Dias depois daquela louca e tórrida noite de amor em que a minha namorada esteve pela 1ª vez com outra mulher que nunca mais se falou em mais alguém na relação.
Eu como tenho a chave de casa dela muitas vezes chego mais cedo que ela e vou preparando um ou outro jantar mais romântico, imaginando entretanto as formas como vou possui-la mais uma vez.
Um dia desta semana chego a casa dela sem avisar carregado de compras e bom vinho.
Ao abrir a porta eu vejo que as luzes estão ligadas pensando que seria a mãe dela pouso as compras e pé ante pé sigo em direcção a divisão iluminada, oiço sorrisos vindos da sala de jantar e pensei “a mãe dela não sorri assim talvez a minha sacaninha esta a preparar-me alguma”.
Como a sala dela tem uma porta com vidros fumados para a sala de jantar eu em vez de ir directo para a sala de jantar fiquei por ali a para ver 1º o que estaria a fazer…
Surpresa lá estava ela com a mesa cheia de papeis e mais uma colega de trabalho a Sara que é uma trintona (36 anos bem malhados) ambas estão a olhar para o portátil de Sara a sorrir curioso eu tento ouvir com atenção o que falam.
Entre sorrisos e olhares Sara prega um valente beijo nela que não oferece resistência, a duas beijam-se novamente de forma louca, dá para perceber que paira tesão pelo ar, sinto o meu pau subitamente a subir e todos os poros da minha pele arrepiados (contagiante não é?) .
Sara e T. estão vestidas ainda com a classe e brilho de quem trabalha numa empresa de nome e exigente. De saia cinzenta camisa branca bem como o cabelo divinamente apanhado (Sara de óculos à executiva que eu tanto adoro!) T. já não usa pois fez o lasik e não precisa.
A cena parecia tirada de um filme, S. fecha a tampa do portátil e afasta os papeis ergue T. para cima da mesa abrindo-lhe as pernas subindo a saia e afastando a tanga beija-a novamente e delicadamente acaricia a sua ratinha dizendo-lhe “esperei tanto por esta oportunidade” e eu pensei “Eu também”.
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O meu pau latejava de tesão mas tinha de me manter sossegado em silencio (que suplicio), enquanto observava as duas gatas a deliciarem-se mil e uma duvidas sobre a atitude a tomar ocupavam a minha alma “Vou não vou, fico não fico” era demasiada excitação para o meu coração.
Seguidamente camisas caem pelo chão saias também, cabelos soltos e o prazer mantém-se naquela sala de ambiente quente, a língua de Sara penetra a boca e a rata de T. que cada vez mais ofegante implora por prazer. S. rapidamente a retira de cima da mesa e a coloca a seus pés encostando-se a uma parede pegando pelos cabelos a dirige ás suas mamas e lhe vai dizendo “chupa mordisca!”, obediente que é T executa (parece que S. gosta de dominar ou sabe o que gosta) daí ate a ratinha é uma língua Obriga-a a lamber, chupar, penetrar até que explode num silencioso orgasmo,”hummmm, cabra” diz ela, a minha gata sente o gozo na sua boca e exige-lhe o mesmo tratamento, S. troca de posição e acaricia-a enquanto lambe invadindo o seu sexo com um dedos, dois, três até que uma mão abre de forma definitiva aquela rata deliciosamente quente e húmida, subindo uma perna de T. por cima da cabeça rondando até que de costas fique e com outra mão abre as nádegas enfiando a língua dentro do olhinho do cu.
A minha felina geme, treme e arrepia de prazer até que um violento orgasmo ocorre, eu sentindo que já havia terminado novamente pé ante pé vou em direcção á porta que novamente abro e fecho com barulho, fazendo o mesmo com os sacos e falando, “T. cheguei” e dando algum tempo, pois fui arrumando as compras e 5 minutos depois elas aparecem como se nada se tivesse passado indagando “o que vamos jantar, hoje temos visitas” eu com ar de surpreendido “ok! A comida chega para todos…têm muita fome?”