By: ludovico
Sempre desejei dar o cú
Eu já tinha desejo de praticar sexo anal desde antes de me casar, virgem, é claro. E embora tenha me casado virgem, o que me sobrava era talento e experiência em masturbação, o que fazia de mim, uma conhecedora do calibre dos pênis. E isso me fazia ciente do quanto era pequeno, os treze cm. que eu tinha em casa.
Em uma das últimas ocasiões em que eu estava ordenhando um membro, enorme por sinal, seu dono brincava com meu botaozinho de trás, único lugar que eu lhe permiti pôr o dedo, vale dizer que eu estava noiva, para casar em poucos meses.
Aquela noite em casa, ao satisfazer o meu prazer, eu experimentei pela primeira vez, brincar com o meu cuzinho. No início, uma cenoura teve o mesmo efeito do dedo do velho que bolinava o cu enquanto eu o punheteava. Primeiro a dor, mas depois vinha o prazer, mas depois, quanto mais meu cu ardia mais eu sentia prazer.
Depois de casada, já a sete anos, com trinta, eu estava acostumada a brincar apenas com meus dedos, depois de ter me desequilibrado, ainda solteira, e caído, empalando um pepino mais grosso que o meu pulso, no ânus. Eu me lembro que na época eu aleguei uma infecção intestinal.
Faziam já alguns meses que eu estava casada, quando me novamente me surgiu o desejo de masturbar outros homens, geralmente os mais velhos, como quando solteira. E tudo começou quando numa tarde eu vinha para casa em um ônibus lotado, quando me vi numa situação da qual eu nunca fugia. Prensada entre os passageiros, logo eu senti uma ereção em minha bunda, depois de me ajeitar para sentir melhor o membro entre minhas nádegas, eu fazia movimentos comprimindo as nádegas. Após alguns quilômetros saboreando a situação eu já sabia, por experiência, que a pessoa atrás de mim era um homem mais velho. Então veio outra situação, da qual eu sempre fugia, era quando o homem atrás de mim me abraçava. Desta vez eu o senti como outros antes, segurando uma mão em um banco, com a outra ele me enlaçou pela barriga. Na primeira vez eu tirei a mão dele da minha barriga, mas não saí do lugar. Mas uma senhora querendo descer do ônibus teria de passar por nós, e temendo que a mulher notasse a ereção do homem, eu forcei meu corpo para trás, de modo que ela passasse pela minha frente. Depois que a mulher passou, as pessoas se fecharam à minha (nossa) volta. Sentindo a segurança da incógnita, eu não o impedi de enlaçar minha barriga novamente, inclusive facilitei quando ele procurou deixar nossos corpos no sentido do comprimento do coletivo. O velho, sentindo o meu consentimento apalpou o meu vestido, encontrou os botões e abriu alguns. Era a primeira vez que eu sentia a mão de outro homem em meu corpo depois de casada, mas quando a senti querendo entrar em minha calcinha eu o impedi de continuar. Só que, ao invés de tira-la dali, eu a dirigi para os meus pequenos seios, que foram bolinados deliciosamente. Eu pretendia interromper a sacanagem e me recompor, para desembarcar, mas de repente notei um homem negro me encarando, à minha frente. Sem olhar para baixo, eu senti minha mão puxada para frente e envolver um membro que certamente devia ser grosso como o pepino que quase me rasgou pelo meio. Mas com medo de escândalo eu deixei o negro mover minha mão para frente e para trás, em seu membro, e quando ele engrossou e endureceu mais, eu o dirigi para baixo, ainda assim senti como se ele urinasse em meus pés, tal era a quantidade de esperma que devia estar caindo sobre ele. Eu acredito, pelo olhar do negro, que ele queria algo mais, porém nada fez, quando o velho me puxou pela mão, e eu o acompanhei, descendo do ônibus.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
Vendo que eu estava apavorada, assim que o ônibus se foi, o velho se desculpou pelo ímpeto, e disse ter notado a ameaça que vinha do negro. Envergonhada eu falei que nunca impedia o que aconteceu, mas que também nunca deixei seguir adiante, por que eu era casada e amava meu marido, e não tinha intenção de traí-lo. Mas devido a gentileza dele e a sua compreensão eu aceitei tomar uma bebida para me acalmar, mesmo notando que o bar qual nós estávamos em frente devia ser bar de mulheres.
Realmente mais calma, depois de uma bebida forte conhaque eu aceitei uma cerveja. Depois da confissão dele, que compreendia minha atitude de respeitar meu marido e ainda ter minhas fantasias secretas, o velho confessou que sempre que ia à casa do seu filho, costumava tomar banho com a nora, ambos nus, e nunca foram além de um lavar o corpo do outro, demorando-se nos genitais, e era quando se acabavam. Eu confessei a ele, sobre quando ainda namorava, e mesmo quando noiva, e até uma semana antes do casamento, eu satisfazia outros homens com meus dedos, mas que depois de casada parei. Porém gostava de ser roçada nos ônibus, mas nunca antes, tinha deixado um homem ir alem de roçar o membro em meu traseiro.
Quando eu a me despedir, o velho me alertou disfarçadamente, que o negro havia entrado no bar. Temendo ser seguida, eu aceitei o convite dele, de irmos para um quarto nos fundos do bar, depois de ele ter garantido que não teríamos fazer nada do que não quiséssemos.
No quarto, já sentindo a segunda cerveja me subir à cabeça, eu acabei cedendo quando ele praticamente implorou para eu tirar ao menos o vestido, para ele me ver. Antes ele me disse que gostaria muito de se satisfazer sozinho, mas eu não deveria temer, que ele mesmo não se despiria. Eu confessei minha curiosidade em ver o membro que me excitara no ônibus, e também que me acabava de nascer o desejo de ver outro homem nu. Apesar de compreender a esperança dele, de que acontecesse algo mais, eu não pretendia mais que fazê-lo gozar com minhas mãos, mesmo eu também tendo me despido inteira. E isso parece tê-lo bastado, ainda mais que eu não escondi o quanto me dava prazer manusear seu membro com carinho. Enquanto o acariciava, impedindo-o de ter o seu prazer de imediato, eu também confessei que o do meu marido, não devia ter mais da metade do dele, tanto em comprimento quanto na grossura. E acabei descobrindo que não tinha mesmo, pois ele contou que quando medira com a esposa, a medida foi, exatos 26 centímetros, mais da metade dos quase treze, do meu marido. Mas ele não estava resistindo muito então eu acelerei os movimentos, mas antes confessei que uma vez sentira muito prazer ao receber no rosto o gozo de um homem. Mudando de posição, eu permaneci deitada na cama, e ele se ajoelhou ao meu lado, de forma que o seu membro ficasse à altura do meu rosto. Então ele substituiu a minha mão pela sua e esporrou abundantemente em meu rosto.
Antes de ir embora, eu prometi voltar a vê-lo, depois, já que ele cumpriu sua promessa, eu concordei em deixá-lo me proporcionar também o meu prazer. Eu havia lhe confessado que já tive o desejo de dar o traseiro, mas desisti depois de uma experiência mal sucedida em casa. Eu confiei e de quatro no chão do quarto tive uma das experiências mais deliciosas da minha vida. Com mo ânus relaxado eu sentia a língua dele entrar sem esforço em mim, e depôs de dar-lhe a minha permissão, com sua mão me puxando pelos quadris e seu rosto enterrado em minha bunda eu perdi a conta de quantas vezes gozei. O meu único medo era perder o controle e pedir para ele comer o meu cú, mas então eu me lembrava da dor que passe e desistia.
Em casa, a noite, transando com meu marido, depois de transar mais intensamente do que de costume, sem entender o porquê, eu acabei confessando, quando ele perguntou, que sim, eu achava seu pênis pequeno, mas neguei o desejo te experimentar um grande. Dias depois mais uma vez, me masturbando, e ainda lembrando do velho mamando em meu ânus eu me atrevi a ir à cozinha e pegar uma cenoura, das mais grossas. E com ele enfiada na bunda gozei intensamente.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
À tarde, ao pegar meu filho de quatro anos, no jardim de infância eu já havia conseguido gozar com um pepino dos menos grossos. Eu saía da escola para voltar para casa quando avistei dois senhores conversando, um era um vizinho, um fora buscar o neto como sempre, o outro o meu vizinho ia buscar seu filho, todos na vizinhança sabiam que o filho dele, a mãe, que fora sua amante, entregara para ele cuidar com sua esposa. Mas o que o fazia famoso na vila, era que a mãe do menino o abandonou por causa do seu dote, segundo ela o pênis dele era mais grosso que o de um cavalo, e media uns trinta cm de comprimento. Já o outro, que aparentava ser mais velho, apesar de não ser um homem bonito, era muito simpático, e sua cara de atrevido era o que me atraía nele. Como em outras vezes, quando não era vista eu também lhe dava um sorriso maroto, ou melhor, um sorriso sem vergonha-mesmo. Porém desta vez meu vizinho notou e o incentivou a me abordar, e sem me importar se outras conhecidas iriam notar eu me afastei da escola acompanhada dele, de mãos dadas, eu com meu filho e ele com seu neto. A uma quadra da escola, quando ele me convidou à sua casa eu o alertei a respeito das crianças, ao que ele respondeu que já estávamos próximos à casa de sua filha, que o esperava no portão. Nós chegamos e ele entregou o neto à mãe dele, que me olhou de forma desconfiada, ofendida eu aceitei o seu convite. Na casa dele Estefano, o velho, mostrou ao meu filho o quarto de brinquedos de seu neto e pudemos esquecer dele. Estefano me elogiou e disse que me desejava desde antes de eu passar a pegar meu filho na escola. Ele sabia que eu apenas brincava ao corresponder aos seus sorrisos, pois nunca soube nada de mim. Eu disse que nunca dei motivo, mas não me importava com o que as pessoas diziam, e o motivo de realmente eu não ter traído meu marido era o medo de engravidar. Eu já segurava o membro dele pra fora da calça, quando ele propôs o que eu esperava, e queria, sexo anal. O pênis de Estefano era comprido como o do outro velho, mas não era grosso, apenas mais um pouco que o de meu marido. Eu não menti ao lhe dizer que nunca fizera aquilo, mas já pensara muito e só não fizera por medo, por ouvir dizer que iria doer muito.
Eu pretendia enrolar mais antes de ceder, mas já eram quase seis horas da tarde, e meu marido chegaria em casa pouco depois das sete. Então eu respondi afirmativamente quando ele quis saber se eu gostaria de experimentar, e fui ver meu filho.
Quando voltei à sala, após verificar que meu filho estaria entretido por um bom tempo, eu levei um susto, Estefano já se encontrava completamente nu. Eu tirei a roupa e não me arrependi por me atrair por homens mais velhos, Estefano me prometeu que eu iria querer dar o cuzinho antes de ele me comer, então me pôs ajoelhada no sofá, com as mãos apoiadas no encosto e como o outro velho meteu a cara entre minhas nádegas e passou a chupar meu cú, desta vez eu não resisti e pedi para ele enfiar o pau em meu cú. Primeiro Estefano avisou que iria enfiar em minha boceta para lubrificar o pênis, pois meus sucos eram o melhor creme para não doer. Eu e concordei, inclusive quando ele perguntou se poderia mexer um pouco, para eu relaxar. Então ele meteu um pouco na frente e depois saiu. Quando começou a entrar a cabeça, como eu esperava, doeu, mas não muito. E com a minha permissão ele enterrou lentamente, mas com firmeza, todo o pênis em meu cú. Ele enfiava a tirava já a algum tempo, quando eu relaxei. Ele perguntou se estava bom, e se eu queria que fosse mais devagar, pelo contrário, eu falei que estava muito gostoso, e queria que ele metesse mais ligeiro e com força. Meu orgamo chegou quando nós dois nos elogiávamos com bastante obscenidades:
¾ Ai que cuzinho delicioso, eu vou me acabar nele. Estefano dizia, e eu:
¾ Isso, velho tarado, que pinto gostoso, arrebenta este cuziho, que eu vou dar ele sempre que você quiser. Quando o orgasmo de Estefano chegou nós já havíamos mudado de posição eu já havia sentado em seu colo, e agora estava com as pernas esticadas no chão, com as mãos apoiadas sobre meus pés, sendo segura por ele pela cintura. Com o relaxamento eu dobrei os joelhos e ele se agachou sobre minhas costas, com o membro ainda todo enterrado em meu cú.
Mais uma vez depois de cornear meu marido eu estava transando com ele. E a certa altura da transa eu desejei ir por cima dele. Enquanto o cavalgava eu imaginei sendo penetrada por frente e por trás, e decidi que ainda iria experimentar uma DP.
Clique para amor & romance em sua cidade!!!
Pela manhã, sozinha em casa, ao me masturbar eu quase não resisto e saio à procura do velho. Desta vez com um legume maior, eu passei a imaginar meu vizinho, e me lembrei de que ao chegar em casa ele se encontrava no portão, e para confirmar o que seu olhar indagava eu apenas dei um sorriso sem vergonha.
Depois que gozei eu me lembrei das vezes e, que conversei com minha vizinha e ela elogiava o desempenho e a experiência de seu marido. Eu tinha certeza de que ela procurava me incentivar a transar com seu marido, apesar de eu lhe confessar que tinha desejo apenas de masturbar homens bem dotados, como quando solteira. Mas ela nunca falou a respeito do calibre do membro de seu marido, talvez por medo de me assustar, mas agora Estefano me confirmou que ele era realmente descomunal.
Depois de conseguir relaxar e até gozar confortavelmente, com um pepino da mesma grossura daquele que quase me arrebentou toda, eu decidi que iria dar a bunda para o meu vizinho. Para isso, antes eu iria me acostumando com Estefano.
E-mail= ulisseslobao@bol.com.br