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Feriadão com a minha irmã

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Escrito dia 07 de dezembro de 2006 na categoria Incesto por taradao

Oi, eu me chamo Raphael, tenho 25 anos, tenho cabelo e olhos castanhos, 1.75 metros, tenho um corpo bem definido pois jogo volei e nado desde os 12 anos. Quero contar o aconteceu entre mim e minha irmã Fernanda a alguns anos atras quando eu tinha 23 anos e ela 18, mas primeiro quero contar um pouco como são as coisas aqui em casa para que voces possasm entender melhor. aqui em casas somos apenas eu, minha mãe e Nanda (como ela mesma prefere ser chamada), pois, meus pais se divorciaram quanda nós ainda eramos bem pequenos e meu pai foi morar em outro estado, minha mãe é enfermeira e acaba passando as veses vários dias fora(dependendo da sua escala), com isso Nanda e eu sempre fomos muito intimos e muito ligados, sempre cuidando um do outro, nossa mãe sempre foi muito liberal, aqui em casa nós 3 sempre andamos bem avontade, no verão andavamos semi-nús ou até mesmo completamente nús pela casa. Aos 16 anos comecei notar como nanda estava ficando deliciosa, Nanda é loirinha, tem olhos bem verdes uma boquinha bem carnuda (em que eu em minhas várias punhetas imaginei enchendo com a minha porra), ela tem 1,70 mt daquele tipo falsa-magra, tem os peitinhos médios bem bicudos apontados pra cima, pernas roliças, uma cinturinha bem pequenininha, e uma bundinha bem carnuda e arrebitada. quando Nanda estava com 14 ela começou a ganhar corpo e seus shortinhos e mini-saias começaram a ficar micros diante aquela bunda marailhosa que ela adquirira, comecei então a olha-la com outros olhos, bati varias punhetas em sua intensão mas nunca tinha tido coragem de tentar alguma coisa até 2 anos atras. Lembro- como se fosse hoje, ja era um pouco tarde da noite quando cheguei em casa, nesse dia minha mães estava de plantão e Nanda tinha ido ao shopping com as amigas fazer umas compras pois era vespera de feriado prolongado e Nanda iria viajar para o litoral com as amigas no dia seguinte pela manhã e que provalvelmente iria dormir na casa das amigas, mas para minha surpresa quando entrei no meu quarto me deparei com uma das melhores visões que ja tive na minha vida, Nanda estava agachada com aquela bunda maravilhosa bem empinada vestindo apenas um biquininho bem cravado mexendo em uma das minha gavetas, fiquei na porta parado observando aquela exuberancia enquanto meu pau parecia que ia explodir, foi quando Nanda se virou se assustou e peguntou rindo ainda um pouco assustada o quê que eu tava fazendo ali parado na porta parado olhando e eu respondi que apenas queria saber o que ela estava procurando e ela me respondeu que precisava de um barbeador pois o biquine que comprara era muito pequeno e deixava seus pelos a mostra, eu respondi que não tinha nenhum pois só usava navalha pra me barbear, foi então que ela me perguntou e com um sorrizinho no rosto fazendo biquinho: _será que então você não poderia raspar a minha xaninha porque eu tenho medo de me cortar? na mesma hora meu pau que ja estava duro começou a latejar parecendo que iria explorir com tal proposta, mas que depressa mas ao mesmo tempo tentando me controlar respondi que sim, que era pra ela deitar na cama que eu iria pegar a espuma e a navalha. Corri pro banheiro e quando voltei lá estava ela deita na cama, deliciosa dentro daquele biquinho azul bebê, ela desfez o lacinho da lateral do biquine deixando a mostra aquela bucetinha loirinha, de poucos pelos dourados mas bem carnuda, puxei ela bem pra beirada da cama deixando ela quase na posição de frango-assado, me ajoelhei na frente da cama e comecei a ensabuar sua buceta, ela me falou com aquela voz angelical que aquilo era muito gostoso que se soubesse ja teria feito antes aquilo me deixou com mais tesão se é que isso era possível, foi então que comecei a raspar e a cada raspada eu passava a mão pela sua verilha pra ver se estava bem lizinha e aproveitava pra chegar bem pertinho da sua xaninha, então comecei ouvir um gemido baixinho, olhei pra cima e lá estava Nanda com olhos fechados, sua repiração estava mais forte, percebi que estava muito excitada e que havia aberto mais suas pernas, foi quando tive certeza que aquele era o momento que eu sempre esperei, ter minha irmãzinha deliciosa a minha mercê, completamente desprotegida, parei de raspar e comecei a massagear seu clitoris, o perfume que sua boceta exalava éra maravilhoso, olhei denovo e constatei que ela ainda estava com os olhos fechados e que sua respiração estava ainda mais forte mas dessa vez já estava acariciando seu mamilos rosados e a essa altura sua bocetinha ja estava começando a ficar bem enxarcada, não resistir, caí de boca, lambia, chupava, mordiscava, e a medida que eu chupava, os gemidos de Nanda iam ficando cada vez mais fortes e ela se contorcia mais na cama, não demorou muito pra ela gozar, gozou com muita intensidade, parecia uma égua no cio, depois que gozou comecei a lamber seu corpo todo bem devagarzinho até chegar em sua boquinha, demos um longo beijo molhado, coloquei meu pau na entradinha da sua buceta mas mesmo ela facilitando tive que forçar um pouco a entrada devido a espessura do meu pau e ao fato de sua bocetinha ser bem apertadinha, Nanda reclamou um pouco de estar doendo no inicio, mas aos poucos foi escorregando, pois estava bem lubrificada e os gemidos de dor foram se tornando gemidos de prazer, e a medida que eu almentava o ritimo das estocadas ela gemia com mais força, me arranha e me puxava os cabelos dizendo que a muito tempo sonhava com esse momento, que eu era muito gostoso e que queria ser fodida por tras por mim, não me fiz de rogado, prontamente coloquei Nanda de quatro com a cabeça apoiada no travasseiro para eu poder ter uma melhor visão daquela bunda maravilhosa com aquela marquinha linda de biquine, dei mais algumas linguada e mais algumas chupadas em seu clitoris, lambia toda sua extensão chegando até aquele cuzinho lindo, rozadinho e apertadinho, Nanda me implorava para ser penetrada, dei mais algumas pincelada com a cabeça do meu pal e com um golpe só invadi sua xaninha novamente arrancando um gritinho entre os dentes da minha loirinha, ela gemia e rebolava com muita vontade no meu pau e me pedia pra chama-la de putinha, de vadia, enquato eu bombava bem forte ora puxando pelos cabelos ora puxando pela cintura, ja estava prestes a gozar, minha vontade era inundar aquela bocetinha com minha porra, quando ela me pede pra chupar minha pica por que queria beber todo meu leitinho, coloquei minha loirinha pra mamar de joelhos na beira da cama, nessa altura ja não me aguentava mais de tesão de ver minha maninha chupando meu membro com tanta vontade me olhando com aqueles olhos verdes e aquela carinha de safada, enchi sua boca com meu leitinho que prontamente como havia dito bebeu tudinho sem derramar uma gota, depois disso nos beijamos demoradamente, caimos na cama exaustos e dormimos abraçados, no dia seguinte nanda ligou pras amigas dizendo estar se sentindo indisposta e por isso não iria com elas pro litoral, passamos o feriadão todo quase sem sair de casa, transando em todas as partes da casa, isso já faz 2 anos e até hoje continuamos transando quase todos os dias.

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