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NO CARRO

Escrito dia 05 de outubro de 2009 na categoria Orgias por Dragon

Tínhamos saído do trabalho e ido ao cinema.

Havia nove meses de namoro e morávamos distantes um do outro, mas nos encontrávamos após o trabalho e sempre com alguma programação diferente, porém, aquele dia, íamos ao cinema.

Levei Luiza pra ver uma comédia romântica, que estava estreando naquela semana. Ao chegar ao cinema, compramos uma pipoca grande, pra nós dois e um refrigerante pra cada.

O filme foi excelente, com muitas cenas românticas e muitos risos, confesso que achei que Luiza, em um determinado momento, derramou uma lágrima.

Entre uma cena e outra, nos beijávamos, às vezes, com intensidade, um desejo contido. Eu sempre passava a mão em seu rosto e em seus seios, ela que estava com a mão em minha perna, subia-a, encostado de leve em mim.

Ao terminar o filme, fomos a um barzinho, só pra tomarmos uma e comer alguma coisa, afinal, tínhamos que acordar cedo pro trabalho.

Tomamos oito cervejas e comemos uma porção de quibes.

Eu tinha que pegar ônibus pra ir embora, Luiza estava com seu carro.

No estacionamento do bar, quando fomos pegar o carro, começamos a nos beijar.

Beijava Luiza, que retribuía, com voracidade, um fogo subia dentro de mim e vi que Luiza também queria, meu membro já estava duro.

Eu enfiei a mão pela blusa de Luiza, que tinha um decote grande, colocando um de seus seios pra fora, desci de sua boca, passando pelo seu queixo, pescoço, chegando aos seus seios, comecei a passar a língua no seu mamilo, ela fungava de prazer.

-Huuummmmm, sua língua está tão quente, tão gostosa. – disse ela.

Comecei a passar a ponta da minha língua ao redor do bico do sei peito, circulando, ela gemia, seu gemido era abafado.

-Hhuuuummmmm, nossa, que delicia. – disse Luiza.

Subi um pouco sua blusa e comecei a beijar sua barriga, passava de leve meu lábio inferior, então tirei-lhe a blusa.

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Voltei pelo seio e subi, parando na boca.

Enfiei minha mão pela sua calça, puxando-a pra baixo, retirei-lhe a calça e a calcinha, e toquei-lhe a buceta com as pontas dos dedos, só pra provocar.

Desci com a boca, chupando milimetricamente cada pedacinho por onde eu passava, boca, queixo, pescoço, busto, seios, barriga, vulva, virilha, chegando àquela buceta maravilhosa, que estava molhadíssima.

Passei minha língua por cima dos seus grandes lábios, ela tinha uma buceta carnuda e rosada, e os lábios grandes eram chamativos, cobrindo toda a sua buceta, tornando-a apertada.

Passei a língua por uma parte, depois pela outra, sem abrir sua buceta e tocar nos pequenos lábios e em seu grelo, ela gemia, contorcia-se.

Então, enfiei a língua entre seus grandes lábios, encontrando assim, seu clitóris.

-Aaaahhhhhhh, que língua é essa? Puta que pariu. – disse ela.

Eu nunca tinha visto Luiza dizer um palavrão, sempre muito bem comportada, toda recatada, mas isso me dava um tesão tremendo.

Dei uma chupada no seu grelo, que estava delicioso, mas queria ver a reação de Luiza, seu xingamento me fizera atiçar a curiosidade.

-Huuummmmmm, puta que pariu, você chupa gostoso demais. – disse ela.

Enfiei dois dedos em sua buceta e subi com meus lábios ao encontro de sua boca.

-Você gosta de xingar, é? – perguntei, sussurrando.

-Adoro. Adoro xingar e ser xingada. – me respondeu – Aaaaaahhhhhhhh!!!

Eu voltei com a boca pra buceta dela, na intenção de fazê-la xingar cada vez mais, queria ver até onde ela iria, qual seria seu limite.

Comecei a chupar os pequenos lábios de sua buceta, mas sem encostar no seu clitóris, ela segurava com as duas mão o encosto da cabeça do banco.

Eu estava no banco do carona, ela dirigindo, tínhamos deitado ambos os bancos.

Eu chupava sua buceta, minha língua percorrendo toda sua buceta, desde o grelo até sua entrada.

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Ela com uma mão segurava o encosto, e com a outra, segurava minha cabeça.

-Puta que p... – disse ela, parando no meio da palavra.

-Pode xingar, gosto de ver você xingando, não tenha receio. – falei, pra ver se ela se soltava.

-Caralho, como você chupa gostoso. Chupa minha bucetinha, chupa.

Passei a língua entre os grandes e os pequenos lábios, percorrendo todo aquele caminho, toda aquela cavidade, bem devagar. Sua buceta tinha um gosto maravilhoso, e seu cheiro era simplesmente delicioso, muito cheirosa.

Luiza mordia o lábio inferior, fazendo assim, com que seu gemido saísse abafado, às vezes, como um chiado.

-Huuuummmmm, que delicia. – disse ela.

Sua buceta estava completamente molhada, enfiei a ponta da língua na entrada de dua buceta, sentia aquele buraquinho apertado, e comecei a balançar a língua ali. Luiza parecia que ia enlouquecer, gemia e se contorcia toda.

Subi um pouco com a língua e parei entre a entrada de sua buceta e seu grelo, fiz pressão com a ponta da língua nessa região, Luiza apertou meus cabelos e soltou um grunhido.

-Huuuummmm, filho da puta, caralho, que é isso, que tesão é esse? – balbuciou ela.

A cada vez que ela gemia e xingava, mais meu tesão aumentava, e minha curiosidade também, afinal, sempre a vi muito bem comportada, toda jeitosa.

Comecei a chupar seu grelo, e enfiei um dedo em sua buceta e outro no seu cuzinho apertado, com a mão direita.

-Aaaahhh, caralho, no meu cuzinho... huuuummmmm. – disse ela, entre gemidos.

Comecei a fazer movimentos de entra-e-sai com os dedos, na sua buceta e no seu cuzinho, simultaneamente, enquanto chupava seu grelo.

Luiza começou a gemer alto, com uma das mãos, segurava os meus cabelos, apertando-os, com a outra, arranhava minhas costas.

-Aaaaahhhhh, filho da puta gostoso. Aaaaiiiii, caralho – dizia ela – Chupa a minha bucetinha, chupa, cachorro.

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Eu chupava cada vez mais, às vezes, passando a língua, e outras, sugando aquele grelo. Meus dedos entravam e saiam completamente, às vezes, segurava seu grelo com a boca, fazendo uma sucção e passando a ponta da língua, ao mesmo tempo.

-Aaaaaiiiii, caralho, vou gozar. – disse ela

Ela tentou sair dali, subindo, indo, ou tentando ir, pro bando de trás, pra que eu parasse com as penetrações e a chupada. Segurei-a com o braço esquerdo, travando-a naquele lugar.

-Aaaaaahhhhhh, PU-TA QUE PA-RIU!!! Aaaiiiiiii, caralho.

As palavras de Luiza saíram lentamente e em alto som, em meio ao seu gemido, ela cravara as unhas nas minhas costas e apertava mais forte meus cabelos.

-Seu filho da puta, gostoso. – disse-me.

A respiração de Luiza estava forte, ofegante, sua buceta encharcada pelo orgasmo, a qual eu chupava e engolia todo aquele liquido. Sentia sua buceta e seu cuzinho se contraírem, apertando meus dedos, vibrando.

Luiza contorcia-se toda, de tanto prazer.

Adorava vê-la gozando, gemendo, se retorcendo de prazer.

-Saia daí de baixo, seu filho da puta. Você já me sugou todas as forças – disse ela – Huummm, nossa, agora fui a outro mundo e voltei.

Deitei no banco do carona, os vidros do carro estavam totalmente embaçados.

Olhei para Luiza,e a vi completamente sem forças, desfalecida, suas carnes tremiam, seus olhos mau abriam, tentava recuperar o fôlego, respirando fundo, ali, totalmente nua.

Luiza passava a mão em meus peitos e abdômen, com cima da minha camisa, então ela começou a subir minha camisa, e veio pra cima de mim com sua boca

Começou a passar a língua pela minha barriga, eu tinha uma certa sensibilidade, às vezes gemia, às vezes tinha uma leve contorção.

Luiza subindo com sua boca pelos meus peitos, e com as mão subindo minha camisa, tirou-a.

Ela passava a língua no meu mamilo, subiu pelo meu pescoço e veio até minha orelha, mordeu-a de leve e passou a língua.

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Com a mão esquerda, ela abrira meu cinto e minha calça, e a forçava, para tirar, empurrando pra baixo.

Minha calça estava nos joelhos e minha cueca também, ela me masturbava.

-Quero que você goze na minha boca, seu cachorro safado. – disse ela, ao meu ouvido.

Luiza desceu, beijando-me o corpo, até chegar ao meu membro.

Com a mão esquerda, ainda segurando-o, ela passou seus lábios em todo o seu corpo, até chegar a cabecinha e colocá-la, com delicadeza, na boca, então começou subir e descer sua cabeça, colocando a metade do meu cacete em sua boca, ao tempo que me masturbava.

Retirou-o da boca e desceu até meu saco, colocou as minhas bolas na sua boca e sugou-as com suavidade, depois ficou passando apenas a língua, sua mão ainda a me masturbar, voltou com a boca pro meu cacete.

-Goza pra mim, filho da puta – pediu ela – Goza na minha boca, quero sentir a sua porra.

Ela me olhou nos olhos, e com meu cacete em sua mão, bateu-o em sua cara.

-Goza pra sua putinha. – disse, e começou a chupar.

Sua boca estava quente, ela subia e descia rápido, sua mão segurando meu pau pela base, masturbava-me.

-Huummm, huuumm, huumm – era o som que ela emitia.

-Puta que pariu, como você chupa gostoso – falei.

Com uma mão eu segurava em seus cabelos, mas sem fazer pressão, apenas segurando, e com a mão esquerda, alcancei o seu cuzinho e sua buceta, e acariciava-os.

-Caralho, vou gozar, gostosa, aaaaahhhh – balbuciei.

-Uhun, hum, huumm, huumm – ela aumentou o ritmo.

-Aaaaaaaaaahhhhhh, porra – gozei, apertando seus cabelos, e sua bunda com a outra mão.

Não fiz pressão, afinal, nunca tinha gozado na boca de Luiza, então a deixei que decidisse se quisesse sair àquela hora, mas ela continuava a chupar-me e sugava toda a porra que eu colocava pra fora, que parecia não acabar, parecia sempre sair mais à medida que ela sugava.

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Luiza parecia me tirar toda a energia, através daquela sucção, eu não conseguia reagir, meu corpo estava mole, meus olhos não abriam, ela não parava de sugar, sentia meu pau latejar. Luiza tinha descoberto meu ponto fraco.

Consegui abrir um pouco os olhos e olhar pra baixo, Luiza ainda sugava, agora com suavidade, ela havia engolido tudo, não deixando escorrer nenhuma gota. Me olhava com um sorrisinho safado, enquanto chupava e lambia meu pau.

-Puta que pariu, que delicia – sussurrei.

Ela enfiou meu cacete na boca de novo, e começou a chupá-lo com veemência, não deixando que ele amolecesse.

-Caralho, huummm. – gemi.

Então ela passou uma perna por cima de mim, ficando de frente, apoiou os joelhos no banco e me beijou, com a mão segurou meu cacete e colocou em sua buceta quente e molhada.

Foi sentando devagar, eu sentia meu cacete entrando e encostando em tudo por dentro.

-Aaaaahhhhh, que cacete maravilhoso – disse ela.

Luiza subia e descia, nem devagar, nem rápido, mas numa velocidade gostosa, eu sentia seu sexo arrastando em mim. Ela tinha inclinado o corpo por cima do meu, sentia seus seios arrastando em mim.

-Huuummm, puta que pariu, que pau gostoso – disse ela.

-Tá gostando? – perguntei, ao tempo em que lhe dei um tapa na bunda.

-Aaaahhhh, demais, seu cachorro safado – respondeu ela.

Com as mãos em sua bunda, apertando, às vezes dando um tapa, enfiei um dedo em seu cuzinho.

-Aaaaii, seu desgraçado – disse, enquanto cravava as unhas no meu peito.

À medida que ela escorregava em cima de mim, pra cima e pra baixo, eu enfiava e tirava o dedo do seu rabo, sendo ela penetrada na buceta e no cuzinho ao mesmo tempo.

-Aaaaahhhh, vou gozar – disse ela.

-Goza cachorra, goza – disse-lhe, dando um tapa em sua cara.

-Aaaaiii, seu cretino, puta que pariu, que tesão – disse ela, dando-me um tapa na cara com uma de suas mãos e segurando meus cabelos, pela nuca, com a outra.

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Eu dei-lhe outro tapa na cara e segurei-lhe o rosto, meu dedo estava entrando e saindo, completamente do seu cuzinho. Ela havia aumentado o ritimo, ofegava, gemia, gritava, arranhava, me batia.

-Aaaaahhhh, puta que pariu, aaaahhhh, CA-RA-LHO, huuummmmmmmmm, filho da puta – balbuciou.

Com uma das mãos, ela pertava mei peito, a outra estava apoiada no banco. Nossos corpos estavam completamente ensopados de suor, seu corpo tremia em cima do meu.

Era maravilhoso ver e sentir aquela mulher de 1,66m, 58 kg aproximadamente, morena clara, cabelos cacheados até os ombros, de olhos cor de mel, tendo prazer, adorava dar isso a ela.

Luiz me olhava nos olhos, seu corpo ainda tremia, sentia sua buceta latejar, apertando e soltando meu pau, ela me beijou longamente, um beijo molhado, cheio de desejo, de amor, abracei seu corpo, comprimindo-o ao meu.

Ela começou a rebolar, e eu a penetrava. Ela levantou o corpo, me olhou de novo, então tirou meu cacete de sua buceta, girou o corpo, dessa vez ficando de costas pra mim, colocou os pés no assoalho do carro, no lugar do passageiro, entre meus pés, apoiou-se no painel do carro e encaixou novamente sua buceta em meu pau.

Ela subia e descia aquele bumbum maravilhoso, senti ela tocar meu saco com a mão, uma hora acariciando minhas bolas, outra, alisando seu grelinho.

Eu via meu cacete entrando e saindo daquela buceta, eu segurava em sua cintura, dando tapas na sua bunda de vez em quando.

-Aaaahhh, mete caralho, mete – falei.

Ela aumentou o ritmo dos pulos, apoiou com as mãos sobre os meus joelhos. Uma hora ela pulava, outra ele rebolava, outra ainda, ela escorregava pra frente e pra trás.

Segurei em seus cabelos com uma mão e com a outra, acertei-lhe um tapa no rosto.

-Aaaaaahhh, bate seu cachorro, bate na sua vadia – pediu ela.

Dei-lhe outro tapa.

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-Toma, minha puta, toma.

-Aaaahhh, que delicia – disse ela – mete e bate na sua putinha, que vai gozar de novo, hhuuummmm.

Ela inclinou o corpo pra frente, segurando em seus tornozelos, deixando só a sua bunda e o meu pau entrando e saindo à mostra.

-Huuuummmm.

-Goza safada, goza no meu cacete.

-Vou gozar, vou gozar, aaaahhhhhhh.

-Goza cachorra – falei, dando-lhe dois tapas na bunda com as duas mãos e segurando, apertando.

-Aaaaaiiiiiiiii, aaahhhhhhh, puta que pariu, hhuuuummmm – explodiu ela mais uma vez.

Ela rebolava devagar, eu sentia seu corpo trêmulo, meu pau era apertado pelas contrações de sua buceta, ao tempo em que ele tocava toda a parede de dentro de sua buceta.

-Huuuuummmmmm, como é gostoso – disse ela, enquanto subia e descia bem devagar.

Ela subiu, fazendo com que meu cacete saísse de sua buceta, segurou-o e começou a sentar em cima, enfiando no seu rabo, bem devagar, eu a ajudei, segurando-o, enauqnto ela sentava nele, enfiando todo no seu cuzinho.

-Aaaaaiiiiiiiiiiii, puta que pariu.

Subiu e desceu algumas vezes bem devagar, segurava em meus joelhos.

-Aaahhhh, aaahhhh, aaaahhh, que delicia, dói, mas é gostoso – disse ela – é delicioso.

Eu olhava meu pau entrar e sair daquele cuzinho apertado. Ela jogou o corpo pra trás, deitando sobre o meu corpo, apoiou os pés no banco, minhas pernas ficaram entre as suas. Eu enfiava e tirava devagar, com uma mão, segurava um de seus seios, apertava-o, com a outra, acariciava seu clitóris, então enfiei dois dedos em sua buceta. Fazia um movimento de enfiar os dedos e tirar, acariciando seu clitóris.

-Aaaaiiii, seu tarado – disse ela – filho da puta gostoso, hhuuuummmm.

-Que cuzinho gostoso, aahh, aaahh

-Gosta, é? Gosta de comer meu cuzinho?

-Aaaahhh, adoro, sua cachorra – respondi, e enfiei com força meu cacete, enquanto enfiava os dedos também.

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-Aaaaiii, aahhh, caralho. Então goza nele, goza no meu cuzinho – pediu ela. – quero sentir.

Ao tempo em que eu me mexia, pra ficar penetrando nela, tanto no rabo, quanto na buceta com os dedos, ela subia e descia com a bunda no meu cacete mais velocidade.

Eu senti que iria gozar a qualquer momento.

-Aaaahhhh, vou gozar, gostosa, vou gozar.

-Eu também, aaaiiii – disse ela.

Luiza aumentou o ritmo, subia e descia com força.

-Aaaahhhhh, aaaahhhhhhh, me rasga, aaahhhh, tô gozando, to gozando, aaahhh, aaaaiiii, hhuuummm- disse ela.

-Puta que pariu, aaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, eu também, aaaahhhhhhhhh – baulbuciei em meio ao orgasmo.

Minha porra jorrava naquele cuzinho apertado, meu pau vibrava, o cuzinho de Luiza apertava meu cacete, sua buceta pulsava, nossas respirações estavam fortes, nossos corpos totalmente molhados com o suor que escorria, os vidros do carro completamente embaçados, não dava pra ver nenhum movimento fora.

Ficamos ali, deitados, Luiza com sua cabeça ao lado da minha, nos beijávamos.

-É maravilhoso fazer amor com você – me disse.

-Maravilhoso é te amar assim, com tanta intensidade – respondi.

Luiza foi saindo devagar, retirando meu membro de dentro dela.

-Aaii, nossa, isso é bom demais – falou.

Ela deitou no banco do motorista. Nos olhávamos e nos acariciávamos. Havia ternura em seu olhar, eu a admirava, e a amava em silêncio.

-Já deve ser bem tarde – comentou.

-É mesmo, infelizmente acho que temos que ir, infelizmente – falei.

-É verdade, amanhã, ou melhor, hoje temos que acordar cedo – disse ela.

-Então vamos.

Ligamos o ar do carro pra que os vidros desembaçassem e começamos a nos vestir, enquanto isso.

Luiza me deixou não muito longe dali, nos despedimos com um longo beijo e a promessa que continuaríamos no final de semana.

Fui embora, o corpo leve, tive uma noite tranqüila, e fiquei sabendo que Luiza também, quando nos falamos no outro dia.

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Por favor, comente, deixe sua crítica, para que eu possa estar melhorando a qualidade das histórias. Obrigado.

Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodução, total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, exceto com autorização formal do autor, de acordo com a Lei 5988 de 1973

Outras Histórias: A PSICÓLOGA, O CHURRASCO, O PROVADOR, SAINDO DA ROTINA, A FESTA, A VIAGEM, APRENDENDO COM A TRAIÇÃO, O CLUBE, entre outras.

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