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Não existem palavras capazes de traduzir o conflito de sentimentos naquele instante. Não havia como disfarçar o desconforto com a situação, e a sensação profundamente desagradável que feria meu orgulho. Por outro lado não havia como negar que a emoção compartilhada fora indescritível. Reunimos as coisas e decidimos retornar ao hotel. Estávamos calados, com poucas palavras.Afinal minha esposa havia acabado de chupar o pinto de um estranho, um homem que nunca vira na vida até aquela manhã. Comportara-se como a mais vadia das putinhas, pois tomara a iniciativa de mamar aquele homem sem que ele lhe pedisse por isso, tomada por um desejo incontrolável. Isso já me martirizava por dentro e me fazia analisar como seriam as coisas depois daquele episódio, a despeito de saber que havia feito o mesmo, e ela apenas havia me dado o troco, embora parcialmente.
Em meio ao silêncio, meu e dela, Josicley não parava de falar um instante, enquanto tirava a areia de sua bermuda surrada, vestia uma regata cheia de furinhos, daquelas de pagodeiros, que não se usam mais, e penteava seu cabelo ruim com um daqueles pentes redondos, olhando em um espelho quebrado que guardava no console da vanzinha. Perguntava se já havíamos conhecido alguns lugares, que se quiséssemos poderia nos levar etc. Pegou as cadeiras, o guarda-sol e colocou no porta-malas, e abriu a porta de trás para que entrássemos. Minha esposa vestiu um shortinho que havia levado por sobre o biquininho, calçou seu tamanquinho de salto e entramos.
Esses 15 minutos de retorno ao hotel pareciam intermináveis.Ainda estávamos impregnados com as fortes impressões da experiência que tivemos. Nós três havíamos gozado de forma intensa, e jamais esqueceríamos o que ocorrera.Quando estávamos a uns três minutos da entrada do complexo do resort, Josicley diz sem que esperássemos: Acho que talvez aconteça da gente nunca mais se ver. Posso fazer um último pedido? Olhei pra minha esposa, ela olhou pra mim, e ficamos calados. Queria muito ver pela última vez a senhora nua. A senhora tem a bunda muito bonita. Prometo que só quero me masturbar observando sua bundinha maravilhosa. Não disse nada. Minha esposa depois de uma pausa respondeu: mas está tarde! Não tem lugar que eu possa tirar a roupa. Já estamos chegando!... Josicley, antes de ouvir uma negativa, emendou: Não se preocupe! Eu conheço onde pode ser, e ninguém vai ver. Esse estacionamento do resort é muito comprido, e muita gente vem de Salvador e do interior e deixa os carros lá pra só pegar no fim de semana. Não aparece ninguém não. Estava muito mal pra esboçar uma reação, e meu pau subitamente endureceu imaginando de novo minha mulher nua em um lugar público.Minha esposa sorriu sem graça e assustada pra mim, e disse após um minuto de silêncio: aaai, Josicley, tenho medo, deixa disso!. Chegamos e Josicley, como se tivéssemos concordado, buscou o lado direito do estacionamento, que parecia estar lotado. Realmente naquele ponto parecia não haver ninguém, e Josicley parou sua van velha entre dois carros de turistas, junto de um prédio de apartamentos que devia abrigar aposentos de funcionários, com todas as janelas fechadas. Saiu do carro, deu a volta, abriu a porta de trás, segurando a mão de minha mulher para ajudá-la a descer, abriu a porta do passageiro da frente e falou: Assim, princesa, sobe aqui no banquinho , abaixa o shortinho e fica de quatro pra eu ver essa bunda linda,vai! Minha esposa não disse nada, e só se deixou conduzir, olhando sem graça pra mim outra vez, aparentemente envolvida com a situação. Só disse: Ai, meu Deus, enquanto se ajoelhava sobre o banco. Josicley veio por trás, querendo abaixar o shortinho. Minha mulher soltou o botão da frente e o zíper, abaixando o shortinho devagar, como se lhe restasse ainda algum pudor, mas Josicley puxou para baixo com força, deixando-a só de biquininho, com o short no meio das coxas. Ela então pôs-se de quatro, aquela bunda monumental virada pro estacionamento.Fiquei impressionado com a imagem. Minha mulher era realmente muito boa. Josicley se afastou um pouco pra apreciar a visão, tirou o pau pra fora já completamente duro, e começou a se punhetar, desta vez falante como nunca, elogiava o rabo perfeito de minha esposa. Minha mulher olhou para trás por sobre o ombrinho, fixando o olhar no pau do sujeito, entreabrindo a boca e dando uma gemidinha. A visão do pau do Josicley parecia que causava-lhe um efeito tão grande quanto sua bunda lisinha, redonda e durinha nos causava. Não agüentei e de novo comecei a apertar o pau por sobre a bermuda. Minha esposa, vendo minha situação, chamou-me pra ficar junto dela. Dei a volta, subi no banco do motorista; minha mulher, de quatro, pegou no meu pau, encontrando-o duro. Minha esposa apalpava meu pinto, mas continuava a olhar pra trás, na direção do pau do sujeito. Nessa hora Josicley, com o cacete duro apontado pra cima, perdeu o controle pela primeira vez: pegou-a pela cintura como se fosse uma boneca, na minha frente, tirando-a pra fora do carro, e, segurando-a pelos cabelos, abaixou sua cabecinha, pondo-a de joelhos sobre a grama do estacionamento e dizendo: Aqui, putinha, sei que tá com vontade de mamar o negão! Pode chupar! Agora eu tô mandando, chupa!! Minha mulher abriu a boquinha instintivamente e começou a chupar alucinada, gemendo, passando a língua pelo cabeção do baiano, engolindo o que podia. Josicley dizia olhando nos olhos dela, enquanto puxava-a pelo cabelo, interrompendo por um instante as chupadas de minha esposa: Patricinha vadia! Chupa, putinha rica, assim.., obediente, chupa que eu tô mandando e deu-lhe um tapa de leve no rosto. Minha mulher, fora de si, empunhava o pau, esfregando-o em seu rosto, e engolia o que podia, esfomeada. Ergueu a pica do motorista e começou a cheirar e lamber as bolas de seu saco, coisa que nunca fez comigo, pra depois voltar a mamar.
De repente Josicley a puxa para cima, pelos cabelos e a põe de quatro novamente sobre o banco, o biquíni enfiadinho naquele rabo simplesmente perfeito.Vi minha mulher olhar pra trás na direção do pau do mulato, como se não quisesse parar de chupá-lo.Minha esposa estava descontrolada, segurou meu membro duríssimo, tirou-o pra fora e começou a chupar, a bunda virada pra fora da van. Meu pau duro significava pra ela uma espécie de licença pra exercitar suas fantasias. Aproveitando a situação, Josicley, do lado de fora e sem avisar, desamarra os lacinhos do biquíni de minha mulher, de um lado e de outro. Minha esposa gemeu na hora, com a boquinha cheia por meu pau. Estávamos mais uma vez vulneráveis, e absolutamente fora de controle. Josicley exclamou sem o menor receio: Noooossa, que bucetinha mais linda! Que cuzinho delicioso!, enquanto sem medo de minha reação estica a língua e lambe a xaninha de minha mulher, que antes só havia experimentado minha boca. Nessa hora minha mulher gemeu baixinho, um gemido reprimido, como se soubesse que fazia algo proibido.Em seguida Josicley exclamou: Vou lamber esse cuzinho!. Vi sua língua escura e dura esticada, se aproximando do cu virgem de minha princesa, e não tive reação. Nesse exato momento minha mulher gemeu forte, como se tivesse encontrado o paraíso. Minha esposa parou de chupar, só mantendo meu pau dentro da boca, concentrando-se em suas sensações no bumbum. Josicley se afastava, olhava aquele rabo, avisando sempre o que ia fazer: Que cuzinho delicioso! Muito bom chupar!, e lambia de novo, concentando-se no cu de minha mulher, que gemia mais forte a cada chupada. Bastava que o mulato tocasse seu cu com a língua que minha mulher gemia descontrolada. O homem parecia enlouquecer atrás dela, já lambia, chupava, enfiava a língua naquele cuzinho que nunca vira língua alguma. Quando se lembrava minha mulher voltava a me chupar, mas estava alucinada com o trabalho de língua de Josicley e com aquilo que ele dizia, pois xingava-a de todo nome: riquinha rabuda, bundinha deliciosa, dá vontade de arrebentar essas preguinhas desse cuzinho gostoso!. Minha mulher só gemia, completamente entregue, quando Josicley a pegou novamente pela cintura, a colocou de bruços sobre o banco, o rostinho sobre meu colo, a bundinha pra fora da van na altura de seu pau, e disse: Quer me dar a bunda? Quer?` `Fica quietinha agora, branquinha, que eu vou comer essa bunda porque sei que é o que você quer. Minha mulher gemeu baixinho como se confirmasse seu desejo.O filho da puta aproveitou que eu estava no banco do motorista, minha mulher entregue, esfregou a mão no cacete duro e melado e entregou dois dedos pra minha mulher, dizendo: sente o gosto! Minha esposa caiu de boca, engolindo os dedos do mulato, enquanto Josicley cuspiu na outra mão, e besuntou o rabo de minha mulher, que gemeu na hora. Cuspiu de novo e enfiou um dedo, arrancando novo gemido de minha esposa, que começou a chupar os dedos do mulato ainda mais forte, completamente alucinada. Minha mulher já soltara meu pau e agarrava-se em minha bermuda, e em uma colcha velha que recobria o banco, esperando o que viria, oferendo-lhe sem resistência a bunda. Vi quando Josicley posicionou o cacete imenso na entrada do cuzinho virgem de minha esposa e meteu. Minha esposa deu um grito seco, mais assustador do que aquele que soltou quando havíamos tentado e não a comi. O pau entrou. Josicley gemeu alto: Aaaaaah, que cuzinho gostoso, to metendo o cacete nessa bunda, a bunda mais linda que já comi! Toma no cu, branquinha puta, ta sentindo meu pau entrando? Nessa bundinha que nunca viu rola?` Fiquei sem ação. Não me movi. Apenas batia punheta enquanto segurava na cabeça dela. Minha esposa agüentava firme, e gemia alto a cada estocada.Josicley não parava de xingá-la: Putinha rica! Loirinha vagabunda!É bom dar o cu? Vou comer seu cuzinho aqui e a buceta de minha esposa quando chegar em casa` `Vou meter o pau inteiro! Mostra pro maridinho sua cara de felicidade enquanto eu te enrabo!` O cara ja enfiava o pau inteiro, tirava devagar e enfiava todo ele de novo! Minha mulher não parava de gemer! Pela primeira vez, não se agüentando, disse: Come, seu safado, vc só quer comer meu cu, seu tarado! Come então! Josicley enfiou a mão áspera por baixo de minha mulher, erguendo-a pela buceta, empinando mais sua bunda. Metia enquanto brincava com a xaninha de minha esposa. Foi demais pra ela. Gemendo alto, ela segurou a coxa direita do mulato com a mãozinha, e disse: Fiiica! Josicley enfiou o pau , mantendo-o bem no fundo dentro dela. Minha mulher começou a se contorcer, gemendo como nunca vi, gozando enlouquecida. Neste exato instante não resisti e ejaculei, melando as mãos de minha esposa e me molhando todo...
Depois do gozo, minha mulher permaneceu quietinha, sentada sobre o banco, de bruços, se deixando comer, a bundinha pro lado de fora da van, completamente subjugada por Josicley, que continuava firme, casticando o cu de minha esposa sem o menor remorso, tratando-a como se fosse uma putinha desqualificada; o cara só sabia elogiar a bunda que comia, dizendo que era a melhor que já possuíra, e a xingava sem receio algum de mim muito menos dela. Tive que descer da van para tirar a bermuda molhada e ficar apenas de sunga. Nesse momento corri os olhos em volta, olhei para as janelas acima de nós e gelei. Um rapaz com o uniforme de recreação do hotel assistia a tudo por detrás do vidro de uma das janelas. A visão que o homem tinha era insólita. Uma loirinha com rostinho de boneca com o shortinho abaixado até os tornozelos e a bundinha nua pra fora de um veículo imundo, sendo enrabada por um negro nu, sendo assistidos por um rapaz de aliança com cara de turista. Fingi que não vi o sujeito e cheguei mais perto do casal. Vi quando Josicley puxou os cabelos de minha esposa, e dobrou o tronco pra cheirar seu pescocinho perfumado enquanto metia. Ouvi-o dizer claramente: Tá gostando de me dar o cu? Tá? Essa bunda que ninguém comeu?.Minha mulher, que apenas dava gemidinhos baixinho a cada estocada, balançou a cabeça, confirmando. Em dado momento, sabendo que eu assistia impassível à cena, Josicley tirou o pau imenso de dentro dela, exibindo-me o cuzinho aberto e deflorado de minha esposa, e meteu de novo até o fundo, arrancando suspiros de minha princesa. Ouvi-a perfeitamente dizer baixinho entre cada metida de Josicley: Come! Come! Come!, enquanto o homem, puxando-a para si pelas ancas, erguendo-a do banco como se fosse de pluma, empinando-lhe forçosamente a bunda, metia em seu cu como se fosse um touro .Puxando-a pelos cabelos após um tapa forte naquela bunda maravilhosa que até então jamais apanhara, Josicley urrou alto, cravou o pau bem no fundo, ejaculando fortemente em seu cuzinho, enquanto sentia seu cheiro fungando como um animal em seus cabelos e pescocinho. Cerca de sete segundos, depois, surpreendendo tanto a mim quanto a Josicley, minha esposa segurou de novo o homem dentro dela com a mãozinha, e começou a gemer alto, se contorcendo embaixo do negro, transtornada por sentir o esperma no fundo de seu rabo, gozando de forma alucinada. Ouvi ainda neste momento Josicley dizer, com o corpo encurvado sobre ela, próximo de seu rosto: Goza, vadia! Goza putinha rica! Casadinha vagabunda!. O orgasmo de minha mulher deve ter durado uns 20 segundos. O homem enfim saiu de dentro dela. Minha mulher, depois de um tempo, ainda na mesma posição se esticou pra pegar a canga na sacola, e limpou sua bunda, virando-se depois de frente pra nós e o homem da janela, com o short arriado, peladinha. Josicley se vestiu, enquanto dizia que jamais se esqueceria do que ocorrera naquele dia. Pedi-lhe reservadamente que não comentasse, e o canalha ainda teve a audácia de me pedir o dinheiro da viagem. Entreguei-lhe pra evitar problemas. O homem entrou em sua vanzinha e partiu, dizendo estar atrasado, que podia ter problemas com a mulher. Entramos eu e minha esposa por uma entrada lateral e ela foi direto ao vestiário das piscinas se lavar.
Depois que tudo ocorreu minha esposa chorou muito, e me jurou amor eterno, mas tenho dúvidas. Ainda tenho preservadas as fotos de minha mulher nua na praia.Gostaria de saber a opinião de homens e mulheres quanto ao ocorrido, sobre o comportamento de minha esposa, e como julgam que será nossas vidas daqui pra frente.
bom, pelo ocorrido, sua esposa ja devia ter dado o cuzinho dela pra outro cara!!!
Só q deve ser mais gostoso pra ela fazer escondido de vc. tomara q agora ela faça as coisas e nao esconda, assim vc conta pra gente ok!
abraco e qqr coisa me add no MSN.
Adorei o conto, ela foi muito mais honesta com você do que você com ela , lógico que não deve ser fácil pra você , mas aposto que vão ser muito mais felizes agora e podem realizar várias outras fantasias. Beijossss
EU ACHEI OTIMO, E SE O DESEJOS DE AMBOS ERA ESSE, MEUS PARABÉNS. SO FALTOU UM DETALHE, QUE FICARIA BEM MAIS GOSTOSO, ERA PARA VC TER FEITO UM DUPLA PENETRAÇÃO, AI SIM, ELA IRIA GOSAR MAS AINDA.