Olá meu nome é Isabelle, tenho 22 anos, sou morena, tenho 1,70m, 65kg cabelos cumpridos até o meio das costas. Meu corpo é do tipo ‘violão’, pois tenho cintura fina e quadril largo, frequento aula de dança desde os meus 6 anos, por isso tenho um belo corpo, coxas e bumbum delineados, meus seios são do tamanho de duas manga – rosa, com biquinhos rosinhas e pequenos.
Um tempo atrás eu estava desempregada, já faziam meses, por isso o desespero já estava começando a aflorar em mim, as contas chegando e o dinheiro acabando. Por sorte uma chamada chegou em boa hora, a mulher no telefone me passou local, data e horário da entrevista, disse também que meu currículo havia sido avaliado pelos donos da empresa e teria sido aprovado para uma entrevista. Na data da mesma, me vesti adequadamente com uma calça e blazer social. Lá percebi mais cinco pessoas que estavam a disputar comigo o cargo em questão. Após algumas horas de espera, fui chamada para falar com a pessoa encarregada das entrevistas. Era uma mulher com idade média de 50 anos, sem muitos rodeios, me fez as perguntas certas (básicas de entrevista) e após um batalhão de perguntas, e de um bate papo de certa forma, amistoso, fui dispensada, com o argumento da mulher que ela iria discutir com seus sócios, e logo me retornariam. Sai de lá sem muita esperança, pois essa de que ‘depois nós retornamos’, é mais do que velha, por isso não fiquei muito entusiasmada.
Passados 5 dias em média, para minha surpresa a mulher retornou a ligação, me convocando para participar de uma dinâmica no dia seguinte, eu prontamente aceitei, e no dia seguinte lá estava eu. A dinâmica foi dividida em 3 fases, nas quais os convocados foram sendo eliminados. Entre uma fase e outra, a mulher e outro rapaz saíam da sala, demoravam cerca de 5 a 10 minutos, e iam chamando os convocados a serem dispensados. Nesses intervalos, o rapaz que estava ao meu lado puxou conversa comigo, era uma rapaz muito interessante, alto, moreno jambo, olhos castanhos claro, lábios carnudos e apetitosos, trajava terno e gravata como todos os homens que participavam da dinâmica. O papo não dos melhores, já que não dipunhamos de muito tempo. Após alguns minutos de conversa com o rapaz fui chamada pela mulher que gerenciava a dinâmica, entristeci, pois as pessoas que eram chamadas por ela não mais voltavam à sala. Ao sair da sala, a mulher me disse que eu havia sido aprovada, e pediu que eu aguardasse em outra sala, que estava vazia. Alguns minutos passaram, e o rapaz que havia conversado comigo, acompanhado de mais um rapaz entravam pela porta, logo atrás estava a mulher e o outro rapaz que gerenciavam a dinâmica. A mulher disse que havíamos sido aprovados, e que começaríamos na empresa dela na semana próxima, também nos apresentou o outro rapaz que a acompanhava, seu sócio. Rapaz normal, não é o tipo de homem que chama atenção na rua, moreno, olhos castanhos, cerca de 1,78m, barriga de chop não muito grande, nada demais. Ao todo eram em três sócios, o terceiro não pôde comparecer de acordo com os presentes.
Na semana seguinte, primeiro dia de trabalho, fazia um calor infernal, vesti então uma saia (não muito curta, nem muito longa, cerca de um palmo e meio acima do joelho, com um fenda na coxa esquerda), e uma camisa branca, ligeiramente decotada, tudo social. Chegando na empresa, arranquei muitos suspiros e olhares maliciosos dos homens que lá trabalhavam.
Me encontrei com a mulher que havia me entrevistado, ela me encaminhou para uma sala, dizendo que o terceiro sócio deles queria conversar comigo. Chegando na sala, o rapaz que havia puxado conversa comigo na sala da dinâmica estava parado junto a janela da sala, olhando para trás quando eu fechei a porta. Após me olhar de cima abaixo, finalmente me dirigiu a palavra, me cumprimentando e perguntando o que eu tinha achado do ambiente de trabalho, estranhei o tipo de pergunta, mas respondi que havia achado o ambiente bem calmo, ótimo para o desenvolvimento do trabalho pelo qual eu tinha sido escolhida. Ele sorriu, e então finalmente se apresentou como Sr. Maurício, o sócio majoritário daquela empresa na qual tinha sido aprovada. Sem entender, fiquei boquiaberta, ele entendendo minha confusão, tratou de explicar o porque estava entre um dos candidatos, dizendo ser uma forma de conhecer os cadidatos fora da sala de entrevista. Assim que a ‘confusão’ foi esclarecida ele disse que eu havia sido a única a ser aprovada, pois o outro rapaz que tinha diso aprovado também, tinha desistido do cargo aquela manhã. Maurício então resolveu me levar para conhecer a fábrica, e sem tirar os olhos de minhas curvas, seios e bumbum, foi quebrando o gelo inicial entre empregado e empregador.
Ele era um amor de pessoa, tinha um jeito moleque de ser, apesar de já ter 30 e tralalá, sempre eu podia dava um jeito de esbarrar as mãos em meu corpo, ou então pegava minha cintura. Após cerca de uma hora conhecendo a empresa, ele me levou até minha sala, que não ficava muito longe da sala dele. Maurício saiu da minha sala e com a desculpa de que eu não conhecia nada por ali, me convidou para sair, e eu obviamente aceitei. Às 11h45, Maurício entrou em minha sala, para me buscar para o almoço, passamos nas salas de seus outros sócios para chamá-los para o almoço, o que eles recusaram, mais tarde descobri que aquela senhora era a mãe de Maurício e o outro rapaz seu irmão Marcus, e fomos para o restaurante. O passar da semana seguiu normalmente, todos os dias eu almoçava com Maurício, às vezes sua mãe e seu irmão nos acompanhavam. Maurício sempre dava um jeito de poder segurar em minha cintura, esbarrar em mim, sempre me comia com os olhos, após alguns meses olhava descaradamente para meus seios, e bumbum, deixava claro que me desejava, e que só esperava a oportunidade para poder por as mãos no meu corpo.
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Eu já havia passado a muito tempo dos meses de experiência, provavelmente já estava completando um ano de empresa, já havia conseguido adquirir a confiança dos três chefes (Maurício era meio suspeito de falar, já que todos os empregados diziam que eu era a favorita dele). Certa época, a empresa passava por uma crise, e estava quase para fechar as portas, por causa disso, muitas vezes deixei de ir almoçar com Maurício, várias vezes ouvi os chefes discutindo na sala de Maurício, e os três ficando até mais tarde na empresa. Certo dia, eu já me arrumava para ir embora, a empresa já estava fechada, e eu tinha ficado até mais tarde para arrumar alguns papéis, ouvi Marcus e Maurício discutirem na sala de Maurício, gritando chingamentos Marcus saiu da sala de Maurício pisando duro e com cara de poucos amigos. Esperei Marcus ir embora, e entrei na sala de Maurício, e o encontrei na penumbra com um olhar perdido no horizonte de luzes da cidade que a janela de sua sala permitia vislumbrar. Chamei-o uma, duas vezes mas ele não ouvia, cheguei então perto de Maurício, e o chamei mais uma vez, assustado ele me olhou, dizendo que não sabia que eu ainda estava na empresa, me perguntando se eu tinha ouvido a discussão dos dois. Disse que sim, Maurício sentou-se em sua cadeira, e me convidando para sentar-me em sua mesa, começamos a conversar. Eu trajava um vestido preto, que marcava bem minhas curvas, pois era colado em meu corpo, possuía um decote avantajado, deixando meus seios à mercê dos olhares famintos de Maurício. Ao me sentar o vestido subiu, deixando minhas coxas, à mostra, o que claramente chamou a atenção de Maurício, que logo começou a elogiá-las, e com uma desculpa esfarrapada, perguntou se podia passar a mão na minha coxa, eu já estava cansada daquele ‘chove não molha’, e o deixei apalpar minhas coxas, descruzando as pernas e as deixando um pouco abertas. Maurício acariciava minhas pernas, e subia a mão vagarozamente, então me pediu que sentasse em sua frente para que ele pudesse me acariciar melhor, e eu o fiz, me sentei em sua mesa, bem de frente para ele, dessa vez abri um pouco mais minha pernas, de forma que se Maurício quisesse veria minha calcinha. Maurício pegou minhas pernas e as colocou nos braços de sua poltrona, e ficou encostado me olhando, parecia uma criança com um briquedo novo, seus olhos brilhavam.
Aquele olhar de desejo de Maurício me excitava, ele então pegou minha perna, tirou meu sapato, e começou a beijar-me o pé, mordiscava-o e ia subindo perna acima, parando na coxa, e lá ficava por alguns segundos, lambendo, chupando, enquanto pegava meu outro pé, e tirava meu sapato, para então começar o mesmo processo na outra perna, aquilo me fazia delirar, pois ele parava de me fazer carícias quando estava próximo à minha xaninha. O ambiente era apenas iluminado pelas luzes externas de outros prédios, estávamos na penumbra, eu mal podia ver seu rosto, apenas sentí-lo. Maurício se levantou, e colocando minhas pernas ao redor de sua cintura, apertando meu bumbum com as duas mãos, me deu beijo na boca de tirar o fôlego, ele mordia meus lábios suavemente, chupava minha língua, seu beijos ‘escorregavam’ para meu pescoço, e orelha, onde sua língua passeava, me fazendo delirar, enquanto eu tirava sua camisa botão por botão. Maurício me deitou em sua mesa, e terminou de tirar meu vestido, me deixando apenas de calcinha e sutiã, o que ele também se desfez logo, me deixando apenas de calcinha, ele então se debruçou em cima de mim beijando e chupando meus seios dizendo: “Eu tava loco pra chupar esses seus peitinhos gostosos, vou matar minha vontade!”, mordia meus biquinhos, mamava-os, alternava entre um peitinho e outro, enquanto eu sentia seu pau em riste, ainda preso dentro da calça social. Maurício ficou minutos intermináveis, só lambendo e chupando meus seios, até ir descendo pela minha barriga e finalmente chegar na minha calcinha, onde ele judiou de mim mais um pouco, mordiscando meu grelinho por cima da calcinha, até que a colocou de lado e pôs todo seu dedo médio na minha xaninha, enquanto chupava meu grelinho. A essa altura eu já rebolava descontroladamente na cara e nos dedo de Maurício, implorava por seu pau, até que ele sem tirar a calça, o colocou pra fora, e sem nenhuma cerimônia socou seu pau até o talo, bombando forte, e rápido na minha xaninha. Maurício me segurava pelas ancas e bombava forte, fazendo meus seios balançarem conforme a estocada que ele me dava. Tesão indescritível. Maurício me enlouqueceu, senti como se uma descarga elétrica percorrece todo meu corpo e com um urro de prazer gozei no pau de Maurício, mas mesmo depois da minha gozada Maurício continuava a bombar, no mesmo ritmo, as vezes dava uma diminuída, mas logo em seguida continuava a bombar, ele colocou uma perna minha em seu ombro, me forçando a fica de lado para ele, abraçando minha perna ele socava forte na minha xaninha, e mesmo já tendo gozado eu ainda sentia tesão, Maurício me deixava louca, o tesão era demais, eu gemia e gritava de prazer, até que Maurício me pegou no colo, e me encostando na parede continuou a me comer, eu pulava descontroladamente em seu pau, era uma delícia sentí-lo dentro de mim. Já estávamos a algum tempo transando sem parar, e Maurício ainda não havia gozado, só me proporcionava mais prazer. Deitou então no sofá que tinha no ambiente, e me fazendo ficar por cima, Maurício apertava e brincava com meus seios enquanto eu rebolava e pulava em cima de seu pau, finalmente gozou, inundando toda minha xaninha por dentro.
Desfaleci no seu colo, Maurício me beijou a boca e ficamos ali deitados conversando por algum tempo, com seu pau ainda dentro de mim.
Como já era tarde Maurício me levou em casa, e me deixando na porta de casa disse que queria o troco, pois ele havia me chupado e eu nem havia dado um beijinho no pau dele. E foi embora.
Com essa indireta percebi que a partir daquela noite haveria mais algumas horas extras, mas isso fica pra outro conto.
MUITO GOSTOSO MENINA , VC FODE PELO QUE VC NARROU MUITO BEM , MAIS FALTOU DAR ESSE CUZINHO VIRGEM ,PORQUE AQUI TODO MUNDO COME UM CÚ VIRGEM ,NÃO SEI AONDE É SE ARRUMA TANTO CÚ VIRGEM RSRSRSRSRSRS , VALEU !!! .
isa massa seu conto gostei vio a e o primeiro conto o ja contou mais veses?
gostei muito valeu e leia alguns contos meus
fuii beijos gatinha