No caminho de volta Ana confessa que ainda está super molhada e que pretende repetir a cena novamente, pois nunca se tinha sentido tão desejada e preenchida o seu corpo ainda arde de tesão, sua boca ainda sente os sabores distintos enquanto passa a língua pelos lábios confessa-me que o seu sexo tem gravado os tamanhos de todos que a penetraram bem como as línguas que a estimularam analmente.
Colocando uma mão entre as suas pernas acariciando-se estendendo agora uma mão esticando um dedo passando-o pela minha boca deixando-me excitado de imediato ao questionando-a sobre o que pretende descreve-me uma fugaz aventura na natureza estacionaríamos ali o carro e colocada sobre o capo seria possuída, como tínhamos a lua por companhia por entre estradas estreitas não nos faltariam sítios para consumar tal acto de pura tesão.
Ana acaricia-se de forma intensa o cheiro a sexo invade a modesta viatura o meu pau cada vez mais hirto desponta dos meus calções uma mão de Ana acaricia-o apertando-o, eis que se aproxima o local perto de do portinho da Arrábida, paro desligo o carro sai-mos e encontramos nos na frente, ela sobe para o capo abrindo bem uma perna indica-me a sua ratinha, a minha boca magicamente atraída em sua direcção bebe toda a humidade que brota do seu interior saciando a minha sede de sexo desenfreado gulosamente deliciado com a visão de seus peitos ao luar.
Dispo os calções e penetro-a sentindo uma verdadeira furna gozo, selvaticamente vou mais fundo que posso enquanto as suas unhas se cravam na minha pele, Ana ardentemente sussurra palavras desconhecidas com se a torre de babel novamente caiu por terra. Beijando e mordendo os seus bicos delicio-me como uma criança com um chupa-chupa, as minhas mão firmemente seguram as suas ancas ajudando a controlar a penetração desenfreada, agora levanto-a e de pé com as suas pernas enlaçadas ás minhas ancas com ela cavalgando em mim.
Suamos que nem loucos nesta corrida sexual, até que Ana se libertava para se debruçar rapidamente sobre o capo quente do carro com o seu cu redondo instigando uma penetração não me fazendo de esquisito apontei a cabeça molhada do meu pau que se perdeu de imediato no fundo fazendo-a soltar um grito de dor logo substituído por gemidos e obscenos comentários, estava realmente irreconhecível uma verdadeira putefia, vagabunda, escrava do prazer.
Os movimentos cada vez mais intensos, deixam aquele olho cada vez mais dilatado peço-lhe que o vá contraindo abraçando o meu membro simulando uma camisa-de-forças da qual eu não quero fugir, feita cabra aperta e rebola acelerando o meu orgasmo que se adivinha intenso animal ela arfando quer que eu me venha dentro do seu cu, deseja ser a fiel depositaria de um rio de leite masculino. O tão esperado orgasmo irrompe inundando o seu interior em cascatas espasmódicas.