Enquanto cursava Engenharia Civil no Porto vivia numas águas-furtadas com o meu colega de curso Mário e a namorada dele a Cláudia, estudante da Faculdade de Letras. Eu era a amélia lá da casa pois era o paneleiro privativo do Mário a quem tinha de dar o cu sempre que ele mo exigia ainda que ele de muito vez em quando me deixasse comer-lhe a namorada. Confesso que tanto gostava de apanhar no cu com a pixota dele como de ir ao pito a ela.
Não recebíamos habitualmente muitas visitas no nosso apartamento mas certa tarde o Mário disse-me que no dia seguinte iríamos receber cinco antigos colegas do liceu que viriam almoçar connosco. Como sou bom cozinheiro o Mário encarregou-me de preparar o almoço.
- Afinal – acrescentou-me – uma boa amélia como tu és não serve só para dar o cu e fazer minetes à Cláudia. É bom que sejas perfeita também nas tarefas domésticas. Por isso vais fazer-nos um bom almoço.
Quando eles chegaram no outro dia eu estava a acabar de cozinhar um ensopado de borrego e às ordens do meu colega fui abrir-lhes a porta vestido como estava, isto é com um comprido avental de pregas branco, tapando-me o peito e as coxas mas sem trazer mais nada por baixo pelo que quando lhes virava as costas se me via o cu. Para me dar uma aparência ainda mais feminina mas sem me procurar disfarçar o sexo, Cláudia tinha-me previamente desenhado o contorno dos olhos com rímel e pintara-me as unhas e os lábios com verniz e baton bem vermelhos- puta. Como seria de esperar os cinco riram-se muito da minha figura e antes de entrarem já me estavam gozando chamando-me paneleiro sem gosto que nem de travesti me sabia vestir.
- Este é a nossa amélia –apresentou-me Mário – é ele quem nos arruma a casa e nos cozinha.
- É, de facto travesti não é – comentou um deles – só pode ser mesmo uma ameliazinha. Mas se tiver um bom cuzinho serve tanto como qualquer paneleiro.
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- Pelo menos deve ter muito calor no cu para o trazer à mostra – comentou outro – Isso é bom.
O meu cuzinho pelo que estava vendo ia ter festa. Fiquei tão contente que o meu olhinho ficou piscando. Mas a pilinha nem se mexia pois ainda que gostasse de ser a ameliazinha do Mário e da Cláudia, nunca representara aquele papel perante estranhos o que não deixava de ser embaraçoso e me deixava envergonhado.
Mário determinou que os servisse durante a refeição e os assobios e piropos que fui ouvindo, bem como os apalpões no cu, nas coxas, na piroca e nos bagos, que os homens presentes me dispensaram sem cerimónias mais me demonstraram a verdadeira razão daquele almoço. Estavam sempre a mandar voltar-me de costas gabando muito meu cuzinho e a estrutura das pernas que de facto são muito bem feitas.
- Tem corpo de paneleiro – gabavam. E eu senti-me envaidecido. No final do almoço que todos apreciaram bastante, Cláudia ordenou-me:
- Ó Amélia, os colegas do Mário gostariam de comprovar como tu és de facto bem mandado e submisso e sem grande préstimo para outra coisa que não seja apanhares no cu. Por isso minha queridinha vais tirar esse aventalzinho que te fica tão bem, mostrares a tua pilinha pequenina a todos e tocares uma punheta. Tocar punhetas é a coisa a que depois de apanhar no cu a nossa ameliazinha mais habituada está a fazer pois era só isso que fazia antes de vir morar connosco.
Os cinco escarneceram da minha virgindade tardia o que me deixou ainda mais embaraçado e sem tesão. Ainda lhes tentei dizer que antes de ir morar com eles tinha ido às putas uma vez mas o Mário mandou-me calar e que tratasse mas era de cumprir as ordens da Cláudia, dando a manivela à mão se não queria apanhar uns bons tabefes. Tirei então o avental e com excepção do casal já farto de conhecer as curtas dimensões do meu pirilau e dos meus colhões, todos os outros se riram a bandeiras despregadas vendo-me nu.
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- Credo, é só esse toquito que este amélia tem ao penduro – espantaram-se – Ó Cláudia tu só lhe deves abrir as pernas para ele te coçar o grelo, porque não há-de fazer muito mais do que isso.
Esta porém já me ordenara que começasse tocando ao badalo mas com cuidado porque não queria o chão sujo com a minha esporra, caso em que mo faria lamber como eu muito bem sabia. Embora não tenha nojo em beber a minha esporra e até já tivesse bebido muitas vezes a do Mário comecei a esgalhá-la com cuidado. Mas o facto de estar nervoso com os comentários depreciativos que os espectadores iam fazendo sobre a minha pouca masculinidade, fez com que por mais que esfregasse o caralho este se recusasse a pôr-se em pé.
- Broxista, piça mole, nem tesão para uma punheta tens, ameliazinha – comentavam, ao que a Cláudia fazia coro;
- Não tens vergonha, amélia? Na primeira vez que tens a oportunidade de mostrar aos nossos amigos que ainda és suficientemente macho para pores essa pilinha insignificante tesa, broxas? Enfia um dedo no cu a ver se ganhas força na verguinha.
Inclinei o tronco para a frente de modo a empinar mais o cuzinho e fiz o que a Cláudia sugeriu depois de ter cuspido no dedo. Mas nem masturbando-me com ele enquanto me punheteava, a maldita piça se punha em pé pelo menos de uma forma duradoura. Cláudia vendo como aquilo não funcionava não parava de me insultar. Parecia furiosa.
- Amélia de merda. Se amanhã te nascerem hemorróidas até para apanhares no cu deixas de servir. Pareces um velho de piça morta que só consegue mijar para os sapatos. Tira o dedo do cu e chupa-o, talvez o gosto do tesão que trazes no cu te devolva o tesão à piça, agora enfia-o de novo no cu.
Eu fazia o que ela mandava mas a piça não se mostrava empenhada em colocar-se na posição de combate. Ruborizado consegui explicar-lhe que me sentia inibido e que se talvez ela também estivesse nua eu vendo-lhe o pito me conseguisse entesar.
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- Coitadinho – brincou ela – então queres ver-me a rata e os marmelos para ganhares tesão? És uma ameliazinha tão querida que mesmo não sendo eu uma puta vou fazer-te a vontade, apesar de ter de os mostrar a tantos homens.
E passando à acção removeu igualmente a sua roupa. Cláudia depilara os pentelhos da testa, era a primeira vez que a via de pentelhos raspados pelo que o seu pito e os seus lábios vaginais rosados, inchados e túrgidos, quando ela se encostou para trás no sofá, surgiram muito mais escancarados ao meu olhar. E de facto aquela visão excitou-me e ao fim de mais algumas esfregadelas vigorosas com a mão minha piroca apresentava-se finalmente armada e grossa.
- Afinal a amélia sempre tem tesão – ouvi alguém reconhecer – e eu também estou a ficar. Se me dão licença, apesar da presença de uma menina, vou tirar a minha piça para fora do fecho das calças e fazer o que a amélia está fazendo. Sempre é uma maneira de me ir entretendo.
Só esperava que os outros não o resolvessem imitar decidindo resolver seu tesão manualmente pelo que eu agora estava-me apetecendo provar no cu com a piroca de todos. Mas por enquanto só o Mário lhe fazia companhia tocando ao bicho, os outros limitavam-se a ver.
- Vêem como a pilinha da amélia fica excitada quando está a coçá-la à mão e me vê o pito, ou me vê o Mário comendo-me? – perguntou Cláudia – E querem ver como ela fica dura quando eu o deixo lamber-me e cheirar-me a greta? Vamos, amélia das punhetas, põe-te de joelhos e gatinha até à minha coninha que quer ser lambida pela tua língua de lambão. E não pares a punheta nem te esporres no chão.
De facto gosto muito de fazer minetes numa coninha apetitosa como a que Cláudia tinha e por isso gatinhei com muito gosto até lhe cair de queixos no entre - pernas e começar a lambê-la.
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- Ooohh, sim, que bom – exultava a puta – A nossa amélia tem uma boquinha e uma língua deliciosa. O que lhe falta de força na piça sobra-lhe na língua. Ooohh, sim, que booom! Mas um dedo é fino demais para o poderes apreciar devidamente no cu. Enfiem-lhe um vibrador. E bem grosso para que esta bichinha se console toda.
Vibradores era o que mais havia lá em casa pois até Cláudia apreciava enrabar-me e como de facto estava sentindo necessidade de uma coisa mais avantajada no cuzinho acolhi tal sugestão com prazer. Mário foi buscar um grandalhão e depois de o ter esfregado na cona da namorada fazendo-me lambê-lo enquanto lhe executava o minete, enrabou-me com ele sem grande meiguice como sempre pois gostava de me ouvir gemendo sendo penetrado, sempre sem parar de se punhetear. A maioria dos rapazes nesta fase, já tinham baixado as calças ou tirado a pila de fora. De vez em quando um deles acercava-se de mim ou de Cláudia mandando-nos que lha tocássemos nós durante um bocado. Mário já habituado a ser chupado por mim foi o primeiro a ordenar-me que parasse com o minete a Cláudia e a chegar-me o caralho à boca e o seu acto não tardou a ser seguido pelos outros. Mas não fui só eu quem tive de mamar neles. Quando tinha a boca cheia os que não cabiam enfiavam-se na boca da Cláudia, e iam alternando na minha e na dela. Mas Cláudia que estava gozando com o meu banho de língua não pareceu satisfeita por estar agora a mamar no pau dos convidados ao invés de ser a racha dela a ser mamada.
- Seus grandes paneleiros que só apreciais o cu de bichas e que vos mamem no caralho, tenho a cona aos saltos de tanto tesão que a língua desta amélia me provocou, e vou precisar de um grande caralho dentro dela para mo acalmar. Aposto que estais todos mortinhos pelo mesmo mas estando na presença do meu namorado mal seria se escolhesse um de vós para o cumprimento de um dever cuja honra lhe cabe a ele.
- Nem eu deixaria que isso acontecesse – esclareceu o meu colega de curso – Tanto mais que trago os colhões a rebentar pelas costuras e a piça com uma vontade danada de entrar num buraquinho. E como aqui a amélia deve ter o cu a latejar de tanta vontade de provar sarrafo nele vou mostrar como um homem consola uma putazinha de cona quente e um paneleiro, só com uma piça bem tesa.
Mandou-me então ajoelhar-me com o peito apoiado no sofá e que Cláudia me montasse nas costas, de barriga para cima. Prendendo-lhe em seguida com as mãos as pernas ao alto foi-lhe dando, ora no pito, ora no cu, ora na própria boca.
- A minha piça também chega para ti, ameliazinha que mais pareces um potrozinho castrado– dizia-me sempre antes de tirar de um dos buracos dela para o meter no meu, ao fundo das costas –É uma pena teres só um buraquinho, se tivesses dois como a Cláudia teria todo o gosto em preencher-tos com a minha piça como faço aos dela. E geme quando te estiver a ir ao cu que as amélias gemem sempre ao provar um caralho de autêntico macho.
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Não era preciso pedir-mo. Quando aquele foguetão me entrava pelo reto acima e me batia no troço eu até via estrelas apesar de estar gozando como uma fêmea no cio. Quando Mário retirava sua piça do meu cu para a voltar a enfiar na Cláudia colocava-me novamente o vibrador dentro dele, e quando estava dando em mim enfiava-o num dos buracos dela de maneira que uma das nossas gretas estava permanente entalada com aquela tora de silicone. Os outros aplaudiam aquele foda dupla e incentivavam-no a continuar.
- Isso, fode esses dois. Mostra-lhes como és macho. Bate bem fundo com os colhões no cu dessa amélia que ela o trazia bem acalorado.
Cláudia também pedia sempre mais de maneira que ambos levamos uma coçadela que durou imenso tempo e só terminou quando Mário se veio avassaladoramente. Cláudia tivera vários orgasmos que todos nos apercebêramos claramente mas antes de Mário se esporrar pediu-lhe que o fizesse dentro dela.
- Minha coninha está precisando muito de ser aleitada com o teu leitinho, Mário. Não o vais desperdiçar no cu desta amélia.
A amélia também tinha direito ao leite dele mas estava certo, Cláudia era a namorada tinha primazia sobre mim, por isso foi a cona dela quem beneficiou daquela esporradela quentinha e não a minha boca ou o meu cu.
- Meus amigos – disse Mário voltando-se para a plateia, e já com a piroca flácida de ter gozado – muito pouca hospitalidade teria se depois da satisfação que estas duas putas me deram se não as dividisse com vocês. Por isso meus amigos usem-nas à vontade e posam tirar delas o mesmo proveito que acabei de tirar.
Não era preciso dizer-lhes mais nada, dir-se-ia só estarem esperando tais palavras pois sem deixarem a Cláudia desmontar de cima de mim comeram-nos a ambos, um de cada vez, fazendo como o Mário nos tinha feito, indo alternadamente ao pito e ao cu dela e depois ao meu, voltando a repetir tudo do inicio vezes sem conta até alcançar o orgasmo e nos passar ao próximo. Só que agora os que aguardavam a sua ocasião não se limitaram a esperar. Enquanto íamos sendo penetrados os restantes faziam-nos chupar-lhes os cacetes de maneira que comi com tanta esporra pela boca como pelo cu e Cláudia não me ficou atrás pois até Mário se entusiasmou com aquilo não tardando a ficar de pau duro e a juntar-se-nos igualmente na chupadela. Levei uma baita arrombadela que me impediu de andar direito nos dias mais próximos e não deixei de admirar a Cláudia que tendo apanhado a dobrar ficou em melhor estado do que eu. Mas ela era uma mulher de verdade, naturalmente mais apta do que eu a suportar tanta verga. E não só. Eu ainda permanecia com os colhõezinhos cheios de leite seminal pois apenas me vinha quando o Mário ou a Cláudia mo autorizavam, e esta ainda achou forças para mos desaleitar.
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- Minha querida amélia portaste-te tão bem, servindo-nos gostosamente a todos que não acho bem seres o único a ficar de saco cheio – disse-me ela – Até a mim me serviste com a língua e carregando enquanto estava sendo penetrada por estes machos, que mesmo tendo um pilau tão curto não seria justo deixar-to assim armado. Anda, mete a tua pilinha nas minhas mamas que a tua amiga deixa-te tocares nela uma espanhola.
Oh, supremo gozo! Que feliz eu me senti ouvindo tais palavras já que as mamas duras e grandes da Cláudia valiam bem uma dúzia de conas. Uma espanhola nelas era quase tão bom como apanhar no cu, e naquele caso até melhor pois era a oportunidade que tinha de gozar e me sentir um pouco macho, embora estivesse tão contente com o meu desempenho como a amélia do Mário, da namorada e dos colegas de liceu. Cláudia apertou as mamocas com as mãos e eu encaixando a pila no reguinho formado pela junção superior das mesmas fodi-as longamente.
- Isso mesmo, ameliazinha – ouvia-os dizendo – não entras muito fundo numa cona aberta por causa do tamanho da tua piça mas consolas-te todo no buraquinho de duas mamas.
E Cláudia satisfeita acrescentou:
- Vou-te dar um prémio, ó amélia, vou-te beber a esporra como bebo a do Mário. Anda, apesar de teres a piça pequena prova-nos que consegues esguichar a esporra longe e acerta-me na boca com ela– e colocando a cabeça o mais em linha recta com a cabeça do meu caralhinho, abriu a boca - anda, esporra-te já que as enrabadelas que apanhaste no cu te devem ter feito ficar cheio de tesão.
Era mesmo o meu dia de sorte. Depois de ter provado tanto caralho no cu e na boca, de lhe ter feito um minete, ganhara uma espanhola nas mamas da Cláudia e ela ainda me deixava esguichar-lhe o sémen na boca. Bom, nem todo lhe acertou dentro dela, muitas das minhas cuspidelas atingiram-na no queixo, no nariz e nos olhos e essas ficaram para eu lamber.
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- Um dia destes ainda te pomos na rua a fazer de puta para ganhares para as despesas da casa – disse-me o Mário. Depois do que sucedera estava pronto para tudo. Por isso disse de imediato:
- Oh, sim, quando quiseres. Já que sou a amélia cá da casa não me importo nada de ser igualmente a puta. Apenas quero que continues a ir-me ao cu, a chupar-te e a chupar a cona da Cláudia.
De facto se continuasse tendo acesso àqueles dois itens, ainda hoje continuaria sendo a amélia do Mário e da Cláudia e a puta de quem eles quisessem. Mas fiz algumas vezes mais de puta por conta deles. Mas tais episódios talvez fiquem para outra altura.