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O MELHOR MINETE E A MELHOR ENRABADELA DA AMÉLIA DO MÁRIO E DA CLÁUD

Escrito dia 29 de abril de 2009 na categoria Orgias por ribeiro

O Mário e a Cláudia em casa de quem vivia nos meus tempos de estudante de Engenharia, não se andavam dando bem o que se só aproveitava ao meu cuzinho convertido agora no único buraco onde o meu colega de curso metia o pau, e à minha pilinha que nessas alturas se tornava a única a visitar as duas gretas da Cláudia. Mário vinha-se queixando que ela agora dava-lhe para gastar muito dinheiro e de facto nessa tarde quando entrou em casa já muito depois do término das aulas, vestia um vestido vermelho de alças novo por cima dos joelhos que lhe ficava a matar, e que acabara de comprar.

- Gostam? – perguntou mais para o Mário do que para mim pois ele é que era o namorado, eu não passava de um amélia que os servia sexualmente aos dois. Mas o meu colega mal reparou no vestido, antes a passou a chamar de gastadora compulsiva que os levava aos dois à ruína se continuasse comprando roupa e calçado daquele jeito.

- E para que te queres produzir tanto, Cláudia? – perguntou-lhe – Queres que te responda? Porque és uma puta que não estando contente com o namorado que tens gostas de aparecer toda provocante na Faculdade. Aliás as tuas demoras não são apenas pelo tempo que perdes nas boutiques e nas sapatarias, pois não? São-no porque decerto depois de teres comprado esse vestido foste-te esfregar no caralho de algum betinho com bom carro.

Cláudia desatou a chorar dizendo que não era nada disso, o aborto que fizera deixara-a deprimida e aquela era a única forma que lhe permitia esquecer tal episódio. Além dele só fodia comigo mas eu era uma ameliazinha que não se podia considerar um homem, e só o fazia porque ele gostava, e por aí fora. Eu nem me atrevia a intervir e só queria que tal discussão não tivesse acontecido à minha frente. Tanto mais que Mário não se convencia com as desculpas dela e continuando-lhe a chamar puta que o andava encornando como já em tempos encornara o primeiro namorado acabou por a esbofetear. Cláudia cambaleou mas antes de cair Mário agarrou nela, despiu-lhe os seios e virando-a de rabo para o ar no seu colo sentou-se no sofá da sala. Como a saia do vestido era travada não subiu mas Mário puxando-lhe para cima expôs-lhe uma calcinha vermelha, fio dental com uma estreita tira na região do entre –pernas apenas lhe permitindo tapar a vagina e donde não sobressaía nenhum pentelho da testa pois Cláudia os depilava. Meu caralho inchou sobre as calças, devia ter naquele momento o dobro do tamanho habitual só com aquela visão pois adoro roupa íntima feminina e nunca lhe vira aquela calcinha divinal. Mário é que não pareceu gostar do que viu.

- Que é isto grande coirona? - perguntou-lhe furioso e encostando-lhe o nariz à região vaginal – Calcinha sexy a condizer? Pelo que vejo não compraste só um vestido novo, compraste também uma calcinha e já vieste com ela vestida. Que é que fizeste à que levavas quando saíste de casa? Ofereceste-a ao gajo com que me encornaste como recordação dos pares de cornos que ele me tem feito ganhar, foi? Ohh como a tua cona cheira a caralho. Puta, vou-te ensinar a respeitar os meus colhões.

E levantando a mão ao ar depois de lhe ter puxado a calcinha até aos tornozelos começou a assentá-la pesadamente naquelas nádegas desnudadas branquinhas e tenras, coisa que nunca lhe vira fazendo. Cláudia bem gritava e esperneava e lhe garantia que o único cheiro de caralho que a cona dela podia apresentar naquele momento era o dele que já há perto de um mês não entrava nela e estava cheio de tesão como ela bem o sentia naquela posição. Mário é que não queria saber disso. Como um louco sapateava-lhe o cu com a mão e eu podia ver como ele ficou rapidamente vermelho o que parecia estimulá-lo ainda mais a continuar batendo-lhe pois eu também percebia que o caralho dele, tal como meu, crescia como um hidráulico. Cláudia pedia-lhe por favor que parasse pois a estava castigando por algo que ela não cometera e ao ver como as suas súplicas eram vãs apelou à minha ajuda:

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- Como é que podes ficar aí parado coçando a pila por cima das calças e não impedes o teu amigo de bater numa mulher? És mesmo um amélia que nem merece os escassos colhões com que nasceste.

Isso já eu estou farto de saber à muito. E se não reagi da primeira vez que o namorado me enrabara à força não seria por um arrufo de namorados que eu iria intervir pois o Mário era muito mais forte do que eu e se estava dando aquela lição nela, eu nem queria imaginar como seria a que daria em mim se fosse eu a estar no seu lugar ou a correr em sua defesa. Além disso confesso que aquele espancamento me estava cá dando um tesão tal que eu só queria que o Mário continuasse-lhe batendo e me deixasse ao menos tocar uma punheta em cima dela. E se ele depois se quisesse servir do meu cuzinho estava certo que estivesse à vontade.

- Pára, meu filho da puta, pára – gritava ela com convicção – não me vou conseguir sentar tão cedo se me continuas batendo no cu.

- Está descansada – respondeu-lhe o Mário em tom sarcástico – Eu bato-te noutro sítio que deve até merecer mais apanhar do que o teu cu, vacoila.

E abrindo-lhe as pernas bem abertas de modo a que também a cona ficasse acessível começou a bater nela com a mesma violência.

- Ai, aii, ai – gritava a Cláudia desesperada e tentando libertar-se sem sucesso pois Mário apoiava agora nas costas dela os seus poderosos cotovelos - na cona, não Mário, na cona não por favor que ma rebentas.

- Cala-te vadia, que se tivesses colhões é que berrarias. Cala-te senão dou-te nela com o cinto e então é que vai doer – ameaçava-a o namorado. Mas Cláudia não se conseguia calar pois devia-lhe estar doendo muito. Eu sempre esfregando a minha pila dura por cima das caças agora só agradecia ao Destino por estar ali naquele momento tamanho era o tesão que o vermelhão da sua pele íntima me causava.

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- Ah, minha grande puta – gritava-lhe o Mário começando a bater-lhe na parte interior das coxas – não fodias comigo porque andavas com a cona bem escavacada das piças a que te entregas por fora, ou pensas que eu sou burro? Sim, porque não seria a picinha miserável da nossa amélia caseira quem te impediria de quereres provar do meu cacete. Mas agora vais ver o que é deixares-me tanto tempo com tesão.

Como estava com as mãos ocupadas batendo e segurando nela mandou que lhe abrisse o fecho das calças e lhe tirasse o pau para fora antes de lhas baixar o que eu obedeci. Mário tinha um caralho e um saco enorme mas naquela tarde achei-o ainda maior e mais grosso, imponente mesmo, onde até as veias sobressaíam na cabeça circuncidada. Tive esperança que mo mandasse chupar como exigia muitas vezes antes de o meter numa das gretas da Cláudia, mas não o fez. Ordenou-me apenas que o ajeitasse junto à cona dela.

-Sente a força da minha piça tesa e dos colhões que tu durante este mês não quiseste despejar, pega – disse-lhe ele esfregando o membro erecto no grelo dela – Sente-a bem que hoje vou gozar junto aos teus dois portões e fazer-te beber o produto do meu gozo. Aposto que também bebeste a esporra dele, boca leiteira.

Cláudia já nem tentava declarar-se inocente, ou de pedir para ser poupada. Gritava apenas de cada vez que a mão de Mário era descarregada nas partes que ainda poucos momentos antes estavam cobertas por aquela calcinha vermelha que me punha o pauzinho em pé só de a ver.

- Puta, puta, puta! – insultava-a Mário esfregando a piça ora na cona, ora no cu dela e procurando que as coxas de Cláudia nunca deixassem de estar em contacto com os tomates dele reluzentes de suor. _ Enfia-lhe a piça na boca já que estás com ela de pé, ó amélia, para veres se a calas. Ao menos mostra que lá por a teres pequenina e gostares de apanhar no cu ainda a sabes usar com uma mulher.

Eu mal baixara as calças ao meu amigo e o vira esfregando o caralho nos dois buraquinhos deliciosos da namorada já não esperei por mais nada e antes que começasse pingando nas cuecas tratei de baixar também as minhas começando a fazer aquilo que um homem faz quando está sozinho e tem os colhões cheios. Por isso a autorização do homem da casa vinha mesmo a calhar. A espancada ainda ameaçou que ma trincava até ma arrancar com os dentes mas Mário retorquiu-lhe que lhe faria o mesmo na cona dela e eu enfiei-lha na boca confiante. Cláudia que devia estar gostando muito de sentir os toques do caralho do Mário nas partes de baixo começou então a mamar no meu não sem antes ter dito que ele não era um caralho suficiente para ser apresentado na boca de uma mulher.

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- Pois – concordou o namorado – estou certo que era bem maior o caralho que chupaste antes de chegares a casa. E tu, ó amélia, se ouviste bem trata ao menos hoje de lhe mostrares o que vales e fode-lhe a boca como um homem de verdade.

Os movimentos do Mário esfregando-lhe o caralho nas partes faziam a Cláudia pular toda enquanto me mamava. Agarrei-lhe no cabelo puxando-o com alguma força para a fazer gemer ainda mais e comecei a dar-lhe na boca com força. O tamanho e a grossura da minha piça, infelizmente, não a faziam gemer quando lhe penetrava a rata ou a sodomizava pelo que era um gozo enorme obrigá-la a bater com os queixos mesmo junto ao meu saco, conduzindo-a pelos cabelos, sem querer saber dos esgares de dor que lhe lia no rosto. Foi uma das poucas vezes em que com eles esqueci a condição de amélia que me impuseram, naquele instante sentia-me um macho tão dominador como o meu colega Mário. Este de vez em quando parava de lhe bater e apertava-lhe o pescoço com as duas mãos dizendo gostar muito de a ver morrer engasgada com um caralho fininho como o meu para lhe fazer perder a vontade de andar comendo caralhos fora de casa.

- Enfia-lhe também os teus colhões dentro da boca, amélia - mandou-me Mário fazer agora com a cabeça do caralho totalmente comprimida entre as duas nádegas dela – já que os tens tão pequenos bem os podes enfiar no mesmo buraco onde tens a piça enfiada que cabem lá todos.

Cláudia estava tão habituada a abrir a boca para fazer broches que mesmo que eu tivesse uns tomates e um pau grandes estou certo que mos conseguiria abocanhar e chupar na mesma. Assim não teve qualquer problema. E ohh, que gostosura era sentir-lhe aquela língua acetinada mordiscando-me os colhões cheios, pressionando-me ao mesmo tempo a piroca contra o céu da boca enquanto a cabeça lhe ia batendo na entrada da garganta. Mesmo com a boca ocupada Cláudia ainda gemia à medida que o espancamento prosseguia e nessas ocasiões as trincadelas que os seus dentes me davam na pila e nos tomates transportavam-me para outra dimensão do prazer. Ohhh! Eu não me importaria de ficar ali horas sendo chupado e mordiscado e assistindo ao espancamento da Cláudia mas Mário com os braços já bastante cansados de tanto lhe bater e com o cacete já bem esfregado nos dois buracos íntimos dela, queria agora ocupar aquele onde eu tinha enfiados minha pilinha e o meu par de ovos vermelhos.

- Vamos meu améliazinha de merda, vê se tratas de despejar essa coisinha baloiçante do fundo da barriga na boca desta vagabunda, que já não deve ser o primeiro leite que a puta bebe hoje - ordenou-me ele – E tu potranca, trata de lho beberes todo como aperitivo que de seguida vou-te encher a boca com o meu.

Os colhões do Mário eram muito maiores do que os meus, produzindo assim muito mais esporra, a Cláudia dizia sempre que as fodas com o namorado lhe enchiam muito mais os ovários do que as que eu lhe dava e por isso quando engravidou disse sempre que o filho era dele e não meu, a minha esguichadela costumava ela dizer era boa como aperitivo parta a esguichadela portentosa que muitas vezes no final, depois de eu a comer, o Mário lhe gostava de dar e não para fazer meninos. Eu é claro tratei de lhe obedecer como sempre, pois de outro modo teria de ir esvaziar os tomates sozinho na sanita da casa de banho o que não me apetecia nada, e com a ajuda das minhas mãos já muito calejadas em tocar punheta tratei de ajudar Cláudia a espremer meu tesão até me desaleitar todo na boca dela. Esta imediatamente tratou de engolir meu sémen, já mais aliviada pois quando me vim Mário parou de lhe bater.

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- Ah minha puta- gritou-lhe Mário – hoje vais-te saciar de beber esporrra como tanto gostas. Vais-te engasgar com a que os colhões de um homem como eu são capazes de produzir. E tu minha amélia fanada, já que gozaste na boca desta coirona vais-me segurar na piça, levar-lha à boca e tocar-lhe uma punheta dentro dela.

Eu já estava vendo que aquilo fora mais uma armação dos dois e que a safada da Cláudia para a satisfazer não se importara de ficar com as nádegas e as coxas a arder. Eu por mim nunca dava por perdidas as oportunidades de mexer na piroca do meu colega especialmente se ela estava tesa como era o caso, e só estava lamentando ele não a querer meter no meu cu em vez de na boquinha dela. De qualquer modo toquei-lhe uma punheta divinal enquanto a Cláudia de joelhos, com a boca totalmente aberta e a língua de fora ia-lhe lambendo o saco que o fez vir-se ao fim de algum tempo. E que esporrradela monumental! Também não admirava, há já um mês que não ejaculava. Tal como fizera com a minha, a porcalhona tratou de a engolir embora quase se engasgasse não só devido à quantidade mas porque sobretudo Mário se veio mesmo na entrada da garganta dela para não lhe dar hipótese de lhe regurgitar nenhuma gota. Quando lho retirei da boca seu caralho começava a murchar mas ainda se apresentava algo duro, não era como o meu que já naquele tempo depois de dar uma entrava logo no estado de sonolência. Mário mandou-me bater-lhe com ele na cara.

- Gostaste do leitinho do meu caralho, puta? Tens uma boca gostosa e juro-te que se sei que andas a dar o pito ou o cu a outro que não a mim e a quem eu autorize te dou outro tratamento igual a este, mas de cinto. E como sujaste a boca mamando na piça do amélia sem teres tido proveito nenhum ordeno que ele agora te faça um bom minete nos buracos em que apanhaste com a minha mão.

Cláudia tinha o cu e a cona totalmente lambuzados com o leitinho dele. Era quando lambê-los ou meter neles me sabia melhor e a Cláudia também. Com um sorriso de satisfação e já sem qualquer peça de roupa a vadia sentou-se no sofá onde acabara de ser espancada, levantou as pernas ao alto exibindo toda a beleza das suas duas gretas, e voltou a ser a dominadora que eu estava habituado a ver.

- Anda meu ameliazinha pila de palito, vem fazer um minete nos buracos conspurcados da Tua Senhora como o Teu Macho te ordenou.

Caí logo de queixos neles. Mário tinha tesão de verdade. Não tardou que estando todo entregue ao entusiasmo do minete, ouvindo Cláudia gritar de prazer a cada toque da minha língua, não sentisse no olhinho do meu rabo empinado a ponta grossa e novamente húmida do cacete do taradão do meu colega fazendo força para entrar. Que havia de fazer senão deixá-lo ir até ao fundo, aliás não era por isso que eu estava esperando há muito? Nunca nenhum minete na Cláudia me soube tão bem fazer como nessa tarde. Nem nunca outra enrabadela do Mário o meu cu gozou com tanto prazer como aquela.

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