Vou continuar relatando a temporada na chácara do meu chefe e para quem não estiver entendendo nada é só ler o conto “Fui abusada pelo caseiro no meio da noite”, garanto que não irão se arrepender. (rs ...)
No dia seguinte, após ter uma deliciosa noite de sono principalmente por ter sido abusada pelo caseiro, (rs ...) acordei por volta das 10hs o brilho do sol já invadia o quarto. Vesti uma calcinha bem pequena, uma blusinha branca, destas que se amarra na nuca (sem sutiã) e um shortinho jeans bem curtinho todo desfiadinho na barra e um chinelinho havaiana branco.
Sai do quarto, passei pela sala e cozinha, Carlos não estava por ali, na mesa da cozinha havia um super café da manhã prontinho pra mim!! Fiquei encantada, aquele cabloco sabia como conquistar uma mulher.
Lavei o rosto, escovei os dentes e depois fui tomar meu café da manhã, e que café viu. Tinha bolo, pães, geléia, queijo, tudo do bom e do melhor. Depois do café da manhã fui lá fora tomar um ar, vi a caminhonete de Carlos parada, mas não o via. Pensei que poderia estar em seu casebre então fui andando até lá e aproveitava para contemplar a natureza.
Quando cheguei bem perto de seu casebre o vi passar rapidamente por uma das janelas que estavam abertas. Estava sem camisa e aquilo já me deixou toda ouriçada e resolvi espiar fiquei atrás de uma árvore e alguns arbustos, quase de frente para a janela. Não demorou muito e pude vê-lo. Estava tirando sua calça, uhmm que delicia ele usava uma boxer branca, adoro boxer branca!! Depois a tirou ficando completamente nu, eu o via de costas, ele tinha um bumbum muito sexy (rs ...) foi que de repetente ele virou-se de frente pra janela e nossa minha gente, que homem!! Que meninão ele tinha (rs ...) ele pegava umas roupas que estavam num canto. Então o vi vestindo uma cueca velha e nada sexy, (aí credo, toda relaxada) e uma calça meio suja de terra e rasgada. Saiu do quarto, abaixei-me para me esconder melhor e espiando o vi sair de sua casa e entrar na horta que ficava logo mais a frente.
Passado um tempinho fui chegando próximo da horta, espiei, e o vi ali descalço e amassando a terra com o pé. Era uma terra vermelhinha, seu suor descia pelo seu corpo, aquele peitoral cabeludo uhmmm. Resolvi ir até ele, logo percebeu minha presença e sorria me desejando bom dia e com a cara mais descarada do mundo ainda me perguntou se eu tinha dormindo bem. (rs ...) Só de lembrar da noite anterior, aiiii, me arrepio toda. Com uma carinha de sapeca respondi que sim e o agradeci pelo ótimo café da manhã.
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Perguntei o que estava fazendo, ele respondeu que estava preparando a terra e que precisava fazer aquilo antes da chuva começar a cair, olhei para o céu, tinha algumas nuvens, o dia estava extremamente quente e ao mesmo tempo ventava bastante. Disse a ele “Você é louco? O dia está lindo!!”, ele sorria e dizia “a mocinha da cidade tem muito a aprender ainda”.
Sorrimos e olhando ele ali disse “será que posso te ajudar? Sempre tive vontade de trabalhar com terra assim”, ele disse “claro vem cá”, tirei meu chinelinho abri a cancela e fui entrando naquela área da horta, a terra estava bem macia. Cheguei ao seu lado perguntando “como é que faz?”, ele veio se colocou bem atrás de mim, se encaixando no meu corpo, eu nada sapeca deixava.
Carlos começou a demonstrar como fazia de forma que roçava bem gostoso seu pau na minha bunda e o sentia ficando duro, comecei a repetir os movimentos toda empinadinha esfregando minha bunda nele. No meu ouvido ele dizia “uhmm está indo muito bem”, sua mão repousou na minha cintura e sentia aquela mão grossa e suja de terra acariciando minha barriguinha, eu olhava pra trás sorria bem safada.
Foi que num passe de mágica os irrigadores que estavam espalhados pelo chão começaram a disparar, eram muitos, jogavam água por todos os lados e longe chegando a molhar minha blusinha deixando-a transparente. Meus seios que já eram evidentes na blusinha ficaram mais ainda; na hora que senti a água eu dei um gritinho de susto e o via rindo da minha cara. (rs ...)
Sendo bem irônica perguntei “esta é a sua chuva cabloco?”, ele nada respondeu e seu olhar que estava a admirar meus seus seios começou a subir e já não olhava mais para mim, seu olhar neste momento estava estranhamente perdido, parecia olhar o nada, o infinito. (rs ...)
E eu puta com ele por ter me molhado ai segundos depois ele abriu um sorriso e disse “não, aquela é a minha chuva”, olhei pra trás e vi o morro e a vegetação ficando branca, vinha uma chuva das boas!! Minha reação na hora foi sair correndo só que ele me segurou pelo braço e eu gritando pedindo pra ele me soltar, e gritando de verdade pois não gosto muito de me molhar a toa, ele ria, dava altas gargalhadas.
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Foi então que ele me puxou de uma vez junto ao seu corpo e me beijou, ai pronto, foi o que precisava fazer para me amansar e em um minuto a chuva começava a caiar sob nós. Era sol e chuva ao mesmo tempo. Nossa que beijo gostoso, sentia suas mãos deslizando pelas minhas costas, foi aí que o empurrei de uma vez!! Ele se desequilibrou e acabou caindo na terra que já era puro barro por causa da chuva. Fiquei rindo dele que logo veio pra cima de mim, tentei sair correndo só que escorreguei e cai de bunda naquele barro.
Carlos logo veio e deitou em cima de mim. Nossas pernas entrelaçadas e enquanto me beijava sentia aquelas mãos sujas de barro segurando minhas coxas as apertando e em seguida elas subiam pelo meu corpo apertando meus seios por cima da blusinha que a altura do campeonato estava ficando toda marrom. (rs..)
Carlos desamarrou de maneira muito rápida minha blusinha e logo estava chupando meus seios, que delicia, que boca, e a chuva não parava, parecia cena de filme, (rs ...) sua boca foi descendo pela minha barriguinha me enchendo de beijos, começou a desabotoar meu short, abaixou o zíper e foi puxando ele, assim que tirou-o jogou meu querido short longe caindo naquele barro todo, (aii que dó quando lembro rs...) minha calcinha branca de renda ele arrebentou com seus braços fortes e ali mesmo começou a chupar minha menina, sua língua entrava de forma voraz e animalesca, depois sentia-o brincar em meu grelinho com sua língua e eu gemia feito uma putinha safada.
Ele se ajoelhou e abriu sua calça colocou aquela cueca frouxa de lado (rs ...) e eu via aquele imenso instrumento duro diante de mim. Carlos levantou uma de minhas pernas no ar, meu pezinho estava sujinho de barro e ele ficava o olhando e acariciando. Conforme a chuva caia e ele acariciava, meu pé ia ficando mais limpinho e não demorou nada para Carlos abocanhá-lo, chupava meu pezinho com muita vontade, nossa que delicia aquilo eu deslizava meu outro pezinho em seu peitoral o arranhando levemente com as unhas e o sujando de barro.
Já não agüentava mais e como uma putinha acabei pedindo “vem aqui seu cabloco safado me fode bem gostoso”, imediatamente ele se pôs entre minhas pernas, ajeitou seu membro na minha guria e penetrou-me, uhmmm, passei a gemer intensamente o sentindo estocar forte. Eu fechava os olhos sentindo a chuva tocar meu rosto, enquanto aquele homem me comia muito gostoso.
Carlos começava a estocar mais forte e depois de algumas bombadas acabei gozando, uhmm, minhas pernas até tremiam, senti-o acelerar as estocadas e minha bucetinha queria quebrar aquele pau de tanta contração foi então que ele gozou. (Dentro!! Ainda bem que eu tinha o remedinho pra tomar depois rs ...)
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Ele jogou o peso do seu corpo sob o meu e ali ficamos nos beijando por um tempo. Depois ele se levantou acabou de tirar sua calça ficando completamente nu, me carregou em seus braços e me levou até seu kasebre, a chuva já estava cessando.
Tomamos um banho junto, transamos, depois fomos para o seu quarto em sua cama de colchão de palha!! Fizemos amor durante horas e acabei dormindo de colchinha com aquele cabloco gostoso, envolvida em seus braços e perna.
Quando amanheceu, acordei primeiro que ele. Consegui sair de seus braços, levantei-me deixando-o dormindo, fui até sua cozinha olhei tudo o que tinha e preparei um super café da manhã, deixando tudo sob a mesa da cozinha.
Olhei para ele dormindo, suspirei “aiii que homem” e saí deixando-o dormindo, fui caminhando completamente nua pela chácara até a casa que estava. Nossa que delicia é andar assim nua sem medo, sem receio!
Bom este foi o segundo dia aqui na chácara, acredito que ainda consiga escrever mais dois ou três contos para poder descrever toda minha temporada na chácara. No próximo provavelmente contarei sobre um forró que ele me levou, (rs ...) foi emocionante.
Obrigado pelos comentários no conto anterior e espero que tenham gostado deste. Quando falei que teria verdadeiras cenas de cinema, não estava mentindo. (rs ...) Comentem !! É muito importante pra mim.
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É... Jogue suas mãos para o céu e agradeça se acaso tiver um conto tão gostoso pra ler!.... hahahahaha... Adoro Hyldon, mas você foi muito mais além com essa estória saborosa.