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Relatos eróticos de Incesto

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TARDE LOUCA DE PRAZER

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Escrito dia 02 de dezembro de 2008 na categoria Incesto por CASTRO

TARDE LOUCA DE PRAZER

Um dia à tarde, minha filha mais velha veio-nos visitar sozinha sem os filhos. Mal chegou deu-me um beijo e perguntou pela mãe: — Não está, saiu, estou só. — Queria falar contigo, ainda bem que a mãe não está. Notei-lhe um certo torpor ao falar, parecia ébria: — Que tens? Bebeste alguma coisa? — Só umas cervejinhas... Agora tinha a certeza, estava bêbeda. Ela que é tão bonita, vinha mal arranjada, notava-lhe os bicos dos seios no top de seda verde, pois não trazia soutien. Mini-saia plissada, preta e tão curtinha, que ao subir as escadas, lhe vi as calcinhas de seda vermelhas. Trazia sandália de salto e uma carteira pequena ao ombro, lábios e olhos pintados e o cabelo um pouco em desalinho, enfim... Parecia mais uma mulher da rua. Mal entrou, disse-me com o maior descaramento: — Estás a olhar? Nem desconfias que ando a dar a cona para ganhar a vida? Sou puta paizinho! Sou a puta que sempre gostaste que eu fosse. Sou uma vaca, uma cadela vadia. Dou a cona e cu, mamo piças, faço punhetas e até dou os sovacos para me foderem, consolo os homens como me ensinaste. Até chupo conas, sugo mamas e lambo cus. Levo com cacetes de cavalos e de cães pela cona acima. Faço tudo que uma meretriz deve fazer. Sou uma putranca, uma vadia que adora tapar todos os buracos do corpo e banhar-se em esporra e engolir esperma de machos. Vivo no pecado, na luxúria e no prazer... Hoje tive azar, ainda só fiz um broche por dez euros e dei uma foda com o meu amante, mas esse, não paga, o filho da puta! Nenhum pai, por mais insensível que seja, gosta de ouvir tais palavras. — Fiquei atónito, mas o pior estava para vir. — Não tens por aí cinquenta euros que me dês? Meio atordoado ainda respondi: — Tu não sabes a nossa situação, onde vou arranjar esse dinheiro, não tenho! — Anda lá. Disse ela: — Faço-te uma mamada e podes-me comer o cu, que dizes? Eu não tinha palavras, para o que acabava de ouvir. Sem que respondesse, abriu-me as calças, tirou-me a piça para fora e de joelhos abocanhou-me a piça iniciando um broche com uma punheta. Tinha o caralho meio mole, ainda tentei afastá-la mas já era tarde. Fiquei logo com a piça dura e o tesão falou mais alto, ainda por cima, já há muito tempo que a mãe dela não me satisfazia. E ela, bem... Ela continuava a ser a musa dos meus devaneios, aquela boca, aquela cona, aquele cu, à muito me tinham enfeitiçado mentalmente, num incesto à muito imaginado. Deixei-me ir... Abri as pernas para ela se acomodar entre elas. A puta sabia pôr-me doido com aquela boca quente e cheia de tesão. Aiiii... Aiiii... Que me esporro... Ela tira o caralho da boca, levanta a saia e tira as calcinhas: — Toma meu lambedor, chupa... que sei que gostas das minhas calcinhas a cheirar a mijo e estas têm esporra da foda que dei de manhã. Ela sabia... Oh como sabia... Da minha tara por calcinhas de seda. Quantas não me deu ás escondido da mãe, para eu cheirar e lamber ás vezes ainda quentes do seu corpo e sujas de urina e secreções da sua coninha... Quantas punhetas bati com elas à volta da piça até me esporrar e devolvê-las para que ela pudesse chupar a minha langonha e habituar-se ao seu cheiro, para que fosse uma verdadeira puta no futuro. Sim, desejei que ela fosse a maior puta do mundo, que aprendesse a servir os homens, a dar-lhe todos os seus orifícios para que gozassem, ensinei-a a fazer broche até ao limite, para que soubesse engolir uma piça até à garganta. Ensinei-a a vestir lingerie e a saber que essa... é a verdadeira pele duma mulher na cama, mentalizei-a a ser uma verdadeira fêmea e saber seduzir um macho, com arte e luxúria. Fiz-lhe ver aquilo que mais estimula um homem, seja umas calcinhas de seda e renda, uma cinta liga e meias, ou um babydoll transparente. Proibia de alguma vez dormir de pijama, sempre de camisa de noite atraente e vaporosa, capaz de levantar um caralho ao primeiro olhar. Enfim... Fiz dela aquilo que gostava que minha mulher fosse. Dei-lhe a ler “ As mil e uma noites” o “Kamasutra” e outras leituras eróticas. Mostrei-lhe todos os filmes eróticos do grande mestre Joe D’mato. Concebi-a para ser uma mulher, amante, puta e principalmente, sedutora.

Foi por tudo isto, que não deixei escapar aquela hora em que meteu a minha piça na boca, era um teste ao fim de tantos anos. Ela de pé com aquele lindo cu virado para mim, desafiava a minha loucura: — Anda... Mete-me essa piça pelo cu dentro... Esbocei um gesto para me levantar do sofá, mas ela veio-se sentar e enterrar-se na minha piça, que naquele momento já explodia de tesão, encaixou-se abrindo as nádegas, agarrei-a pelas ancas e ela começou um cavalgar selvagem mas delicioso, depois de fazer um rebolado até sentir bem fundo do seu ânos aquela piça em brasa: — Anda pai... Fode-me... Come-me o cu... Anda... Anda... Enraba-me... Com uma mão por baixo, ela agarrou-me os culhões, afagando-os com leveza e massajando aquele ponto “G” que todos os homens têm junto à próstata. Entrei em delírio... Levei as mãos ás mamas e fiz força para dentro daquele cu que punha doido; — Toma minha puta... Engole a piça do pai... Encaba-te nela... Vem-te para mim... Vou-me esporrar... Vou-me esporrar... Não! — Gritou ela. — Quero essa esporra na boca... E de repente sai de cima de mim e metendo a piça na boca, continuando a massajar-me a próstata, até me enfiar um dedo no cu, sempre a chupar até eu sentir a glande inchar e explodir toda a esporra que lhe lanço pela garganta e que ela engole até à última gota, ficando a lavar-me a cabeça da piça com a língua, até ficar limpa dos restos de langonha. Pegou nas suas calcinhas do chão, limpou a cona e o cu com elas, esticou-as com as duas mãos e pô-las entre as nossas bocas para um beijo, tendo pelo meio, aquele sabor e cheiro delicioso do seu corpo. — Esta foi de graça! Gostas-te? Fica com as calcinhas que tenho outras na carteira. Pegou noutras calcinhas de renda pretas e vestiu-as à minha frente, mas antes de tapar a cona e com elas a meio das pernas ainda me disse: — Olha que linda que está! E passou a mão suavemente pelos lábios vaginas, abrindo-os e soltando aquele grelinho lindo. Ela sabia que eu não resistia a tal delicia e caindo de boca, meti a língua naqueles lábios de mel, sugando aquele grelo em brasa: — Huuuummm... Que booommm... Ela agarrou-me a cabeça contra a cona e gemendo de gozo: — Chupa... Lambe pai... Faz-me vir na tua boca... Anda trombeiro... Anda chupador... Tromba nessa coninha... Aiiii... Aiiii... Que Booommm... Vou-me viiiirrrr... E dobrando o corpo para trás, teve um orgasmo celestial quando senti na minha boca, os seus líquidos vaginais que engoli enquanto lhe beijava a cona em delírio. Beijou-me em seguida e a sua língua entrelaçou-se na minha com doçura, lambendo-me a boca e limpando os seus próprios sucos. Pegou na carteira e saiu porta fora: — Dá um beija á mãe, para a próxima trago o teu neto, que está cada vez mais bicha! Fiquei ali sentado, aliviado, mole, já não tinha idade para tanta orgia, mas estava consolado, A minha filha era uma puta fabulosa, sabia bem como fazer gozar um homem. Merecia estar numa casa de classe, ser tratada como uma grande meretriz, sempre vestida com sedas, nylon’s e cetins, rendas e tules. Peças de lingerie vaporosas e provocantes. Com cintas liga, camisas de noite transparentes de finas alças e delicadas rendas, espartilhos brilhantes e babydoll’s provocantes, de lábios, unhas e olhos pintados, sapatos de salto alto e deitada numa chaise-long como uma deusa, onde os homens à sua volta se babassem de espanto no meio da sua luxúria, inebriados pelo seu perfume e pela beleza do seu corpo de fêmea. Depois numa cama de lençóis de cetim, ser uma verdadeira puta, uma cadela com cio, uma Messalina do prazer, onde por entre gemidos celestiais, se de-se de corpo e alma ao seu macho, levando-o ao céu, ao limite do prazer, até sucumbir em seus braços de marfim consolados pelo gozo, inundada de esperma que é a vida e o mel dos deuses.

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