar acompanhada com o sujeito com quem me anda a pôr os cornos para foder com ele em casa, pois isso excita-me muito e fico sempre na esperança que minha amada me consinta uma punheta nessas ocasiões. Minha esposa mandou-me levantar e servir-lhes uma bebida. Tratei de obedecer-lhe pois sou a doméstica lá de casa e como a noite estivesse quente vestia apenas uma curta sunga com que me deitara que revelava bem a escassez de tamanho dos meus pendentes de macho. Por causa disso prefiro usar boxeurs mas minha esposa impõe-me o uso da sunga em especial quando recebe seus amantes para me humilhar mais com a silhueta daqueles penduricalhos pequeninos. Enquanto os servia Raquel, minha esposa, disse-me que o outro sujeito era um amigo do amante, angolano como ele e se chamava Geraldo e a este apresentou-me como sendo o seu corno manso sem mencionar o meu nome, adjectivo que me entesou bastante pois minha pilinha ergueu-se logo. Antero aproveitou para chamar a atenção do outro para o facto embora não fosse preciso pois Geraldo notara-o bem.

- O branquinho como não é capaz de comer esta gostosura de mulher basta ouvir chamar-lhe corno para ficar logo em pé.

Geraldo quis saber se era verdade que eu não sabia montar minha esposa que ele de facto achava uma delícia de mulher e esta confirmou que sim, que minha pila quando a penetrava não se aguentava mais do que uns dois ou três minutos dentro dela, incapaz de a levar ao orgasmo.

- Além disso o caralho dele não só é muito pequeno o que eu particularmente não gosto, como nem sequer é suficiente grosso para preencher uma vagina aberta como a minha. E o leite que os tomates dele produzem é tão pouco que não deve dar para engravidar uma mulher. Aliás a sunga que o faço envergar perante outros homens não mente quanto á má formação dos seus órgãos, não é querido? Baixa a cuequinha meu amor e mostra ao Geraldo como tens o pirilau e os ovinhos tão pequeninos como um gato e tão molezinhos como os de um velho que já passou a fase de foder.

Muito contrariado por exibir a minha escassez reprodutora perante outro homem mas ainda mais excitado por perceber que se minha esposa safada me queria humilhado perante os dois homens que a acompanhavam era porque iria dar para ambos, lá baixei a sunga mostrando-lhes as dimensões do meu caralhito. Antero já o vira muitas vezes mas mesmo assim fez eco com Geraldo e Raquel das gargalhadas que soltaram. Mesmo insuflado como estava não devia chegar aos 10 cms quando o de Antero, sabia-o eu bem, media quase 30.

- Quando me disseste que andavas a comer a esposa de um branquinho corno manso e caralho curto, nunca imaginei que fosse assim tão curto de facto – observou Geraldo para o amigo – mas agora vejo que de facto um homem com uma coisa assim tão pouca desenvolvida não lhe resta outro caminho que não seja tocar punhetas e ser um corno manso.

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Minha esposa acrescentou que no que lhe dizia respeito ela esforçava-se para que assim fosse sempre, fechando-me sempre as pernas ainda que abrindo-as para outros mais dotados, deixando-me apenas o prazer de me distrair à mão e vendo-a consolando-se com outros mais capazes como o Antero.

- O meu amigo também sabe satisfazer uma mulher e é quase tão dotado de pau como eu – afirmou então o Antero – Ora mostra lá o caralho à minha amiga putinha que hoje não me importo de a dividir contigo.

Geraldo pediu então a Raquel que lhe desabotoasse a braguilha e lhe tirasse o caralho para fora o que ela fez com os olhos brilhando. Como o Antero dizia ela era mesmo uma perfeita putinha e o único homem que nunca se beneficiou disso sou eu, que me casei com ela. De facto o caralho de Geraldo era enorme, pouco menor do que o do Antero e Raquel puxando-lhe as bolas para fora e acariciando-lhe o aparelho comentou que efectivamente a função de machos assim dotados era satisfazerem as branquinhas como ela que se tinham consorciados com homens frouxos que nem ingerindo uma caixa de viagra conseguiam ficar com o caralho apto. Geraldo perguntou então que se ela não se importava de se lhe entregar mas quem deu a resposta foi o Antero.

- Como te disse a Raquel é a minha puta incondicional, e adora pôr os galhos a este piça mole. Por isso fará tudo o que eu mandar, incluindo ser a puta de quem eu lhe disser, não farás querida?

A vadia não disse nada, mas demonstrou logo a sua inteira submissão pois beijou o amante na boca e curvando a cabeça começou a chupar o pau de Geraldo. Chupou-o demoradamente. Antero despira as calças e punheteava-se.

- Ohh – dizia Geraldo – vou-te aleitar essa boquinha bonita branquinha, que já há muito tempo não aleito a boca de uma putazinha gostosa como tu.

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Antero lembrou-lhe que minha esposa ainda tinha mais entradas para os satisfazer nessa noite mas Geraldo disse logo que não precisaria de muito tempo para voltar a encher os colhões e dar-lhe mais uma aleitadela nas outras entradas após o que se esporrou abundantemente na boca de minha esposa. Adoro ver a boca de Raquel cheia da esporra dos outros, como adoro ver esporra de outros em qualquer um dos seus buracos, e a puta engoliu tudo satisfeita.

- Huumm, que boa esporra – dizia esfregando a língua nos lábios – quentinha e salgada, nada que se compare ao gosto da esporra do corno. Se não fossem homens assim eu ainda hoje seria uma mal fodida, tão imprestável para o sexo é a amostra de homem com quem casei. Ohh, como vou gostar de sentir este caralho dentro de mim.

Geraldo garantiu-lhe que não tardaria a estar apto a metê-lo dentro dela e Antero então exclamou que punhetas eram comigo não com ele pelo que se de momento o amigo estava aliviado era a vez de ele se começar a aliviar agora. Mandou-a deitar-se no sofá, toda nua, de barriga para cima e as pernas todas puxadas para a cabeça.

- Chupa-me a gaita, branquinha vadia – gritou-lhe o Antero chegando-lhe o bacamarte à boca – e tu corno inútil não penses que vais ficar aí tocando punhetas enquanto te divertes a ver-nos. Faz um minete à tua esposa que essa é a única coisa que a cona dela precisa que lhe faças.

Claro, para meter nela e serem chupados estavam lá eles, não eu. e como ordens são ordens ajoelhei-me entre as pernas dela e contentíssimo pela visão daquela ratinha húmida com os lábios já bem inchados de tesão lambi-a cuidadosamente enquanto Raquel mamava no pau do Antero e no do Geraldo que também lho voltara a meter na boca dizendo que assim voltava a ficar com ele em pé mais depressa. E de facto o seu caralho não tardou a ficar tão insuflado como o do Antero que ainda não despejara os bagos. Minha querida esposa quase se veio com o meu minete mas segurou-se para não me dar esse gosto. Antero compreendendo que ela chegara ao ponto de rebuçado enxotou-me da minha posição dizendo-me que agora era a vez de um mariquinhas como eu dar a vez o lugar a um macho autêntico como ele e tomou-me o lugar entre as pernas dela.

- Toma, branquinha, toma o meu caralho que te dá mais prazer do que o linguado de qualquer corno cuja piça não passou ainda da fase da primeira infância - e dava-lhe com força, chlopp-chlopp-chlopp – toma puta branquinha, só mesmo piças negras e grossas como estas duas escurinhss que aqui vês, conseguem satisfazer teu pito sedento, nunca a coisinha ridícula que o teu cornudo marido traz ao penduro no fundo da barriga, toma e diz-me se o meu não é o melhor caralho que já provaste algum dia.

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E Raquel gemendo de prazer, só o incentivava a dar-lhe com mais força.

- É verdade sim, meu deus africano e musculoso, só o teu caralho másculo me consola tão bem, ohh sim, come-me o pito, que quero ser sempre a tua puta assanhada tanta fome tenho do teu pau.

Eu estava excitadíssimo com aquilo e se no fim eles não me consentissem uma punheta meus colhões rebentariam tal modo os trazia inchados de porra. Mas Geraldo não estava melhor do que eu. Ele fodia agora furiosamente a boca de Raquel e sempre que retirava o membro para fora eu podia ver que da sua cabeça escorriam grossos fios de esporra que escorriam já pelos cantos da boca da puta com quem em tão boa hora casei. Quando Antero descarregou seu tesão nela e se levantou Geraldo agarrou nela com os seus braços fortes e encavitando-lhe os quadris nos seus possuiu-a de pé.

- Ohh, que piça grossa tens, Geraldo – gabou-lhe Raquel – nem parece que te bebi o leitinho todos dos tomates há pouquinho. Só mesmo um verdadeiro macho é que consegue pôr o caralho de pé depois de o ter esvaziado. Com um caralho assim teso podes ter as mulheres que quiseres agora os frouxos como o meu marido que não o conseguem manter de pé mais de um minuto ou dois, é que não servem para mais nada que seja não aliviarem-se à mão e lamber-nos o grelo a nós.

Geraldo fodeu-a no colo durante algum tempo enquanto o Antero me cobria dos usuais insultos e comentários depreciativos da minha masculinidade, mas não se veio. Provavelmente já cansado de a aguentar naquela posição perguntou se a minha mulher também dava o cu.

- Ela a mim e a quem eu mandar dá tudo o que quiser, como já disse – voltou a confirmar o negrão – Apetece-te enrabar a minha rameira?

- Iria adorar, se não visses inconveniente meu caro amigo – respondeu-lhe o primeiro – Já há muito que não como cu. Com uma piça com o tamanho da nossa não é fácil arranjar uma fêmea disposta a dar-nos o cu.

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Antero riu-se e disse que de facto era assim mas com Raquel não, Raquel era uma puta frustrada por ter casado com um piça mole como eu. Para ela quanto mais comprido e grosso fosse o caralho que a iria arrombar melhor, fosse lá em que entrada fosse. A safada anuiu em tudo o que o amante falou, disse que de facto o seu maior prazer era brincar com caralhos enormes pois esses eram os únicos para os quais gostava de dar, e tanto gostava de os provar na rata, como na boca ou no cu.

- Mas efectivamente – conclui – um caralho como o vosso é um osso duro de meter, seja lá em que entrada for. E então na de trás faz gritar qualquer mulher. Por isso, querido Geraldo, já que o meu deus de ébano te consente o uso da minha cavidade anal, lubrifica bem o teu dardo do prazer. E tu, cornudo, vem fazer-me um relaxe com a língua no meu olhinho.

Ohh, que bom! Já lhe lambera a rata e agora ia-lhe lamber o olhinho traseiro. Oh, felicidade! Só faltava mesmo a autorização para eu tocar uma deliciosa punheta e aquela seria para mim uma perfeita noite de sexo. Minha muito amada esposa colocou-se de quatro no centro da sala e eu fiz-lhe agora um minete no cu, procurando introduzir ao máximo a minha língua dentro daquele buraquinho apertadinho, de maneira a deixá-lo bem lubrificado e húmido. Geraldo esfregava KY no seu pau e Antero para não ficar sem nada para fazer fodia agora ele a boca de Raquel.

- Chupa, puta branquinha – incentivava-a ele – chupa-me a piça e os colhões cheios como tanto gostas, que hoje não te falta piça de macho para te encher todos os buracos de puta – mas não seriam precisas palavra pois minha esposa como boa potranca que é, chupava-lhe a piça e os colhões com gosto.

Com o seu caralho já bem lubrificado como gel anal e o olhinho da minha mulher também Geraldo sodomizou-a, mantendo-a na posição de quatro. Não lhe meteu logo o caralho. Enquanto ela continuava com a boca ocupada em mamar no piçalho de Antero, Geraldo apalpando-lhe as mamas com uma das mãos para a excitar mais penetrou-lhe o cu com um dedo, alargando-lhe a entrada. Só depois enfiou o caralho. Raquel gemeu num misto de dor e prazer e curvou suas costas em direcção ao chão para facilitar a penetração, o que fez com que Antero tivesse de retirar temporariamente o caralho da boca dela. Mas não tardou muito que toda aquela gigantesca tora capaz de assustar a mulher mais puta se encontrasse toda lá dentro e que os tomates do africano batessem com violência nas bordas das suas nádegas lisinhas e acetinadas.

- Isso pretinho gostoso – gemia Raquel, alucinada pelo tesão – come meu cuzinho. Aii, que é tão bom sentir teu caralho dentro dele. Oh, como tens os colhões suados, que bem lhes sinto o calor quando me batem no cu! Ohh, que bom! Aii! Como eu gosto que um homem me faça gemer nestes momentos tão bons. Ohh! Só um macho verdadeiro de caralho bem negro consegue fazer gemer uma mulher nos momentos de prazer, nunca os machinhos com vocação para cornos mansos como o simulacro de homem com quem casei que só sabem coçar a pila à mão.

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De facto eu estava começando a me masturbar porque já que não tinha mulher com quem foder alguma coisa haveria de fazer num ambiente daqueles. Mas o Antero veio para mim pregando-me um pontapé bem no meio das pernas, ainda que não com muita força tanto mais que também estava descalço,, dizendo que não me queria ver verter a minha imunda esporra que segundo a minha mulher dizia nem quente me saía dos tomates.

- Bem, minha puta gostosa – disse Antero para a minha esposa - já que gostas tanto de gemer com um caralho negro dentro de ti, então és capaz de gostar ainda mais com dois, não? Por isso enquanto o meu amigo se diverte indo-te ao cu, eu posso divertir-me indo-te ao pito, que está vago.

Raquel ainda protestou, que com dois caralhos daquele tamanhão dentro ela, um pela frente e outro por trás, ela ficaria toda arrombada mesmo sendo uma puta refinada que nunca se atemorizara com a visão de caralho algum, por mais avantajado que ele fosse.

- Aguentas, aguentas – garantiu Antero –que já outras aguentaram. E não tinham a língua do corno para as lubrificar bem lubrificadas como tu tens.

Geraldo parou então de a enrabar e eu fui levado para o sofá onde me deitei de barriga para cima. A puta sentou-se sobre o meu rosto, o cu e a rata depiladinha escancarados sobre a minha boca, ainda escorrendo os fluidos de prazer dela e dos dois negros.

- Lambe-me outra vez a cona e o cu, porco focinheiro – ordenou-me Raquel – Lambe-os bem lambidos que eu vou receber dentro de momentos dois bons caralhos de macho dentro deles, não uns caralhitos raquíticos e flácidos como o teu, meu grande piça mole que nem homem és, já que não és capaz de foder uma mulher convenientemente. Lambe-me a cona e o cu, até os deixares bem relaxados para a entrada dos dois caralhos, caso contrário mais logo desfaço-te a chibata nas tuas nalgas.

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Capaz disso é ela pois Raquel por vezes chega mesmo a bater-me quando não me porto bem. E que prazer isso me dá apesar dos golpes e vergões que me deixa na pele. Por mais uma vez me prestei a lamber-lhe convenientemente os dois buracos por onde ia ser fodida, engolindo agora muitos dos sucos que neles se encontravam. Ohh, que bom!

- Já chega, boi – gritou-me Antero – já aqueceste suficientemente a puta e ela deve estar cheia de vontade de provar cacete.

Saí do sofá onde lambera Raquel, Antero sentou-se nele, Raquel no seu colo e ele penetrou-a. Geraldo veio por trás e enfiou-lhe por sua vez o sarrafo no cu. A vagabunda gemeu quando sentiu aquelas duas soberbas toras dentro dela mas não tardou muito a rebolar-se toda nelas.

- Aii, sim meus fodilhões africanos - dizia entre gemidos – Aii, só mesmo dois machos assim dotados de pau como vocês são para satisfazer uma mulher acalorada como eu. Ohh, sim, quero sempre sentir os vossos dois xaralhos dando-me com força. Ohhh, sim, que bom, não parem por favor, não parem que eu quero muito ser fodida pelos dois, ohhh, tivesse esse corno que só sabe tocar punheta um caralhgo forte como o vosso e eu não precisaria de andar por fora. E NADA DE TOCARES À PUNHETA, CORNO, QUE NINGUÉM TE DEU AUTORIZAÇÃO PARA TANTO.

Punheta era o que eu mais queria tocar naquele momento mas tive de suspender o trabalho de mãos. Os dois comeram-na demoradamente até trocarem de lugar. Antero deitou-a no sofá colocando-se por baixo dela enquanto agora era o Geraldo quem lhe comia o grelo, deitado sobre ela.

- Uma mulher é mesmo polivalente – comentou este – tem sempre algum buraco capaz de dar prazer a um homem.

A DP demorou imenso tempo pois trocaram de posição várias vezes. Raquel teve as duas gretas preenchidas com ela de gatas, ao colo de cada um deles. Era a primeira vez que a via fodendo com dois homens e por isso fiquei excitadíssimo e mesmo sem tocar punheta da cabeça da minha piça escorriam grossos fios de esperma, e ainda mais excitado fiquei quando a certa altura os dois decidiram ir-lhe ao pito ao mesmo tempo. O Antero estava sentado no sofá comendo-lhe o grelo e o Geraldo de joelhos comia-lhe o olhinho por trás quando o primeiro propôs dar à puta um tratamento diferente.

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- Numa cona que eu já abri várias vezes – disse – cabe mais do que um caralho e já que ela hoje está provando com dois nas duas gretas bem pode agora provar com o mesmo número de caralhos na mesma greta.

Desta vez Raquel nem protestou antes se apressou a dizer que tendo o buraco da frente sido concebido para parir bebés também seria capaz de engolir dois piçalhos, convidou o Geraldo a servir-se daquela entrada, convite que este não se fez rogado a aceitar.

- Ohh, sim, meus machos potentes – exclamou – mesmo abonados como sois não há nada melhor do que dois caralhos comendo-me a rata. Que o diga eu que durante tanto tempo tive de me contentar com o caralhito enfezado do meu marido. Ohh, mais, quero mais, ohh sim, mostrem a esse corno como dois machos tratam uma mulher.

Os dois mudaram igualmente de posição várias vezes exigindo nos intervalos que eu tratasse de lamber as partes de minha esposa para a deixar sempre bem humedecida, tarefa a que me entreguei com bastante agrado. Raquel veio-se várias vezes com eles quando com minha pila nem uma vez se conseguia vir, até Geraldo sugerir que lhe fizessem o mesmo mas agora no cu.

- O cuzinho da branquinha já não está muito fechado – observou – de certeza que aguenta com os nossos dois cacetes lá dentro.

Raquel aí já expressou dúvidas.

- Sou mais puta da rata do que do cu – confessou – pois só o comecei a dar ao meu negrão avantajado, e vocês dos dois têm uma bisarma que poucos homens se podem gabar de te. Dois caralhos desses não sei se os consigo engolir pelo cu por mais lubrificante que lhe introduza.

Antero beijando-a muito garantiu-lhe que uma fêmea já muito usada por ele seria bem capaz de tomar duas pirocas fartas em qualquer buraco e depois de terem besuntado a ponta dos seus caralhos com mais uma boa porção de KY, fizeram-lhe o mesmo no olho traseiro. Antero colocou-se de barriga para cima, minha esposa cavalgou-o começando a meter-lhe o pau pelo cu e quando este já estava todo lá dentro Geraldo encochando-a à cão tentou igualmente meter o seu. Mas quando o tentou Raquel desatou a gritar pois a dor devia estar sendo-lhe insuportável.

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- Oh, não, tendes uma piroca muito comprida para caberem as duas ao mesmo tempo dentro do meu cuzinho – gritava – POR FAVOR, parem que me rebentam, NÃO, o vosso caralho é muito grosso, não por favor, tenham dó, nunca pensei que me iria queixar de um caralho grande, mas dois são demais, NÃO, POR FAVOR, PAREM MISERÁVEIS. Para dois caralhos desse tamanho não há cu que resista por mais KY que tenha dentro dele.

Geraldo prontamente retirou o membro embora contrariado mas Antero nada habituado a ver negadas suas fantasias não se conformou com sua recusa.

- Não me desiludas, branquinha. Então eu gabo-te ao meu melhor amigo, dizendo-lhe que tu foste a melhor puta que conheci e tu negas-te a dar-nos o cu ?

Raquel pediu desculpa, gostava muito de se submeter a todas as suas vontades, mas aquilo era demais. E teve uma ideia.

- Preciso de muita mais lubrificação no cuzinho para vos poder aguentar aos dois. E já que tanto o desejas, meu querido garanhão negro, só vejo uma solução. Não conheço melhor lubrificante natural do que o leitinho de um homem. Como toda a vossa esporra vai ser precisa para me aleitar abundantemente no momento do orgasmo, e o corno tem os colhõezinhos cheios, sugeria que usássemos a dele e o deixássemos masturbar-se mesmo na porta do buraco onde ides meter. Estou certa que a esporra dele facilitaria depois a penetração.

A ideia agradou bastante aos dois mas também e especialmente a mim. Habitualmente no fim de foder com seus amantes minha esposa deixa-me ter relações com uma vagina postiça que comprou para mim, por isso masturbar-me mesmo na entrada do buraco do seu rabinho mimoso que a adúltera colocaria à disposição dos dois, parecia-me a melhor das prendas que me poderiam dar. Antero comentou mesmo que essa devia ser a única utilidade que o leite que me nascia nos tomates tinha, servir de lubrificante para as piladas que os outros davam, e que leite de corno como eu ainda devia ser melhor lubrificante do que o leite dos outros machos já que nem forças devia ter para chegar aos ovários de uma mulher.

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Raquel colocou-se na posição de ponte, mãos e pés tocando no chão, a cabeça com os cabelos negros soltos caindo-lhe no soalho, os quadris erguidos.

- Vem corno que tanto gostas de tocar punheta – ordenou-me – vem e consola-te de fazer o que a tua mão tanto gosta e sabe.

- Aproveita, piça pequena – corroborou o amante – não é todos os dias que te permitem uma punheta mesmo na entrada de um cuzinho branquinho e apetitoso que tu nunca hás-de comer.

Ai, aproveitar, aproveitei. De facto o cuzinho de minha mulher, bem redondinho e cheio quanto baste é um tesão para qualquer homem e adoro-o. E Antero tinha razão, meter numa vagina postiça ou fazer à mão apontando a cabeça da piça para a sanita não é o mesmo que tocar uma pívia num cuzinho feminino e virgem para mim. De pé, os meus quadris à altura dos dela, encaixei meu caralho mesmo no meio do seu rego.

- Estás todo pingado – queixou-se – continuas a esporrar-te com uma facilidade como os adolescentes na sua primeira vez. És mesmo um verga mole que nem a esporra consegues aguentar dentro desses teus ridículos colhõezinhos. Ao menos vê se te vens depressa e dás a vez a homens a sério que merecem muito mais do que tu servirem-se do meu rabinho. E a cabeça bem encostada ao meu olhinho. QUERO SENTIR A TUA ESPORRA ENTRAR ATÉ À ÚLTIMA GOTA NO OLHIHO DO MEU CU E DEIXÁ-LO BEM HÚMIDO. Mas primeiro volta a lamber-me o olho do cuzinho.

Encostei a cabecinha da gaita no seu olhinho, depois de o ter lambido e chupado como minha esposa tanto aprecia, com um apetite danado de fazer como os dois tinham feito e metê-la mesmo, e vagarosamente comecei a tocar uma punheta. Demoro mais a vir-me tocando punheta do que metendo numa mulher e isso mereceu-me mais uns comentários de desprezo dos presentes.

- O paneleiro – comentou Antero – só se esporra depressa dentro de uma mulher. És mesmo uma amostra de macho que só tens prazer em fazer à mão.

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Raquel disse que eu nem paneleiro era pois nem tinha piça nem cu para isso, era apenas um punheteiro que só se sabia desenrascar à mão. E o cu dela ainda me parecia mais quentinho e convidativo ouvindo aquilo. Oh, que punheta soberba toquei! Até minha piroca me parecia bem maior do que o costume. E a esporradela que no fim por ela saiu pareceu-me bem mais abundante do que de todas as punhetas anteriores. Pressionando a cabeça do caralho e quase a introduzindo naquela greta procurei que nem uma gota do meu leite caísse fora. Antero veio ajudar-me pois arreganhou as bordas do cuzinho de minha esposa fazendo nele uma taça por onde o meu sémen escorria, pegajoso e morno.

- Estás pronta, vaquinha?

- Estou, meus dois machos portentosos – foi a resposta da vadia. Mais uma vez fui posto de lado e o Antero mantendo-a na posição de ponte e passando-lhe as costas por debaixo das suas pernas voltou a ser o primeiro a enrabá-la.

- Devagar que o teu caralho é monstruoso - pediu-lhe ela. Mas via-se bem como o tamanho daquele bacamarte a excitava tanto. Ele esfregou a piroca nos restos da minha langonha que lhe adornavam a entrada antes de lhe meter, suavizando-lhe a penetração.

- Isso, meu deus escurinho – gemia Raquel á medida que a tora se lhe ia enterrando no cu – molha-a bem na esporra fria desse merdas que só serve para lamber o grelo e o cu de uma mulher. Molha-a bem nesse leite imprestável porque senão rebentas-me o olho todo. Ohhh, como será quando também o Geraldo ma meter aí atrás?

Eu aproveitara para limpar meu caralhito flácido nas calcinhas azuis dela, que tanto me cheiravam à sua rata e ao seu traseiro e este que ficara-se punheteando durante o meu minete e punheta para manter o caralho mais duro pois já se viera pelo menos duas vezes, preparava-se para a assaltar.

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- Já vais ver como é ter dois caralhos bem escurinhos dentro desse teu cu de puta – avisou-a ele. - Mas fica descansada que vou lambê-la bem nos restos da esporra do corno. Tinhas razão, Antero, o leite dos cornos servindo de lubrificante ao meu caralho dá-me mais tesão do que uma cona escancarada para mim.

Antero metia e tirava seu caralho e quando o tirava Geraldo aproveitava para enfiar o seu, melando-o na minha esporra e na que o Antero ia depositando, pois sempre que o tirava bem via como ele estava transpirando pela ponta circuncidada da tora. Geraldo já o tinha totalmente de pé e reluzente do meu gozo quando os dois decidiram finalmente encabá-la em simultâneo.

- Devagar, devagar, que o meu cu ainda tem de dar muitas vezes para o meu Terinho – gritava a minha muito querida esposa adúltera com a cabeça e as mãos apoiadas no chão – devagar que o cornudo devia ter-se esporrado mais. PUTA QUE PARIU OS COLHÕES DO MEU MARIDO CORNO QUE NEM LEITE PRODUZEM EM QUANTIDADE SUFICIENTE PARA LUBRIFICAR O CU DE UMA CADELA COMO EU. CORNO, CORNO, PIÇA CURTA, DE COLHÕEZINHOS ESTÉREIS!

Agora os dois estavam-na enfardando gostosamente, suas coxas comprimiam-se entre aquelas musculosas pernas de ambos, um por trás e outro pela frente, mas sempre dando-lhe no cu a bom ritmo, chapp-chapp gritava o saco testicular dos dois, gritos de puta que gostas de dar o cu, ecoavam no ar, e a puta entre gritos de dor e de prazer só respondia que a machos como eles que a satisfaziam tanto ela gostava de dar o cu nem que ficasse arrombada para sempre.

- Continuem. Não parem – suplicava – demonstrem com os vossos actos a esse piça curta de merda para que serve um caralho de macho.

Eu como podem imaginar não tirava os olhos de nada, fascinavam-me aqueles dois pares de colhões suados batendo-lhe nas bordas do olho, fascinava-me aquele ritmo com que o par de caralhos entrava e saía do cu dela, indiferentes aos gritos de dor que soltava, fascinavam-me aqueles dois pares de mãos negras açoitando-lhe o rabo para o descontrair quando as estocadas a penetravam mais fundo, fascinava-me até aquele par de caralhos que de vez em quando um deles para lhe dar uma folga tirava por inteiro de dentro do anûs e ajoelhando-se lho chegava à boca, obrigando-a por vezes a torcer todo o pescoço para o poder abocanhar.

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- Chupa, rameira branca, que tanto gostas de caralho negro – e como ela chupava. Minha esposa safada é tão boa a chupar caralhos de outros homens como eu o sou a chupar-lhe o grelo e o cu. Quando os dois se vieram e tiraram os paus a torrente de esperma deles golfou toda para fora escorrendo-lhe pelas pernas abaixo.

- Que é que estás à espera, corno, para aparares com a boca essa esporrinha deliciosa dos meus dois machos? – gritou-me ela – Esporra dessa não se desperdiça, não é como a tua. E eu vou querer que me faças um bom minete nos meus dois buracos para os relaxar da cavalgadela monumental que hoje levei neles.

Limpei-a toda com a língua, removendo-lhe mesmo o sémen que lhe deslizava pelas pernas, tendo o cuidado de não o engolir e em seguida com a boca cheia e ainda com o sabor quente e salgado do mesmo voltei a lamber-lhe a passarinha e o olhinho da retaguarda. Raquel veio-se, regra geral o último orgasmo das suas noites é sempre na minha boca, mas desta vez acho que ela se veio até com o cu tanto foi o líquido que dele pingou para a minha boca quando o lambi.

- Podes voltar a ir dormir para o teu canto, meu querido embora frouxo marido corno – permitiu-me a adúltera no fim – hoje já estamos todos satisfeitos e não precisamos mais dos serviços da tua língua. Mas como te portaste bem e contribuístes para o sucesso de uma foda da qual nunca me esquecerei, consinto-te uma segunda punheta.

Na verdade eu estava de novo insuflado, o que quase nunca acontece, só costumo esvaziar os tomates uma vez para que o caralho fique uns dias em ponto morto, mas desta vez as imagens de tudo o que presenciara voltaram a entesar-me rapidamente. Nessa noite, como quase sempre que Raquel recebe os seus amantes, a vagina postiça voltou a ser utilizada apesar da minha punheta no seu cu. Agora sim, o meu piçalhito ia ficar murcho por uns dias, pensei. Mas nessa noite, quando Raquel dormia na nossa cama de casal, acompanhado do seu par de amantes, eu silenciosamente entrei no quarto, baixei-lhe cuidadosamente a calcinha, ela voltou-se na cama, o rabo na minha direcção, posição de que me aproveitei para lhe beijar o olhinho, ainda bem largo da experiência recente. Huuumm, que beijinho delicioso! E que bem cheirava seu cuzinho, agora lavado! Oh, que feliz sou por ter uma esposa puta assim! E com este pensamento saí correndo para a casinha. Ia precisar de tocar uma terceira punheta nessa noite. Não há dúvida. Minha esposa e os negrões é que foderam mas o Casanova do trabalho de mãos pelo menos nessa noite fui eu. Queria muitas como essa.

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